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História Nossa Família - Capítulo 1


Escrita por: Hello_Dragon

Notas do Autor


Olá, raposinhas! Tudo bem, com vocês? Estou com mais uma história para vocês, espero que gostem.

Esta não é uma tentativa de correção, ou crítica, do final de Naruto, mas sim uma perspectiva diferente com um casal que gosto bastante.

A imagem foi tirada do Google. Não sei que é o autor(a), porém todos os direitos são dele(a).

Esse será um capítulo de uma série de “one-shots”, já tenho alguns prontos, creio que podem ser vistos independentemente.

Recomendação: leiam escutando “Riptide” de Saint Chaos.

Boa leitura! 🤓📖

💛🦊🧡

Capítulo 1 - Capítulo Único


E então, vavó? - Perguntou o loiro de olhos azuis para a Hokage aposentada. Ele estava nervoso como nunca antes, sentado na cadeira aguardando ansiosamente pelo resultado. Haviam instituído um procedimento, que consistia em alguma coisa sobre  aplicação de hormônios e o chakra como base, criado pela mulher a sua frente. Sabiam que era arriscado, ela mesma os alertou sobre isso, as chances de sucesso quase nulas, porém, ainda assim, resolveram realizar. Decidindo, dessa forma, que o Jinchuuriki seria o portador. 

 

Seu amante, e braço esquerdo, encontrava-se fora em uma missão a seu comando, havia quase uma semana, Naruto ofereceu que um de seus amigos se juntasse a ele como reforço, mas o bastardo recusou. Nada realmente grave, alguns criminosos de alta categoria causaram balbúrdia pelas regiões entre o país do Fogo, Vento e Terra. Contudo, para evitar problemas futuros, resolveram investigar.  Portanto, ele pediu uma manhã de folga a Shikamaru, que estranhou quando Naruto não quis dizer-lhe o porquê, só que trataria de algo importante, mas também não o pressionou. O bronzeado sentia certos sintomas que coincidiam com os listados pela médica ninja, logo, decidiu averiguar.

 

— Você, mais uma vez, conseguiu o impossível, garoto. Parabéns, você está grávido. - Respondeu Tsunade, com uma expressão alegre. Depois de tudo o que passaram, mais do mereciam a felicidade.

 

O Uzumaki arregalou os olhos, não sabia o que dizer, iriam ter um filho, uma família. Ele nunca pensou que este dia chegaria, inconscientemente um grande sorriso brotou em sua face e levou a mão ao ventre. Mal digerira a notícia, e já amava de todo o coração esta criança que carregava em sua barriga, ele prometeu que seria o melhor pai para ela, e nunca descumpria sua palavra.

 

— Eu preciso que daqui há cinco dias você venha para outro checape e começar o pré-natal. Acompanharei de perto sua gestação para garantir que tudo saia como o planejado. - Disse a Rainha das Lesmas, com carinho.

 

— Pode deixar, vovó. Estarei aqui. Agradeço tudo o que você fez por nós, não teríamos realizado isso sem a senhora. - Disse Naruto, para Tsunade, que sempre esteve o ajudou e acreditou nele, ela era a única figura feminina presente em sua vida que assemelhava-se a uma mãe. 

 

— Não há de quê, moleque, vocês merecem. Já sabe como contará para ele? - Respondeu a mais velha.

 

— Não, ainda não. Sasuke só voltará daqui  uns três dias, saberei como contar até lá. - Disse o Hokage laranja, levantando-se do assento, saindo da sala.

 

***

 

Por volta de meio dia, Naruto retornou ao prédio do Hokage, cumprimentou todos ao seu redor e levou algumas broncas do castanho, haja vista que via-se um tanto distraído em seu trabalho. Entretanto, ele não podia impedir, sentia-se tão bem e contente, mas tinha que voltar a pilha de papéis em sua mesa, a reunião dos cinco Kages se aproximava cada vez mais, e precisava deixar tudo organizado para sua partida, como Shikamaru adorava lembrá-lo. 

 

— Creio que devo dar minhas congratulações, Gaki. Você necessita descansar, está nítido na sua cara. - Disse Kurama, com seu sorriso malicioso. 

