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História Noite nublada. - Capítulo 1


Escrita por: Tdavi

Notas do Autor


Fiz esse hentai para uma das minhas fics interativas, só alterei os nomes e joguei aqui.

Capítulo 1 - Noite nublada


Pov Shinobu

São quase duas da tarde. Giyuu, meu namorado, chegou com o almoço a pouco tempo. Sentados lado a lado, comemos e conversamos para nos distrair. Histórias, risadas, provocações - minhas em sua totalidade, admito -, piadas, nada fora do script. 

Estudamos na mesma faculdade e fazemos o mesmo curso, então resolvemos aproveitar o domingo para fazer a horrenda e sem fim lista de exercícios passada pelo professor. 

No entanto, com o passar das horas, o acaso resolveu bater à nossa porta e o plano mudou de rumo. O inesperado tornou-se realidade e só percebi quando virou passado. Sinceramente? Foi muita bonomia minha crer que nada aconteceria quando ficamos sós em casa e resolvi convida-lo para dormir aqui. 

Toda a tensão que há entre nós desde que nos conhecemos, somado ao tesão acumulado ao longo dos dois anos de namoro apenas fomentou um barril de pólvora que explodiu em uma noite inebriante de prazer e alegria. 

É fácil dar-se conta do que me refiro, mas vamos voltar um pouco no tempo para entender. 

*****

Pov Narrador. 

Podia ser apenas mais uma noite nublada comum, no entanto uma brincadeira de provocações e toques mascarados de singeleza que começou nas cadeiras após o jantar, encontrou continuidade em um lugar bem mais propício para o que se tornou.

As brincadeiras sugestivas já não eram mais tão engraçadas. Os toques superficiais deixaram de ser. As risadas transmutaram-se em gemidos prazerosos e suspiros pesados. Os olhares apaixonados trocados com discrição, agora eram lascivos e insondáveis.

Tomioka encontrava-se deitado na extremidade da cama, com seus pés ainda tocando o chão. Shinobu estava com um joelho no meio das pernas entreabertas do companheiro, enquanto usava das mãos para se apoiar no colchão e o outro pé encontrava-se no piso. 

Os beijos molhados vinham um após o outro com grande urgência. Após a quebra momentânea de cada longo contato entre os lábios, o moreno depositava um menor em mais casto, como uma se fosse uma assinatura. No primeiro, a garota foi pega de surpresa, mas depois passou a esperar por eles. 

- Você sabe onde isso vai parar, né?! - Tomioka inquiriu ofegante, dando um beijo carinhoso no ombro menor. - Tem certeza que quer continuar? 

A pergunta nada mais foi do que o último suspiro de sua consciência, que lutava para não deixar-se ser tomada pela nuvem escura de luxúria que auferia cada vez mais espaço na mente dele. 

Quer dizer, as mãos pequenas, os cabelos escuros com mexas arroxeadas, os lábios finos que parecem brilhar quando em contato com a luminosidade certa, o corpo delicado e galgaz, a risada aveludada, a voz melosa, tudo nela parece perfeito aos seus olhos. A garota o atrai como um imã, e ele jamais tentou resistir a essa força. 

- Você tem? - Ela devolveu a pergunta com uma voz arrastada, que parecia chicotear a sanidade de seu parceiro. 

Vê-lo ali a mercê de suas vontades enquanto manifesta vulnerabilidade em seu rosto e selvageria nos toques é tão contraditório e satisfatório ao mesmo tempo que é difícil descrever.

- Eu estou disposto a ir onde você estiver. - Encarou-a nos olhos, passando para sua garota toda a confiança que podia. 

Giyuu acomodou-se melhor, ficando sentado na cama. A Kocho mudou de posição, levando as duas pernas ao colchão e apoiando os joelhos dos lados das pernas de seu parceiro. Por um segundo, a urgência e o desejo deram espaço para um carinho insubornável ter seu espaço de fala. 

O casal fitava-se, tocando com curiosidade a face e o corpo um do outro no mais completo silêncio. Nenhum deles jamais havia ido tão longe, era tudo novo, tudo especial. Enquanto contemplavam-se, pareciam ver a mais sublime obra já feita pela humanidade.

Kocho levou as mãos até os ombros maiores, sentindo os músculos enrijecerem com seu toque repentino. Alisou a área, sentindo a firmeza do lugar e sorriu maliciosa. Viu o outro recolher os lábios e engolir um gemido sôfrego. Baixando rapidamente os olhos, notou uma vultuosidade no calção de seu parceiro. 

