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História Nossa História! - Capítulo 16


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Notas do Autor


Boa Leitura

Capítulo 16 - Capítulo 16


              "Simon Ronda"

_Não posso perder você, Âmbar_disse pela milésima vez desde que a Mia decidiu aceitar apenas sexo.

Aquela vadia saiu toda feliz por saber que deixou a minha garota chateada.

_Você vai se vender?_ouvindo ela falar assim parece que sou algum garoto de programa, nada contra a profissão, só que não é algo que eu aceitaria ser.

_Eu não estou me vendendo_me defendir, ela soltou um suspiro fraco e ficou em silêncio.

Não dizíamos uma palavra, o silêncio estava acabando comigo, queria que ela apenas dissesse um "a" ou quem sabe me xingar?

Por que ela não aceita que só estou fazendo isso pensando no seu bem-estar?

_Podemos entrar?_eram os meus pais que estavam entrando, nem sabia que eles iriam vir.

_Vocês estavam discutindo?_a minha mãe cochichou e eu fiz que não com a cabeça_Tudo bem, Âmbar?

_O que você acha, titia?_a Âmbar disse soando sarcástica, olhei para minha mãe que não demonstrava nenhuma reação.

_A língua afiada pelo visto continua igualzinha_o meu pai resmungou, segurei a risada ao olhar pra cara da Âmbar.

_Você vai dá a sua fortuna pra Mia?_a minha mãe questionou, engolir seco quando a Âmbar me olhou.

_O Simon vai transar com a Mia e em troca ela doa o sangue_a Âmbar soltou o veneno, os meus pais me olharam espantados. 

_Porra! Você vai transar com aquela velha?_o meu pai segurava a risada, se calou quando a minha mãe o repreendeu com o olhar.

_Eu não vou deixar que a Âmbar morra_disse e os dois não disseram que são contra ou a favor.

_Como é a minha mãe?_a Âmbar olhava para os meus pais que ficaram surpresos com a pergunta.

_Não convivi muito tempo com ela...Mas o pouco que conheci ela não era uma pessoa boa_a minha mãe disse calmamente, ela parecia não querer que a Âmbar tivesse uma informação ruim da mãe.

_Você não disse isso, Vale_o meu  pai repreendia a minha mãe.

_O que você quer que eu diga?_o meu pai bufou irritado.

_A Emma e eu eramos casados, como pode imaginar. Ela me traiu com Deus e o mundo_o meu pai vai fazer a caveira da Emma_Sumiu no mundo quando a Luz era só um bebê...Anos depois ela apareceu ao lado do seu pai, eles sequestraram a Vale e a Emma se passou pela Vale, foram meses sem saber onde estava a minha mulher. Depois de meses descobrimos, pegamos os dois, o Marcos foi morto por mim, obviamente. E a Emma foi levada para um manicômio...Lá você nasceu e quando soubemos você já tinha sido levada pra Londres, e o resto da história já pode imaginar.

Depois do meu pai contar tudo e mais um pouco a Âmbar não disse nada, ela olhava pra cada um de nós.

_Não te culpamos pelo que seus pais fizeram ou deixaram de fazer_a minha mãe quebrou o silêncio, a Âmbar usou toda força que tinha e soltou uma risada.

_Não me culpam? Essa é boa. Pelo que eu me lembre não foi bem isso que aconteceu, não é, Simon?_a Âmbar me lançou um olhar acusador.  

_Não culpe a minha família, eles te adoram e não te acusaram...

_Que eu me lembre os seus pais que não disseram nada, mas não posso dizer o mesmo de alguns dos seus irmãos, não é mesmo?_soltei um suspiro. 

_Eles se arrependeram, as minhas irmãs te adoram, vocês são melhores amigas.

_Éramos_ela destacou_Não quero está próxima de ninguém da sua família e muito menos perto de você_ela me encarou friamente.

_Somos sua...

