1. Spirit Fanfics >
  2. Nós somos esta longa história >
  3. Capítulo 1 - O reencontro part.1

História Nós somos esta longa história - Capítulo 2


Escrita por:


Capítulo 2 - Capítulo 1 - O reencontro part.1


Mo XuanYu sorri para a moça em sua frente, fora a última foto da seção daquele dia. A-Su é uma mulher muito bonita e por causa de sua aparência bela além da conta, ela trabalha como modelo para várias marcas famosas de maquiagem e roupas não só pela China, como também em toda Ásia e boa parte da Europa. No entanto, as fotografias do dia não estão ligado ao trabalho da modelo, mas sim ao noivado da mesma. Como noiva do grande e influente Jin GuangYao, ela decidiu que teria que fazer um book de solteira antes de finalmente se casar.

 

Por algum motivo, toda vez que Mo XuanYu ouve o nome ou vê alguma foto nos jornais e revistas desse tal de GuangYao, seu estômago embrulha e uma ânsia de vômito lhe atingi em uma intensidade assustadora. Não é porque o sujeito é sem graça, ou até mesmo tem uma horrenda aparência, pelo contrário, o cara é muito charmoso e lindo. Além do que sempre lê sobre ele: alguém benevolente, paciente e gentil; mas, então, por que tanta antipatia por ele? Está aí mais uma pergunta sem resposta. Alias, a vida de Mo XuanYu está repleta por elas: perguntas sem respostas.

 

XuanYu balança a cabeça para dissipar tais pensamentos, nem sabia como passou a pensar sobre isso. Ele olha novamente para A-Su e sorri mais uma vez.

 

Mo XuanYu: “Senhorita A-Su, acabamos por aqui. Nos vemos na próxima semana. Enviarei algumas fotos já editadas em, no máximo, dois dias”.

 

A-Su: “Obrigada, senhor Mo. É um prazer trabalhar com você novamente. Alias, a Seita GusuLan está procurando por um fotográfico para cobrir o concerto que eles realizarão em menos de um mês. Tomei liberdade e sugeri seu trabalho, como Lan XiChen – o que está a frente de tudo – é o melhor amigo do meu noivo, eu falei diretamente com ele e o mesmo confia muito no meu julgamento. O que significa que este trabalho já é praticamente seu, querido!”

 

Mo XuanYu: “Muito obrigado, A-Su. Nossa! É uma satisfação ouvir a senhorita elogiando o meu trabalho e a mim, estou completamente agradecido”.

 

A-Su: “Meu querido, às vezes, o senhor é muito humilde. Espere o telefone, pois ele com certeza ligará para o senhor”.

 

Assim, a senhorita A-Su se despede e segue seu caminho, enquanto Mo XuanYu guarda todo seu instrumento de trabalho com todo o cuidado, só ele bem sabe o quanto tudo aquilo lhe custou os olhos da cara. Depois de deixar a Seita Mo, sem qualquer conto nos bolsos, ele precisou se virar com a única câmera que tinha, uma que ganhara da mãe no seu aniversário de vinte anos. Mas somente ela não era o suficiente, precisava de uma profissional, além de um notebook que não travasse e com uma ótima memória para suportar todos os álbuns de fotos que ele mantinha de seus clientes e todos aqueles programas de edição.

 

Faz quase dois anos que sua mãe morrera e ele foi praticamente expulso da seita, como Mo YuQi era a primeira dama Mo, ou seja, a primogênita, ela quem era a líder da seita e da família; no entanto, com seu falecimento, a segunda dama Mo assumiu a liderança junto ao marido e aquele filho bastardo dela. No final, XuanYu ou saía de lá ou viraria a nova Cinderela.

