História Northern Lights - (Malec) (Shortfic) - Capítulo 2


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Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Amor, Aurora Boreal, Death, Malec
Visualizações 187
Palavras 1.485
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo
Avisos: Drogas, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá vadias!

Mais um cap, huh? O que acham?

❤❤

"Desgraças? Fazem parte da minha vida, já me acostumei"

Capítulo 2 - I want a moment of her time


Fanfic / Fanfiction Northern Lights - (Malec) (Shortfic) - Capítulo 2 - I want a moment of her time



O quarto de Alexander estava cheio de médicos e enfermeiros. Eles trabalhavam em massagem cardíaca.

- Desfibrilador

- Está em duzentos senhor. - o enfermeiro informou, passando o aparelho para o doutor.

- Se afastem! - ele deu um choque em Alec e olhou para o aparelho, não tendo nenhuma reação fez de novo. - trezentos.

- Mas, senhor...

- Trezentos! - exigiu alto. O enfermeiro assentiu. - Se afastem. - respirou fundo e deu outro choque em Alec. - Vamos Alec, volte… - murmurou olhando para a máquina.

O soar do aparelho anunciando as batidas do coração de Alec voltando fizeram todos respirarem aliviados.

- O coloquem no oxigênio e no soro. - pediu saindo do quarto.

- Senhor e senhora Lightwood. - saudou parando no corredor.

- Doutor, como ele está? - Maryse perguntou desesperada, parando de andar de um lado para o outro.

- Está estável. Colocamos ele no oxigênio e no soro, ele está muito fraco.

- O que aconteceu lá dentro?

O doutor encarou a mãe de Alec com dúvida se dizia ou não a ela. No fim respirou fundo e contou:

- Seu filho teve uma parada respiratória lá dentro, devido ao problema em seus pulmões, o que arrecadou em uma parada cardíaca, que é rara em jovens na idade de Alec, mas não incomum. - ele explicava calmamente - Vamos dar um tempo de descanso para ele se recuperar e o levaremos para fazer os exames necessários.

- Mais exames? - Isabelle, a única irmã de Alec se pronunciou.

- Sim. Para podermos fazer a cirurgia solicitada eu preciso saber em que local do cérebro está localizado o câncer. - todos assentiram.

A seis meses atrás Alec começou a ter dores de cabeças extremamente fortes e intensas, que chegavam a apagá-lo momentaneamente. Os pais de Alec o levaram ao médico e lá ele foi diagnosticado com câncer cerebral.

- E doutor… - Isabelle disse, chamando a atenção do médico que já estava se retirando. - O… câncer, no cérebro do Alec… - pigarreou com a garganta. - o senhor já sabe o grau e que tipo é? - perguntou receosa.

- Normalmente sabemos disso depois de alguns exames mais profundos.

- E se… e se for inoperável?

- Não diga bobagens, Isabelle! - repreendeu sua mãe.

- Temos que considerar todas as possibilidades mãe!

- Ela está certa Maryse. - disse o doutor. - o tumor pode ser encontrado em um lugar delicado do cérebro, onde operar seria de grande risco para o Alec. Mas primeiro precisamos ter a certeza do que é e em qual grau está.

- Se for assim precisamos fazer os exames urgentemente. - Maryse disse.

- Faremos, Maryse, mas preciso que Alec acorde para isso.


- Doutor Wayland!

- Com licença, eu já volto. - saiu correndo em direção a entrada do hospital. - O que houve aqui?

- Homem asiático, trinta e dois anos. Foi atropelado por uma moto em alta velocidade. Fraturas na cabeça, braços, costelas e baço. - a enfermeira informou.

No mesmo instante o homem começou a se convulsionar na maca.

- Está sentindo o impacto agora e está em choque. Levem esse homem para a sala de cirurgia agora!

Todos correram com o rapaz para o setor cirúrgico.

- Achem algum familiar dele.

- Sim, senhor.

- E peça para a enfermeira Branwell ficar de olho no Lightwood.

- Sim, senhor.




**




- Moça?

A senhora, aparentemente quarenta e dois anos ergueu os olhos para Izzy.

- Olá, mocinha. - sorriu, tentando esconder as lágrimas.

- Tá tudo bem. - sorriu e se sentou ao lado dela. - Eu sou Izzy, qual seu nome?

- Catarina. - sorriu.

- Você é a mãe do rapaz asiático? - Catarina assentiu. - Não se preocupe, seu filho vai ficar bem. - tocou levemente a mão de Cat. - O Doutor Wayland é um bom cirurgião, seu garoto vai ficar bem.

Cat olhou nos olhos da garota e ficou olhando. Ela sentiu quando a menina tocou seus dedos e os apertou, um conforto tomou conta do seu peito e ela fechou os olhos, respirando fundo, para abri-los de novo e por uma fração de segundos, jurou ver os olhos negros dela se tornarem um azul cristal. Piscou rapidamente e só viu o negro dos olhos dela. Sua cabeça estava doendo.

- Aqui seu café, querida. - um senhor de uns quarenta e cinco anos e cabelos grisalhos se aproximou.

- Obrigada, meu amor. - sorriu bebendo o café, ainda segurando a mão de Izzy.

