História Noona, me empresta seu celular? - Imagine Yuta NCT - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Yuta
Tags Nakamoto Yuta, Nct, Você, Yuta
Visualizações 256
Palavras 1.128
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


One shot do Yutinha♡♡

Capítulo 1 - Capítulo único


— Incheon, Coréia do Sul, 14:30 de um domingo. Casa do Yuta —

 

 

 

— Noona, por favor! Me deixe jogar no seu celular!

— Desculpe Naoki-ah, meu celular está sem bateria — digo para o pequeno, que já estava com aquela carinha de cão que caiu do caminhão de mudança.

— Noonaaaa! — e abriu o berreiro.

— Não chora! — digo o pegando no colo.

— O que está acontecendo? — Yuta chega na sala e se senta ao meu lado, passando as mãos pelo cabelo macio do irmão mais novo.

— Naoki quer jogar! — o mais novo se refere a ele mesmo em terceira pessoa.

— Não chore maninho, seu hyung te empresta — Yuta tira o aparelho do bolso e da para seu irmão.

— Ya! Você é o melhor hyung de todos! — o menor muda em um segundo, pula do meu colo e bota um sorriso de orelha a orelha.

— E agora, quem é o melhor aqui? — diz o mais velho com um sorriso convencido apontando para mim e para ele mesmo.

— Uhm... — ele coloca o dedinho indicador no queixo como se estivesse pensando e então diz — Muito obrigado pelo joguinho, mas acho que ainda prefiro a noona — ele ri e vai embora deixando um Yuta emburrado.

— Kkkkk desiste, eu sempre serei a preferida — digo brincando.

— Não vale! — ele diz com um bico.

— Fazer o que se eu nasci assim? Sou irresistível — digo e ele faz uma cara de surpresa.

— Nossa, nem um pouco convencida você. E o que te faz pensar ser tão irresistível? — ele pergunta.

— Vejamos... — coloco a mão no queixo e finjo pensar como seu irmão fez segundos atrás — Por exemplo, quando um certo japonês fez o irmão mais novo mentir só para pegar meu número.

 

Flashback On*

 

— Poxa, não pode vir mesmo?

 

— Desculpa amiga, mas ele me chamou de última hora também, e nem deu pra eu recusar.

 

— Tudo bem, mas na próxima você vai ter que pagar o lanche

 

— Que interesseira! Ok, só porque você é minha melhor amiga

 

— Tá, agora vai se arrumar porque se não depois você se atrasa e já era. Beijos.

Desligo a chamada sem esperar a resposta de Yeri e sigo a caminho da praça de alimentação.

Eu e Yeri tínhamos maracado de vir ao shopping para dar um passeio, mas o namorado dela a chamou de última hora para um jantar em família na casa dele, e claro que eu não iria encrencar com isso. Mesmo estando sozinha, não vou perder a viagem — nem que seja só provar roupas e não comprar —, eu não vim aqui pra nada.

Quando chego na praça de alimentação vou direto ao McDonalds, onde peço um cheeseburguer, um guaraná pequeno e um milk shake médio de morango. Como sempre, tento comer o mais devagar que posso para sentir aquele sabor — mesmo que super industrializado — maravilhoso, o que nem sempre funciona, já que a fome não colabora e me da vontade de engolir tudo de uma só vez. Mas terminando meu lanche, sigo com meu milk shake em mãos para a frente das lojas, olhando uma peça mais linda que a outra, que infelizmente eu não posso comprar.

— Uau, que roupa lind... meu Deus, o que tem de linda tem de cara. Deixa pra lá. — continuo meu caminho e vou entrando em algumas lojas, outras só olho, e passo um bom tempo nesse ritmo. Meus pés começam a doer, e resolvo me sentar em uma poltrona que fica paralela a outros assentos. Coloco as sacolas que carregava — sim, meu espírito consumista me fez usar o cartão de crédito cujo eu não vou ter dinheiro para pagar no mês que vem — no chão ao meu lado e aproveito para mexer no meu celular, ver as notificações, coisa e tal. Nem prestei atenção quando um menininho aparece do meu lado e diz:

— Noona, me empresta seu celular? — ele faz um biquinho.

