História Norminah: Mãe, eu sou lésbica! - Capítulo 6


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Fifth Harmony, Norminah
Visualizações 420
Palavras 1.258
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Sua mãe te obrigou?


Fanfic / Fanfiction Norminah: Mãe, eu sou lésbica! - Capítulo 6 - Sua mãe te obrigou?

Uma hora depois... 

- Para de se mexer. Está me dando agonia. - Normani segurou Dinah pela cintura 

- É que está desconfortável. A macha está machucando minhas costas. - Dinah ficou inquieta

- Vem mais pra cá. - Normani a puxou colocando-a completamente em cima de si 

- Eu não estou te apertando? - Dinah olhou sem jeito 

- Não. É até bom que assim eu não sinto frio. - Normani a abraçou 

#Normani

Eu estava achando maravilhoso estar daquela forma com Dinah, não sei como alguém conseguiu mexer tanto comigo em tão pouco tempo. 

Fitei Dinah dormir tranquilamente, sua respiração em meu pescoço estava me deixando arrepiada. 

Eu sei que é errado, mas eu não podia deixar passar essa oportunidade, não sei quando estarei a sós com ela novamente, e Dinah é o que digamos "de lua", uma hora está bem conosco e outra hora quer nos fuzilar... Então porque não aproveitar esse momento que ela estava de boa? 

Dinah estava com as pernas abertas entrelaçadas em minha cintura. Aproveitei o fato dela estar escorregando do meu colo e deslizei minha mão até a polpa da bunda dela. 

Dinah acordou e me fitou, e eu fingi estar dormindo. 

Segurei a barra do macacão e estiquei as pernas para que Dinah escorregasse um pouco mais do meu colo. 

Ela escorregou cochilando e eu não soltei a barra do macacão, fazendo assim o seu bumbum ficar cada vez mais despido. 

- Normani... - Dinah me chamou tentando me acordar

- Que? Me mexi propositadamente esfregando nossos corpos um no outro 

- Deita por cima. Deixa que eu deito embaixo - Dinah se sentou sob a minha cintura

- Porque? 

- Eu tô escorregando e meu macacão tá entrando na bunda. Não vou consegui dormir assim. 

- Tira o macacão. - Falei torcendo pra ela ela obedecer

- Até parece que vou tirar né? Deixa eu deitar por baixo?

- Tá bom. - Sentei e esperei Dinah se enfiar embaixo de mim.

Ela se enfiou embaixo de mim, abrindo as pernas esperando eu levantar pra que ela deitasse. Eu fingi tropessar no acelerador e cai de boca em sua intimidade. 

Sua virilha estava completamente exposta, do tanto que puxei o macacão pra cima enquanto ela dormia. 

- Me desculpe... Eu tropecei. - Falei sem graça 

- Eu não sou idiota Normani. Você está se aproveitando de mim. - Dinah gritou 

- Eu? Porque eu faria isso? - Revidei o grito 

- Me responde você? Quem está alisando meu corpo, puxando minha roupa e até enfiando a boca na minha buceta é você! - Dinah continuou gritando

- Eu não preciso disso, eu me garanto... 

- Arranhou o disco? - Dinah deu risada

- Verdades devem ser ditas, e eu estou falando a verdade. Tenho a mulher que eu quiser em minhas mãos, é só estalar os dedos. Não preciso ficar me aproveitando de uma.... Uma.... Uma vadia como você! - Falei entre os dentes

- Pra mim chega! - Dinah tentou destravar o carro 

- Você não vai descer desse carro. Olha a hora? Quer ser assaltada? - Gritei 

- Se fosse pra ser assaltada, nós já teríamos sido. Olha onde estamos paradas?

- O vidro do carro é escuro e ele é blindado. Não corremos perigo nenhum aqui dentro. 

- Você não corre né? Porque eu... - Dinah puxou o macacão pra baixo. - eu corro. - ela me fitou

- Tá bom Dinah. Se acha isso, toma esse casaco e se cobre. Dorme aí que eu vou dormir no banco de trás. - Joguei o casaco sobre ela e pulei para o banco de trás 

- Pode ficar com essa droga de casaco. Eu consigo dormir aqui de boa. - Dinah jogou o casaco em mim

- Você que sabe. - Vesti o casaco

Fechei os olhos e fingi dormir. Dinah fez o mesmo, óbvio que toda encolhida. Se eu que estava de casaco estava com frio, imagina ela? 