_Minha família o encambau_ela cortou a minha mãe_Os meus filhos são a minha família e ninguém mais.

_Somos casados_ela rolou os olhos.

Sabia perfeitamente que mesmo sabendo que somos casados ela não quer nada comigo.

Olhei para os meus pais e pedi pra eles me deixarem a sós com a Âmbar, eles imediatamente saíram. 

_É melhor ir embora. A Mia deve está espera, sabia que é feio deixar uma cliente esperando?_travei o maxilar, sabia que ela estava querendo que eu fique grilado. 

_Eu vou fazer o que for preciso pra que você fique bem, entendeu?_a encarei seriamente. 

_Isso se chama culpa, sabia?

_Eu te salvaria estando ou não estando com culpa. Eu amo você, Âmbar.

_Eu não amo você, Ronda_passei a mão pelo meu rosto, eu a olhei uma ultima vez antes de sair batendo a porta.

Encontrei o pessoal na recepção do hospital, as crianças estavam na lanchonete, o meu pai me chamou no canto e fui até ele, imaginando o que ele iria dizer.

_Você vai mesmo ficar com aquela mulher?_sabia que esse seria o motivo da conversa.

_Claro que sim, pai_afirmei, ele só coçou a nuca.

_Eu no seu lugar faria a mesma coisa pra salvar quem eu amo_confesso que isso não me deixou surpreso.

_Cuida das crianças. Daqui a pouco você os leva pra casa_ele concordou, sair do hospital.

_Aceitou ou não?_segurei firme a porta do meu carro, me virei e encarei a Mia.

_Você quer sexo, não é?_ela balançou a cabeça em afirmação_Eu aceito a sua chantagem.

_Sabia que não ia recusar_ela sorria vitoriosa.

_É a vida da Âmbar que esta em jogo_disse e ela deu de ombros_Vai ser agora?

_Pra quem não queria você está bem animadinho_soltei uma risada debochada.

_Só quero que a Âmbar fique bem o mais rápido possível.

_Podemos ir agora mesmo_virei a cara quando ela tentou beijar a minha boca

_Na minha boca você não vai encostar_rosnei_É só sexo, lembre-se disto_ela deu de ombros, dando a volta e entrando no meu carro, respirei fundo pra não cometer uma loucura.

_Tem algum lugar em mente?_ela questionou quando dei a partida no carro.

_Em uma beira de estrada ou no pior motel do país_ela soltou uma gargalhada. 

_Vamos para o hotel em que estou hospedada_ela deu as cordenadas, só quero que esse dia acabe logo.

O meu pai sempre me ensinou a ser gentil com as mulheres, mas com essa daí eu vou ser o pior tipo de homem.

_Enfim chegamos_ela disse entrando em seu quarto de hotel, não é luxuoso, é um dos mais simples que já vir.

Rolei os meus olhos enquanto ela colocou uma música para tocar, ria internamente ao vê-la dançando, eu nem sequer me interessava em olhar.

_É melhor acabar com essa palhaçada_eu disse de uma vez, ela apenas sorriu e veio desfilando até a mim.

Eu devo ter jogado pedra em um mendigo, outra coisa não foi pra eu que possa está pagando tão alto por isso. 

Ela sorriu maliciosa, passando a mão pelo meu pau, esfregando por cima da calça jeans, tentei impedir, mas ela jogou na minha cara que ela estaria no comando, deixei pra que eu não me arrependa depois com graves consequências.

Não me mexia enquanto ela arrancava a minha camisa, eu a amaldiçoava de todas as formas possíveis, ela se divertia as minhas custas.

_Não está se divertindo?_ela sorriu, lhe lancei um olhar mortal, ela arrancou os meus sapatos, meu cinto e logo depois a minha calça, me deixando apenas de cueca e meia.

Ela então se ajoelhou a minha frente, em um movimento rápido ela tirou o meu pau pra fora, fiquei de braços cruzados, me mastubou, logo depois colocou o meu pau em sua boca e começou a chupar.

