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História NOS VEMOS NO SÁBADO À NOITE (taekook) - Capítulo 1


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Notas do Autor


só tô passando pra lembrar que essa é uma short fic, com poucos capítulos, ok? boa leitura! :3

Capítulo 1 - Os presentes


Fanfic / Fanfiction NOS VEMOS NO SÁBADO À NOITE (taekook) - Capítulo 1 - Os presentes

Já fazia mais ou menos umas duas semanas desde que as cartas e presentes anônimos tinham começado a chegar. No primeiro dia, imaginei que fosse apenas um bilhete deixado no meu armário por engano, assim como no dia seguinte. Mas no terceiro dia, uma caixa de presente me aguardava na porta do dormitório quando cheguei da aula e aquilo era realmente alarmante. Sem nome de remetente e sem endereço, a pessoa provavelmente tinha deixado aquilo ali pessoalmente, mas pedir as imagens da câmera do alojamento da faculdade não era uma opção. “Oi, é, estou recebendo presentes anônimos e preciso das imagens do sistema interno de segurança para saber de quem são”. Não, definitivamente não. Vão achar que eu sou louco.

 

Tem mais: os presentes são legais, como se a pessoa realmente me conhecesse. Conhece os meus gostos, me manda exemplares novos dos meus quadrinhos favoritos, caixas do meu chocolate preferido, bilhetes se declarando e falando do meu desempenho nos jogos de futebol do campeonato. O que significa que ela estava sempre nos meus jogos. Já é uma forma de começar a filtrar a minha “admiradora secreta”. Ou seria admirador? O grande problema é que muita gente da faculdade e também de fora dela frequenta os jogos periodicamente. Seria impossível descobrir quem estava assim tão apaixonado por mim tendo isso como base. 

 

E eu realmente espero que não seja uma garota, porque sabe, eu sou mais de garotos. Na verdade, eu sou completamente de garotos, e se o meu admirador secreto fosse um cara interessante, poderia lhe dar uma chance, mas se fosse uma garota, a probabilidade seria quase nula. Não me leve a mal, mas eu gosto de garotos. De homens. Não tem jeito.

 

— Eu aposto que é a Ji Eun, amigo… Ela está sempre te encarando nos jogos. - Comentou Jimin, que estava tão intrigado e curioso quanto eu para descobrir quem era o remetente dos bilhetes e presentes, enquanto caminhávamos pelo campus à caminho do treino. Eu ia para o treino de futebol e ele para o treino dos líderes de torcida.

 

Apesar de estar na Coreia do Sul, a Universidade Yonsei era inspirada nas universidades americanas. Time de futebol americano, cheerleaders, um campus enorme e prédios de tijolinhos vermelhos, bem como vemos nos filmes. Até mesmo os cursos e disciplinas são baseados no modelo de ensino da América do Norte. No centro do campus há uma praça enorme, florida e com um chafariz suntuoso; a partir dali, podemos acessar a entrada principal de cada um dos cinco prédios da faculdade. 

 

Os dormitórios ficam um pouco mais distantes, ao sul, do outro lado do estacionamento, que está ao redor do campus. São prédios baixos, de até três andares, com uma pintura bege e marrom, janelas pretas e o acesso até a entrada de cada um deles se dá por uma trilha de tijolos cinza, rodeada de um jardim todo colorido. 

 

— Todos estão sempre me encarando nos jogos, Park. Eu sou o capitão e Quarterback, é meio inevitável. - Respondi à sua constatação óbvia, arrumando a alça da mochila nos ombros conforme atravessávamos a praça em direção ao ginásio, localizado ao norte, direção oposta dos dormitórios. 

 

— É, tem razão… Mas mesmo assim, cara, ela é a novata que mais tem te dado moral ultimamente, mesmo sabendo que você é gay!

