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História Nosotros - Capítulo 12


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Capítulo 12 - Capítulo XII: Pedidos


Fanfic / Fanfiction Nosotros - Capítulo 12 - Capítulo XII: Pedidos

Capítulo XII: Pedidos

- Turim: 12 de março de 2018 - Yasmim Cotrim Point of view.

Cada dia eu estava mais acostumada com Turim. Durante os 3 dias que Paulo ficou fora, fiz 4 trabalhos e fui num lançamento de uma linha de roupas em Milão. Tudo coisa resolvida em cima da hora, mas tudo deu certo no fim. Estava feliz que minha vida profissional estava tão estimulante quanto a sentimental, afinal a minha carreira também era muito importante para mim.

Acordei umas 9 da manhã e fiz minha rotina diária: banho, meditação e café da manhã. Quando eu estava fazendo minha refeição no hotel, meu celular começou a tocar e eu atendi sem ver quem era.

 ⁃ Alô? - disse em português.

 ⁃ Alô! Bom dia, Docinho! - disse com um português cheio de sotaque. Eu dei uma risada cheia de saudade dele.

 ⁃ Para a sua informação, eu era a Florzinha! - disse ainda em português. Ele deu uma risada gostosa.

 ⁃ Você não é nenhuma delas, você é a minha Yazita! - disse em espanhol e num tom apaixonado e eu me derreto do outro lado.

 ⁃ As pessoas vão achar que eu sou louca porque estou sorrindo aqui sozinha. - disse num tom de brincadeira. - que horas você volta? - perguntei mas ele já tinha me avisado que seria hoje.

 ⁃ Eu já voltei. - disse me deixando em choque. - E estou indo te buscar no hotel. - concluiu.

 ⁃ Como assim? - eu disse rindo - E se eu não estivesse aqui? - perguntei.

 ⁃ Eu ia te esperar. Venho cobrar o que você prometeu para mim. - disse e eu gelei.

 ⁃ Não te prometi nada, que dia foi isso? - disse rindo e irônica.

 ⁃ No dia que eu decidi onde vou encerra minha carreira. - disse em um tom sério e eu sorri apaixonada - Além de você ter prometido para mim, também venho te buscar a pedido da sua mais nova amiga. - disse em um tom de brincadeira.

⁃ Que? Que vergonha... - eu disse tímida e balançando a cabeça negativamente. Ele soltou uma risada.

⁃ Eu cheguei em casa e ela me recebeu com “Eu conheci sua Angelita, vai buscar ela pra ficar aqui com a gente.” - disse feliz e animado.

⁃ Você está doido? Não é assim não jovem, calma! - eu disse em português e rindo de tão nervosa.

⁃ Eu não entendi nada do que disse mas se você estiver se negando, saiba que já estou parado na frente do hotel te esperando. - disse e deu uma risada enquanto falava. - E faz uma pequena mala porque minha mãe não vai deixar você ir embora. - completou.

⁃ Paulo, não! Eu não tenho nem saúde para essas emoções. - disse tentando influenciá-lo.

⁃ Claro que você tem, você conheceu ela sem mim e sobreviveu. - disse rindo. Ele estava absolutamente feliz hoje.

⁃ Mas foi por muito pouco que eu não morri. - fiz um drama e ele riu mais. Eu decidi descer para buscá-lo para subir comigo até o quarto.

⁃ Eu estou com muita saudade de você. - disse suspirando. - Você viu o jogo? - perguntou curioso.

⁃ Eu vi e você arrasou! - disse sincera. Cheguei na porta do hotel e reconheci seu carro. Ele me reconheceu e saiu do veículo e veio me abraçar com muita vontade. Quando deu indícios que ia me beijar, falei - Aqui não, calma. - ele concordou e eu dei a mão a ele para subirmos até meu quarto.

Passamos pela recepção e a fã do Paulo só deu um sorriso malandra pra mim, acenando positivamente para a entrada dele. Entramos no elevador e começamos a nos beijar ali mesmo. Era um beijo mais de brincadeira do que de verdade e fazíamos aquilo porque sabíamos que a recepcionista estava vendo as imagens do elevador e rindo da gente. Demos um beijo rápido e desesperado, virando nossas cabeças rapidamente e nos agarrando. Quando chegou no meu andar, a gente já tinha parado para respirar e rir com toda a vontade do mundo. Quando a porta abriu, a gente estava cada um de um lado do elevador com a mão no estômago e rindo da barriga doer. Paulo me puxou para o lado de fora já se controlando, e pegou o cartão no bolso de trás da minha calça para abrir a porta. Entramos no quarto e eu não conseguia parar de rir.

