História NoPau - Eu vi o amor em seus olhos - Capítulo 20


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Categorias Big Brother Brasil
Tags Bbb18, Breno, Brenoepaula, Nopau, Paula
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Palavras 1.225
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 20 - Totalmente entregue


Paula como sempre animava a pista de dança. Se juntou com as meninas e pronto. Ninguém tirava elas de lá nem tão cedo. Todos estavam com os ânimos um pouco exaltados por conta da bebida. Até que começou a tocar a música “DON’T WAIT - MAPEI”, Paula dançava no ritmo da música quando Breno se aproximou. 

 

POV PAULA

Breno chegou perto de mim, envolveu os braços na minha cintura e ficou me olhando sem piscar por segundos. Eu continuei o encarando sem tirar os olhos dele também. A música do nosso primeiro beijo. Sorri ao lembrar da cena. Ele colou o rosto no meu e ficou respirando no meu ouvido. 

Nessas horas eu ficava fraca e esquecia qualquer vínculo de amizade com ele. Ele passou a língua na minha orelha e eu mordi o lábio. 

Ele voltou a olhar pra mim e eu fechei os olhos. Até que ele me beijou. Eu que já não estava sóbria, retribui ao seu beijo caloroso. Ficamos nos beijando na pista de dança por um bom tempo. Ele me abraçava e me apertava, fazia carinho no meu cabelo e não me deixava sair dos seus braços. Cada vez que eu dava qualquer sinal de que me soltaria, ele me prendia em seu corpo.

- Não consigo me controlar quando chego perto de você. (ele disse sorrindo e me dando um selinho.

Eu também não consiga me controlar. Achei que daria conta de toda essa situação, mas quebrei a minha cara. Me torno a lembrar dele beijando a Vanessa na pista de dança. Seguro seu braço, e os tiro da minha cintura.

- Que foi? - ele pergunta e posso sentir o tom de preocupação na sua voz.
- Nada. - eu digo, molhando meus lábios com minha saliva. - Vou pegar alguma coisa pra beber. 

Pude ver que ele ficou sem entender nada, e mesmo assim me afastei. Era estranho pra mim estar recebendo tantos olhares das meninas que estavam ali ao nosso redor. Por um momento passou pela minha cabeça que havia mais alguém ali que o Breno já tivesse se envolvido. Tornei a preparar uma caipirinha e senti alguém se aproximando. Era a Mari.

- Hmmmm... caipirinha? Também quero. 
- Vou fazer pra nós duas. Eu adoro Mari isso aqui. - eu disse colocando açúcar e mexendo o fundo do copo.
- Posso te fazer uma pergunta? - ela perguntou colocando suas mãos sobre a bancada.
- Claro que pode.
- Você e o Breno estão ficando? Estão enrolados? Qual a situação de vocês? - ela perguntou e eu me engasguei com o açúcar. Ela bateu nas minhas costas, e a lágrima saiu do meu olho, estava sufocada. Comecei a rir.
- Ah Mari, sei lá. Breno é muito complicado. Gosto demais dele, a gente se entende, se da muito bem. Não vou mentir, já ficamos, mas algumas coisas nele me incomoda. Ele me beijou na pista de dança agora pouco e eu lembrei que ele também beijou a Vanessa ontem, na hora me senti estanha e sai de perto. Não quero confundir as coisas. - eu disse entregando o copo com a caipirinha que fiz pra ela. - Mas porque a pergunta?
- Então, sabe a Laura? - ela disse pegando o canudo e colocando no copo. Meu subconsciente me olhou zangado, cruzou os braços e disse: senta, que lá vem. Eu já imaginava o que era iria me dizer. 
- Hum... - eu coloquei o copo na bancada e fiquei olhando pra ela esperando ela me contar.
- Então, eu e ela somos amigas já faz um ano +/- e ela e o Breno ficavam, quer dizer, sempre ficavam nas festas, e como ela me viu próxima de você, veio me perguntar se eu sabia se vocês já haviam ficado.
- Ela é afim do Breno ainda? - eu perguntei. E me arrependi. 
- Sim. Ele foi o primeiro cara que ela... enfim, então ela tem um carinho por ele. Mas eu não quero que isso atrapalhe vocês dois não. Eu percebo como que o Breno te olha. Ele nunca olhou assim pra ninguém, pelo menos não perto da gente.
- Tudo bem. Nós não temos nada. Somos muito parecidos em muitas coisas, mas eu e Breno não daríamos certo tendo um relacionamento. - eu disse e por dentro eu estava estranha. Tinha certeza do que estava dizendo, porém queria que aquilo não fosse verdade.
- Porque você acha isso? Vocês são lindos juntos, o jeito que vocês se olham, se beijam, vejo o carinho que vocês têm um pelo outro.
- O Breno é complicado. Apesar de ser brincalhão, ele é muito fechado. Não me conta o que era pensando, o que está sentindo. As vezes muda comigo, eu tento resolver, ele diz que não é nada. É complicado. Sem contar que fico desconfortável com essa situação dele com as meninas, ainda mais agora sabendo da Laura.
- Não amiga, não precisa ficar desconfortável. Ela conversou comigo e disse que se aproximaria dele se vocês fossem apenas amigos, mas como eu percebi que tem alguma coisa, vim perguntar a você. Ela é tranquila, e apesar de gostar dele, ela respeita o espaço dele.

Encerramos nossa conversa e fomos para pista de dança. Prendi meu cabelo, fazendo um rabo de cavalo e me juntei as meninas e comecei a dançar. Começou a tocar pagode. Me senti no desfile da escola de samba. Amo pagode. A música me distraía. Até que Breno se aproximou novamente de mim. Me deu um beijo no ombro e me abraçou por trás.

- Já parou de beber? - ele perguntou se esquivando pra olhar meu copo, pra conferir se estava vazio.
- Não. Tava bebendo caipirinha e conversando com a Mari, vou dar um tempinho e beber cerveja. 
- Você está estranha, não gostou que eu te beijei? Pode falar comigo, se você não quiser mais eu paro. - ele disse, senti um tom de insatisfação na sua voz. Me virei pra ele.
- Não é isso não. É que eu fiquei sabendo que tem alguém que gosta de você e eu não quero te beijar na frente das pessoas e sentir que tem alguém se incomodando. - eu disse desviando meu olhar para os lados.
- Ei. - ele ergueu minha cabeça segurando meu queixo. Porra. Que vontade de beijar ele de novo. - Eu sou muito bem resolvido com qualquer pessoa que eu já fiquei aqui. Mas se isso for te incomodar e se a opinião das pessoas te importa, tudo bem, eu não faço mais. Eu achei que estava tudo bem, lá no cinema ficamos tão próximos... mas enfim

Permaneci calada. Balancei a cabeça. Senti minhas bochechas queimarem. Eu me sentia realmente incomodada. Mas será que eu deveria me privar de viver o que eu queria por conta de alguém que conheci faz 2 dias? Meu subconsciente me respondia. Claro que não. 

- Posso dormir com você hoje? - ele sussurrou no meu ouvido e me olhou rapidamente, na intenção de ver minha reação. 

Eu sorri. Claro que eu queria. Eu fiquei entre a cruz e a espada. Mas respondi que sim com a cabeça. Foi espontâneo demais. Muito tarde pra voltar atrás.

Ele me deu um selinho, mordendo meu lábio inferior e sorrindo pra mim. Quem consegue dizer não pra um homem desse? Não tem como. 

 



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