 

— Eu duvido muito que seja a Ji Eun, a vejo por aí atrás de vários outros jogadores. Acho que no fim das contas ela só quer ficar com alguém do time. Não é o bastante para se declarar e me enviar presentes todos os dias por duas semanas.

 

Acho que esqueci de comentar que recebo esses presentes diariamente e não há sábado ou domingo que impeça meu admirador ou admiradora de me enviar os pacotes. Nos finais de semana, eles sempre são deixados na porta do meu quarto, sem que eu perceba, no meio da madrugada. Na semana passada, cheguei de uma festa às 4 da manhã e lá estava o pacote, contendo mais um bilhete romântico junto de um livro que eu queria muito. Era bizarro, só os meus amigos mais próximos sabiam que eu queria aquele maldito livro e eu já tinha passado da fase de achar que eles estavam fazendo aquilo só para me sacanear. Seria maldoso demais. Inclusive, cheguei na fase em que agora apenas espero ansiosamente pelos mimos porque sei que, pelo menos, vão deixar o meu dia um pouquinho melhor. Então, quem quer que seja que está me mandando presentes e declarações, muito obrigado!

 

— Ei, peraí! - Gritou Jungkook, saindo do prédio que ficava à nossa direita, o prédio da secretaria. Vinha correndo em nossa direção, pedindo para caminhar com a gente até o treino. Jungkook é Running Back do time da faculdade e ambos fazemos parte do time titular. Não perdemos um título desde que entramos na faculdade, há três anos.

 

— Oi, Kook! Estamos falando sobre o admirador ou admiradora secreta do Senhor Garanhão aqui. - Começou Jimin, sorrindo empolgado. - Eu acho que é a Ji Eun. Qual é a sua aposta?

 

— Hm, eu não sei. Talvez a Da-hye? Ela também está no curso de artes, é veterana e... Não sei. Ela é bonita, Tae. Seria uma boa, uh? - Ele brincou e sorriu de forma sugestiva, ao que lhe respondi com um soco no ombro.

 

— Chega, vocês dois. Já nem sei mais se quero saber quem é que está me mandando esses presentes… - Respondi, irritado, me lembrando do episódio no primeiro ano, quando também comecei a receber presentes anônimos. 

 

Pois é. Eu mal havia chegado em Yonsei quando comecei a receber alguns presentes anônimos, que eram deixados na minha porta, no meu armário, no meu carro, no vestiário do ginásio… É claro que a universidade inteira ficou sabendo, já que alguns dos presentes eram totalmente ridículos. Fui o primeiro membro assumidamente gay dos Warriors, o time de futebol da faculdade, e sempre recebia vibradores dos mais variados tipos, roupas íntimas vergonhosas e mensagens me ridicularizando. A situação foi até parar na diretoria.

 

Só uns três meses depois é que fomos descobrir que um veterano, atual quarterback do time na época, Kim Jong-in, era quem estava por trás da tal “pegadinha”. Ele foi expulso do time como punição, junto com os outros amigos dele que o ajudavam, mas todos continuaram na universidade até o fim do ano letivo, deixando Yonsei apenas quando se formaram.

 

No fim das contas, Jong-in gostava de mim e hoje, dois anos e meio depois, ele é homossexual assumido, mas na época fez da minha vida um inferno. Ficou no meu pé o restante do ano, enchendo o saco e até tentou algumas investidas em festas, quando estava bêbado, mas ele era só um completo escroto. Tomara que hoje tenha se tornado uma pessoa um pouco melhor. Depois de toda essa situação desgastante, ganhei o respeito do pessoal do time e esse tipo de coisa não voltou a se repetir na faculdade. Até agora.

 

— Não quer lembrar daquilo, né? - Jimin sussurrou e tanto ele quanto Jungkook olharam pra mim com piedade nos olhos. Eu odiava quando faziam isso.

 

— Ah, deixem disso. Dessa vez é diferente. Os presentes são legais e tal… - Completei, apertando o passo para que nos aproximássemos mais rápido de nosso destino e eu não precisasse mais falar naquilo.