⁃ Ela deve estar tão chocada com a gente... E se gravar as imagens? Meu deus, meu irmão me mata, Paulo! Você ele vai relevar porque é seu fã, mas eu? Morta na hora. - disse entrando na sala e deixando minhas coisas em cima do sofá. Paulo estava atrás de mim e fechou a porta calado. - Paulo? - perguntei e olhei para trás.

Ele estava parado atrás da porta e me olhava com um olhar de desejo e paixão. Meu coração acelerou rapidamente e entendi que ele queria me beijar de verdade. Eu olhei para a boca dele e a desejei passando por todo o meu corpo. Ele começou a respirar ofegante e me puxou contra seu corpo, me segurando pela cintura. Eu dei um sorriso com os lábios para ele e vi seus olhos brilharem. Ele subiu uma mão e fez um carinho no meu rosto.

⁃ O que foi? - perguntei e ele me deu um selinho de surpresa.

⁃ Você é mais linda do que eu lembrava. - disse me fazendo corar. Eu suspirei e mordi minha boca internamente.

⁃ Isso é pra me convencer a ir com você? - perguntei e ele riu gostoso. - Porque se for, não sou tão fácil assim de ser convencida. - disse sapeca.

⁃ Não, isso sou eu falando que estava com muita saudade de você. - disse negando com a cabeça e me olhou fixamente - Isso aqui é pra te convencer! - começou a me beijar com vontade e de verdade.

Eu joguei meu corpo para cima do dele e nos encostei mais na porta. Ele deu um gemido baixo e colocou uma mão do meu cabelo. Começou a fazer carinho na minha nuca com uma mão e com a outra percorreu o caminho das minhas costas e parou no meu bumbum. Ele colocou uma pressão naquele toque, sentindo meu corpo próximo ao dele. Eu não percorri o corpo dele com as mãos, porque não conseguia, e entrelacei meus braços em seu pescoço. Mas correspondi aquele beijo de paixão que ele estava me entregando. Beijávamos de forma lenta mas com desejo, gemendo enquanto beijávamos e com vontade de percorrer todo o seu corpo com a  minha boca. Em um momento, Paulo desceu as duas mãos em minha lombar e me abraçou por ali, parando o beijo e sorrindo contra meus lábios.

⁃ É melhor a gente parar por aqui! - disse baixo mas rindo.

⁃ Não sei... - Eu disse atrevida e ele respirou com dificuldade e  depois me olhou com um olhar brilhante.

⁃ Que? - disse desconcertado e eu sorri pelo o que fiz.

⁃ Foi o que você ouviu. - Eu disse e ele desceu as duas mãos, timidamente, até a minha bunda. Corou com vergonha e começou a respirar fraco. Ali eu vi que o Paulo era um neném, um menino que ainda ficava tímido quando o assunto era sedução ou sexo. Eu o olhei com um olhar de desejo e percorri seu corpo com os olhos. Ele não perdia por esperar.

⁃ Eu vou te falar onde eu tenho uma outra tatuagem e você pode procurar por ela. Você quer? - perguntei e o vi tentando raciocinar depois das palavras que disse. - Paulo? - disse quando vi ele percorrer meu corpo com o olhar.

⁃ Quero. - respondeu fraco e respirando pesado. Eu ri me sentindo má porque sabia que ele iria surtar com aquilo.

⁃ Eu tenho uma outra tatuagem perto daquela que você viu. - eu disse baixo e calmamente o vendo respirar devagarinho. Ele fechou os olhos devagar e pressionou um pouco suas pálpebras. Antes dele abrir os olhos, eu sussurrei - Agora pode procurar. - Vi ele abrir calmamente os olhos e me olhar tomado pela anestesia das palavras que eu disse. Ele encostou nossos lábios novamente, de uma maneira delicada e gostosa, e levou suas duas mãos na barra da minha blusa.

⁃ Eu não sei se eu estou pronto pra tirar sua roupa. - disse honesto e deu uma risada nervosa.

⁃ Não tem como você vê-la se não tirar. - eu disse e sorri. Ele fechou os olhos e respirou com dificuldade. Soltou uma outra risada nervosa e eu senti meu corpo acender. - Você quer que eu tire pra você? - perguntei e vi ele negar com a cabeça.

⁃ Não, eu vou tirar. - ele sussurrou e eu engoli seco quando senti suas mãos começarem a levantar minha blusa. Ele olhava fixamente para mim e meu peito descia e subia com força para eu tentar respirar. Quando a blusa chegou onde estava a tatuagem que ele viu, desceu o olhar e viu minha barriga de fora. Subiu o olhar para mim e me disse tímido.

