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História Nós (exo - Baehyun) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


➠Todos os personagens são adultos;
➠Os fatos e eventos aqui descritos são fictícios;
➠Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas – terá sido mera coincidência;
➠Enredo contraindicado para menores de 18 anos;
➠Criança – o que você ainda está fazendo aqui? Esse conteúdo não é pra você;
Aos demais, boa leitura. Por favor, leia as notas finais.

Capítulo 1 - Capítulo único - Nós.


Fanfic / Fanfiction Nós (exo - Baehyun) - Capítulo 1 - Capítulo único - Nós.

Passamos a noite juntos. Transamos madrugada a dentro. Tenho que dizer – que noite!

O desejo que sentíamos um pelo outro, era como uma chama, abrandava – mas nunca arrefecia.

Entremeamos nossa luxúria, em risadas e conversas sobre o tempo em que ficamos longe.

— Não esperava muita coisa do sexo.

Disse demonstrando resignação.

— É que você ainda não tinha feito comigo.

— Você é muito convencido, Baek!

Dei um tapa em seu ombro.

— É verdade, não é?

Ele abriu um sorriso malicioso que me fez ficar roxa de vergonha.

Beijei sua boca pra disfarçar meu embaraço. Estávamos deitados novamente. Daí pra subir em seu colo, foi muito rápido. Não tinha mais nenhuma barreira. Sentia suas mãos em minhas nádegas me instigando, enquanto seu pênis ia fundo dentro de mim.

— Geme – Ele sussurrava ao pé do meu ouvido – grita, se solta. Hoje a estrela da festa é você.

Meu ventre ardia, o ápice não estava longe. O suor que escorria pelos meus seios, brotavam no abdome dele e se misturava. Ele apenas observava meus lábios semiabertos, os gemidos alterados e agudos de prazer que eu emitia, meus seios saltando acompanhando o vai e vem dos meus quadris, meus olhos fechados, apertados, como se eu pudesse represar o prazer que estava sentindo.

Estava perto de gozar – oh Deus. Sem que eu tivesse qualquer participação nisso, ele saiu debaixo de mim, e me fez ocupar seu lugar.

— Por mais que seja hipnotizante ver você assim toda entregue, sei de um jeito mais eficiente de fazer você gozar...

Gememos em uma só voz quando, num gesto bruto e violento, ele atingiu um ponto sensível em mim que até aquele momento ele não tinha atingido. Ele se apossou de mim, e enquanto vibrava em meu íntimo, uma onda de prazer foi tomando conta de mim.

Estremeci uma vez, depois outra, e mais outra – a violência e intensidade dos orgasmos sendo tão forte, que fez meus dedos do pé se contrair. Me tornei uma massa confusa de gemidos, descabelada e extremamente satisfeita.

Estávamos novamente ofegantes, suados do esforço e plenos – dessa vez ele também gozou.

— Tá ligado que a gente não devia estar fazendo isso sem camisinha.

O encarei o repreendendo.

— Eu sei. Não resisti.

— Não pensou que algo assim pudesse acontecer? – Apontei pros nossos corpos desprovidos de roupa, em repouso.

— Pensar, eu pensei. – Foi honesto – Mas duvidei que você topasse.

Fez uma expressão lasciva, coisa essa que eu nunca tinha visto.

— Quando ficou tão descarado, Baek?

— Não sei. – Ele riu – Fiquei meio doido, quando te vi afim daquele otário e me ignorando solenemente.

— Você ainda lembra disso? – Falei impressionada.

— Foi algo marcante pra mim, não dá pra esquecer assim. – Ele disse emburrado.

— Se eu disser que perdi a virgindade com ele, você...

Ele nem me deixou concluir

— Ah não... porra, não. Aquele cara era o maior mané!?

— É. Mas se você tivesse me dito, eu provavelmente diria que você estava com ciúme.

— E estava, aquele idiota tava te cercando!?