 

Caminhamos mais um pouco e logo chegamos ao vestiário do campo de futebol. Olhar para os caras do time é algo que eu não tenho o costume de fazer. Todos jogamos juntos já há algum tempo e todos eles têm um corpo lindo, mas apesar de reparar, não olho para eles com luxúria. Principalmente Jimin, que é meu amigo de infância, os pais dele são amigos dos meus pais e coisa e tal, mas devo admitir que Jungkook ainda é bastante tentador pra mim. Desde a festa de boas-vindas do ano passado.

 

Lembro-me que naquele dia eu e Jimin tínhamos bebido demais, estávamos zoando com o pessoal do time e tudo mais, e então naquela brincadeira, “Sete Minutos no Céu”, me mandaram para o armário com o Jungkook. Os únicos gays do time que estavam na festa aquele dia. Alguém pode avisar para os héteros que não é porque somos gays que necessariamente precisamos dar uns amassos?

 

A questão é que eu e Kook sempre fomos amigos. Fazemos o mesmo curso na faculdade, apesar de ele ser um pouco mais novo que eu, e jogamos futebol juntos, então é claro que somos próximos, é algo quase natural, e não por sermos homossexuais. O fato dele ser divertido, atraente, ter coxas lindas e um tanquinho de tirar o fôlego não tem nada a ver com isso, eu juro.

 

Nada rolou naquele dia, no armário. Ficamos apenas jogando conversa fora, meio que rolaram uns flertes inocentes mas nada aconteceu. Nem beijo, nem mão boba, absolutamente nada demais, e diferente do que todos do time - ou até da faculdade - pensam, nós nunca ficamos. Mas ele é gato e eu não o dispensaria se tivesse a oportunidade de dar uns beijos.

 

— Então… Realmente não tem a mínima ideia de quem vem enviando os presentes? - Jungkook perguntou com cautela ao se aproximar de mim no vestiário, semi nu, vestindo apenas uma boxer branca. Jimin havia acabado de sair para o treino dos líderes de torcida e tentei não encarar o corpo do meu colega de time, mas era quase inevitável. Eu torcia para que ele não tivesse se dado conta.

 

— Er, não, realmente não faço ideia… - Respondi e me abaixei para amarrar os tênis, assim ficaria mais fácil desviar o olhar do corpo escultural de Jeon.

 

— E se você descobrisse, o que faria? - Ele se sentou ao meu lado, ainda semi nu, e então eu realmente comecei a pensar que Jungkook estava fazendo aquilo de propósito.

 

— Eu não sei, Kook. - Terminei de amarrar os tênis e olhei pra ele, tentando manter o tom de voz o mais casual possível. - Se for uma garota, provavelmente nada. Se fosse um garoto interessante, talvez desse uma chance pra ele. Por que, você sabe quem é? - Semicerrei os olhos, desconfiado, e ele riu.

 

— Não, Tae, eu não faço ideia de quem seja o seu admirador ou admiradora. - Então ele se levantou e, para a alegria geral da nação, enfim começou a se vestir. — Mas boa sorte na busca, certo? - Jungkook sorriu pra mim de forma simpática mais uma vez e retribuí o sorriso pouco antes de sair para o campo.

 

— Te espero lá fora, está bem?

 

[...]

 

O campeonato finalmente havia chegado ao fim e permanecemos invictos pelo terceiro ano consecutivo. Para celebrar, o treinador liberou uma mega festa de comemoração e quem organizou tudo foram Hoseok e Namjoon, os caras que mais entendem de festa que já conheci. Chamaram todos para uma festa na piscina da fraternidade e o time de futebol e dos líderes de torcida inteiro foi convidado, além de mais uma galera da faculdade. A comida e a bebida eram liberadas, então não me surpreendi quando eu e Jimin chegamos à festa e vimos uma das líderes de torcida ser arrastada pra fora passando mal e vomitando suas tripas. 

