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História Noite eterna - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Noite eterna - Capítulo 4 - Capítulo 4

Inglaterra século XVI

 

Eric

 

Eu estava caminhando pela mata como costumava fazer todas as noites acho que é um costume um tanto quanto vampiresco gostar de sair pela noite na luz do luar. tudo vai bem até eu sentir cheiro de sangue. Estava próximo, curioso, com a possível refeição eu me aproximei quando eu cheguei mais perto eu pude ver algo que me deixou horrorizado. Um vampiro horrorizado, irônico não? havia uma garota, eu diria uma criança na verdade. Talvez lembrando de minhas irmãs mais novas que tive que deixar quando entrei nessa não vida. Para mim não passava de uma criança. Estava nua e ferida e pedindo para não machucá-la. Eu não sei o que deu em minha mente, talvez meu fraco por crianças, lembrando de minha infância com minhas irmãs provavelmente a única época feliz da minha vida. Minhas irmãs que provavelmente hoje já eram mulheres adultas. 

Me aproximei dela que me implorava para não machucá-la. Tirei meu casaco e cobri seu corpo evitando ao máximo olhar qualquer coisa rasguei meu pulso com meus próprios dentes e a fiz beber do meu sangue maldito.

 

Recolhi o corpo então eu comecei a carregar sem saber direito para onde iríamos ou que eu iria fazer aquela garota. Nunca havia pensado em criar um outro vampiro é difícil explicar as relações de vampiros mas quando você cria um ele se torna parte de você é quase como se tornar pai.

 

Não precisei andar muito para poder encontrar os agressores da garota eram quatro homens de meia-idade que se fingiram surpresos ao verem a cena e perguntaram o que havia acontecido, para despistar que eram eles os agressores. Mas eu sentia o cheiro deles na garota. A coloquei no chão delicadamente e matei todos os quatro. Considerei isso um serviço a humanidade.

 

Ainda um pouco perdido com a minha criação, decidi ir atrás da minha criadora Cassandra correr em velocidade sobre-humana me fez chegar logo na porta dela que me atendeu com o seu habitual ar de escárnio e arrogância.

 

- Virei vovó?

 

- Pode me ajudar?

 

-Sim Eric entre, você sabe que essa casa também é sua. 

 

Cassandra era uma bela mulher que aparentava ter 20 poucos anos, assim como eu, ela tinha pele clara cabelos negros e olhos verdes e uma feição que provavelmente transmitia exatamente o que ela era uma mulher esperta e audaciosa.

 

-Coloque-a no sofá. - Diz Cassandra e quando eu faço o coração da garota para. E ela se ergue, como um boneco controlado por ventríloco. 

 

Confusa e assustada Ela olha para todos os lados sem entender absolutamente nada. Cassandra já estava do outro lado da sala servindo sangue em uma taça. Ela gosta desse tipo de coisa, O que eu posso dizer? Ela tem estilo. 

 

-Beba. -Diz Cassandra entregando a taça para garota.

 

- O que...Antes dela terminar a pergunta Cassandra se vira mim e me manda fazer ela beber. O laço de um vampiro recém-criado com seu criador é de total obediência.

 

-Beba. - Mandei ela sequer contestou apenas pegou a taça e bebeu todo conteúdo como se fosse a pessoa mais sedenta do mundo e aquele último copo d'água.

 

- O que...oh meu Deus... Aqueles homens. -Diz ela provavelmente tendo lampejos as suas últimas horas de vida. Cassandra segura pela cabeça olha dentro dos seus olhos e diz. "Você não se lembrará de nada a partir de agora apenas o seu nome e a sua idade entendeu?"  Cassandra sempre foi boa em hipnotizar. A garota apenas assentiu, porém alguns traumas nem hipnose consegue curar e essa parte Eleonor nunca esqueceu.

 

- Não se preocupe com eles. Estão mortos, eu mesmo os matei posso voltar e trazer a cabeça deles aqui se você quiser. - Digo. O estranho laço emocional que nos ligaria para sempre já começa a se manifestar.

 

- Você o que? Quem são vocês?

 

-eu sou Eric essa é Cassandra e você?

 

-Eleonor.

 

Passei os próximos meses com Cassandra me ajudando a ajudar Eleonor a se adaptar a sua nova não vida.

 

Eleonor sem lembranças de uma vida humana prévia se acostumou rapidamente com a vida sombria que tinhamos e ali nossa pequena e disfuncional família começava.



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