 

E foi melhor assim, agora ele tem sua própria independência, sem qualquer vínculo com os malditos Mo, e ganhando o salário do próprio pão de cada dia. Ao longe, latidos de uma cambada de cachorro conhecidos naquela região se aproximam cada vez mais, os pelos de Mo XuanYu se arrepiam. Por motivos desconhecidos, ele sente um pavor agonizante desses pequenos demoninhos. Ele se esconde na primeira loja que vê e sente um alívio enorme ao ver aquele bando de cães seguirem em direção contrária a pousada em que ele está hospedado. Assim que ia saindo da loja, sua barriga roncou e por já estar em uma confeitaria resolveu levar alguns pedaços de bolo consigo. Ele é o tipo de pessoa que prefere comida apimentada ao invés de comidas doces, mas sentiu essa necessidade, era como se estar naquela loja trouxesse algum tipo de nostalgia a si.

 

Um sorriso perpassou por seus lábios. Ás vezes, esse sentimento nostálgico lhe atingia e em sua mente a figura de um homem, ao qual desconhece o rosto e o nome, aparece. A voz calma e monótona, sempre com seus “Hums”, arrepia todo seu corpo com uma certa excitação. De volta a pousada, ele deixa seus materiais em cima da mesinha do centro e vai direto ao banheiro despindo-se enquanto a banheira está sendo enchida.

 

Depois de tomar um relaxante banho e comer um dos pedaços do bolo, ele se acomoda em uma almofada perto da mesinha e começa a trabalhar nas edições. De fato, a senhorita A-Su é muito linda, suas fotos em si já podem ser consideradas obras de artes, não precisam muito de efeitos. Ao relembrar da mulher, logo lembra de que talvez vá precisar ir para Gusu, caso o liguem para lhe oferecerem o emprego. Sua boca já saliva ao se imaginar tomando aquela delícia de vinho, o Sorriso do Imperador, nenhuma outra bebida é superior a ela.

 

É até um desperdício ser fabricada em Gusu, pois os principais residentes da cidade não o consome. Mo XuanYu ouviu quando fora lá uma vez com a mãe, que a Seita GusuLan nunca ingeria qualquer tipo de bebida alcoólica, já que originalmente a família foi fundada por um monge. A outros boatos também, como por exemplo: a família só fazer descendentes lindos, como se roubassem toda a beleza do mundo para eles. E XuanYu tinha que concordar, já vira Lan XiChen antes, foi por alguns breves minutos, mas a beleza daquele homem fez suas pernas bombearem e seu corpo ficar quente com tanta excitação; de toda forma, todas aquelas emoções não eram diretamente para Lan Xichen, tinha algo a mais, como se o fato de ver o primeiro irmão Lan, o lembrasse de outra pessoa, a quem as emoções daquele momento eram direcionadas.

 

Seu telefone toca o tirando daqueles pensamentos libertinos com alguém que ele nem sabe quem é. Ao atender, uma voz suave invade seus tímpanos causando cocegazinhas sem motivos.

 

“Boa tarde, é o senhor Mo XuanYu?” A voz de alguma forma fica cada vez mais nostálgica.

 

Mo XuanYu: “Sim, é ele mesmo. Com quem falo?”

 

“Aqui é Lan WangJi, o vice-líder da seita Lan” Aquele nome fez uma queimação repentina subir pelo corpo de XuanYu.

 

Lan WangJi: “Acredito que a senhorita A-Su já tenha o informado sobre o concerto da família Lan, estamos precisando de um fotógrafo competente para cobrir os dias das apresentações. O senhor está interessado em nossa oferta? A hospedagem e refeições ficam por nossa conta, e podemos negociar o seu cachê junto as fotos e o book assim que você estiver em Gusu”.

 

Mo XuanYu está petrificado, sem conseguir proferir quaisquer palavras mesmo que sua boca abra inúmeras vezes, ela ainda assim fecha sem emitir som algum.

 

Lan WangJi: “Senhor Mo, está na linha? Alguma coisa não o agradou? Creio que o fato de oferecermos a pousada e as refeições não irá o prejudicar na hora do pagamento. Como o concerto será realizado em sete noites, não queremos que se preocupe com gastos extras, por esse motivo, estamos dispostos a esta oferta. O que o senhor nos diz? Aceitará o trabalho?”

 

Mo XuanYu: “ A-ah, s-sim. E-eu a-aceito”. A voz de XuanYu saiu toda tremida, o que causou confusão a pessoa do outro lado da linha, mas que não quis perguntar o motivo para tal reação.