Sorriu envergonhada. Na medida do possível - já que Tomioka esta entre suas pernas -, começou a esfregar uma coxa na outra, numa tentativa de conter a propria líbido. Sentindo sua roupa de baixo grudar contra sua intimidade, percebeu o quão necessitada estava; mas ao mesmo tempo, sentia receio. 

Afinal, aquele era o momento certo para perder sua castidade? É para essa pessoa que quer entregar sua primeira vez? 

- Ei, Shinobu. - Ouviu a voz grossa de quem a acompanha naquela viagem quase sem volta rumo ao deleite. - Eu sei que é a sua primeira vez. É a minha também. Também estou com medo do que pode acontecer - delicadamente, tocou-lhe o queixo, afagando a parte abaixo os lábios finos com o polegar. -, mas se for com você, estou disposto a continuar. 

Não pode-se dizer que o medo dela esvaiu-se por inteiro, todavia, naquele momento, Tomioka pareceu um baluarte onde ela poderia sentir-se segura. Com um meio sorriso confiante, deslizou as mãos até a nuca do rapaz, trazendo-o mais para perto até quase tocarem os narizes. 

Sentindo a respiração um do outro, calaram-se outra vez. O quarto teria ficado o no mais completo silêncio se não fosse pelo som dos corações acelerados. 

- Giyuu... - Ciciou ela, como se estivesse lembrando de quem está entre seus braços calorosos. - eu… se for… eu quero continuar; quero que seja com você. - Emendou após um selinho. 

O maior sorriu, mas não com malícia, com felicidade. Ela selou os lábios com ternura, as mãos deles tornaram a tatear o corpo um do outro, descobrindo-os. Após finalmente relaxar, a garota sentou no colo maior, sentindo o volume que ali se encontra. 

Seu rosto esquentou outra vez. Com ele não foi diferente. A vergonha os consumia, mas não os restringia. Não permitiriam que timidez fosse uma barreira. 

Ele deitou novamente, dessa vez trazendo-a consigo para que ficasse sobre seu corpo robusto. Os toques do rapaz foram até a lateral do tronco feminino, subindo e descendo naquela área, como se pedisse permissão para avançar. 

Shinobu então alcançou as mãos dele e colocou-as sob sua blusa. Ele logo percebeu o quão quente e suada sua garota está. 

O corpo dela é liso. Tomioka podia sentir sua pele macia afundar com o toque e remodelar-se a cada deslize de suas mãos. Ao subir mais, notou que ela não usava sutiã. Seu pênis latejar com essa descoberta, causando desconforto. Nem em seu primeiro onanismo aos quatorze anos chegou a ficar tão ereto como agora. 

- Meu deus. - Escapou da boca dele entre os beijos. 

A garota espalmou o peitoral dele, afastando-se apenas o bastante para encarar sua pele momentaneamente púrpura.

- Tire a camisa. - Pediu acanhada. 

Em resposta, ele apenas ergueu os braços. O recado foi entendido. Kocho levou as mãos até a aba do tecido, levantando-o um tanto vagarosa; como se mantivesse a expectativa do que encontraria. 

Os gomos na barriga eram bem desenhados, com uma entrava em V que perdia-se para dentro do calção dele. Seu peitoral é estufado devido aos treinos, há também algumas estrias no ligamento entre tronco e braço, mas nada importante. 

A pele clara, o tronco cheio de linhas de marcação como um mapa, as veias aparentes. Tentador. 

- Você é muito gostoso. - Deixou escapar sem perceber, tanto que nem deu-se conta depois. 

O garoto, agora de tronco desnudo, despiu a parte de cima da sua parceira também, que encolheu os ombros. Os bicos rosados de seus seios estavam eretos, evidenciando a luxúria que sentia. Os enegrecidos a liam como se fosse um scanner. Em sua memória, Tomioka fez questão de guardar cada mínimo detalhe daquela visão abençoada pelos deuses.

Se Valhala fosse seu quarto particular, ele certamente espalharia quadros daquela cena em todas as paredes.

Quando conheceu-a, jamais passou por sua cabeça que acabariam em uma situação como esta. Entretanto, a casualidade que tornou tudo tão especial. Eles não caíram de paraquedas naquela cama, não se conheceram em uma balada e foram parar em um quarto de algum motel barato. 