 

— Obrigado, Kurama, é um milagre você me elogiar, sua raposinha mal criada, sei que você me adora. Tem razão, acho chega por hoje. - Respondeu Naruto, divertido. Era verdade que estava exalto, e, agora, mais do que nunca, não poderia ficar até mais tarde no escritório.

 

— Não me provoque. - Disse a raposa, voltando a dormir.

 

O loiro caminhou até sua casa, que ficava um pouco mais afastada do centro da Aldeia, no Destrito Uchiha, eles acharam que seria melhor para sua privacidade, além da ser um lugar onde o moreno guarda várias recordações de sua família, e que, logo, logo, serão preenchidas com novas. 

 

Atingiu a marca da porta, abriu-a e entrou. O cheiro que vinha da cozinha denunciava a presença do homem que compartilhava sua vida, que por mais odiasse reconhecer, era um excelente cozinheiro. Aparentemente, teria que dar à informação mais cedo que o planejado, o que não era exatamente um problema. O corvo vestia uma calça moletom preta, e uma blusa com igual cor. 

 

— Tadaima, não esperava você esta noite. - Disse Naruto, inclinando-se para um selinho de boas-vindas. 

 

— Okaerinasai, sei disso. Mas, terminei mais cedo então vim para casa tomar um banho e preparar o jantar, entregarei o relatório amanhã. - Disse Sasuke, acariciando a bochecha do bronzeado. 

 

— Entendo, que bom que está bem. - Respondeu Naruto, passando mão por suas madeixas negras, o homem fechou os olhos apreciando o carinho. — Tenho algo para te contar... - Fazendo uma pequena pausa no dizer, realocando suas palavras. - Fui ao hospital para me consultar com a vovó Tsunade... - Antes do terminar a frase foi interrompido.

 

— Você está bem? Está sentindo alguma coisa? - Cessando a fala do outro e procurando sinais de mal-estar no loiro. — Sim, eu estou bem, nós estamos bem. - Tratou de acalmar Sasuke, pegando a mão dele e colando em sua barriga. 

 

— Nós conseguimos. - Respondeu o corvo, atordoado, puxando o Hokage para um abraço apertado, enterrando o rosto em seu pescoço. Naruto havia dado a ele um lar para retornar, o amor que sentiam um pelo outro estava, agora, em forma de um fruto em seu ventre. Após as várias dificuldades, a luz brilhou sobre eles novamente. — Sim. - Afirmou o Jinchuuriki, à beira de soltar as lágrimas de alegria. 

 

Desfazendo um pouco o aperto, o ex-renegado colou suas testas juntas. Eles aproveitaram o solo momento juntos, onde só os dois, ou melhor, três, existiam. Inauguraram um beijo casto, que logo transformou-se em um luxurioso e inebriante. As mãos de Sasuke seguraram seu quadril com maestria, com uma força desmedida para pressionar seus corpos um contra o outro, obviamente, com cuidado para não apertar em demasia. Loucos pela saudade que os dominava, correram para o quarto, despindo-se no meio do caminho, lutando pela dominância do beijo. Porém, Sasuke não parecia disposto a duelar por liderança naquele momento. O domínio já era dele. 

 

Naruto sentiu o colchão macio em suas, com os braços em volta dos ombros de seu amante, sem nenhuma roupa para lhes impedir, os lábios beijando seu pescoço com devoção, criando marcas onde pousasse, com  a sintonia habitual que seus movimentos tinham. Quando beijavam-se era como colocá-lo entre o real e o imaginável, não só pelo fator irônico de seu começo tortuoso de diferenças e discussões, mas porque a realidade não era o suficiente para descrever os sentimentos e sensações sublimes de estarem juntos dessa maneira. Os dentes, vez ou outra repuxavam o lábio inferior por curtos instantes, pois o desejo de saciarem-se era maior.

 

Sasuke conservou um dos braços envolta da cintura do outro, segurando-o com firmeza próximo a si, apoiando-se com o segundo na superfície plana da cama, empurrando seu corpo para trás e trazendo Naruto com ele, sem romper o beijo, já debruçado em cima do loiro, encaixando-se entre suas pernas. Quase que naturalmente, o bronzeado entrelaçou as pernas no quadril do moreno, preservando-o junto de si, puxando-o para mais perto.