 

Lan WangJi: “Ok, estamos acertados então. Assim que chegar a Gusu, por favor, ligue para esse número para podermos marcar o encontro. O concerto foi antecipado e será daqui há uma semana, o senhor está disponível para vir a Gusu daqui a dois dias?”

 

Mo XuanYu: “Claro, estarei aí em dois dias”. Dessa vez sua voz saiu firme e ele agradeceu aos céus por não precisar mais se envergonhar daquela forma.

 

Lan WangJi: “Hum, estarei esperando sua ligação”. Meu Buda! Aquele “Hum” foi o estopim, Mo XuanYu corou violentamente ao sentir seu membro apertado dentro de sua calça.

 

Como alguém poderia ficar duro só por ouvir a voz de outra pessoa?

 

Mo XuanYu: “Hum”. Ele repetiu o mesmo som do outro, mas com tons totalmente diferentes. Enquanto o de Lan WangJi soou indiferente e até mesmo frio, o de XuanYu soou como se ele estivesse gemendo. Mo XaunYu desligou na hora após perceber o seu deslize.

 

Mas que merda, Mo XuanYu!

 

Ali mesmo, ele desliza sua mão do pescoço ao seu membro rígido e brinca com ele por cima da calça, antes de finalmente adentrar o tecido jeans e com movimentos leves iniciar os vais e vens até atingir o ápice de prazer e aumentar a velocidade das investidas para, enfim, se desfazer com um gemido alto e sofrido. Por toda essa ação, a voz de Lan WangJi ressoava pelo seu corpo.

 

 

~*~

 

Lan WangJi não é do tipo sociável, a ligação que havia feito foi mais pela necessidade mesmo, encontrar logo um fotografo para cobrir o evento, já que o concerto fora antecipado. Jamais imaginou que sairia duro depois de uma simples conversa por telefone, conversa essa que foi profissional sem qualquer desvio para assuntos mais constrangedores.

 

Só que esse tal de Mo XuanYu tem a mesma voz que seu amado Wei Ying. Talvez ele esteja ficando louco mesmo e precise relaxar e meditar assim como seu irmão mais velho sempre o aconselha. Não é novidade que nesses últimos treze anos, ele ouve e vê Wei Wuxian em todos os cantos. Sua mente adora pregar peças como aquela, qualquer pessoa parecida e até a voz de outras pessoas que se assemelhem a de Wei, faziam sua esperança alcançar o pico da montanha mais alta em Gusu para, então, a queda ser tão intensa quanto a subida.

 

No fim, Lan Zhan seguiu direto para um banho frio, nem quis esperar a banheira encher e foi direto para debaixo do chuveiro, ele se recusa a se tocar se não for por Wei Wuxian. A água fria em contato com sua pele vai acalmando seus nervos e seus hormônios. Depois do banho, WangJi enrola uma toalha sobre a cintura e volta ao quarto, no qual há um quadro sobre a cabeceira de sua cama: um desenho que Wei Ying fez de si para si. Wei Wuxian o havia desenhado com uma flor entre seus fios negros e ele em meio a vários coelhinhos, de fato, a primeira vez que viu aquele desenho, o odiou muito, pois sabia que Wuxian só queria o provocar. No entanto, ao ir descobrindo aquele sentimento que lhe enchia o peito sempre que o via, o fez simplesmente colocar o desenho em um quadro e pendurá-lo em seu quarto como está agora.

 

WangJi foi até sua guqin e começou a tocar a composição que fez para Wei Wuxian. Essa é a forma que ele encontrou para aplacar toda sua saudade acumulada por todos esses anos separado de seu amado. Wei Ying é a única pessoa que já ouviu a composição, mesmo que nunca tenha tido consciência de que ela era para ele.

 

Perto da hora do jantar, Lan WangJi finalmente deixa seu quarto e segue até o refeitório, onde os outros membros da seita já estavam, ele senta ao lado de Lan Xichen.

 

Lan Xichen: “WangJi, conversou com o senhor Mo XuanYu?”