⁃ Fala pra mim que isso já é o suficiente pra ver. - Eu neguei e ele fechou os olhos e os apertou com as pálpebras. - O que você está fazendo? Yá, eu acho que vou precisar da sua “bombinha”. - disse tímido e rindo nervoso.

Eu mordi o canto da boca e ele respirou fundo e voltou a subir a blusa, levando-a até o topo da minha cabeça e tirando entre meus braços. Ele jogou a blusa no chão com calma e afastou meu corpo do seu. Umidificou os lábios e começou a respirar fraco enquanto ainda me olhava nos olhos. Seus olhos percorreram então minha parte desnuda da blusa, vestida apenas pelo meu sutiã branco. Suas gemas verdes analisavam meu corpo calmante e ficaram um tempo olhando meu busto. Ele soltou um gemido baixo quando viu uma parte da tatuagem saindo por debaixo do meu sutiã, no lado esquerdo do meu corpo. Ele me olhou e subiu sua mão ali pegando a peça com o polegar e o indicador. Desviou o olhar para o local e subiu um pouco a peça. Olhou fixamente por alguns momentos e tentou traduzir sem sucesso.

 ⁃ Me conta o que é. - pediu falando baixo.

 ⁃ “Unique” é única em francês. Durante toda a minha infância, meu pai me falava que eu era especial porque era única. Eu me sentia triste com a ausência da minha mãe e pelo meu problema de saúde, mas ele sempre me falava essa palavra como incentivo. Eu acho que o segredo está aí, todos somos únicos por algum motivo e por isso somos especiais. Ninguém mais pode ser quem somos, apenas nós mesmos. - eu disse olhando profundamente nos olhos dele.

⁃ Você é única, é única sim. - disse respirando fraco. Colocou as duas mãos nas minhas costelas e me puxou para mais um selinho demorado. - Eu posso beija a sua tatuagem? - perguntou tímido.

⁃ Você quer? - perguntei tímida.

⁃ Eu quero beijar você inteira. - disse com os olhos brilhantes e com o rosto ardendo de timidez. Eu permaneci calada e ele se baixou e depositou um beijinho ali. Me arrepiei e senti meu corpo corresponder ao toque dele. Ele subiu e voltou a olhar para os meus olhos.

⁃ Eu quero beijar a sua. - disse e o vi com vergonha. Ele assentiu e tirou a blusa enquanto eu observava seu corpo. Eu passei minha mão calmamente pela sua barriga e ele gemeu baixinho. Parecia que o tempo tinha parado e nós estávamos ali. Eu o encostei levemente na porta e comecei a beijá-lo na boca devagar. Comecei a descer e a percorrer um caminho que foi do queixo, pescoço, peito e costelas. Quando cheguei em sua tatuagem, deixei alguns beijinhos ali. Durante todo o tempo, vi Paulo de olhos fechados e sentindo meus toques.

⁃ Yá, o que você está fazendo? - perguntou respirando com dificuldade e eu olhei nos seus olhos.

⁃ Eu estou descobrindo você, te desejando, te paquerando, te querendo de verdade, louca por você. - disse e ele olhou para mim com um olhar de entrega total. - Já fizeram isso com você, Paulo... Te venerar? - perguntei querendo fazê-lo se sentir único.

⁃ Não. Eu tenho certeza que não. De verdade não. - disse e eu pude ver o coração dele entregue nas minhas mãos.

 ⁃ Eu tenho uma coisa para te contar. Eu não fiquei aqui a trabalho, eu fiquei aqui por você. Antes de surgir os últimos trabalhos que eu fiz, eu tinha ligado para a Bruna e falado que ficaria aqui. - eu disse e ele sorria com os olhos mas mantinha a boca aberta para respirar pela dificuldade. - Eu quero ficar aqui com você, te conhecer de todas as formas que eu puder e te dar tudo de mim. - eu terminei e ele me olhava ainda sem palavras.

⁃ Eu nunca senti o que eu estou sentindo aqui dentro de mim. - ele disse sorrindo levemente e eu o acompanhei. - fica comigo na minha casa, pelo menos uns dias. Eu quero te ver acordar e ir dormir com você. Eu não vou te deixar ir embora, você não vai. - disse negando com a cabeça e me olhando profundamente.

⁃ Eu não quero ir. - sorrimos juntos.

Depois daquele momento, fomos de mãos dadas até a cama e Paulo se deitou para me observar fazer uma pequena bolsa para ir pra casa dele. Ríamos e brincávamos, estávamos entregues um ao outro de verdade e sem medo.