 

Entramos na casa da fraternidade e assim que passamos pelo hall, pudemos ver a piscina do lado de fora, pelas grandes janelas da sala, cheia de gente e de bóias coloridas. Mesmo se não pudéssemos ver a bagunça lá fora, o som alto da música e das vozes era bastante audível de qualquer ponto da residência. 

 

Jimin chegou se jogando na piscina e eu, um pouco mais retraído, sentei-me na beirada, vestido apenas com uma bermuda de praia, cumprimentando todos os conhecidos e agradecendo aos elogios e congratulações pela vitória do campeonato, sendo o mais simpático possível. Assim que me sentei ali, Hobi veio em minha direção e pude ver Namjoon, Jimin e Jungkook do outro lado da piscina, conversando de forma animada. 

 

— Quer uma bebida? – Ele ofereceu. — É claro que isso não foi uma pergunta, e sim uma exigência para que comece a beber logo, Kim! É o único sóbrio nesse lugar. 

 

— Eu e Jimin. Acabamos de chegar, acalme-se! – Respondi, brincando. 

 

— Olha pro Jimin, cara. Ele não está nem um pouco sóbrio. – Voltei a observar meu melhor amigo e lá estava ele, com duas garrafinhas de cerveja na mão, uma delas já vazia. Conhecendo meu amigo o tanto que conheço, sabia que ele já estava bem alegrinho e, logo menos, começaria a causar na festa. 

 

— Ugh, ok. Vou pegar algo pra beber, então. – Me rendi. 

 

— Vou te dar uma dica: – Começou a sussurrar, aproximando-se de mim um pouco mais. — Tem um uísque incrível lá no frigobar do meu quarto, poucas pessoas sabem dele. Bebe e volta pra cá, vai te ajudar a ficar no grau. 

 

Então Hoseok deu um de seus sorrisos radiantes e afastou-se, piscando pra mim e colocando o indicador em frente aos lábios, fazendo um “shhh” sem som e me pedindo silêncio sobre a bebida. 

 

E lá fui eu atrás do tal uísque. Subi as escadas da casa e procurei, quarto por quarto, qual era o dele. Pelos pôsteres nas paredes, logo identifiquei qual deles era o dormitório de Hobi, o frigobar instalado ao lado de sua escrivaninha, onde produzia músicas, e – provavelmente – estuda para a faculdade. 

 

Abri a pequena geladeira e encontrei a garrafa ali, quase intacta, junto de várias outras garrafas long neck de cerveja Budweiser. Sentei-me em frente ao frigobar e peguei a garrafa, mas nem mesmo tive tempo de provar do uísque antes de tomar um susto e quase derrubar a garrafa de vidro no chão. 

 

— Porra! – Praguejei ao assustar-me com a entrada de um intruso no quarto. Escondi a garrafa de voltar no frigobar, instintivamente, e então virei-me para ver quem era. Jungkook. 

 

— Desculpe, Tae. Não queria te assustar. Vim beber um pouco disso aí que você estava segurando mesmo. – Ele sorriu e se aproximou de mim. 

 

— Você não me seguiu, né? – O encarei, desconfiado. Desde que os presentes e bilhetes misteriosos tinham voltado a chegar, me tornei um cara ainda mais paranoico. 

 

— Não, eu já vim aqui hoje mais cedo. 

 

Aliviado, abri o frigobar novamente e dei um longo gole na bebida, pelo gargalo mesmo, antes de entregar o recipiente de vidro para Jungkook. 

 

Ele me deixa com raiva. Até mesmo agora, ofegante, – provavelmente por ter subido as escadas rápido demais –, molhado e com a bermuda grudada nas coxas, ele ainda parece a porra de um modelo australiano ou sei lá o quê. Isso é tão injusto. 