— Do que você precisa, pequeno? — eu me abaixo até ficar quase da sua aultura. Ele devia ter uns seis anos.

— É que eu me perdi do meu irmão, você pode me emprestar seu celular pra eu ligar pra ele?

— Sim! Me diga o número dele — já estava pronta para digitar quando ele fala:

— Ahm... ah, eu não sei falar os números ainda... — ok... ele não tem cara de quem não sabe, na verdade ele parece bem desenvolto para esse tamaninho, mas tudo bem, dou meu celular na mão do garoto, que em um segundo coloca o número na tela de discagem. Na verdade mais estranho foi o que aconteceu depois. Ele ligou, e eu ouvi um toque de celular bem próximo, quando vejo, ele tira um celular de seu bolso, me devolve meu celular, e sai correndo falando:

— Meu irmão que me pediu, noona — e sai rindo até um menino alto que me olhava envergonhado.

Flashback Off*

 

— Pare de rir! Eu me esqueci de pegar meu celular do bolso dele, e não era para ele ter falado que eu pedi — Yuta fala.

— Kkkk eu achei engraçado — digo rindo. Naquele dia eu ri muito por alguém ter usado o irmão mais novo para conseguir o meu número celular. Como eu poderia imaginar?

— Eu não — ele fala com uma cara fofa.

— Assim parece uma criancinha mimada — digo apertando suas bochechas e lhe dando um selinho — Mas veja pelo lado positivo.

— E qual seria?

— Você me conquistou. E olha que isso não é pra qualquer um não, hein — digo rindo.

— Claro que eu te conquistei, olha só pra mim — pôs o rosto entre as mãos — Só uma tola desperdiçaria isso.

— Até parece. Você é no máximo arrumadinho — eu disse fazendo pouco caso. Me virei de costas para ele, que puxou minha cintura e me fez ficar de frente para ele novamente.

— Arrumadinho? — ele chegou mais perto — Só? — estava quase me beijando quando...

— Hyung, eu — Naoki chega — O que vocês estão fazendo? — ele tomba a cabeça para o lado e faz uma carinha tão fofa, que eu até riria se ele não tivesse feito essa pergunta.

— Err — Yuta me olha com uma cara de "me ajuda".

— Então... — e eu olho pra ele tipo "não sei como".

— Crianças, venham para a cozinha, o almoço está pronto! — a mãe dos garotos grita da cozinha.

— Mas vocês ainda não responderam a pergunta... — o pequeno diz com olhos serrados.

— Naoki, sabia que vai ter sobremesa? — digo me levantando do sofá e parando ao seu lado, então coloco a minha mão perto de sua orelha como se fosse um segredo — E quem chegar primeiro pega o pedaço maior — digo e o Nakamoto mais novo se distrai das perguntas anteriores. Ufa.

— Sério? Woow! — ele sai correndo para a cozinha.

— Essa foi por pouco — ele se levanta do sofá e me dá a mão.

— Foi mesmo — o abraço pelos ombros — Mas agora não tem mais ninguém na sala — sorrimos e o puxo para um beijo.

 

 

 


Notas Finais


Isso foi inspirado numa pegadinha (aquelas câmeras escondidas sabe?) que eu vi na Tv em que um menino pedia o telefone para alguma moça porque supostamente se perdeu dos pais no shopping, então ele ligava para seu próprio celular e depois passava uma cantada na moça. Não sei porque mas me deu uma vontade imensa de fazer um imagine do Yuta com um tema tipo esse.
Talvez tenha ficado meio confuso a parte onde um japonês fala "noona" (já que é uma expressão coreana), mas é como se a família do Yuta tivesse se mudado para a Coréia e o irmão dele como estava lá desde pequeno fala mais coreano que japonês.
Sei que essa capa ta bem meia boca, mas é o que eu sei fazer ksks. Como eu queria ter o dom da edição...
Desculpem qualquer erro de português ou digitação.
Enfim, espero que tenham gostado, beijos e até a próxima!


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