⁃ Ela disse isso? Nossa - eu perguntei depois de Paulo contar como a mãe dele me adorou.

⁃ Disse que vai te chamar de Angel porque você é um anjo e fim. - disse rindo. - Ela está louca para te ver de novo. - ele disse e levantou as sobrancelhas.

 

(...)

 

- Turim: 12 de março de 2018 – Paulo Dybala Point of view.

Quando chegamos em casa, minha mãe recebeu Yá com muita festa. A abraçou sem cerimônia e disse que ela era mais linda ainda de dia. Yá ficou visivelmente envergonhada mas agradeceu gentilmente. Meu irmão, Mariano, também a recebeu com todo o carinho.

⁃ Angelita, você vai ficar aqui, né? - minha mãe perguntou para Yá, que olhou para mim com alegria por se sentir querida ali.

 ⁃ O Paulo me convenceu a trazer uma bolsa com roupas mas eu prefiro vir aqui só pra visitar. - tentou ser sincera para não precisar ficar.

⁃ Se você quiser ir, não tem problema. Mas saiba que queríamos muito que você ficasse aqui conosco. - minha mãe disse tentando apelar para o emocional.

⁃ O Paulo então, como ele quer...  não é? - Mariano disse e veio para o meu lado. O encarei para parar de me entregar assim.

⁃ Eu já falei para ela ficar. - eu disse e ela virou para mim. - Fica aqui só hoje então, pra você ver como é e depois não querer mais ir embora. - eu disse e ela sorriu bonito para mim.

⁃ Eu fico então. - ela disse e minha mãe bateu palmas de felicidade. Ela estava animada com a possibilidade de eu ter encontrado alguém, alguém especial e que era parecida comigo.

Minha mãe tinha preparado um almoço para nós comermos em família. Nos sentamos à mesa e tivemos um almoço recheado de risadas e histórias sobre minha infância. Minha mãe fez questão de contar as histórias mais vergonhosas sobre mim, ressaltando que eu sempre fui um menino muito calmo e tímido mas que era genioso. Minha mãe fez sobremesa e Yá se deliciou com a comida, dizendo que adorou a culinária argentina que conheceu naquele dia. Juntos, nos quatro arrumamos a sala de jantar e a cozinha, passando a tarde toda vendo filme todos juntos na sala. Ainda durante a tarde, jogamos vídeo game, pebolim e ping pong e meu irmão adorou o fato dela conseguir me deixar desconcertado com tanta facilidade.

Quando a noite chegou, decidimos pedir pizza e passar o resto da noite conversando todos juntos. Eu queria que Yá sentisse esse momento em família, que era tão importante para mim como sabia que era para ela. Minha mãe a abraçou várias vezes, mostrou que tinha gostado dela de cara e que iriam se dar bem juntas.

⁃ Yá, você é o Paulo estão namorando? - minha mãe perguntou e deixou eu e ela constrangidos.

⁃ Mãe, calma. Não é mais assim, a gente conhece primeiro, hoje em dia. - Mariano disse.

⁃ Já era assim na minha época, filho. Não sou tão velha assim. - minha mãe disse e nos fez rir. - Mas a gente vai se conhecendo até descobrir se gosta, porque depois que descobre isso já é namoro. - disse e deixou os mais novos constrangidos.

⁃ Viu, Mariano... então você está namorando! - Eu disse entregando o meu irmão. Ele me olhou incrédulo e negou com a cabeça.

⁃ Paulo, pelo amor de Deus para! - pediu desesperadamente, nos fazendo rir com seu nervoso.

⁃ Filho, você está conhecendo alguém? - minha mãe disse já começando a se emocionar - Quem é? - perguntou.

⁃ Eu vou te contar mãe. - disse olhando para ela e vendo Mariano ficar chocado com a vingança que estava fazendo - Ela chama María e é mexicana mas mora aqui em Turim há muito tempo. Eu peguei eles juntos hoje mesmo, a senhora acredita? - disse e olhei para ele, que estava em choque. Yá sorriu travessa e me abraçou pelas costas. Eu perdi o ar por um momento com seu gesto de carinho.

⁃ É verdade filho? - minha mãe perguntou. Ele assentiu e minha mãe começou a fazer festa igual quando eu contei sobre a Yá.

⁃ Chama ela para vir aqui amanhã. - Meu irmão se negou balançando a cabeça, igual criança - Vai chamar sim porque eu vou voltar pra Argentina semana que vem e não vou aguentar de ansiedade. Amanhã eu vou fazer um almoço para minhas novas noras.  - minha mãe disse e entendemos que já não tinha mais o que escolher. Eu e Yá rimos baixinho da situação dele.