— E eu estava obcecada com ele... – Disse aérea. Dissemos ao mesmo tempo:

— Certas coisas, não adianta dizer.

Me virei pra ele de olhos arregalados.

— Baek!

— O quê? – Ele me encarou de volta. Depois completou:

— O mais triste, é que momentos antes de te encontrar fazendo papel de trouxa naquela lanchonete, eu o vi em um carro parado transando com uma das suas colegas. E eles estavam mandando ver mesmo – os vidros estavam fechados e muito embaçados. Como se o balanço do carro parado, não entregasse o que eles estavam fazendo, ah vá.

“Aquele cretino.”

Ele se voltou pro meu semblante carregado. “Detalhes demais” – pensei – “Será que ele sabe que fode terrivelmente mal?”

— Você ficou chateada?

Baek me inqueriu.

— Não, apenas constatei o que eu já sabia.

Dizia essas coisas catando minha camiseta e calcinha e as vestindo.

— Onde você vai?

— Até a cozinha. Estou morrendo de fome!?

Estava concentrada no interior da geladeira. Apesar da minha amiga ter feito compras, deixei tudo empilhado pra guardar depois. É claro que me arrependi. Uma ligeira olhada, me mostrou que a maioria das coisas interessantes ainda estavam nos pacotes de compra. Resolvi tirar uma caixa de leite da geladeira e alguns ingredientes pra fazer um sanduíche natural.

Mal tirei as coisas da geladeira, Baek veio por trás de mim, me encostando contra a porta.

— O que você está fazendo, Baekkie?

Essa aproximação sorrateira me deixou excitada, não vou negar.

— Provando mais uma vez que você é minha.

Disse rente ao meu ouvido, beijando minha nuca, me enlouquecendo aos poucos. Eu arfava enquanto ele beijava meu pescoço. Nem notei quando ele tirou minha calcinha. Só fui acordar pra realidade, quando seu pênis incandescente me invadiu.

Eu gemia na mesma intensidade que ele se movia dentro de mim.

Meu corpo colado à geladeira, enquanto ele entrava e saia de mim, cada impulso mais intenso que o anterior. Ele me beijava a nuca incessantemente, enquanto eu esmagava meus seios contra a geladeira. A camiseta que eu vestia, não servia pra nada. Talvez pra sugar o suor que fatalmente começou a brotar em meu corpo.

Ele impulsionava minhas nádegas as levantando, devassava meu sexo, e eu revirava os olhos sentindo um prazer fora de mim. Afastei o ventre da porta da geladeira, dando maior acesso a ele ao meu corpo.

Quando achei que fosse gozar de novo – ele me virou de frente. Beijou minha boca, entrelaçou minhas pernas em sua cintura e continuou de onde tinha parado. As paredes do meu útero começaram a apertar deliciosamente seu pênis.

— Deus do céu, mulher!? Você é tão apertada, me deixa insano!?

Praticamente rosnou. De repente explodimos num orgasmo surreal, relaxando gradativamente.

Fiz sanduíches pra gente, acompanhados de um copo de leite gelado. Já passava da 01:00 da manhã, mas ninguém estava com sono. Comemos sem desviar os olhos um do outro em momento algum.

— Então você vai me levar pra Coreia do Sul?

— Se você quiser...

Foi evasivo.

— Mas é claro que eu quero, Baek. Eu quero estar onde você estiver...

Ele me roubou outro beijo, com gosto de molho.

— Ei, não fique brava comigo.

Fiz um bico, contrariada.

— Você disse que está cursando Jornalismo. É importante pra mim que você conclua os estudos.

— Eu ainda não entendi o que isso tem a ver com a gente, Baek.

Estava mais cética do que nunca. Ou talvez fosse medo.

Medo de que tudo o que tivemos se resumisse àquela noite.

Foi uma noite mágica – mas ainda assim, uma noite só.

