História NoPau - Nem Se Fosse Combinado - Capítulo 26


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Categorias Big Brother Brasil
Personagens Personagens Originais
Tags Bbb, Nopau, Paulaebreno
Visualizações 169
Palavras 970
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 26 - Capítulo 26


Fanfic / Fanfiction NoPau - Nem Se Fosse Combinado - Capítulo 26 - Capítulo 26

Breno estava apenas com o short do pijama, o que fez a Paula olhar diretamente para o seu peitoral completamente nu e tentou disfarçar.

- Pedi que ao porteiro que interfonasse, mas ninguém atendeu, Matilde também não atendeu minhas ligações. – Ela falava sem tirar os olhos do olhar dele.

Ao entregar a menina, dormindo nos braços dele, sentiu o toque do seu corpo, o que a fez arrepiar-se toda.

Breno só sabia olhá-la e admirá-la. Ao pegar a menina, ele viu Paula vira-se para ir embora e a segurou pelo braço com uma das mãos livres.

- Paulinha, por favor, não vá. – Ele sustentava o olhar dela com o seu em forma de súplica. – Vamos conversar.

Por um momento Paula sentiu-se tentada a ceder e conversar com ele, mas lembrou-se da cena da Isabela o abraçando e puxou o braço.

- Não, preciso ir. Boa noite.

Virou-se e saiu, sem ouvir pela resposta.

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Era uma quinta-feira à tarde, Paula estava imersa ao trabalho. A semana estava passando rápido e ela mal podia esperar pelo final de semana.

Queria sair, ver gente, afinal desde o rompimento com o Breno que ela não saíra de casa, a não ser a vez que fora no cinema com a Nina.

Desde esse dia que não vira nem falara com a menina, muito menos com o pai dela.

Que saudade estava, dos dois!

Era difícil admitir, mas sentia muita falta do Breno e da Nina, as vezes se tornava até sufocante ficar em casa sozinha, porque ela lembrava ainda mais deles. Com isso ela descontava as horas no trabalho, tentando distrair-se com tudo que não os fizessem lembrar.

Seu celular tocou fazendo-a romper seus pensamentos e voltar para a realidade. Era a Andressa e Paula estranhou a ligação. A amiga quase nunca ligara em horário de expediente, principalmente durante a semana.

- Alô, amiga, tudo bem? – Paula falou, já um pouco apreensiva.

- Oi, amiga. Comigo está tudo bem. – Andressa falava com cautela, medindo suas palavras. – Eu sei que você não gosta que toquemos nesse assunto, mas você tem notícias do Breno?

Paula sentiu um frio na barriga e um mal pressentimento. Sabia que Andressa não iria tocar no nome dele se não tivesse acontecido alguma coisa.

- Fala logo Andressa, o que aconteceu?

- Amiga, a filhinha do Breno foi operada ontem e nem a mãe, nem a irmã dele pôde ir aí, dar apoio. – Andressa falava com calma tentando explicar tudo certo. – Elas estão fora do país. O Jordan tentou ir, mas o chefe dele não autorizou a viajem. E na verdade foi ele que pediu que eu te ligasse.

- Amiga não enrola, até aonde sei, a cirurgia não era de risco. – Paula falava apreensiva. - O que está acontecendo?

- Então, houve uma complicação e a menina entrou em coma induzido. E o Breno ao saber ficou em estado de choque e saiu do hospital desesperado e não atende ninguém. Você não tem nem noção onde ele possa estar?

Paula ficou muda do outro lado da linha e por um momento pensou aonde ele poderia estar, mas não obteve nenhum raciocínio concreto.

Respondeu à Andressa e disse que manteria contato de soubesse de algo.

Assim que desligou o telefone, pegou sua bolsa e tomou o elevador para o estacionamento.

Dirigiu até a casa do Breno, na esperança encontrá-lo no único local que ela iria se estivesse na mesma situação. Ao chegar, contou ao porteiro o que estava acontecendo e ele disponibilizou a chave reserva.

Quando Paula chegou no apartamento dele, o abriu e foi direto para o quarto da Nina, e o encontrou lá, deitado abraçado ao travesseiro da menina, inerte a todos os acontecimentos ao seu redor. Talvez nem mesmo tenha se dado conta que ela tenha ficado por horas parada na porta sem saber o que fazer.

Até que Paula se aproximou e sentou ao seu lado, colocando a cabeça dele em seu colo.

Breno a olhou, como o olhar vermelho e em desespero passou um braço por trás da cintura dela e apoiou o outro na perna, enquanto Paula fazia carinho em seus cabelos em silêncio. Nesse momento ele não aguentou segurar o choro e deixou que grossas lágrimas escorressem por seu rosto. Paula o consolava calada, limpando cada lágrima que caia.

- Chora, você vai chorar tudo que tiver que chorar aqui. – Paula falava olhando para ele, transmitindo calma. – E quando terminar, nós vamos voltar para o hospital para esperar ela acordar. E quando isso acontecer, ela vai ver o pai forte que ela tem e que sempre esteve ao lado dela.

Breno, nada respondeu. Fazendo um ar de riso entre o choro silencioso.

- Vai dar tudo certo Breno, confia.

Horas se passaram com eles naquela mesma posição, até que ele se levantou, sentando-se a lado dela e a encarando.

- Como você soube? – Falou passando a mão no rosto. – E porque veio até aqui?

Paula explicou como ficara sabendo de tudo e que deu um golpe de sorte ao encontra-lo em casa.

- Paulinha, eu tenho muito para conversar com você, mas não tenho cabeça no momento para nada a não ser pensar na Nina.

- A verdade é que eu botei a raiva de lado e vim, dei minha palavra que você poderia contar comigo e aqui estou. – Paula falava sustentando o olhar dele. - O mais importante agora é a sua filha. Quando tudo isso passar, a gente conversa.

Breno estava perdido em pensamentos e só a presença dela ali, já amenizara o desespero que ele sentia. Puxou-a para um abraço apertado que o fez sentir-se como se tivesse voltado para casa.

Por um bom tempo ficaram assim, abraçados em silêncio, ela fazendo carinho em sua costa e ele inalando o cheiro de seu cabelo e sua pele. Até que se soltaram e ele foi para o banheiro, tomar banho e arrumar-se para voltar para o hospital. Enquanto ela dava notícias aos amigos dele.



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