 

Lan WangJi: “Sim”.

 

Lan XiChen: “Ele aceitou nossa oferta?”

 

Lan WangJi: “Sim”.

 

Lan XiChen: “Isso é ótimo”. Xichen já está acostumado as respostas monossílabas de seu irmão mais novo. Ele sabe muito bem como lidar com o irmão, afinal, ele é a pessoa que mais entende WangJi.

 

Lan WangJi: “E como foi o encontro com o cinegrafista?”

 

Lan XiChen: “Tranquilo. Ele aceitou nossa oferta. A senhorita A-Su quem o indicou também, parece que ele já trabalhou com o senhor Mo XuanYu. Tanto que só fez elogios ao fotografo quando o mencionei durante uma parte da nossa conversa”.

 

Assim que o nome de Mo XuanYu saiu de seus lábios novamente, de forma proposital, o corpo de WangJi tremeu por alguns segundos. Lan XiChen ligou um ponto ao outro e resolveu perguntar diretamente para aplacar sua curiosidade e dúvidas.

 

Lan XiChen: “WangJi”, chamou.

 

Lan WangJi: “Hum?”

 

Lan XiChen: “Você já conhece o senhor Mo?”

 

Lan WangJi: “Não”.

 

Lan XiChen: “Se não, por que parece tão perturbado só com a menção do nome do rapaz?”

 

Lan WangJi suspira antes de responder: “Ele tem a mesma voz que Wei Ying”.

 

Lan XiChen: “WangJi, Wei Wuxian está desparecido por longos treze anos, não temos garantia que ele esteja vivo e que ele seja esse Mo XuanYu”.

 

Lan WangJi: “Assim como não temos garantia que ele está morto”.

 

XiChen suspirou. O jantar finalmente foi posto na mesa e um silêncio perdurou no refeitório por toda a janta. Nem um pio podia-se ser ouvido, afinal, GusuLan tem muitas regras e uma delas é não fazer qualquer barulho durante as refeições; tanto que muitos dos novos membros da seita hesitavam até na hora de mastigar para então não causar qualquer ruído. Wei Ying costumava zoar aquelas regras ridículas e muitas vezes esta era uma das causas para as brigas entre os dois.

 

Lan WangJi suspira, a saudades fazendo abrigo novamente em meio ao peito.

 

Após o jantar e pronto para voltar ao seu quarto, WangJi é parado no meio do caminho por Lan Sizhui. Sizhui, ou melhor Lan Yuan, é uma criança de quinze anos que vê em WangJi um exemplo a seguir, assim como a maioria das crianças da seita, foi Lan Zhan quem o trouxe para GusuLan quando o encontrou morrendo de febre nas ruas.

 

Lan WangJi é como um irmão mais velho, às vezes, Sizhui o ver também como um pai que nunca teve. Foi WangJi quem o ensinou a tocar guqin e ser o melhor entre os mais novos aprendizes, tanto que é ele quem irá tocar o solo da principal composição do concerto, junto a WangJi. O Lan mais velho sempre o mimou de certa forma, não é como se ele conseguisse demonstrar facilmente os seus sentimentos, mas com Sizhui é diferente, há um carinho muito grande entre eles.

 

Para WangJi, Sizhui se tornou parte da família muito facilmente. Conheceu a criança quando ela mal podia caminhar, estava com Wei Ying quando se depararam em um dia qualquer com Wen Ning e Wen Qinq, e nos braços da mulher, um bebê enrolado em uma manta aconchegante.

 

Depois de Wen Ning ser preso, Wen Qinq – sua irmã – pedira desesperadamente para que WangJi salvasse seu filho e o criasse como um membro de GusuLan, pois assim ninguém poderia fazer mal ao seu pequeno A-Yuan. Foi nesse mesmo dia que ele viu Wei Ying pela última vez. Wuxian pediu sua ajuda desesperadamente e quando a noite caiu já prestes a encontrar com ele no ponto combinado perto da prisão onde Wen Ning estava, Wen Qinq surgiu no meio da floresta e entregou-lhe A-Yuan. Os guardas da prisão estavam atrás dela e seria questões de minutos para que a prendessem, pelo menos sua criança poderia ser salva.

