História Noragami - Our lost memories - Capítulo 3


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Categorias Noragami
Personagens Bishamonten, Iki Hiyori, Kazuma, Kofuku, Mayu, Personagens Originais, Tenjin, Yato, Yukine
Tags Noragami, Sekki, Yato, Yukine
Visualizações 20
Palavras 678
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - - onde eles estão agora?-


Fanfic / Fanfiction Noragami - Our lost memories - Capítulo 3 - - onde eles estão agora?-

POV Autora (Yukine quando mais novo)

 

****** O pequeno estava agachado em algum canto de seu quarto, chorando enquanto ouvia seus pais berrarem na sala, pequenino daquele jeito, não fazia a menor ideia do porque da briga, nem ao menos tinha interesse em saber. Apenas queria que parasse. Então o barulho da porta de seu quarto lhe chamou a atenção, desviando seus olhinhos para a garota que estava parada na porta, a mesma, fechou a porta e correu para abraçar o garotinho, que soluçava:

 

– Está tudo bem maninho.

 

 Diz ela dando um abraço em seu irmãozinho que chorava desconsolado. Então ela tira um fone de ouvido do bouça e põe nos ouvidos do garoto, assim não deixando mais o pequeno ouvir a gritaria:

 

– Está tudo bem Yukine.******

 

 

POV Yukine (atualmente)

 

 Eu estava em minha cama, olhando para o teto. A primeira vista, parecia calmo. Porém se olhasse mais de perto, você notaria que tremia descontroladamente. Enquanto lágrimas rolavam em meu rosto. “... Sayuri...” 

Assim que mamãe ouviu meu berro, correu e se deparou com Sayuri no chão. Poucos minutos depois uma ambulância chegou, mamãe e Sayuri embarcaram às pressas e foram para o hospital, papai se trancou novamente no escritório... e não tive mais notícia de mamãe ou Sayuri. 

A raiva em mim era grande, assim como o desespero e o medo. Eu apenas queria que Sayuri ficasse bem. Ela é minha única família. 

Eu me encolhi na cama, o estômago embrulhado, o cheiro de bebida forte, é uma dor de cabeça por ter chorado por muito tempo. Sem contar meu olho inchado e vermelho. Então finalmente, meu celular toca “MAMÃE!!”

 

– A... ALÔ?

 

– Ah, oi Yuki meu bem...

 

– Mamãe! Como a Sayuri está???

 

–... Yukine... bem, sua irmã está em... estado grave... o pulmão dela furou... e dessa vez o tratamento só pode ser feito em um hospital que fica em outra cidade... pode passar o celular para seu pai...?

 

 Eu sinto como se tivesse levado um soco na boca do estômago. E as lágrimas voltam em cascata:

 

–... Tá....

 

– Y... Yuki, meu amor, não chore! Vai ficar tudo bem.

 

 Eu aperto o celular em minha mãos, chorando muito. Então eu levanto, e vou até o a porta do escritório de papai, a abro delicadamente, e me deparo com um mar de latas de cerveja, e papai estava ali, sentado em uma cadeira:

 

– Papai... é a mamãe no telefone...

 

 Ele se levanta, e vem em minha direção lentamente, assim que pega meu celular, fecha a porta em minha cara. Então eu caminhei para meu quarto, e sentei no chão. E... não hesitei... em começar a chorar. Chorar o mais alto que pude. Deixando o desespero escorrer em meu rosto “... Say... Sayuri...!!!!”:

 

– POR QUE....?! POR QUE?! ONDE VOCÊS ESTÃO?! ELA ACREDITA EM VOCÊS!!! YABOKU!!!

 

 Eu levanto e com raiva continuo berrando, com minha voz rouca:

 

– COVARDES!!! ELA ACREDITA VOCÊS!!! ONDE VOCES ESTÃO AGORA QUE ELA PRECISA?!?... Onde... ?

 

 Eu cai de joelhos... estava cansado não aguentava mais nada daquilo. Estava de saco cheio. Papai aparece na porta de meu quarto, e joga o celular em cima de minha cama, então eu noto que o mesmo chorava... é aí... que não aguento:

 

– VOCÊ NÃO TEM DIREITO DE CHORAR!!! VOCÊ FEZ SAYURI SE MACHUCAR!!! VOCÊ FEZ A MAMÃE SE MACHUCAR!!! VOCÊ ME MACHUCOU, E AGORA QUER CHORAR?! PAI BOSTA VOCÊ VIU!!!!

 

 Grito para o mesmo chorando. Então ele me pega pelo braço:

 

– Cale a boca, seu moleque de merda. Não é minha culpa que sua mãe é uma vadia.

 

 Ele virá meu braço, fazendo arder de dor:

 

– PARE!!! QUE MERDA VOCÊ ESTÁ FAZENDO?!

 

– Só vou te dar uma lição. Por xingar a mim.

 

– PA... PAPAI!!!! PARA!!! TÁ DOENDO!!! O QUE VAI FAZER?!?

 

 Eu congelo, quando vejo, papai tirar um canivete do bolso, e perfurar meu cotovelo:

 

– AAAAAAAHHHH!!!!!!!

 

 Ele me solta e eu caio no chão berrando, a dor era imensa. Estava no inferno sem nem mesmo ter pecado:

 

– S... SE MONSTRO!!!

 

 Digo, o encarando com raiva, pouco antes de ele fechar a porta, me deixando a sós no quarto:

 

– AAAAAAAHHHHHH...!



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