— É claro que eu quero casar, ter filhos e um animal de estimação. Mas não quero que isso defina a sua vida. Que você se sinta acuada e sem opções.

Foi a minha vez de beijar ele.

De sentar em seu colo e o beijar como se não houvesse amanhã.

— Eu te amo.

Ele me encarou boquiaberto. Meu peito subia e descia. Por um momento só se ouvia nossa respiração reverberar por aquele apartamento.

— Foi a única coisa que eu nunca te disse. Mas acho que sempre senti.

Ele levantou da cadeira comigo ainda em seu colo. Devolvia os beijos com o triplo de paixão, enquanto fazia o caminho de volta pro quarto. Me deitou na cama, e fomos novamente nos despindo.

Não era apenas ele que estava afoito – aflito pra que nos uníssemos outra vez. Eu estava até mais excitada que ele. Sem mais delongas, ele me adentrou – e senti um alívio muito grande, que foi potencializado, quando fechei minhas pernas em torno do tronco dele.

Suspiramos de alívio.

Eu nunca tinha reparado. Baek tem muitas pintinhas, pelo corpo todo. O bumbum dele é redondinho. E ele era capaz de me levar entre o céu e o inferno no sexo.

Eu não menti, achei que todas minhas interações com o sexo oposto seriam xoxas, sem sal, sem graça. Ele fazia a minha cama pegar fogo!

— Ah! – Gritei bem alto.

— Assim, estamos quase lá! Vamos, me aperte!

Meu ventre se contraiu. Seu pênis vibrou, suas veias inflaram, e as paredes do meu útero continuavam o apertando.

— Vamos gozar juntos. – Suspirou, dando um último impulso.

E o ápice veio avassalador, nos desestabilizando.

— Quero que você me prometa. – Ele disse muito sério.

— O quê.

— Que vai levar seus estudos a sério. Não vamos manter um relacionamento a distância baseado em ligações internacionais impossíveis...

— Então como? – O olhei confusa.

— Primeiro, me prometa.

— Sim, eu prometo Baekhyun. – Respondi igualmente séria.

— Então, nesse caso vou te mandar um postal. Isso me manterá vivo na sua memória e será um lance só nosso. E você saberá quando eu estiver perto.

Não sabia como aquilo ia funcionar, mas aceitei.

✿✿✿

Mudei outra vez.

Minhas colegas acharam estranho, programei meu despertador pra conseguir encaixar no meu dia todas as atividades que eu tinha pra fazer. Me interessei novamente pela faculdade. Era muito desgastante, mas me voltei pro curso com ânimo renovado.

A cada mês, um cartão postal chegava endereçado a mim. O daquele mês veio com uma paisagem linda de Insadong:

“Pensei em você. Olhe pra essa paisagem e pensa em mim também.”

Beijei o cartão. Ah, eu sentia muita falta dele! Podia ouvir sua voz falando aquela frase pra mim. Minhas colegas davam risada e diziam que eu tinha um namorado fantasma. Ah não, elas estavam enganadas. Ele era bem real.

Sempre que olhava a porta da geladeira, memórias vívidas daquela noite invadiam minha mente, e eu sorria toda boba.

Eu o amava.

E saber disso era o bastante pra mim.

Minhas amigas me achavam doida. Eu saia com elas, mas não ficava com ninguém. Me mantinha distante, dançava junto com elas músicas agitadas, mas saia da pista de dança quando a música dançante parava e começava uma romântica. Bebia apenas pra não ficar sem fazer nada. As meninas começaram a me atazanar e tentar achar um namorado pra mim, por mais que eu dissesse que estava bem e que aquilo não era da conta delas.

Deixei a noite (extremamente quente) e o lance dos cartões postais apenas pra mim. Era precioso demais pra partilhar. Se eu fosse pensar com mais clareza, era uma insanidade total. Um tiro no escuro.

Eu estava tão apaixonada que nem me dava conta.

