História Nossa História - Mad Archer - Capítulo 17


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Alice, Capitão Killian "Gancho" Jones, Elsa, Fa Mulan, Lilith "Lily" Page, Malévola, Mérida, Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Roland, Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Mad Archer
Visualizações 116
Palavras 2.245
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Iae galera, tudo beleza? Não demorou tanto dessa vez né? Enfim, aqui está mais um capítulo e espero que vocês gostem, por quer reescrever essa cena foi muio emocionante. Porque simplesmente amo esse casal, acho as duas incríveis e achei que a história delas não foi bem aproveitada, mas, deixando de enrolar. Boa leitura

Capítulo 17 - Tower Girl


Fanfic / Fanfiction Nossa História - Mad Archer - Capítulo 17 - Tower Girl



Abro os meus olhos sentindo meu corpo doer em vários lugares, mas principalmente no meu abdômen e me sento ainda sentindo dor. Minha cabeça estava doendo muito e tudo ainda estava confuso, não fazia a menor idéia de onde estava. Lembranças recentes invadem a minha mente e me levanto de supetão, mas me arrependo disso no momento que caio no chão devido a dor que tinha se instalado em meu corpo pelo movimento brusco que tinha feito, sinto alguém segurar no meu ombro e me afastava de forma rápida, fazendo mais uma vez o meu corpo reclama devido a dor.

Ei calma, não vou te machucar pelo contrário estou aqui para ajudar - Estranhamente aquele homem a minha frente parecia familiar - Você tem muitos ferimentos pelo corpo, me desculpe por não ter sido forte o suficiente para ajudá-la.

Olho para aquele homem que tinha uma expressão culpada e triste, não sabia dizer o porque de ele está assim. A culpa não era dele, no entanto, mesmo não conhecendo aquele homem sentia que podia confiar nele e me levanto sentindo meu corpo reclamar, tento dar somente um passo, mas acabo tropeçando mais antes de sentir o impacto contra o chão, o moço me segurava impedindo que eu caisse.

Quem é você? - Ele não me responde e isso de alguma forma me deixava impaciente - Vai me dizer ou não?

Desculpa, mas não posso. Eu queria poder dizer mais não posso - Vejo seu sorriso melancólico e ver aquilo me dava um aperto no coração.

Pode pelo menos me levar até onde minha família está? - Noto agora que estávamos em um hospital, mas não era qualquer hospital. Era do meu lar, StoryBrooke - Por favor eu preciso ver minha família.

Isso dependerá de você - Fico confusa enquanto me afastava daquele homem e me apoio na parede - Calma, não pode fazer movimentos bruscos.

Calma? Você quer que eu tenha calma - Minha voz tinha saído quase como um grito e respiro fundo tentando me acalmar - Você não está respondendo minhas perguntas e não deixa eu ver minha família.

Entenda Robin, isso depende de você e somente você - Sua voz era autoritária mais ao mesmo tempo carinhosa, era como se eu tivesse levando uma bronca do Graham, a bronca de um pai - Pense garota, sua mente está confusa. Você precisa entender o que está acontecendo.

Fecho os meus olhos me forçando a lembra dos últimos acontecimentos a única coisa que estava nítida era que tinha derrotado Madame Min e estava indo até Alice, foi quando....abro meus olhos de vez lembrando que a bruxa tinha me atravessado com a espada. Coloco as mãos no abdômen procurando o corte, mas não acho e olho confusa para o homem, noto que não conseguia ouvir barulho de nada no hospital e com um pouco de dificuldade saia do quarto. Olho em volta o corredor de paradas brancas, estava vazio o lugar simplesmente não tinha ninguém além de mim e aquele homem misterioso, desvio meu olhar para ele que estava novamente com a expressão melancólica, sinto meus olhos se encherem de lágrimas enquanto a verdade me atingia.

Eu tô morta? - Estava com muito medo da resposta ser positiva e respiro fundo enquanto voltava me sentar no chão.

Não, ainda não - Escuto ele suspirar e vejo ele se sentar ao meu lado - Robin, você tem uma chance que poucos tem. De decidir o que vai acontecer agora, está nas suas mãos, se você não acordou é por quer alguma parte de você quer ir.

Fecho meus olhos deixando as lágrimas escaparem, aconteceu tanta coisa de ruim que as vezes só pensava em jogar tudo para o alto, ainda doía de várias formas no meu ser. A humilhação, a torturar, a impotência, o desespero, mas o que doía mais era a saudades, não se passou um dia que eu não pensasse no meu irmão, Alice, Bea, Tia Regina, Mamãe, Graham, Evil Queen, Drizella. Sentia saudades da minha família e apesar da dor, não podia desistir por causa disso, eu queria voltar.

Eu quero voltar, preciso ver minha família e meus filhos não vão crescer sem a mãe - Falo com convicção enquanto olhava para aquele que estranho que sorria de forma alegre.