Me segurava pra não grunhi de dor quando ela apertava forte pra machucar, ignorei a dor, não ia dá esse gostinho a ela.

Puxei o cabelo dela com força, queria mesmo que doesse, empurrei a cabeça dela com força, fazendo-a engolir com força a ponto de engasgar, ela se engasgou mas continuava, ela sabia o que eu estava fazendo e queria me irritar, pois não reclamava.

Não dava pra segurar por muito tempo, gozei, ela não queria engolir, segurei com força a cabeça e fiz ela engolir todo meu esperma.

O ódio por ela era tanto que eu queria mais que tudo que ela morresse depois que doasse o sangue.

_Você me machucou_ela se levantou e eu dei de ombros.

_Aguente as consequências. E que fique bem claro que foi consensual_deixei claro e ela me encarou friamente.

_Tudo bem, Garoto_ela balançou a cabeça, esperei ela tirar toda roupa, ficando completamente nua.

A empurrei com agressividade na cama, soltei uma risada quando ela bateu a cabeça na cabeceira da cama

_Você está muito raivoso pro meu gosto_ela afirmou

_Por que será?_me fiz de desentendido. 

Peguei um preservativo no bolso da minha calça, o Josh que me deu, não transo desde que terminei com a Emília e nunca iria aceitar um preservativo da Mia.

Vai que ela fure e tenha alguma doença?

Assim que sair daqui iremos para o hospital e lá mesmo eu faço os exames de sangue e ainda peço um coquietel retroviral.

Coloquei a camisinha no meu membro, respirei fundo me aproximando da cama.

_A Âmbar deve está se roendo de raiva, não é?_juntei toda raiva que eu tinha e entrei nela de uma vez, ela pedia que eu batesse em sua cara.

A vontade de bater era grande, pra que ela pagasse todo mal que estava fazendo, mas não sou otário, vai que ela me acuse de agressão?

Parecia ser coisa de outro mundo, mas o cheiro dela me causava raiva e asco.

Eu metia forte e duro, usando toda raiva que sinto e sempre vou sentir por ela.

Ela parecia sentir dor.

Isso foi o estopim para que eu fosse cada vez mais forte e rápido, não me aguentei e enfiei três dedos.

Ela gritava de dor, queria parar a qualquer custo e eu não a obdecia, o ódio estava tomando conta do meu corpo.

Depois de mais algumas estocadas eu cheguei ao meu limite, sair de dentro dela, tirando o preservativo e jorrando meu esperma na sua cara, de propósito mirei em seus cabelos.

_Isso é o que você merece_eu disse, me levantando da cama, ela ficou lá, estirada na cama e me lançando olhares raivosos.

_Você é um monstro_ela esbravejou, eu dei de ombros.

Me limpei no banheiro e vestir a minha roupa o mais depressa possível, voltei novamente para o quarto e a Mia continuava do mesmo jeito.

Me amaldiçoando de tudo quanto é nome, ela se levantou.

_É melhor irmos para o hospital_ela não me respondeu, foi em direção ao banheiro, escutei barulho da água caindo.

Peguei meu celular do bolso e enviei mensagem para o médico da Âmbar preparar tudo para que ela recebesse transfusão sanguínea.

Também enviei mensagem no grupo da família e no grupo dos meus amigos, liguei para falar com os meus filhos, mas eles não quiserem falar nada, a mesma coisa aconteceu com a Âmbar. 

_Tá feliz?_a Mia ficou de costas pra mim.

_Estou feliz por saber que irei salvar a Âmbar_respondir, ela foi rápida, não conseguir impedir que ela borrifasse algo na minha cara.

_A Âmbarzita vai morrer_não conseguia enxergar nitidamente, fui cambaleando aos poucos, vir um vulto passar ao meu lado e escutei o barulho da porta ser fechada com força.

Sabia que era a vadia indo embora e me deixando, completamente inconsciente.



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