 

Infelizmente, com a fatídica e inconveniente escassez de ar, o Uchiha encerrou o beijo a contragosto, com demorados selos que repetiram-se algumas vezes, lentamente abaixando para o maxilar do loiro até seu pescoço, enquanto exalava o colar de sua pele morna e cheiro cítrico característico. Ouviu um ofego irregular em resposta, prosseguiu com o percurso improvisado de beijos úmidos pela área sensível em sua condição atual, até sua boca encontrar um dos mamilos, no instante em que no átimo seguinte, instaurou o toque com a mão no mais novo para um prazer conjunto. Apertava e instigava entre seus dedos dentro da cavidade, movendo circularmente a língua, pressionando-o entres sua boca, e, de vez em quando, resvalando ameaçadoramente os dentes em suaves mordiscadas esporádicas. 

 

Dos lábios entreabertos do Uzumaki, escapavam arfadas e suspiros sonoros em reação ao tato na região delicada, Naruto podia identificar o calor frenético que percorria cada centímetro de seu corpo. Suas mãos nunca deixando a nuca morena, ainda meio molhada pelo recente banho, aproveitando que suas pernas continuavam a amarrar seu quadril para erguê-lo e fricciona-lo em direção ao do seu parceiro, buscando contato direto, o homem logo entendeu a dica e levantou-se para pegar o lubrificante, o que provocou um gemido de frustração no bronzeado, o corvo deu-lhe um sorriso presunçoso, regressando com o objeto em mãos, espalhando o líquido em seu membro sem pudor ou constrangimento, os joelhos sobre o colchão. 

 

Naruto permaneceu escutando a sonoridade se sua própria respiração, hipnotizado pela visão à sua frente, desesperado para fundir-se ao outro. O beijo foi retomado, mais intenso e igualitário do que antes, um impulso foi sentido, a penetração finalmente alcançada, lenta e longamente deliciosa, preenchendo toda a extensão, deslizando para dentro e fora do indivíduo de olhos azuis numa dança sensual e ritmista. O loiro contraiu seu interior, proporcionando um deite hediondo as duas figuras, além de um rosnado do Uchiha. Não delongou muito para que a velocidade de seus movimentos elevasse de certa maneira, subindo e descendo seu quadril para que ele fosse cada vez mais fundo dentro de si. A melodia da conexão de seus corpos proferindo os sentimentos por eles, a boca não controlando as arfadas que precediam a alguns gemidos involuntários, os amantes fazendo questão de fitarem um ao outro. O ápice estava próximo, as íris azuis escuras de desejo, o Uzumaki sabia que Sasuke estava quase lá também . — Goza para mim, baby. - Disse o mais velho para Naruto, sua voz rouca de excitação, sabendo o que o apelido reservado especialmente para ele, afetava o loiro. O efeito foi praticamente instantâneo, o Hokage gozou proferindo o nome do outro, arranhando as costas do amado, poucas estocadas mais tarde, o corvo foi empurrado à beira do abismo também. 

 

Os ninjas encontravam-se ofegantes e corados pelo esforço proporcionado, não separando seus corpos, sem necessidade de nenhuma palavra a ser trocada. Num silêncio confortável, ficaram presos, e fora especialmente importante para cada um. Sem saber quanto tempo estavam entorpecidos naquela bolha de emoções, porém alguns longos minutos depois, Naruto aproximou-se vagarosamente, fechando seus próprios olhos a fim de gentilmente dar selinho em sua boca. - Eu te amo. - Disse o loiro. Ele sabia que o Uchiha não era uma pessoa de muitas palavras, por isso, soube que essa era a forma de o mesmo expressar, com ações, o que sentia. Quando faziam amor, ficava cada vez mais nítido o quanto Sasuke o amava, e o mesmo se aplicava a Naruto em forma de carinho, abraços e cuidados. Eles sempre se protegeram, e, neste momento, não seria diferente, amariam seu filho e o defenderiam de todo mal que tentasse persegui-lo. — Eu também te amo, vocês dois. - Respondeu Sasuke. - Pondo a mão em seu ventre.


Notas Finais


Até a próxima! 😘
#vacinasim


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