História Noragami: Entre os dois mundos - Capítulo 1


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Categorias Noragami
Personagens Bishamonten, Daikoku, Iki Hiyori, Kazuma, Mayu, Nora, Personagens Originais, Tenjin, Yato, Yukine
Tags Filha Do Yato, Noragami, Yato
Visualizações 127
Palavras 1.035
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Prólogo


Numa tarde com um sol especialmente radiante, Hiyori, Yato e Yukine, pretendiam fazer um piquenique perto da árvore cerejeira que ficava no parque. Como sempre, Yato enchia a cara com seu vinho preferido.

 

— Há, há, há! Estou muito feliz que tudo está dando certo. Tenho finalmente um templo para esfregar na cara daqueles idiotas! - Disse Yato enquanto segurava a garrafa de vinho em sua mão direita.

 

— Yato... - Hiyori aclamou, colocando a mão na sua testa em forma de indignação.

 

— E agora tenho a Hiyori. Que foi bem mais complicado do que conseguir um templo. Mas quem resisti ao meu charme, não é mesmo? - Continuou o mesmo com um sorriso amarelo na qual Hiyori amava.

 

— Alguém tira a bebida desse maluco pervetido, por favor? Vai me fazer passar vergonha. - Protestou Yukine enquanto Hiyori lhe estendia uma bandeja de bolinho de feijão. Ele aceitou de bom grado e olhou por um instante para a barriga de Hiyori e ponderou-se. — Estou preocupado de como essa criança vai ser com o Yato sendo pai. Já não aguento ele, imagina uma cópia irritante dele? Só de pensar me dá arrepios.

 

Quando Yato foi abrir sua boca para responder "educadamente", foi interrompido com uma forte explosão que formou uma nuvem de fumaça junto com algumas pedras que foram arremessadas em suas direções.

 

— Venha Sekki!

 

Rapidamente Yukine se transformou em duas espadas, que cortou as pedras ligeiramente para proteger a Hiyori.

 

— Você está bem Hiyori? - Perguntou Yato ainda com dificuldades para enxergar por conta da poeira.

 

— S-sim... eu acho. - De repente, Hiyori grita de dor e apoia-se na árvore ao seu lado. — Minha bolsa estourou! Aaah. Por favor Yato, me leve ao hospital.

 

— O-o que?

 

Uma horda de fantasmas os cerca.

 

— Che...iro bom. E a criança também cheira maravilhosamente bem. - Disse-lhes um dos fantasmas.

 

— Yato... estou perdendo a consciência. E corro o risco de sair do meu corpo, isso não é... aah... bom para o bebê.

 

— Saí de perto dela seus fantasmas malditos! Não vou deixar que machuquem ela ou o bebê.

 

Ele avança diante dos Ayakashi dando-lhes um salto duplo, posicionando Yukine para o golpe certeiro.

 

— Não temos muito tempo, vamos logo com isso. A Hiyori precisa da nossa ajuda! - Disse Yukine.

 

— Certo! - Ele ficou entre a multidão de fantasmas, pronto para dar a palavra final. —  Você que ousa profanar a Terra do sol nascente, eu, deus Yato devasto com Sekki e expulso tua grande corrupção! Dilacerar! 

 

Yukine reverteu ao seu estado normal e apressadamente foi ao lado de Hiyori. Ela estava pálida e ofegante, tentando manter os olhos abertos. Yato se aproxima momentos depois, sem reação nenhuma.

 

— Não vai dar tempo! De acordo com meu estado e contrações fortíssimas, vou ter o bebê aqui mesmo. Yato você...

 

— Hiyori... nosso filho... não vai dar tempo... - Yato nervoso, não conseguia formular frases coerentes e no ápice do pânico desmaiou.

 

— Mais é muito macho mesmo! Que bonito... desmaia quando mais precisamos dele. É um completo vagabundo! Ele enfrenta Deuses com bravura, mas em momentos assim ele apaga. - Resmungou Yukine.

