História Noiva de Aluguel - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias A Feia Mais Bela
Personagens Fernando Mendiola, Letícia "Lety" Padilha Solís
Visualizações 201
Palavras 1.347
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieeeee aqui estou!
Boa Leitura!

Capítulo 4 - Conhecendo a "sogrinha"


Depois das boas vindas, Fernando se dispôs a me mostrar toda a casa. Eu fiquei boba com cada detalhe e principalmente pelo tamanho exagerado para um homem sozinho, mas a questão foi esclarecida quando ele contou que cresceu ali. Por ultimo ele parou de frente a uma porta, que logo abriu revelando um enorme e elegante quarto.

— E esse é o nosso quarto.— disse ele.

Nosso? Como assim nosso?

— Nós... vamos dormir juntos?— perguntei mesmo sabendo a resposta, mas ainda tentando assimilar tudo.

— É claro! Não me diga que achou que iriamos dormir na mesma casa, mas em quartos diferentes. Afinal, que casal faz isso?

— Já ouviu falar em se guardar para o casamento?

— Claro que sim, mas no caso a noiva não mora na mesma casa do noivo.

Como eu não pensei nisso logo? Como você é burra, Letícia! Estava mas que obvio só você não percebeu.

Passei por ele na porta e olhei em volta. Dei um grande suspiro.

— Hey, calma. Ninguém aqui vai te estuprar,  a menos que você queira.— disse sorrindo travesso e eu o encarei seria.— Não precisa me olhar assim, foi só uma piada... Sabe, para descontrair.

Continuei o encarando, mas desta vez de sobrancelha arqueada.

— Eu não vou trabalhar enquanto mamãe estiver aqui.  Tirarei uma pequena férias.— mudou de assunto.

Aquilo era ótimo, assim eu não ficaria sozinha por aqui.

— Que bom, pelo menos eu vou ter uma companhia por aqui.

Foi a vez de ele me encarar de cenho franzido.

— Tem uma coisa aqui pra você.— ele pegou uma caixinha preta aveludada e me entregou.— Seu anel.

Olhei aquele anel lindo e que por incrível que pareça me serviu perfeitamente.

— Como sabia que usava esse numero?

— Deduzi.

(...)

As horas logo se passaram, enquanto eu arrumava minhas coisas. Já estava na hora de dormir e eu fui tomar um banho relaxante para conseguir dormir melhor. Foi então que me arrependi por ter deixado Carol comprar algumas roupas para mim, já que ela comprou uma camisola super curta. A cor jovial lhe tirava um pouco da sensualidade, mas não deixava de ser muito curta.

Saí do banheiro envergonhada, Fernando estava deitado lendo um livro de calça moletom e camisa. Ele me olhou e eu corei. Andei rapidamente até a cama onde me sentei e peguei o telefone para ligar para mamãe.

Fernando

Estava entretido em meu livro quando ela saiu do banheiro, com uma camisola bem curtinha e rosinha. Meu Deus! Me arrependo amargamente  de ter alugado uma noiva ao vez de ter  uma de verdade. Eu vou ter que passar noites e mais noites ao lado de uma mulher e tanto, sem poder toca-la.

Ela ligou para quem deduzi ser sua mãe e logo depois falou com seus irmãos. É muito lindo o carinho que ela tem por sua família, capaz de aceitar uma loucura dessas para ajuda-la. Ela mas parece mãe do que irmã para aquelas duas crianças, pelo que ouvi da conversa parece que o menino levou uma bronca na escola e ela conversou com ele e pareceu ter o convencido. Logo depois ela contou uma história que pareceu ter sido inventada na hora e só desligou quando eles dormiram. Fechei o livro, não estava prestando atenção nele, só lendo coisas aleatórias, fingindo estar lendo.

Ela se acomodou e ficou olhando para o teto.

— Sem sono?— puxei conversa.

— Sim e você?

— Também.— suspirei.— Já sei!

— O que?

— Que tal assistirmos um filme?

—Hmm, pode ser, mas qual?

— Terror?

— Não, eu não ia conseguir dormir de vez. —rimos.— Que tal drama.

—Não, filmes assim são muito chatos...

— Então fantasia, tipo Harry Potter.

— Isso! Harry Potter Relíquias da Morte, ok?

Ela assentiu com a cabeça.

— Eu pego a pipoca!— disse se levantado.

— E eu coloco o filme!

Logo estava tudo preparado, assistimos deitados na cama com uma tigela de pipoca entre nós. A que parecia uma mulher sensual de repente se mostrou uma menina. Uma doce menina.

