História Norminah: Mãe, eu sou lésbica! - Capítulo 10


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Fifth Harmony, Norminah
Visualizações 144
Palavras 1.245
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Eu me preocupo


Fanfic / Fanfiction Norminah: Mãe, eu sou lésbica! - Capítulo 10 - Eu me preocupo

#Normani

- Como entrou? - Levantei rapidamente 

- O Arin me deu a chave. 

- Deu? 

- Emprestou... - Dinah permaneceu na porta

- Cadê ele? - me aproximei 

- Já foi

- Ele te deu a chave da minha casa e você chega entrando sem avisar e vem até meu quarto sem bater na porta? 

- Estava aberta. 

- O que você está fazendo aqui? 

- Eu vim pedir desculpa por te tratar mal hoje a tarde. 

- Não te perdoo. Agora vai embora e me dê a chave. 

- Não vai nem me ouvir? 

- Vai embora Dinah. 

- Eu não tô de carro. Você me dá uma carona? 

- Chama um Uber! 

- Você mora nessa casa enorme sozinha?

- Moro.

- Não tem nem um cachorro? 

- Não. 

- Um Gato? 

- Não. 

- Um hamster? 

- Não! - Gritei

- Eu não sou surda sabia? - Dinah segurou minha mão 

- Não é surda mas é uma idiota que acha que vou te perdoar depois de tudo que me disse. - Retirei minha mão com força 

- Nossa que bruta! 

-  Vai embora, não quero papo com você. 

- Deixa eu te explicar uma coisa. - Dinah segurou o meu pulso

- Vai embora Dinah, minha cabeça está doendo e eu não quero brigar novamente... 

- Vamos conversar. Por favor

- Fala rápido porque eu estou com sono. - Fui até a sacada e Dinah andou atrás de mim

- Não é melhor conversarmos lá dentro? 

- Aqui fora tem testemunhas, se disser que eu estou me aproveitando de você novamente, todos vão ver que não é verdade! - Fitei a rua

- Eu não vou dizer isso! 

- Fala logo! - gritei 

- Quando você vai parar de ser madona? 

- Se não falar agora, eu vou te jogar daqui de cima. - Segurei seu pulso

- Tá bom. Eu falo... Mas é melhor você parar de violência, porque você bravinha fica mais maravilhosa ainda. - Dinah fitou meu decote com cara de safada. 

- Vai falar ou não vai? 

- Eu sou lésbica... - Dinah me olhou

- E o que eu tenho a ver com isso? - Cruzei os braços 

- Dá pra esperar eu terminar? - Dinah fitou a rua

- Continua então! 

- É que minha mãe é homofóbica, ela não aceita que a única filha dela seja uma aberração.

- Mas você não pode fugir de quem você é... - Me aproximei e fitei a rua juntamente com Dinah.

- Eu sei que não. Eu sou assim, mas ela não aceita! Ela até me obrigou a transar com o Arin pra provar que eu não sou homossexual. 

- Você tem quantos anos? - Fitei o rosto de Dinah que não tirava os olhos da calçada 

- 21 porque? 

- Porque você já é responsável pelos seus atos, não tem que fazer o que ela manda! 

- Você não entende. - Dinah começou a chorar

- O que eu não entendo? 

- Você é toda independente. Eu não... Minha mãe que paga o aluguel da minha casa.

- Isso não é uma desculpa. Você pode morar até em república que é baratinho. 

- Você não conhece minha mãe. Ela contratou seguranças pra me vigiarem. Pagou psiquiatra pra me convencer que eu sou hetero. 

- Dinah você não é nenhuma criança. Você tem que chegar nela e falar que não é hetero e ponto final. 

- Eu já tentei falar que sinto atração por mulheres... 

- E ela? 

- Ela procurou saber quem era a pessoa que me fez pensar isso e a infernizou até ela se mudar do País. - Dinah abaixou a cabeça na sacada e chorou alto

- Venha. Vamos conversar lá dentro. - Segurei a mão de Dinah 

Fomos até a cozinha e eu dei água com açúcar para Dinah se acalmar um pouco. 

- Essa pessoa era sua namorada? - Puxei uma cadeira em frente a Dinah e me sentei

- Eu estava apaixonada. - Dinah colocou o copo sob a mesa

- E vocês transaram? - Perguntei

- O que tem a ver? - Dinah me olhou indignada 

- É que você é tão rápida que com certeza transou com ela. 

- Eu nunca transei com ela. Eu estava apaixonada e ela também. Quando ela me pediu em namoro, eu cometi o erro de desabafar com minha mãe, e ela impediu que déssemos mais um passo no nosso relacionamento. Mama a infernizou tanto que ela foi obrigada a se mudar do País. 

- Você está apaixonada por alguém nesse momento? 

- Não. Claro que não... Meu coração se fechou para o amor tem muito tempo. 

- Então não faça o que sua mãe quer. Ela não irá te colocar na rua. Ao menos eu acho... E não tem alguém que ela possa prejudicar se você não está apaixonada por ninguém. 

- Ela te viu sair da minha casa da vez que quase passamos pro plano b. 

- E ela acha que eu e você... 

- Temos um caso. - Dinah finalizou 

- Então é isso? A balada que ela disse que iria prejudicar era a minha. Você transou com o Arin pra sua mãe não prejudicar minha balada? - Levantei espantada

- Eu não transei com o Arin... 

- Então ela vai prejudicar a minha balada? - gritei 

- Não grita. Que mania chata, eu não sou surda! - Dinah gritou 

- Como quer que eu reaja? Ela vai prejudicar a minha balada, por uma coisa que nem existe. Porque não existe eu e você. Ela não pode fazer isso... Me passa o endereço dela que eu vou lá falar com ela agora. 

- Calma... 

- Calma? Você me pede calma? Você sabe o tanto de tempo que levei pra construir aquela balada? O tanto de noites mal dormidas pra tirar tudo do papel e colocar em prática? Não venha me pedir calma, porque você depende da sua mãe. Não sabe o significado de um trabalho duro! 

- Eu ia me sacrificar com o Arin pra você não sair prejudicada...  Você que pediu pra ele não transar comigo. 

- Eu não me arrependo por isso, ninguém deve se entregar a alguém contra a sua vontade. 

- O Arin prometeu dizer pra minha mãe que a gente transou. Então não vai acontecer nada de ruim com a sua balada. Não se preocupa. Seu trabalho duro não foi em vão... - Dinah levantou e se afastou 

- Ei aonde você vai? - Fui atrás 

- Embora... 

- Espera! - segurei seu braço 

- O que é? 

- Obrigado. - Sorri

- Pelo o que? 

- Por se sacrificar por mim. 

- Não tem nada a ver com você, podia ser qualquer dono, eu me sacrificaria da mesma forma.  Eu não quero minha balada preferida sendo criticada na revista dos meus pais. 

- Vou fingir que eu acredito. - Dei risada 

- Mas é a verdade. 

- Tá bom Dinah, é a sua verdade. Mas não é a minha... 

- Como você é implicante!

- E você me quer mesmo assim... - Sorri convencida 

- Você é linda... Mas não é a última cocaína do pino. 

- Só promete uma coisa pra mim? 

- O que? 

- Que você nunca vai transar com alguém contra a sua vontade...

- Porque se preocupa tanto? - Dinah me olhou nos olhos

- Eu não sei o porque. Mas eu me preocupo, e muito! - Suspirei 

 

 



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