História Norminah: Mãe, eu sou lésbica! - Capítulo 9


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Fifth Harmony, Norminah
Visualizações 360
Palavras 1.060
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Surpresa


Fanfic / Fanfiction Norminah: Mãe, eu sou lésbica! - Capítulo 9 - Surpresa

#Dinah

- Não! - Me sentei sob o sofá 

- Porque esse sutiã está aqui. Eu quero a verdade. - Arin me fitou

- É da Normani. Ela trocou de roupa aqui hoje e deve ter esquecido aqui. 

- E porque você mentiu falando que era seu? 

- Porque a Normani é lésbica, se eu falasse que era dela você ia pensar besteira. Como já pensou né? - Tentei convencer

- Desculpe estragar o clima. Podemos continuar? - Arin selou nossos lábios 

- Claro. - Falei ainda insegura 

Droga de bebida que não resolveu nada, devia me fazer ver a Normani nesse cara! Que agonia, minha morena não tem essas mãos ásperas, esse beijo brutal todo babado, e essa barba mal feita? Está pinicando minha pele! 

- Está tudo bem? - Arin parou o beijo

- Sim. - Dei um sorriso forçado 

- Você não para de se coçar... Tem certeza que está tudo bem? 

- É a alergia que está atacada! Mas vamos continuar... - Voltei a beijá-lo.

- Para... - Arin interrompeu o beijo novamente 

- Fiz algo de errado? 

- Tudo... Você não quer isso.

- É claro que quero. - Olhei assustada. 

- Seu olhar, é de pânico. Seus beijos são de livre e espontânea pressão. Eu não vou fazer isso...

- Você não sente atração por mim? 

- É claro que sinto. Você é... - Arin me fitou. - Uma gata! 

- Então vamos transar? - Entrelaçei seu pescoço com minhas mãos 

- Não. Olha pra você? Está bêbada... Eu vou embora. - Arin se afastou

- Por favor... Não faça isso! - Comecei a chorar 

- Ei Dinah não chore, por favor... - Arin segurou minha mão 

- Transa comigo. Só hoje por favor? 

- Você é uma mulher linda, não precisa ficar fazendo isso. Não faça isso com você mesma! 

- Eu preciso... - Chorei alto

- Veste o vestido, vamos conversar... - Arin me deu o vestido 

- Promete que se eu te disser a verdade, você não irá contar nada pra ninguém. Muito menos pra minha mãe? 

- Olha, eu e sua mãe somos muito amigos. Não posso prometer isso. Se tiver acontecendo algo grave com você, ela precisa saber... 

- Você não entende. - gritei 

- O que eu não entendo? 

- Minha mãe é o motivo de eu estar assim. 

- A Milika? 

- É! 

- Me conte por favor, desabafe... 

- Ela é homofobica... 

- É disso eu sei... 

- O problema é que eu sou lésbica, e ela não vai aceitar isso nunca. 

- Você é lésbica? - Arin me olhou espantado 

- Sim. - fitei o chão 

- A sua mãe sabe disso? 

- Eu já tentei contar pra ela que eu sentia atração por mulheres. Ela não aceita. Ela que me mandou transar com você. 

- Ela só pode ter ficado maluca. Você não tem que fazer isso. 

- Ela me ameaçou, ameaçou prejudicar uma pessoa que eu amo muito. - Chorei desconsolada 

- Não chore! Pode ficar tranquila, que se ela me perguntar eu irei dizer que transamos tá? 

- Sério? - Abracei Arin

- Ei, não me abrace! Eu sou homem, sou hetero, você é uma mulher e eu não controlo meu amigo aqui embaixo. - Arin se afastou sem graça 

- Desculpa. - Coloquei o vestido

- Não tem que se desculpar, eu conheço sua mãe e sei o quanto ela é difícil de lidar... 

- Obrigada Arin... - O abracei

- Não tem que me agradecer. Agradeça a Normani... - Arin sorriu 

- A Normani? Porque ela? 

- Ela pediu pra eu te observar, se você não tivesse aparentando querer. Não era pra eu dar continuidade.

- Ela falou da minha mãe? 

- Não. Apenas disse pra eu te observar... Ela não quer que você cometa o mesmo erro que ela. 

- Que erro? 

- Ela namorou dois anos comigo pra provar pra si mesma que não sentia atração por mulheres e sim por homens. 

- Dois anos? E vocês transavam? 

- Não... Transamos uma vez e eu não a observei. Foi o pior pesadelo da vida dela... E se ela não tivesse me avisado, teria acontecido o mesmo com você. 

- Tadinha... - Suspirei 

- Venha no meu carro, eu te deixo lá. - Arin me fitou 

- Lá aonde? 

- Na casa da Normani 

- Sem avisar? 

- É domingo, nesse horário ela normalmente fica em casa relaxando porque segunda feira ela tem que acertar o pagamento de todos funcionários da balada. 

- Não sei se é o certo. 

- Você gosta dela, e ela se preocupa com você...

- Você está certo, eu preciso agradecê-la.

- Então vamos? 

- Claro. 

#Normani 

Estava deitada na cama com o pensamento em Dinah. Ela estava nesse exato momento com Arin...

Será que rolou? 

Ah como eu queria que a resposta para essa pergunta fosse não, mas como eu poderia saber? Não posso ligar pra ele, vai que está rolando nesse exato momento. 

#Dinah

- Essa é a casa dela? - Fitei a casa enorme em que Arin estacionou 

- Sim. E ela está aí... A luz do quarto dela está acesa. - Arin apontou para a janela

- A casa dela é linda. 

- Obrigado! Eu que escolhi!

- Como assim?

- Eu e ela morávamos aí... Depois que terminamos ela ficou com a casa e eu com a empresa. 

- E vocês ainda são bem amigos né? 

- Sim. A Normani é uma ótima pessoa, e é muito inteligente. 

- É... - Suspirei

- Faça uma surpresa pra ela. - Arin me entregou uma chave 

- Pra que isso? 

- É a chave do portão. Entre, suba a escada, e a direita é o quarto dela. - Arin apontou para a janela acesa 

- Obrigado. - Peguei a chave e desci do carro. 

Entrei na casa da Normani e reparei sua sala enorme, um lustre lindo. E claro, um banner da minha morena. Como é linda... 

Subi a escada e o frio na barriga começou a aumentar.

Uma mistura de medo com ansiedade tomou conta do meu corpo.

Segui até o quarto de Normani e lá estava ela: deitada, pensativa e muito, mas muito gata mesmo! 

- Oi? - Empurrei a porta que estava um pouco aberta 

- O que você está fazendo aqui? - Normani sentou na cama rapidamente 

 

 

 



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