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História Nós Somos Monstros - Capítulo 1


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Notas do Autor


Eu vou deixar isso aqui e sair corrento.

Capítulo 1 - Sobrevivência


Fanfic / Fanfiction Nós Somos Monstros - Capítulo 1 - Sobrevivência


Part 1- Perdidos

 

 

 

 

 


-Vocês não podem tirá-los dali agora, isso aqui é história reproduzida em laboratório, é perfeito.- a voz doce sai abafada por traz da máscara- É de suma importância que eles permaneçam na matriz por mais tempo.
-Isso não é um experimento histórico, doutora. Tem pessoas morrendo lá fora, a senhora sabe melhor que ninguém. - brusco, seco.
-Só mais algumas semanas, senhor. Eles estão morrendo a tempos, alguns a mais nem mudam o dígito principal mais. Agora o que nós temos aqui, isso muda tudo, senhor.


-O que aconteceu?- a pergunta sai raspando a garganta, rouca.
Aquela máscara branca horrenda cobrindo o rosto Hyungwon fazia Minhyuk estar a ponto de surtar. O que oficialmente acontece, os dedos pálidos puxam com certa delicadeza o tecido branco da cabeça do amigo.
-Quem fez isso Hyungwon?
A pergunta por certo era retórica, não é como se houvessem opções, ali no pequeno vilarejo deles construído ao redor do foço ninguém faria algo tão horrível ao garoto, por que Hyungwon era sim um garoto, não importa seu tamanho ou idade, ele agia como tal, era inocente e esperançoso do mundo como uma criança e pagava o preço de ser tão puro no meio daquela gente maluca.
Minhyuk encara os olhos inchados, roxos e o lábio grosso partido, apertando a máscara com força na mão, ele não diz mais nada, não pergunta mais nada, só se levanta e sai dali. O que fica pra trás apenas se apoia contra a parede atrás de si e se contenta em chorar, ele sabe o que Minhyuk fará em seguida e tudo que pode fazer era se maldizer e lamentar o futuro.
Jooheon já esperava receber a visita de Minhyuk, vira a cena, diga-se de passagem recorrente, do espancamento de Hyungwon, sabia que o loiro não tinha nem noção do estrago que os moradores da "capital" fizeram em seu amigo, não daria tempo, ele se encolerizaria muito rápido só com o rosto machucado pra ter tempo de ver as manhas grandes se sobrepondo sobre o torço dele.
O rosto e Jooheon era perfeito como o de todos os outros, mas havia algo bem ali, nos olhos talvez, uma pequena, ou nem tão pequena, inclinação a insanidade, como se a distancia não passasse de uma passo, uma linha singela, muito tênue entre o nirvana, a plena clareza da realidade e o poço profundo que era achar que tinha a plena clareza da realidade e não ser possível ao mesmo tempo estar tão longe dela.
Era Jooheon que lidava com o foço, quem recebia as bençãos em primeiro e depois as distribuía entre si e os outros seis, o que conduzia as cerimônias com o acônito. Portanto a pessoa certa para conseguir a gasolina. Haviam recebido o fluido a muito tempo, achavam que tinha uma função definida e revolucionária, mas ainda não a haviam descoberto, por enquanto sabiam que queimava, e como. Quase haviam destruído todo o vilarejo ao testarem a reação daquilo com fogo. E era disso que Minhyuk precisava, uma muro alto e intransponível de fogo, os miseráveis queimariam assim como o corpo de Hyungwon parecia arder agora.
O sorriso com que Jooheon entregou a garrafa veio com aquele mesmo brilho que discutimos a pouco.


-Mais algumas semanas e os anfitriões de fora do vilarejo deles terão destruído cada uma das cobaias e tudo que levou anos de pesquisa para construir. História agora não nos serve de nada, doutora.
-Como não, está tudo aqui. O endeusamento do que os provê, a forma com que cada um lidou com o suposto divino. Até a reação dos anfitriões a eles, até eles parecem ter saído do esperado da pesquisa, o vilarejo não estava nos planos lembre-se disso. É como se tivessem medo do desconhecido, senhor talvez estejamos face a face com o que nossos antepassados imaginavam e temiam.
-Eu não entendo, doutora.
-Você lê, senhor? Creio que não. Eu estou falando da possibilidade dos anfitriões estarem criando consciência, senhor nos podemos estar a um passo de nos tornarmos Deus.
-Esquece, doutora nossa prioridade é termos as cobaias inteiras. Tudo isso pode até estar acontecendo, mas nós nos preocupávamos em ser Deus antes Dele se esquecer de nós ou decidir nos exterminar. O que importa agora é a sobrevivência doutora, apenas a sobrevivência.
 


Notas Finais


Amanhã eu arranjo melhor os detalhes tipo capa, sinopse e o escambau.


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