Fitei Dinah e ela tremia, tremia muito. Eu sabia que eu era a errada, Dinah estava certa: Eu estava me aproveitando dela. E eu a coloquei naquela situação e ainda menti por orgulho próprio... 

- Dinah? - Chamei baixinho 

- O que você quer? - Dinah respondeu com um fio de voz 

- Vem aqui pra trás, ou se cobre por favor. Está muito frio. Prometo não tocar em você. 

Dinah me fitou insegura mas acabou vindo. 

- Eu precisava dormir bem essa noite... - Dinah sussurrou pensativa 

- Não irei me aproveitar de você. Durma tranquila... - Acariciei os seus cabelos 

#Dinah 

O dia amanheceu, o tempo continuava fechado. Normani ainda dormia tranquilamente, eu não queria acordá-la, afinal ela me fez cafuné a noite toda só pra eu dormir bem. 

Eu adorava estar ao lado daquela morena, ela mexe com meu psicológico, uma coisa inexplicável. 

Mas eu precisava  tratá-la com frieza e me fingir desinteressada. Eu conheço minha mãe e sei do que ela é capaz, eu não podia permitir que ela fizesse mal a Normani. 

- Normani. - Chamei 

- Oi? - Normani despertou

- Precisamos procurar ajuda. Eu tenho que ir pra casa...

- É eu sei... Você tem um encontro hoje. - Normani levantou 

- Normani? - Segurei sua mão 

- O que? 

- Obrigado por ter me ajudado, mesmo eu não merecendo.... 

- Vou ver se deu tempo do carro esfriar. Talvez funcione. - Normani sentou no banco da frente e ignorou o que eu disse

- Você ouviu o que eu disse? - Questionei

- Funcionou. Vou te deixar na sua casa. - Normani ignorava tudo que eu falava

- Olha, eu sei que eu fui grossa...

- Chega. Não quero falar sobre isso! Vou te deixar na sua casa, pegar minha roupa e depois a gente finge que nunca nos vimos antes. - Normani começou a dirigir 

- Eu não tive tempo de lavar... 

- Tudo bem... Eu lavo em casa. Te daria, mas foi presente de aniversário. 

Chegamos na minha casa, Normani estacionou na porta.

- Quer subir e tomar um café? - Perguntei

- Não. Eu te espero aqui fora.... - Normani permaneceu no carro e eu entrei 

Alguns minutos depois 

Normani esperava no carro, até que viu uma senhora se aproximar. A senhora parecia estar de mal humor. Tocou a campainha de Dinah várias vezes seguidas.

- Dinah como foi com o Arin? - Ela falava com o interfone 

Normani fitou a entrada e Dinah abriu a porta e chamou a senhora para entrar, a senhora puxou Dinah pelo braço e parecia estar ameaçando ela. 

- Será que ela é a mãe da Dinah? - Normani ficou curiosa no carro

Normani não se aguentou de curiosidade e desceu do carro e foi ouvir a conversa das duas

- Então você não saiu com o Arin? - A senhora berrava

- Mãe fala baixo. Vamos conversar aqui dentro? - Dinah tentou acalmá-la 

- Você não cumpriu a sua parte do trato. Hoje mesmo vou colocar o nome daquela balada de quinta que você frequenta como pior lugar de Los Angeles. 

- Mãe, foi o Arin que cancelou. Mas hoje vamos sair sem falta. Eu prometo. 

- Vocês vão sair hoje e eu vou monitorar cada passo de vocês. E você vai transar com ele. De hoje não passa! Se não, você já sabe né? - A mãe de Dinah ordenou se retirando 

Normani esperou a senhora se afastar e se aproximou de Dinah. 

- Você vai transar com o Arin, porque sua mãe te obrigou? - Normani fitou Dinah

 

 

 

 

 



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