(...)

Lety

Acordei sentindo um peso sobre minha cintura, me surpreendi quando vi que era o braço de Fernando, mas não o tirei dali, continuei quietinha. Logo depois Fernando acordou, ele me disse que sua mãe logo chegaria, então depois de nos arrumarmos e tomarmos café da manhã em um clima agradável fomos para o aeroporto.

 A partir dali nossa atuação teria que ser o mais convincente possível, já que teríamos que convencer Teresinha Mendiola. Estava nervosa. E se ela não gostasse de mim? Se minha atuação não fosse convincente? E se ela descobrisse que tudo não se passava de uma farsa? Mil coisas se passavam em minha cabeça me deixando confusa, até que sou surpreendida pela mão de Fernando na minha. O olhei.

— Temos que ser convincentes e casais apaixonados sempre ficam de mãos dadas.— falou e eu assenti.

Logo o voo dela chegou, senti minhas mãos gélidas enquanto Fernando olhava atenciosamente para o desembarque.

— Ali está ela.— apontou e pude ver uma senhora de cabelos vermelhos vindo em nossa direção.

É claro que já atuei em algumas peças nos Ilusionistas, mas a coisa agora é diferente. Atuar sem um script e com medo de ser descoberta e de fazer algo errado.

Logo Fernando se apressou em abraça-la.

— Não sabe o quanto senti saudades, meu filho. — disse ainda envolvidos pelo abraço.

— Eu também, mamãe, eu também.— eles soltaram do abraço e olharam pra mim sorrindo.—Essa é a Aurora.

— Como é linda a minha nora.— fui em sua direção abraçando-a.

—Fico feliz em conhece-la, dona Teresinha, o Fernando me falou muito da senhora.

— Bem eu espero.— sorriu.

— Mas é claro. — a acompanhei.

(...)

Dona Teresinha se mostrou uma pessoa amável e por sorte pareceu ter gostado de mim. E graças a Deus não vez um interrogatório já que estava ocupada falando de sua viagem e do tempo que passou na Holanda.

— Aurora, me conte um pouco sobre você... Fernando sempre pareceu misterioso ao falar de você.

Alguém me socorre que eu tô morrendo!

— Sobre mim? Bom... não há muito que falar sobre mim.

— Sempre há algo, por que não me conta sobre o lugar em que cresceu, sobre seus pais...

Criatividade, por favor, não me abandone.

— Bom eu nasci no interior.

— Sempre tive curiosidade de conhecer o interior, uma cidadezinha pacata... É assim sua cidade?

— Sim, sim... Eu cresci na fazenda do meu pai Lázaro, ele tem um grande negocio no interior do estado, mas não mora mais lá. Agora ele mora em Nova York e só eu da minha família aqui no México.

— Tenho muita vontade de conhecer sua família, Aurora , e deduzo que não tiveram uma festa de noivado. Por que não fazemos uma? Seria uma ótima chance de reunir as famílias!

— Uma festa de noivado? Bom eu não sei...

Por sorte o salvador da pátria, também conhecido como Fernando Mendiola, apareceu.

— Mamãe, a verdade é que sempre tivemos um relacionamento muito calmo e longe dos olhos curiosos de muita gente.  Então não fizemos um jantar de noivado.— disse.

Fernando, eu já disse que te amo?

— Mesmo assim, acho que seria uma boa.

Fernando me olhou e vi que cabia a mim decidir.

— Eu acho que sua mãe está certa, Fernando.— Teresinha sorriu vitoriosa.— Você é um grande empresário do país e acho que seria uma boa oportunidade de anunciarmos nosso noivado.

— Você tem razão, meu amor.— oi? Ele me chamou de “meu amor”? Eu não sei por que mais adorei ser chamada assim.

Ele beijou minha testa e sua mãe nos olhou estranha. Foi então que tomei uma atitude que pareceu estranha até para mim: Coloquei minha mão em seu pescoço e o puxei para mim colando nossos lábios. Foi então que Fernando introduziu sua língua em minha boca e segurou minha nuca e intensificou o beijo. Ele beija extremamente bem e consegue fazer o mundo girar devagar... Nós afastamos por falta de ar e por um segundo me esqueci de dona Teresinha estava ali e ela estava nos olhando com um sorriso enorme nos rosto.

— Que lindo! Se beijam como se fosse a primeira vez!

Se ela soubesse que foi o nosso primeiro beijo...E que beijo!


Notas Finais


O que acharam???


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