- Sou Izzy. - estendeu a mão livre para o homem.

- Ragnor. Pai do Magnus. - apertou a mão da menina com leveza, e riu levemente.

- É um lindo nome o do filho de vocês. - sorriu, e Ragnor sentou ao lado da esposa, ainda segurando a mão de Izzy, que colocou a mão de Ragnor em cima da dela, que estava sobre a de Cat, e colocou a sua em cima da dele, vendo os dois fecharem os olhos e suspirarem, rindo levemente novamente. Izzy sorriu e se levantou discretamente. Quando ambos abriram os olhos, havia apenas suas mãos juntas. Sorriram e as entrelaçaram.

Izzy caminhou de volta até os pais com o rosto corado, e um sorriso no rosto.

- Família Lightwood? - uma moça de cabelos loiros se aproximou. - Alec acordou. - Maryse e Izzy sorriram largamente e Robert suspirou aliviado.

- Podemos vê-lo? - Robert perguntou.

- Podem, mais não posso deixá-los lá mais que dois minutos. - informou, caminhando para o quarto de Alec, com a família dele atrás. - Entrem.

- Alec, meu filho. - Maryse se aproximou da cama segurando a mão do filho enquanto chorava.

- Não chore, mamãe. - disse fraquinho, quase inaudível, passando a mão no rosto da mãe para limpar suas lágrimas. - Oi, pai.

- Oi, filhão. - sorriu se aproximando.

- Izzy.

- Maninho. - disse fazendo biquinho e se sentando na cama, segurando a mão de Alec, que sorriu sentindo cócegas.

Alguns enfermeiros entraram no quarto com uma maca, colocando um homem que estava ali na cama ao lado de Alec.

No mesmo instante a família do rapaz apareceu no quarto e Izzy sorriu pra eles, que fizeram o mesmo, se aproximando do filho, que já estava acordado.

- Bo… - parou assim que viu todo mundo dentro do quarto. - isso aqui está movimentado hoje. - todos riram. - Muito bem. Como se sente, Alexander?

- Vontade de te bater por me chamar assim, conta como estou me sentindo? - disse fazendo careta. O doutor riu.

- Não conta do meu dicionário de médico. - brincou, ganhando uma risada de Alec.

- Certo, como você está, Magnus? - perguntou se aproximando do homem.

- Vivo. - resmungou, ganhando um tapa no braço de Catarina. - Au, eu quebrei aqui, quer quebrar mais o que, mulher? - resmungou com os olhos arregalados.

- Não seja rabugento igual ao seu pai e responda com seriedade. - repreendeu e Magnus revirou os olhos.

- Ainda sinto uma leve dor na cabeça, meus ossos estão mais ou menos, e não consigo me mexer muito porque meu tronco dói. - disse sério.

- Vou pedir para a enfermeira Branwell te dar um analgésico que vai dar uma melhorada na sua dor. - Magnus assentiu.

- Você quer um analgésico também, Alec? - perguntou se dirigindo a cama de Alec.

- Não, estou bem no momento. - O Doutor assentiu.

- Certo, agora preciso que todos saiam do quarto agora e deixem meus pacientes descansarem mais um pouco antes dos exames.

- Que exames? - Catarina perguntou.

- Para saber se não vai ter nenhuma sequela. A cirurgia foi bem sucedida, mas não tenho certeza se está tudo ok com o resto, por isso os exames. - assentiram. - Se você sentir náusea, uma dor muito forte na base da costela, aperte esse botão ao lado da sua cama, que alguém vai aparecer.

- Que chique. - disse Magnus apertando o botão. No mesmo momento Lydia apareceu na porta. - eu amo esse botão. - disse rindo.

- É, mas é só em caso de emergência Magnus. - repreendeu sua mãe.

- Tá bom. - revirou os olhos.

Todos saíram da sala, deixando Magnus e Alec sozinhos.

Magnus se mexeu devagar na cama, até achar uma posição confortável para descansar. Ele levantou seus olhos até a outra cama e viu o garoto de olhos azuis o encarando.

- Oi. - disse Alec tímido, com as bochechas rosadas.

Magnus riu achando adorável o rapaz. Ele tinha os cabelos negros, a pele branca - mais pálida que o habitual - os lábios vermelhos e os olhos… nossa… eram azul cristalino.

- Olá, Alexander…?!

- Olá, Magnus. - Alec sorriu, e Magnus ficou admirando o sorriso daquele garoto, como se fosse uma das oitavas maravilhas do mundo. E se fosse, poderia se considerar a primeira.

Ao contrário do que Alec pensava, ele não achou estranho seu nome completo, saindo da boca daquele estranho. Pelo contrário, ele sorriu pela forma como o x foi trocado pelo z, deixando o rapaz vermelho pelas sensações novas que a voz daquele homem o causou.

Magnus assistiu, como se estivesse vendo vingadores 4, Alec fechar os olhos e ressonar baixinho. Magnus achou adorável, seu pequenos e adoráveis roncos, que o ajudaram a dormir também.





Notas Finais


*suspiros*

Não é só sofrência, viram? 😂❤❤

<:>

Adíos vadias!

<:>


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