Antes de chegarem até este momento, passaram por uma longa jornada de construção de uma amizade forjada em confiança, carinhos e bons momentos. Que logo evoluiu para um amor irracional e poderoso, tão forte que passaram a se buscar mesmo que de forma inconsciente, tão inconsciente que um passou a visitar os sonhos do outro. 

A trajetória deles culminou em um momento carnal, e talvez, esse fato que torna tudo tão único. Eles se amam. Cada toque, cada gesto, cada palavra evidencia ainda mais isso.

- Você é perfeita, Shinobu. - mussitou bobo. - Por deus!

Ele envolveu-a pela cintura e a trouxe para si, colando os corpos suados que imploram por alívio. Um beijo no queixo abriu caminho para um trilha que foi até a área atrás da orelha dela e tornou para o mesmo lugar, antes de ir para a os lábios carentes. 

Cortesmente, o maior apoiou uma mão atrás da linha de seu corpo e começou a girar, deitando-a na cama e ficando por cima pela primeira vez. Giyuu apoiou um cotovelo ao lado da cabeça de sua garota, para melhor beijá-la ao mesmo tempo em que permitia que sua mão livre a descobrisse. 

Ele levou sua palma até o seio curvilíneo de sua dama, ouvindo-a gemer ao seu contato. A sensação é indescritível. Aquela dobra sinuosa e polida encaixa-se perfeitamente em sua mão e parece se desmanchar com os leves apertos. O mamilo rijo faz uma leve cócega em sua pele. 

Nenhum dos dois conseguia pensar em nada além do que faziam. Seus pensamentos estavam bloqueados contra qualquer coisa externa daquela cama. 

Pejosa, ela desceu uma das mãos que seguravam o maxilar de seu parceiro, indo em direção a cintura; não sem antes marcar todo o trajeto com sua unha. 

A garota colocou um dedo entre a fibra da bermuda branca de náilon e a cueca boxer, movendo-o ali numa provocação. 

- Tá brincando com fogo, garota. - Falou ele, inebriado. 

Com uma mão, ele desceu sua bermuda até o meio da coxa, terminando de tirá-la com os pés. Em um movimento de reflexo, a manipuladora de metais olhou-o para o pênis ainda escondido pelo fino tecido branco da roupa de baixo. 

Seus olhos se arregalaram surpresa. Sentiu seu medo retornar. Agora havia caído a ficha do que estava prestes a acontecer. Percebendo o estado de sua garota, Tomioka confortou-a com bitoquinhas carinhosas. 

- A gente só vai fazer o que você quiser. - Reforçou. - Vamos no seu tempo. 

Depois de uns dois segundos e um suspiro corajoso, levou sua mão até aquela área, tendo seu primeiro contato com aquele órgão. 

O moreno soltou um suspiro contido, enquanto ela o alisava por cima da roupa. Aos poucos, a foi ganhando mais confiança e passou a dar alguns apertos na medida em que ia conhecendo aquela área. Era rígida é quente, muito quente. Somente com aquele toque, pôde notar o quão vascularizada é. 

Em um momento, ganhou coragem para colocar a mão por dentro da última peça de roupa restante, tendo um toque direto. Tomioka gemeu tenso. Era difícil se controlar, mas tinha que fazê-lo. 

Pouco tempo depois, ao vê-la mais a vontade, livrou-se a cueca. No primeiro momento sem aquele aperto, o pênis saltou, balançando de um lado para o outro. 

- Você é grande… - Constatou ela, engolindo saliva. 

- Não se preocupe, não vou machucar você. - Rebateu. 

Os toques retomaram, principalmente o contato dos lábios inchados. Vagarosamente, ele levou sua mão até o meio das pernas da garota, que as abriu relutante. 

Quando o dedo de Giyuu tocou a vagina da outra, mesmo que por cima da roupa, seu pênis pulsou. Estava tão rígido que doía.

- Posso tirar? - Indagou ao pé do ouvido. 

A Kocho arqueou o corpo, permitindo-o que fizesse. Com uma delicadeza anormal, ele o fez e, posteriormente, admirou-a em sua totalidade. Nua, corada e entregue, a perfeição encarnada. 

Com uma mão e orientação por parte dela, passou a masturbá-la. Sem penetrar os dedos, apenas acariciando os grandes e pequenos lábios.