Chegou outro cartão do Korean Post – dessa vez uma paisagem de Bucheon.

“É estranho, ao mesmo tempo que a praia é paradisíaca – o mar é gelado.

Só consigo pensar em você.”

Baek.

O que havia de diferente naquela mensagem? Era inquietante, e ela não sabia dizer porquê.

Mais dois anos. Teria de resistir mais dois anos – era o tempo que duraria seu curso. Todavia a saudade que sentia não podia ser medida. Se antes de ter qualquer envolvimento com ele, já tinha dificuldade de mantê-lo no passado – agora então, se tornou inviável.

Era como um espectro.

Quanto mais ela tentava se aproximar – mas ele se afastava. Escorria entre seus dedos.

Então eu acordei. Era um sonho ruim. Mais um.

Recebi uma ligação internacional no meio da noite, minha colega atendeu super irritada passando pra mim em seguida, ela tinha um seminário e uma palestra pra ministrar logo pela manhã, coitada.

— Alô. – Disse meio atabalhoada, zonza de sono.

— Não disse que um namoro a distância, baseado em ligações internacionais era inviável?

Ele.

Meu coração disparou vertiginosamente e eu acordei no mesmo instante.

— Baekkie!

Havia tantas coisas que eu queria dizer pra ele. Como sentia sua falta, como a saudade estava me massacrando, como receber aqueles cartões (e relê-los à exaustão!) tinha se tornado minha rotina.

— Ei, não fale assim. Fica mais difícil resistir à tentação de pegar um avião e ir te encontrar.

“Porque não vem?” – Me senti tentada a perguntar.

— Porque está me ligando a essa hora, Baekkie?

— Por que aqui é hora do almoço. E eu não podia ficar mais nem um segundo sem ouvir a sua voz.

— Dois anos, Baekkie. E nós teremos todo o tempo do mundo pra ficar junto.

— Vamos ter que ficar separados mais dois anos... – Ele disse incerto.

Silêncio, de ambas as partes.

— Merda, não sei se consigo.

E desligou.

Desgraçado!

Voltamos a ter doze anos. A diferença, é que ele ligou pro meu apartamento no meio da noite, direto de um país do outro lado do mundo.

Filho da puta!?

Esse desaforo do Baek, me fez passar a noite em claro. Sempre que pensava a respeito, ficava furiosa e começava a murmurar e resmungar sozinha. Eu queria dar um soco nele.

No outro dia na faculdade, não deu outra – além de estar com olheiras enormes por quase não ter dormido, resmungava e murmurava sempre que me lembrava do maldito telefonema.

Quando as aulas acabaram, ia direto pra casa, queria curtir minha vacóra sozinha. Porém um carro (que parecia alugado) parou perto de mim.

Fiquei chocada a princípio. Daí o motorista baixou o vidro, Baek estava por trás do volante. Eu quase desmaiei.

Passado o surto inicial, esqueci momentaneamente que queria bater nele e me atirei em seus braços.

— Como que ‘cê me aparece assim do nada?

Eu ainda não conseguia acreditar.

— A distância... – Ele disse meio perdido olhando pro tráfego. – Às vezes acho que vou enlouquecer longe de você.

Me encarou nos olhos.

— No momento que eu desliguei o telefone, saí desarvorado em busca de um táxi. Fui direto pro aeroporto de Gimpo. E agora eu estou aqui, olhando pra você.

— Pára o carro, Baek.

Ele fez o que eu pedi.

Imediatamente envolvi minhas mãos em torno de seu rosto, unindo nossos lábios. Esse beijo tinha um gosto salgado. Lágrimas de uma saudade maior que tudo, de duas pessoas que estavam no limite.

— Você está chorando? – Ele me encarou espantado.

— Você também está, cabeção!? – Caçoei dele, pra desviar a atenção de minhas próprias lágrimas.

Depois de um tempo encarando o horizonte:

— Eu não posso ficar – Disse se desculpando – Mas eu tinha que te ver.

