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História Nossa Correspondência - Capítulo 30


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Capítulo 30 - Especial


P.O.V Ares

- Onde o senhor estava entre as duas e quatro horas da manhã?

Olhei o rosto calculadamente sério da policial, ela retornou o meu olhar com uma expressão esnobe, como se fosse melhor do que eu, seria uma boa pegar essa daí, envolver ela no conto do Ares, comer ela e largar, mostrar quem manda nessa porra, colocar ela no devido lugar, em algum momento eu poderia tentar isso, mas não agora.

- Dormindo.

Minha voz foi tediosa, o policial ao lado dela me olhou irritado, com a sobrancelha erguida, se sentindo o gostosão, só porque minha grana de nada afeta esses babacas, pelo menos não ainda, mas quem sabe não acabo fazendo uma revolução nessa porra de delegacia, começando pelo merdinha do Nathan.

- Alguém pode confirmar isso?

Encarei o trouxa, se sentindo o gostosão, quis fazer uma careta, mas me contive, eles provavelmente estão procurando algum motivo para me manter aqui, não que eu fosse aceitar isso, mesmo assim, preciso lembrar de manter a minha pose.

- Minha garota.

- Sua garota tem um nome? - a policial perguntou irritadinho, uma merda de uma feminista do caralho, sorri pra ela, mas prestei atenção ao pigarro do policial.

Encarei o babaca, e o reconheci, um dos colegas do maldito do Nathan, olhei o espelho as costas deles, e imaginei a cara do inútil do Nathan, me assistindo escondido do outro lado, vi seu sorriso de escárnio, me irritei mais ainda.

- Ali alguma coisa, eu não pergunto sobrenome.

- Certo, onde posso encontrar a "Ali alguma coisa"?

Sorri para a policial, jogando todo o charme que pude para cima dela, ela me olhou mais atentamente, o cara, ficou meio sério, talvez os dois tivessem algum tipo de rolo, porque toda vez que jogo charme pra ela, ele reage como se tivesse batido nele, apesar dela não me retornar, ainda pelo menos.

- Trabalhando eu acho.

- Trabalhado onde?

Quase uma hora depois os idiotas me liberaram, sem nem ao menos perceber que o tal Ares, sou eu, foram muito inocentes, eu poderia ser ator, ganhar a porra de um Oscar, enganei todos os babacas. Segui meu caminho para fora, ao passar pelo corredor vi o Nathan agarrado com a Sam, também notei a testa dela com um curativo, sorri internamente, acertei em cheio a vagabunda, quem sabe assim ela não aprende que ele não consegue dar o que ela quer.

Sem resistir, fotografei eles, ao menos uma duas vezes, discretamente, é claro, eles nem notaram, entrei no meu carro do dia, minha gostosa de hoje, guiou, abri minhas mensagens e enviei uma das fotos para a Samantha, só pra vagabunda aprender a não tentar me trocar por uma versão barata e sem graça minha, pra ela entender que me pertence, sempre e como eu quiser ela. Na legenda escrevi:

Imagina ele morto, uma bala entrando na cabeça do babaca, do jeito que vocês estão abraçados aí. Os restos do crânio dele lambuzando sua cara de vadia. Seria lindo.

Quase pude ver ela arfar e começar a chorar ou algo assim, e imaginei a cara do trouxa com ela, ele deve ta com a melhor expressão do mundo, medroso como ele é!

Fiz minha gostosa da vez me deixar em casa, para meu encontro com a trouxa que supostamente estou namorando, meu álibi, para a polícia e para a Samantha, e nenhum desses idiotas perceberam isso!

Depois que minha gostosa me deixou na minha casa, mandei ela embora, com a promessa de que não viria aqui antes da hora, depois de duas horas minha gostosa chegou, linda naquele vestido colado e curto, que não deixava espaço para imaginação, como eu sempre gostei.

A primeira coisa que fizemos? Bem, eu agarrei ela, com as mãos naquela bunda gorda, levei ela até o sofá, já arrancando o vestido do seu corpo, e me deliciando com a lingerie dela, vermelha sangue, brilhando contra sua pele branca, arranquei o sutiã dela, mamando naqueles peitos gostosos, alcancei minhas algemas de sex shop, não as reais, algemei ela contra a poltrona da sala.

Toda arreganhada, os seios por cima do encosto, me dediquei em surrar essa bundinha empinada, primeiro com as mãos, depois com um chicote de couro, mais fino que ela está acostumada, me deliciei nos seus gemidos e gritinhos, com a empunhadura do chicote, ouvindo seus gemidos gostosos, retirei para enfiar um vibrador simples, e como ela gemeu, quando ela começou a implorar pra parar, porque estava sensivel demais, finalmente foi a hora que fodi essa bocetinha safada.

Aproveitei enquanto ela desmaiou e a levei para minha cama, voltei para a sala, me vesti peguei minha moto e segui para fora, para a casa do babaca policial, mas pensem em qual foi a minha surpresa, ao ver a porra de uma viatura parada em frente a casa dele.

Se eu estivesse armado, certamente teria atirado neles, mas não pude fazer isso, eu ainda não tenho uma arma, não ainda, pelo menos, mas já estou em processo de conseguir uma e quando conseguir, alguém vai se arrepender de ter me trocado e vai voltar pra mim, em suas mãos e joelhos, como a cadela que ela é.

 



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