⁃ Tá, eu não tenho outra opção mesmo. - Mariano disse e minha mãe deu um gritinho de alegria. - Mas mãe, por favor, não assusta ela. Não vai fazer igual você fez com a Yá. - disse e Yá negou com a cabeça.

⁃ Ela não me assustou, de jeito nenhum. - ela defendeu minha mãe, que se derreteu ainda mais pela nova nora.

⁃ Ela não te assustou porque eu não deixei. - eu disse e ela me olhou curiosa. - Se eu deixasse ela fazer o que queria, você não teria me dado uma chance sequer. - disse e todos me olharam.

⁃ Então você deu uma chance para ele, Yá? - Mariano disse se aproveitando da minha deixa. Ela olhou para ele tímida e sorriu baixinho.

⁃ Eu dei sim. - disse e me olhou em seguida. Ela era linda.

⁃ Tá vendo só, e eu que fui conversar com ela. - minha mãe disse convencida. - fique tranquila Mariano, eu vou te ajudar. - disse e meu irmão balançou a cabeça com medo estampado no rosto. - Amanhã, almoço as 12:30. - disse em tom de ordem para ele. - Paulo, não faça brincadeiras sobre seu irmão, se comporte! - eu revirei os olhos.

 

(...)

 

- Turim: 12 de março de 2018 - Yasmim Cotrim Point of view.

Quando chegou a hora de dormir, eu pedir para dormir em um quarto sozinha. Paulo e Alicia assentiram e entenderam meu pedido por privacidade, me oferecendo um quarto com banheiro dentro. Nos despedimos para dormir e fui tomar meu banho para deitar. Assim que sai do banho, voltei para o quarto e vesti meu pijama quente para descansar.

Eu estava feliz, me senti acolhida pela família do Paulo. Além disso, eu me sentia querida por ele também. Desejada por ser eu mesma. Única. Eu queria ele se sente assim também. Suspirei e abracei o travesseiro para tentar dormir. Apaguei a luz e liguei o abajur na mesinha ao lado da cômoda.

Ouvi um 3 batidas na porta e fui atender.

⁃ Oi. - eu disse depois de abrir a porta e encontrar Paulo sorrindo para mim.

⁃ Eu quero dormir com você. - disse e me fez abrir um sorriso tímido. - Se você quiser. - disse tímido. Ele não precisava ressaltar que ela apenas dormir, eu sabia que sexo era um passo importante para ele e nossa primeira vez séria especial.

⁃ Vem, entra. - eu disse e ele me deu um selinho rápido e entrou no quarto.

Nos aconchegamos na cama e ficamos deitados olhado para o teto, ambos de barriga para cima. Em um determinado momento, nos olhamos e ele pulou em cima de mim, com todo o desejo que tinha contido nele.

Ele beijou minha boca de uma forma lenta e amável. Eu me senti especial, uma joia pra ele. Seus lábios eram macios e o interior da sua boca úmido e quente, me fazendo me deliciar com o seu gosto. Eu foquei naquele beijo e dei tudo de mim. Parecia que estávamos fazendo algo errado de tão gostoso que estava.

Eu via a metade do corpo descoberto de Paulo pela pouca claridade que o abajur trazia. Ele estava em cima do meu corpo e me beijava lentamente, me fazendo alucinar com sua boca. Ele começou a passar a não pelo meu corpo e alisou minhas coxas delicadamente, me fazendo suspirar. Assim, ele parou o beijo e me olhou.

⁃ Yazita, eu quero te pedir uma coisa. - ele disse baixo e me fez tentar enxergar seus olhos naquele pequeno que o quarto estava.

⁃ Pode pedir. - disse baixo pela hora e comecei a respirar devagar pelo momento.

⁃ Eu queria que você fosse no estádio me ver no próximo jogo. - pediu com uma voz doce e eu sorri.

⁃ Eu vou sim. - eu disse e ele sorriu.

⁃ Também queria pedir outra coisa. - emendou outro pedido.

⁃ Agora eu não sei mais, porque você sabe que vou aceitar e isso é perigoso. - eu disse nos fazendo rir baixinho.

⁃ Queria que você fosse numa festa comigo daqui uns dias. É na casa do Douglas e queria que você fosse comigo. - disse dando a entender que queria que estivéssemos juntos oficialmente como casal na ocasião.

- Eu vou sim. - disse e ele também sorriu.

Ele me abraçou e me ajeitou confortavelmente em seu colo, me fazendo suspirar em seus braços. Ele começou a fazer carinho em meus cabelos e eu dormi feliz ao seu lado.



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