 

WangJi, assim, trouxe Sizhui para a seita Lan e voltou imediatamente para, enfim, encontrar Wei Ying e ajudá-lo na fuga de Wen Ning. No entanto, ao chegar lá, não havia mais rastro de Wuxian.

 

Lan Sizhui; “Hanguang-jun, o senhor está me ouvindo?”.

 

Lan WangJi: “Hum. Deixe-me ver a partitura”.

 

Sizhui entregou a partitura escrita a mão à Lan Zhan e logo WangJi descobriu qual era o erro.

 

Lan WangJi: “Você pulou duas notas na segunda metade da música. Está faltando o ré e o dó depois do terceiro período”.

 

Lan Sizhui: “Obrigado, Hanguang-jun”.

 

Lan WangJi: “Hum”.

 

WangJi vê Sizhui sair apressado para consertar a partitura e poder ensaiar novamente. Voltando ao quarto, Lan Zhan ainda revisou algumas partituras e roteiros das peças que serão apresentados no concerto, antes de finalmente ir se deitar. Uma outra regra de GusuLan é dormir às 21:00 horas e se levantar às 05:00 da matina.

 

~*~

 

 

Mo XuanYu finalmente havia chegado em Gusu. E com o corpo esquio do rapaz e as poucas camadas de roupa que está usando, a brisa gelada atingiu-lhe direto na pele, XuanYu estremeceu de frio e buscou um casaco, luvas e um cachecol em suas coisas. Após vestir as peças, seu corpo foi se esquentando ao pouco e assim ele finalmente foi procurar algum lugar que vendesse o Sorriso do Imperador.

Com inúmeras jarras da bebida, ele finalmente parte para se encontrar com seu empregador, mas antes, ele para numa das ruas para poder observar melhor o tumulto que está acontecendo. Um jovem, que não deve passar dos quinze anos, em roupas extremamente chiques e num tom dourado, além de um pontinho vermelho na testa, está batendo boca com mais dois jovens que parecem ter a mesma idade que ele.

 

“Como assim eu devo me desculpar? Não foi você quem se esbarrou em mim? Olha o que você fez com minha roupa! E agora eu tenho que comprar um outro cornetto!”

 

“Hã?! E a jovem dama nunca ouviu o termo lavagem de roupas?” Um outro garoto, esse vestindo praticamente branco de cima a baixo, continuou a discussão.

 

“Meninos, calma. Lan JingYi, de fato, fomos nós quem nos esbarramos no jovem Mestre Jin. Por isso, nós pedimos sinceras desculpas Jin Ling”. O rapaz que se mantinha calado até então, fala cordial. “Jovem Mestre Jin, você também não acha que precisa se desculpar? Afinal, a discussão começou da sua parte”.

 

Jin Ling suspirou derrotado: “Desculpa, Lan Sizhui”.

 

Lan JingYi: “Por que você está se desculpando só com o Sizhui?”.

 

Jin Ling: “Porque você não merece minhas desculpas!”.

 

Lan Sizhui: “Não vamos começar de novo, certo? Estávamos indo a loja de conveniência também, que tal irmos os três, assim podemos pagar o cornetto do jovem mestre Jin”. Sugeriu Yuan.

 

Assim a discussão pôs-se ao fim, e os três jovens seguiram para a lojinha. Mesmo que Lan Sizhui precisasse estar entre os outros dois para evitar mais conflitos.

 

Mo XuanYu também seguiu até lá. Depois de ouvir os meninos falando da delícia gelada, sua barriga roncou em desejo. Agradeceu aos céus pela sua estadia e refeições ser por conta dos Lan, assim ele pôde gastar algumas moedas com o Sorriso do Imperador e agora com cornetto.

 

Olhando o relógio, notou que falta poucos minutos para seu encontro com o líder da seita Lan. Comeu o cornetto nas carreiras, o que causou uma leve dor de barriga e, por fim, saiu do estabelecimento para ir ao ponto de encontro.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...