— Mais dois anos, amor. – Respondi simplesmente – Dois anos. E ficaremos juntos até que a morte nos separe.

— Promete? – Ele soou esperançoso, quase infantil.

— Prometo.

Ele selou nosso compromisso com um beijo – um daqueles de tirar o fôlego.

Daí, me deixou em casa e seguiu direto para o aeroporto – pegando um voo de volta.

✿✿✿

Nos formamos.

O mundo recebeu mais um engenheiro e uma jornalista.

Ralei muito pra me formar.

Mas devo admitir que tudo ficou muito mais interessante depois daquela visita imprevista do Baekhyun. Em que ele me fez prometer levar a universidade à sério.

Confesso que o primeiro período foi regado a festas, cerveja e relacionamentos vazios.

Depois do meu passeio frustrado por essa área, fechei meu coração pra balanço. Me restava a bebedeira.

Jornalistas são famosos pelo fígado de aço.

Mas tudo aquilo era fútil, raso, faltava algo.

Pois bem, tudo isso ficou no passado.

Enquanto durava o curso – Baek me mandava postais incríveis de seu país. De Daegu:

“Aqui pode até ser uma cidade do interior, mais quem faz aquilo que a gente chama de lar somos nós.”

Sempre penso em você, Baek.

Um de Suwon:

“As vilas com fileiras e mais fileiras de casas antigas, me faz pensar em um tempo em que a vida era mais simples. Continuo te amando e esperando pelo dia que você vai estar aqui.”

Nem preciso dizer que receber esses postais tinha um sabor agridoce:

Suave porque ansiava receber cada um. Áspero, porque era como uma facada no peito, sempre terminava a leitura desconsolada.

Eu posso resumir os últimos períodos da faculdade em uma única palavra – saudade.

O último cartão postal que ele me mandou, estava sem data e recebi apenas depois da formatura. Era de Jejudo:

“Encontrei esse fenômeno da natureza, (uma cachoeira espetacular em Jeju) apenas pra combinar contigo e pra te dizer que pretendo te trazer aqui – a ilha dos amantes.”

Tremi nas bases.

Fiquei excitada apenas com uma promessa. Eu sou ridícula.

Tínhamos vinte e cinco anos, éramos recém formados e nada poderia nos afastar. Enquanto eu e meus colegas seguíamos pra um barzinho pra comemorar a formatura, pensava quanto tempo levaria pro Baek concretizar a promessa que fizemos.

Já disse o quanto ele é surpreendente? Não? Oh, falha minha – vou consertar isso agora:

Sem que eu tivesse qualquer lampejo de sua presença, de repente ele fez nossos olhos se voltarem pro pequeno palco do barzinho. Ele estava lá. Resplandecente. Com um terno escuro, completo, mais sedutor que em qualquer época de nossas vidas.

— Devia esperar – Ele começou – esperar que vocês se acostumem a ter acabado a faculdade, sintam que são adultos de verdade e a coisa toda.

Eu nem respirava.

— Mas não aguento esperar mais nem um segundo.

Enquanto isso, meus colegas mais inconvenientes perguntavam quem era ele, de que estava falando, se ele realmente estudou com a gente – já que ninguém sabia quem ele era etc.

— Calem a boca! – Ralhei com eles, totalmente focada no que ele dizia.

— Eu te esperei – Apontou pra mim – Muito mais tempo do que durou a faculdade. Me liguei a você bem antes, sei de todas as suas manias – e você sabe as minhas. De fato, nunca tive a menor chance de te resistir. E nesse momento quero te levar comigo... você aceita?

Seus olhinhos pequenos de expectativa. Eu queria gritar: “Sim, eu quero estar onde você estiver.” Mas tudo que disse foi

— Sim, eu aceito. – E foi suficiente.

O povo parou com aquelas perguntas idiotas quando eu aceitei seu pedido de casamento.

