História NoPau - Nem Se Fosse Combinado - Capítulo 27


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Categorias Big Brother Brasil
Personagens Personagens Originais
Tags Bbb, Nopau, Paulaebreno
Visualizações 536
Palavras 841
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 27 - Capítulo 27


Fanfic / Fanfiction NoPau - Nem Se Fosse Combinado - Capítulo 27 - Capítulo 27

Ao chegarem no hospital, Breno recebeu a notícia de que poderia entrar na sala onde Nina estava e conversar com ela, pois havia a possibilidade da voz dele fazer com que ela acordasse.

Ele não largava a mão da Paula em nenhum momento, como se fosse um calmante e que se ele largasse, ela fugiria.

De fato, a presença dela o acalmava, trazia paz e a certeza de que tudo daria certo. Ela estava calada, mas seu olhar lhe transmitia segurança e ele quis beija-la e sentir seu abraço, mas respeitou o momento dela.

- Paulinha, eu vou entrar lá agora, tudo bem para você esperar aqui? - Ele falava sem soltar a mão dela. – Já está tarde e você com certeza está cansada. Tudo bem se quiser ir, eu te agrad...

- Ei. – Paula colocou o indicador na boca dele, calando-o. – Eu não disse que viria com você e que você poderia contar comigo? – Ela se distanciou um pouco quando se sentiu tentada a beijá-lo. – Quando você voltar com boas notícias, eu estarei aqui.

Breno fez um ar de riso em meio ao olhar triste e agradeceu.

Ao entrar na sala, avistou a menina deitada na cama, tão pequenina arrodeada de aparelhos bem maiores que ela. Chegou perto e passou a mão em sua cabecinha, com receio de machuca-la. Por um tempo ficou apenas admirando-a, ela estava com a aparência frágil, mas ainda assim, o serzinho mais lindo que ele conhecia.

- Filha, você pode me ouvir? É o papai. – Breno tentava falar escondendo a voz embargada pelo choro que ameaçava cair. – Eu estou com saudades, porque você não acorda? A casa está vazia sem você lá. – Ele falava sem tirar os olhos dela e continuou fazendo carinho em seus cabelos. – Eu preciso de você meu amor, volta para o papai, vai!

Não houve sucesso, a menina continuara estática sem nenhuma reação, Breno deixou-se consumir pelo choro silencioso e continuou lá, até que a enfermeira entrou pedindo que ele saísse da sala.

Paula estava na sala de espera ansiosa por uma boa notícia, mas quando o viu entrar com o olhar vermelho de quem tinha chorado e o semblante triste, ela soube que a menina não tinha acordado.

Ele se aproximou e abraçou-a, sendo correspondido e chorou em seu ombro.

- Calma, foi só uma batalha. Quem vai ganhar essa guerra somos nós. – Ela falara levando-o para o sofá e fazendo-o sentar. – A Nina é forte, você sabe disso.

Breno limpou seu rosto com a costa das mãos e a encarou.

- Ela parece tão frágil naquela cama. Não sei se dou conta de entrar lá outra vez e vê-la ao redor daquele monte de aparelho.

- Você vai dar conta sim e vai entrar lá quantas vezes for necessário. – Ela segurava a mão dele fazendo carinho. – Confia Breno, não perca a esperança. Ela vai sair dessa, eu tenho certeza.

Breno nada respondeu.

O médico entrou na sala dando novas informações sobre o estado da menina, mas nada mudara, o quadro clínico era o mesmo.

- Talvez se a mãe dela tentasse falar com a menina o quadro se reverteria.

O médico falou referindo-se a Paula.

- Eu não sou mãe dela.

- Ah, desculpa, é que vi vocês dois juntos e pensei que você fosse. – Ele parecia constrangido e ao se desculpar, deu meia volta para sair da sala.

- Espera doutor, ela não é a mãe, mas a Nina gosta muito dela. – Breno falava esperançoso. – Talvez desse certo.

O Médico virou-se explicando que por normas do hospital, pessoas que não tinham parentesco com os pacientes, não eram autorizados a entrar na ala da UTI, porém se o pai ou responsável assinasse um termo autorizando, não teria problema algum.

Breno se dispôs a assinar esse termo e ao assina-lo Paula pôde entrar para falar com a menina.

Ao entrar, ela aproximou-se da cama apenas admirando a menina e fazendo carinho em seus cabelos. Sentiu-se angustiada, com medo de que algo ruim acontecesse e soube exatamente como o Breno se sentia naquela situação.

- Oi Nina, sabe quem está aqui? – Paula falara com a voz firme, porém, carinhosa e feliz, não deixando se abater pela situação, mas a vontade que tinha, era de chorar. – É a tia Paula, meu amor. Então, eu estou cuidando direitinho do seu pai, mas não demora a voltar para casa não. Ele está muito triste sem você lá e eu também. Sentimos muito a sua falta.

Nina continuou do mesmo jeito e tudo que Paula ouvia era o barulho do aparelho ao lado da cama.

Ela saiu dali triste sabendo que a notícia seria ainda mais triste para o Breno, e quando o encontrou na sala o olhar desesperado por notícias boas, ela deixou-se levar pelas lágrimas e o abraçou.

- Desculpa, eu tentei, mas não deu certo.

- Não peça desculpa, você está sendo sensacional. – Breno a olhou e limpou suas lágrimas. – O que me resta é esperar agora.

- Eu vou esperar junto com você, virou questão de honra sair daqui só quando ela acordar.

Os dois riram um para o outro e sentaram-se no sofá, esperando a noite passar.



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