Então vamos, você tem uma longa estrada para percorrer antes de voltar - Vejo ele se levanta e me ajudar a fazer o mesmo.

Que estrada? A onde vamos? - Fico bastante confusa.

Suas lembranças Robin, você tem que achar uma porta que está em algum lugar nas suas lembranças. E quando você atravessar essa porta, você estará em casa - O homem sorria de forma alegre e acabo sendo contagiada por sua alegria.

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Como a Floresta Encatada foi parar no armário de vassouras do hospital?

Ainda estava tentando entender como isso era possível de acontecer, parecia que estava em dos filmes de Harry Potter que a propósito são bons, mas não superam os livros. Suspiro, Harry Potter me lembrava tardes calmas, que me lembrava Alice lendo um livro e me contando a história animada após terminar. Mas, teve uma tarde em especial que supera todas as outras e esse estava na lista de melhores momentos da minha vida.

O que temos que encontra aqui mesmo? - Olho para o moço que andava ao meu lado, seu rosto estava tranquilo e sereno como se realmente ele só estivesse caminhando numa tarde ensolarada na Floresta Encatada - Se não pode me dizer seu nome ao menos me diga como devo te chamar ou você prefere moço.

Escuto ele rir e tento realmente entender o humor desse homem, antes ele me olhava de forma triste e melancólica, agora me olhava com carinho e orgulhoso. Sabia que já o tinha visto uma vez, mas minha cabeça não queria colaborar comigo.

Sean, me chame de Sean. Quanto ao que temos que encontrar; eu não sei, é a sua mente Robin, suas lembranças. Eu não estou te guiando, você é que está me mostrando o caminho - Não existe ser humano mais confuso do que eu hoje.

Eu não sei a onde ir - Isso era muito frustrante.

Passo a mão no rosto como isso fosse tirar meu cansaço, mas estava cada vez mais difícil em sair do meu estado semi morto de acordo com o Sean, estava no hospital em coma já por três dias. E quanto mais tempo passava, mais eu iria perder as esperanças, não estava lutando contra um inimigo como Gothel ou Madame Min, estava lutando contra algo mais poderoso e com certeza impossível de matar.

Não mexa-se, espiã.

Arregalo os olhos vendo a mim mesma apontado uma flecha no rosto da Alice e sorrio, apesar de ter sido uma situação tensa foi quando começou. Foi o dia em que Alice me ensinou que Robin Hood era mais do que ser alguém legal, assumir o manto do meu pai vinha com responsabilidades de salvar e proteger aqueles que são oprimidos, é ser humilde e protetor com as pessoas. Vejo Alice correr na direção que estava a armadilha e começo a correr acompanhando as duas.

Robin corria atrás da garota loira que ela acreditava ser uma espiã da Driezella, e a arqueira sorrir quando sua armadilha funciona e a Mills parava em frente a garota que estava presa em uma jaula feita de madeira.

Quem é você? Quem te enviou? - Robin já estava preparada para tirar outra flecha da aljava.

Ninguém me enviou, eu apenas... - Alice suspirava de forma curta logo respondendo de forma rápida - Queria ver meu pai.

Então porque estava escondida? - Robin sabia da história do Nook e de sua filha, no entanto, a arqueira precisava confirmar que realmente era Alice.

Por causa... - Novamente aquela pausa para um suspiro, mas dessa vez com uma expressão culpada e triste - O coração dele está envenenado. Se eu chegar perto ele morre.

Robin finalmente afrouxava seu aperto na flecha e abaixava suas mãos, era ela. Alice filha do capitão gancho e apesar da situação, Robin não pode negar que se sentia atraída por aqueles olhos azuis que a cativaram dês do início.

Você é Alice - Não era uma pergunta - Filha do Nook.

Nook - Alice claramente estava confusa enquanto segurava nas barras feitas de madeira de bambo.

"Novo com gancho".... é coisa da minha mãe - Robin tentava explicar até que a mesma suspirar enquanto deixava isso pra lá - Quer saber? Não interessa - Robin sorria de canto enquanto olhava para Alice - Então você é a Garota da Torre.

Alice se afasta das grandes enquanto se sentia incomodada a ouvir a garota falando da Torre, Jones ainda se sentia pressa a aquele lugar e lembra esse fato que esteve realmente lá, era desconcertante.

Sai daquela torre anos atrás - O semblante de Alice estava um pouco sério.

Eu ouvi - Robin respondia de forma rápida e falava de forma confusa - Pensei que ficou no País das Maravilhas procurando a cura para o seu pai.

Eles deixaram, mas... - Alice abaixa a cabeça por alguns minutos respondendo de forma baixa, logo após de levanta o rosto para observar a garota que era desconhecida por si - Eu falhei.