Nossos pais ficaram muito felizes – uma vez que eles meio que já sabiam.

Meses depois.

Passamos a lua de mel em Jeju, a ilha dos amantes. Nem preciso dizer que nos acabamos um no outro no intuito de matar aquela saudade maldita. Porém quando aquele idílio estava chegando ao fim, me dei conta de que minha vida realmente estava engatilhada.

Eu tinha me tornado adulta, estava formada e casada!?

A melhor parte era ser casada com o homem que eu amava.

Apreciei a vista de seu corpo semi nu, ao sair do banho. Seu cabelo molhado, enquanto gotículas de água deslizavam livremente por seu tronco.

— Tá me olhando com expressão de devoradora, minha esposa...

Ele sorriu sensualmente, me fazendo ficar envergonhada por minhas intenções estarem tão nítidas e explicitas. Fui pega em flagrante.

— É difícil não pensar em mil maneiras diferentes de fazer uma bobagem, com você assim todo a vontade, desfilando só de toalha...

— E você heim?

Veio por trás de mim, beijando a minha nuca, levantando minha camisola – só pra descobrir que eu não estava usando nada por baixo.

— Merda.

Tocou minha cintura, percebendo ao descer por meu quadril que estava nua – e já excitada, esperando por ele.

— Isso é golpe baixo.

Ele encostou seu pênis semi ereto em meu bumbum. Suspirei de expectativa. Suas mãos continuavam inspecionando minhas coxas e sexo, enquanto sua boca trilhava o meu pescoço beijando, mordendo e dizendo uma série de impropérios.

No momento em que seus dedos me invadiram, gemi, ardendo de desejo.

— Assim – Ele impulsou mais forte sua mão em mim, incentivando que eu tivesse um orgasmo.

— Eu não quero gozar nos seus dedos, meu marido.

— Nós temos a noite inteira, minha esposa. Você pode se aliviar nos meus dedos, porque com certeza, vamos fazer amor até o sol raiar.

Beijou minha boca, no instante em que roçou uma zona muito erógena em mim. Gemi em sua garganta, um orgasmo quente me tirando de órbita.

Nem tinha voltado a respirar normalmente, quando ele me jogou na cama. Mal deu tempo de tirar a camisola e antes mesmo que eu pudesse me ajeitar – ele puxou minhas pernas e entrou com tudo em mim.

Meu corpo se habituou ao dele logo que ele começou a série de estocadas.

— Você é minha.

Uma estocada.

— Sim, eu sou sua. Nunca houve a menor dúvida sobre ISSO!

Terminei a frase gritando, em razão de outra estocada bruta. Estava vendo estrelas, embriagada de prazer. De um momento pro outro, parei de responder. O sexo que estávamos fazendo era tão intenso que não havia espaço pra conversas.

Ele me devorava, eu apenas assistia, correspondendo com meu corpo as investidas dele.

Nossos corpos estavam quentes, extremamente suados, pegajosos... ele abrandou suas investidas pra que eu gozasse. E foi o que aconteceu. Logo depois – não sem dar uns tapas no meu bumbum e mais algumas estocadas – ele gozou também.

— Quem diria, que aqueles garotinhos que nós éramos – iriam ficar adultos, se casar e ter noites como essa? – Disse admirada.

— É quem diria – Completou misterioso – Ainda mais, sendo você a responsável pelo meu primeiro orgasmo.

O olhei incrédula.

— O quê?

— Bobinha – Ele beijou a ponta do meu nariz – Isso significa “virar rapaz.”

Ele sorriu lindamente. Eu arregalei os olhos.

— Eu estava sonhando com você quando gozei pela primeira vez.

 

FIM


Notas Finais


Impressões sobre este conto super apimentado? O box de comentários é todo de vocês!
Obrigada mais uma vez ao @evy_pjt. Sigam nossos perfis @M4ndy_Mars e @evy_pjt.
Até mais!!!


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