Ela se contorcia de prazer, gemendo sem descrição, arqueando o corpo como se estivesse levando descargas elétricas. O esverdeado, por sua vez, masturbava-se lentamente, sentindo que poderia gozar se o fizesse mais rápido, de tão estimulante que era a cena que sua amada lhe proporciona. 

- Pare, pare, pare! - Ela pediu rápido e ele o fez. 

As pupilas de cor lilás dilatadas são a estampa do prazer. Sua barriga subia e descia, indicando que ela quase chegou só clímax. 

- Posso colocar agora? - Interpelou baixinho. 

- Quero tentar uma coisa antes. 

Ela o fez deitar-se e ajoelhou-se a sua frente, deixando o rosto bem próximo ao mastro erguido. 

- Ela não vai fazer isso. - Pensou ele, desacreditado. 

Com uma mão envolta da base do membro rígido, começou a movê-la verticalmente, numa punheta meio sem jeito. Posteriormente, assim como em vídeos, começou a lamber o falo com a ponta da língua. 

- Aahhh. - Ele gemeu alto, perdendo a postura pela primeira vez. 

O urro foi ainda mais descontrolado quando ela colocou a glande na boca, descendo os lábios até onde podia, alcançando o tronco do pênis e assim iniciando um boquete que o fez tremer. 

O instinto fez com que o garoto levasse sua mão até a cabeça dela, ajudando com os movimentos. 

- Isso é incrível…. Meu deus! 

Poucos segundos depois, ela parou a seu pedido. O tremelique na perna era o sinal de que faltava pouco para gozar. 

Chegou então o momento do ápice: a penetração. O suprassumo do coito. As preliminares já não eram mais necessárias.  

Ambos encontravam-se lubrificados. Com Shinobu de quatro - com as costas totalmente retas, indicando sua falta de experiência. - não havia mais o que esperar. Gentilmente ele levou uma mão até as costas da garota, inclinando-a até que seu peito tocasse o colchão, assim dando-o mais vista para a gruta molhada que planeja violar. 

- Assim. 

Após um último carinho nas nádegas expostas, levou seu pênis até os grandes lábios. Tomioka começou a mover o pênis, procurando a entrada. 

- É aqui. - Disse sua dama, escondendo o rosto.

A garota levou uma mão até a área e a abriu. Seu sucos vaginais pingavam e escorriam por sua perna. Tomioka penetrou-a com muita dificuldade. É muito apertado, ambos gemeram de dor durante o ato. 

Um filete de sangue saiu da vagina e misturou-se com os demais líquidos. Com o pênis dentro até a metade, ele parou. 

A retomada dos movimentos foi lenta e gradativa até atingir uma boa velocidade. Como foi a primeira vez e ambos estavam no auge da excitação, sabiam que não duraria muito. 

O som do choque entre os corpos reverbera no quarto fechado. Os urros de prazer são como melodia para os ouvidos do casal. 

Shinobu jamais imaginou que a sensação de ser invadida fosse tão… diferente. É excitante, extremamente estimulante. Suas parede vaginais se contraem e seu corpo todo passa a coçar em uma sensação boa. 

- Eu vou gozar! - Avisou ela, mais alto do que gostaria. 

Giyuu apenas fechou os olhos e aumentou o ritmo do que fazia. Ele Inclinou-se para frente e as suas mãos, antes na cintura da garota, rapidamente pegaram seus pulsos e os puxaram para trás, fazendo-a ficar quase ereta de joelhos. 

No último ato, a abraçou. Desmanchando-se como nunca antes. Ao finalizar o ato, ambos caíram desfalecido, suados, ofegantes, corados e satisfeitos. 

- Vamos ter que trocar os lençóis. - Ele brincou após alguns minutos de silêncio. 

- Vamos. - A menor sorriu. 

Shinobu virou o corpo, ficando de frente para seu parceiro, que a encarava encantado. 

- Preciso te dizer uma coisa. - Ele começou, sentando-se. Ela fez o mesmo, cobrindo-se com o lençol. - Não pense que vou dizer isso só porque acabamos de transar ou porque quero fazer isso de novo. Não tem nada a ver. 

Encarando-a com toda a seriedade do seu ser, disse:

- Acho que eu não tinha dito isso ainda, mas eu amo você. Com toda a sinceridade do mundo, eu amo você. 



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