Sinto muito - Robin vendo a expressão triste e abatida de Alice, fazia ela se sentir na obrigação de tentar fazê-la feliz. No entanto, a Mills ignora essa sensação, ela acabou de conhece a garota - Sei que ele sente sua falta.

Como conhece meu pai? - A duvida era visível no rosto da aventureira.

Sou parte do time. Você sabe, minha mãe e tia, seu pai....- Robin sorria levemente, já que ela não se sentia parte do time - Um monte de outras pessoas. Eu não sei ao certo - Um suspiro longo era ouvido de Robin, e Alice percebeu que ela não se sentia parte daquilo tudo como se algo tivesse faltando e arqueira ainda estava procurando - Sou nova aqui. Chamo-me Robin.

"Nova Robin" - Alice olhava pra cima pensativa, ela tinha escutado lendas de um antigo Robin Hood - Então, Nobin.

Não me chame assim - Robin tinha achado aquilo tosco e nem um pouco legal, mal sabia ela que o destino le aguardava.

Se papai é "Nook", você é "Nobin", não? - Alice falava aquilo de forma animada enquanto segurava o sorriso.

É diferente - A arqueira estava qurendo fazer a garota mudar de idéia sobre isso.

Como? - A arqueira estava desviando o olhar tentando paracer séria.

Não é legal, está bem? - Robin tentava explicar da forma menos grosseira para Alice não chama-lá assim.

Legal? - Novamente aquela expressão confusa que Robin não podia negar, era adorável - Por que quer ser "legal"?

Você não saiu muito desde a torre, não é? - Era difícil Robin explicar isso para Alice, já a aventureira achava aquilo ridículo. Qual a é diversão em ser legal?

Estive em muitos lugares. E essa jaula? É o que menos gostei em todos os reinos - Alice simplesmente queria sair daquele lugar, aquilo parecia uma torre em versão menor - Então, que tal me deixar sair... - Alice olhava para as iris verdes de Robin e acaba desviando o olhar para o lado um pouco sem jeito - Nobin?

Só se parar de me chamar assim - Lá no fundo Robin sabia que Alice só estava a provocando e de certa forma ela gostou.

Alice no entanto ficava calada inclinada a cabeça um pouco para o lado, ela não tinha aceitado a condição, pelo contrário, ela continuará a chamando de Nobin. E aquele simples apelido se tornou algo só dela, algo que só ela tinha direito de chama-lá assim, a arqueira anda até uma alavanca escondida por algumas plantas e puxava fazendo a jaula se erguida, libertando Alice. Jones logo após se libertada andava até Robin com um pequeno sorriso.

Obrigada, Nobin.

Robin inclinava a cabeça para o lado um pouco inconformada, mas com um sorriso de canto quase impercetível. E mais uma vez, a arqueira se percebia admirando aqueles olhos azuis como o céu e em alguns casos, o mar. Ambas são interrompidas após escutar um som que para Robin é monstruoso, já para Alice era um grito de um amigo.

É ele, esse é o monstro - Robin ficava animada, porque era uma chance de ela provar as outros que era a melhor - Estou caçando-o há dias.

Espere, espere - Alice tentava tranquilizar a arqueira para ela não machucar seu amigo - Conheço esse som, não é um monstro. É um amigo.

Seu amigo está atormentando vilas - Robin falava de forma rude - E eu tenho uma flecha com o nome dele nela - Robin olhava por cima do ombro e sorria de canto - Nós vemos por aí, Garota da Torre.

Alice estava confusa olhando para Robin que já tinha começado a correr na direção de onde tinha vindo o chamado do Troll.

Espere, não pode atirar nele - Alice ficava indignada com atitude da arqueira que só ignora e conrinua correndo - PARE.

Alice grita começando a correr atrás de Robin para impedi-lá de machucar seu amigo e companheiro de aventureiras.

.................

Robin tinha visto tudo aquilo como se ela mesma tivesse recriando esse momento, o momento que olhos azuis a cativaram. Sean estava ao lado da garota observando sua história com um sorriso, ele estava feliz por ela, por encontar seu True Love.

Vamos continuar garota, ainda não achamos a porta. E sua garota precisa de você - Robin corava com o comentário o que era estranho, já que vazia tempos que comentários assim não afetavam.

O moreno só começava a rir enquanto via a expressão envergonhada da mais nova e Robin o seguia só querendo esquecer desse fato. E com um objetivo em mente, de volta para sua Tower Girl.



Continua............


Notas Finais


Acho que todo mundo já suspeita de quem seja a pessoa que está ajudando a Robin, não é? Gostaria da opinião de vocês sobre a história, e muito obrigada pra quem tá acompanhado a história e quem comenta, não sabe como isso motiva a continuar à história. Até o próximo capítulo pessoal 😁😊


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