 

— Yukine-kun o bebê já vai sair... chama alguém por favor!

 

— M-mas quem? - Ele pensa por alguns instantes. — Já sei! Vou fazer uma ligação.

 

Rapidamente ele se lança sobre o inconsciente Yato, vasculhando seus bolsos. Após achar seu celular, ele disca no número da pessoa pela qual poderia sim ajudar no parto.

 

— Mayu-san? Poderia aparecer perto da árvore de cerejeira no parque? A Hiyori está tendo contrações fortíssimas e parece que...

 

Antes mesmo de terminar a frase, Mayu e Tenji apareceram em sua frente, segurando uma toalha branca.

 

— Olá Yukine! - Disse ela — Vamos realizar esse parto! Certo Hiyori? - Ela olhou para Hiyori que respondeu com um leve acento — Mas... cadê o Yato?

 

— Serve esse aqui?

 

Yukine respondeu apontando para o corpo inconsciente dele. Tenji logo soltou uma gargalhada e pegou o corpo do Yato em seus braços.

 

— Não esperaria outra coisa dele, há, há, há! Vou acordá-lo, já volto.

 

Mayu se aproxima de Hiyori, ela pede para Yukine se afastar. Coloca o pano entre o meio de suas pernas, e pede força para Hiyori. Logo sua pele começa a rasgar e sangue escorre por todos os lados.

 

— VAMOS HIYORI! JÁ ESTOU VENDO A CABEÇA DO BEBÊ! SÓ MAIS UM POUCO...

 

Segundos depois aparece Yato todo molhado, vindo apressadamente ao lado de Hiyori.

 

— Mas o que aconteceu? - Perguntou Mayu.

 

— Tenji acordou-me jogando meu corpo no lago. Que forma apropriada para acordar um corpo inconsciente. - Resmunga o próprio — Mas como você está Hiyori?

 

— Eu... eu... - Ela desmaia por dois segundos para logo recupera a consciência novamente —Minha alma quer sair do meu corpo. Vamos, precisamos ir mais rápido!

 

— Vamos lá meu amor, você consegue. Estou aqui agora...

 

Ele entrelaçada sua mão a dela.

 

— Isso Hiyori, já está quase saindo! -  Disse Mayu.

 

E logo um choro de bebê pode ser ouvido, a criança havia nascido. Parece que naquele momento uma paz rodeava lugar, enquanto os pássaros cantavam alegres em sua volta.

 

— É uma menininha... - Disse Mayu enquanto enrolada a criança no pano.

 

Logo Tenji e Yukine também se aproximaram. Os olhos de Hiyori começam a lacrimejar, Yato pegou-lhe a criança nos braços, e a mãozinha pequena de sua filha apertou firmemente seus dedos.

 

— Eu sou pai... Prometo sempre cuidar de você minha filhota. - Ele disse a última frase sussurrando para a menina que abriu seu primeiro sorriso.

 

— Qual vai ser o nome dela? - Perguntou Yukine.

 

— Ainda não havíamos pensado em nenhum nome. - Respondeu Yato.

 

— Vocês não sabiam o sexo do bebê? - Tenji perguntou pasmo.

 

— Não, Hiyori queria ter uma "surpresa" digamos assim...

 

Eles começaram a discutir entre si, para saber qual vai ser o nome da menina. Hiyori olhou para a árvore de cerejeira e lembrou de um certo alguém. Então se pronunciou para todos.

 

— Já sei o nome perfeito... Sakura. É uma homenagem para uma pessoa importante.

 

Yato logo sorriu e agradeceu Hiyori.

 

— Em pensar que um dia eu quis que os dois cortassem os laços, agora tem mais um vínculo que os prende. Espero que essa criança seja realmente uma criança normal - Disse Tenji, que logo despediu-se e partiu juntamente com Mayu.


Notas Finais


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