 

É difícil não reparar no corpo dele quando as gotas de água da piscina fazem questão de marcar cada um dos gominhos de seu abdômen definido e de seus braços fortes. Sinceramente, não sei como é que ele não é a estrela do time. Da faculdade. Ou então da cidade inteira. Ele é tipo, perfeito. E não estou nem exagerando, já que além de tudo, ele também só tira notas incríveis e está sempre entre os alunos de destaque da universidade. Quando encontrarem um defeito que seja em Jungkook, será o fim do mundo, pode ter certeza. 

 

— No que está pensando? – Ele me perguntou repentinamente, devolvendo a garrafa de uísque. 

 

— Eu? Ah, em nada, não. E você? – Perguntei de volta ao pegar a garrafa e tomar mais um gole, um bem longo para que ele não reparasse na expressão de paisagem que havia deixado na minha cara. 

 

— Não pense que não sei dizer quando alguém está encarando meu corpo, Kim Taehyung. Estou acostumado com isso – Gabou-se, sorrindo de forma convencida. 

 

“Metido”, pensei, afastando a garrafa dos lábios para poder respondê-lo. Ao mesmo tempo, já conseguia sentir o destilado começar a fazer efeito sobre mim. 

 

— Não seja escroto, Jeon Jeongguk – Comecei a falar, aproximando-me dele com a mesma expressão convencida em meu rosto — Você pode ser bonito, mas não é a Miss Universo. 

 

— Pra você, parece que sou. Está sempre secando minhas coxas, meu corpo e até minha bunda durante os treinos – Ele me desafiou, encarando-me profundamente com o maxilar cerrado. 

 

Eu podia sentir o sangue esquentar dentro das minhas veias com a raiva que crescia em mim. Não sabia dizer se era o efeito do álcool ou de Jungkook; poderia até mesmo ser uma junção dos dois. Naquele momento, eu queria muito cair na porrada com aquele metidinho nojento. 

 

Nossos corpos estavam praticamente colados um no outro, os narizes tão próximos que eu podia sentir a respiração quente dele contra meu rosto. Eu sabia que minhas bochechas começariam a enrubescer a qualquer momento por conta do uísque. 

 

Somente então percebi o quanto nossos lábios também estavam próximos. Me permiti fitar a boca rosada de Jeon por alguns milésimos de segundo antes de voltar a encará-lo, mas de repente, de forma automática, estava movendo meu rosto contra o dele. Ainda segurava a garrafa de uísque com a mão direita, enquanto o braço esquerdo pendia ao lado de meu corpo e eu pensava se deveria posicionar a canhota em sua cintura. 

 

Jungkook separou os lábios sutilmente e pude notar uma aproximação de seu corpo, uma devolutiva à minha investida em conjunto com os olhos que começavam a se fechar. Isso quer dizer que se eu o beijasse, ele me beijaria de volta? 

 

Infelizmente, não era o que eu queria naquele momento. Eu só queria provar que poderia me gabar de ser o objeto de desejo dele tanto quanto ele era o meu. 

 

— Tem passado tempo demais reparando em mim durante os treinos, não é? – Sorri ladino, me afastando e empurrando a garrafa contra a barriga de Jungkook ao me afastar. 

 

Pude vê-lo com uma expressão embasbacada ao segurar a garrafa que lhe entreguei enquanto eu caminhava pra fora do quarto. 

 

— Vou descer. Tá sol lá fora e eu não quero perder mais nem um minuto da festa. Te vejo depois – E como se nada tivesse acontecido, desci os degraus de dois em dois, rindo e me divertindo com o que havia acabado de fazer e deixando um Jungkook com cara de tacho pra trás.


Notas Finais


oie! espero que tenham gostado do primeiro capítulo. se puder, deixa seu comentário, feedback ou qualquer mensagenzinha de amor que já me incentiva a continuar! logo, logo posto a continuação. bjs!


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