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História Nós quatro e os gêmeos - Capítulo 5


Escrita por: ssukasuka

Notas do Autor


boa leitura :)

Capítulo 5 - Viagem - parte 1





— Anda logo, Doyoung! - Gritei.

Tudo estava pronto para irmos visitar os pais de Jaehyun, a cada cinco minutos a senhora Jung ligava para saber se já estávamos chegando. Ela acha que é fácil arrumar as coisas para dois bebês e para quatro adultos que vão ficar duas horas dentro de um carro sem pausa para descanso.

Felizmente cuidarei dos bebês e Doyoung que irá dirigir.

Jaehyun está jogado no sofá com Jiyeon dormindo sobre seu peito enquanto mexe no celular. Acha que eu sou idiota e não sei que está tirando foto com a garota.

No outro sofá Taeyong está verificando os pertences necessários para os bebês e o mais chamativo nisso tudo são os seus cabelos tingidos em um azul clarinho. Confesso que ele ficou ainda mais lindo com esse cabelo, coisa que é quase impossível já que ele é o espelho - e cópia - de Afrodite.

E Doyoung, bem, ele está neste momento enrolando para sair. Inventou de trocar de roupa umas cinco vezes e não gostou de nenhuma. Agora usava a desculpa de que precisava arrumar os cabelos. Acha que eu sou obrigado a lidar com os ataques de perfeccionismo dele. 

Vamos para o meu do mato, afinal.

— Doy-

— Não me grita que eu já terminei! - cortou minha fala descendo em um pulo duplo os degraus da escada.

Para um atraso de meia hora, ele até que está bem arrumado. Mas arrumado para ir a uma festa e não ao campo! Esse garoto me estressa!

— Estamos indo para uma boate e não sabia? - agora sentado, Jaehyun tinha sua atenção voltada para Doyoung que sorria tímido.

Acho que já entendi.

— Vou nem responder o porquê dele ter se arrumado. - Taeyong resmungou guardando o último brinquedo dos bebês e passou por Doyoung tirando o casaco de couro dele. - Agora sim! - respondeu feliz ao ver o outro apenas de regata e uma calça que definia muito bem suas coxas.

Doyoung acordou com o objetivo de acabar com a família tradicional. Ninguém vai sobreviver a ele.

— Vamos logo, já cansei da minha mãe me ligar! 

Seguimos Jaehyun para a garagem, sobrando para mim levar as bolsas de todos nós, já que Doyoung se enfiou no carro com a cara emburrada e não desceu para ajudar.

Essa viagem vai ser longa.



•••



— Coloca uma música aí! - Jaehyun pediu.

Para te situar, eu estou no banco de trás com Jaehyun e os bebês, enquanto Doyoung está no volante com Taeyong no passageiro. Graças que o carro de Jaehyun é grande o suficiente para que fiquemos todos confortáveis.

Taeyong acatou o pedido do outro e colocou uma playlist aleatória, com a primeira música sendo Open Arms, assim um karaokê dentro do carro se iniciou. Sem o Doyoung, porque ele está um porre desde que saímos de casa.

Taeyong gesticulava, Jaehyun cantava e eu apenas curtia a vibe da música.

— Olha ela. - Jaehyun mostrou a tela do celular com a foto de sua mãe na tela. - Abaixa um pouquinho. - pediu.

— Essa mulher não cansa. - Taeyong negou com a cabeça e a encostou no vidro da janela. Eu e Doyoung concordamos com sua fala.

Não mãe, já estamos chegando. Sim. Em dez minutos. Eles estão bem. Certo. Compro sim

Enquanto o coreano divagava com sua mãe, voltei minha atenção para os bebês, brincando com o chocalho de Jisung e apertando as bochechas gordinhas de Jiyeon. Observando direito, eles têm os traços mais fortes de Seulgi, será impossível os ver crescer e não lembrar daquela que os colocou no mundo.

— Minha mãe vai me enlouquecer! - Jaehyun puxou os fios de seu cabelo e eu ri. - Se ela me ligar novamente vou jogar esse celular pela janela. - resmungou.

— Você tem dinheiro, então só vai! - dei de ombros e ele puxou minha orelha. - Aí!

— Para de falar besteira!

— Eu sou mais velho? Me respeita, garoto! - soquei seu braço e ele se encolheu.

— Chegamos em cinco minutos, então, por favor, não se matem - Taeyong nos olhou feio e eu bufei me afundando no banco.

— Chato!


[...]


A casa dos Jung era aquela típica casa do campo de filmes americanos, sabe? 

Tudo muito bem arborizado. O ar limpo que quase nunca tive o prazer de respirar. Os animais fazem parte do cenário lindo do local.

Estacionamos o carro, logo vimos a senhora Jung apressar os passos para chegar perto do carro, já o senhor Jung ficou sentado em sua cadeira de balanço negando com a cabeça a atitude da mulher. Talvez ele já esteja cansado de toda energia da esposa.

— Doie! - foi a primeira coisa que ela disse ao descermos do carro,  o abraçou e beijou todo o seu rosto, começou a analisar o coreano e voltou a abraçá-lo. - Kunie! - bagunçou meus cabelos e eu sorri para ela.

— Oi mãe, eu sou o seu filho. Lembra de mim? - Jaehyun afastou a mãe e se pôs na frente dela.

— Sai daqui garotos mal criado - bateu no braço dele e o ignorou. Jaehyun bufou em desgosto.

— Oi tia! - Taeyong disse animado ao ver a mulher. 

— Taeyong! - apertou a bochecha dele. - Como você está magrinho. Não anda se alimentando bem? Está tão feinho! - contorceu seu rosto.

Todos nós rimos da atitude da mulher.

— Ser pai de dois custa do meu tempo, tia.

— E cadê meus netinhos? - ela perguntou animada olhando para dentro do carro.

Peguei Jisung no colo e Jaehyun pegou Jiyeon. Nos aproximamos da mulher e seus olhos brilharam em expectativa.

— Eles são lindos! - alisou o cabelo dos dois e cheirou a mãozinha de Jisung - Eles não vão voltar para casa mais! - disse séria.

— A senhora não aguentaria a Jiyeon por duas horas - Jaehyun falou e novamente apanhou da mãe.

— Fica quieto garoto! - puxou a orelha dele - Vamos entrar, eles não podem ficar muito tempo no sol! 

Seguiu para dentro de casa, ignorando o marido que tentou falar algo.

— Doie, pega as coisas no carro pra mim? - pedi olhando doce para ao coreano.

— O que você não me pede sorrindo que eu não faço xingando? - bagunçou meus cabelos e seguiu para o carro.

Eu ri da atitude dele e segui com Jaehyun para dentro da casa.






Notas Finais


tá eu não sei oq foi isso aqui, mas eu queria dizer que eu amo a mãe do jae :)

até a próxima 💚


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