1. Spirit Fanfics >
  2. Nossa História de Amor >
  3. A noite apenas começou.

História Nossa História de Amor - Capítulo 11


Escrita por: DaikiUnravel

Notas do Autor


Então galera, eu devo muitas desculpas a vocês, passei 5 meses sem atualizar a fanfic, eu tive alguns B.O de faculdade para resolver, estou no ultimo semestre do curso então não tenho tanto tempo livre, e também esse capítulo nao saia do jeito que eu queria, eu reescrevi ele diversas vezes até achar aceitável postar, peço desculpas novamente e espero que gostem.

Esse capítulo é pelo ponto de vista do Percy.

Capítulo 11 - A noite apenas começou.


Capítulo 11: A noite apenas começou.

— E então? – eu estava conversando com Paul na cozinha.

Já era sexta-feira, e no final de semana passado eu tinha levado Annie junto com minha família para Montauk, a minha intenção era voltar lá nesse final de semana, mas dessa vez a ideia era ir somente eu e Annabeth, e nesse momento eu estava tentando convencer Paul a me emprestar o carro durante o final de semana.

— Olha Percy... – ele olhava longe tentando desconversar.

— Veja bem, Paul, se você me emprestar o carro eu vou ficar fora de casa por duas noites e três dias, não acha que é um tempo bom para ficar com minha mãe sem um adolescente perambulando pela casa? – questionei.

— Feito – ele me entregou as chaves do carro.

Quando eu falei dos benefícios para Paul, ele me entregou as chaves tão rápido que eu até fiquei levemente desconsertado, realmente adolescentes atrapalham demais, principalmente um casal de recém-casados.

— Paul, você viu minha agenda de rascunho? – minha mãe indagou entrando na cozinha.

Ela usava suas roupas comuns de ficar em casa, o que se resumia a um vestido leve. Ela olhou em minhas mãos a chave do carro de Paul, e sua expressão congelou num sorriso frio.

— Posso saber o que vocês garotos estavam conversando? – não foi uma pergunta, eu e Paul sabíamos disso.

— Estou apenas emprestando o carro para ele ir a Montauk – Paul respondeu normalmente.

Minha mãe suspirou e não falou nada, ela não estava nervosa, no máximo aflita, afinal eu ainda era seu querido (e até o momento) único filho, então ela ainda tinha receio de me deixar fazer longas viagens como por exemplo: Montauk, Las Vegas, São Francisco, Novo México etc.

Depois de um tempo recebi uma mensagem de Íris de Annie dizendo que estava pronta para que eu fosse a buscar, seja lá aonde eu estivesse indo. Subi para meu quarto e peguei uma pequena mala que já havia preparado com antecedência, assim que passei pela sala onde minha mãe e seu marido assistiam um filme qualquer, eu fui chamado por ela.

— Percy, só tenha uma coisa em mente... – ela falou em tom sério e senti minha coluna empertigar-se – use proteção, eu sou nova demais para ser avó.

Ela apenas disse isso, eu senti meu rosto esquentar como se eu estivesse na caldeira do Monte Etna, ou Monte Santa Helena. A atenção de minha mãe se voltou para o filme, e Paul como um ótimo padrasto apenas gargalhou e eu fechei a porta muito envergonhado

Desci para o estacionamento e entrei no carro, ajustei os retrovisores e liguei o carro, conduzi até o portão da escola de Annie.

Depois de um tempo que eu cheguei no portão, Annie sendo acompanhada de suas amigas, sendo uma delas semideusa e a outra uma mortal, quando Annabeth me viu e sorriu eu soube que meu dia já estava ganho, quer dizer, quem em sã consciência não se sente melhor no fim do dia ao ver o sorriso da pessoa amada?

— Oi Percy – ela me cumprimentou com um selinho.

— Como foi a semana? – perguntei e ela rapidamente escondeu as mãos.

— Mesma coisa de sempre, matérias e mais matérias chatas – ela respondeu.

Eu estranhei, já que Annabeth achar que alguma matéria é chata, é a mesma coisa que assumir que Quíron é o barqueiro do mundo inferior. Eu não falei nada, apenas concordei já que diferente dela, eu realmente achava as matérias um saco.

— Olá Lilá e Natasha – cumprimentei as amigas de Annie.

— Oi Percy – me responderam em uníssono e logo se despediram e saíram.

— Elas vão passar o final de semana na casa de Lilá - disse Annie enquanto entrava no carro.

Annabeth estava linda essa noite, bem ela sempre estava linda para mim, mesmo que acabasse de ter sido jantada na porrada por cinco canadenses, então eu provavelmente não sou tão confiável para essa resposta. Ela usava seus Jeans surrados e uma camiseta do acampamento que não lhe servia e poderia facilmente parecer um vestido bem curto, ou seja, era minha camiseta do acampamento, Stoll’s fazendo escola, ela tinha em suas costas uma pequena mochila, quem sabe o que teria ali dentro?

EM contraste com Annie, eu utilizava uma bermuda praiana ao estilo Poseidon, uma camiseta azul (é obvio) e uma sandália de couro nos pés (sabe aquelas sandálias de velho? Então, elas são muito confortáveis).

— E então, onde estamos indo? – ela me questionou assim que eu entrei no carro e coloquei o cinto de segurança.

— Montauk – respondi simplesmente.

— Só nós dois? – a voz dela tinha uma ponta de ansiedade, eu apenas concordei com a cabeça.

Um sorriso se formou em seu rosto, acho que ela não imaginaria isso quando eu disse para ela preparar roupas para o fim de semana.

— Então, antes de ir direto para lá, vamos passar em um mercado – seu sorriso aumentou e o seu olhar se encheu de expectativa.

— Claro – respondi.

— Mas você não pode sair do carro – ela exigiu com um brilho nos olhos.

— Hein?

— Apenas siga minha estratégia, cabeça de algas – ela disse em uma risada gostosa de se ouvir.

*****

Paramos em frente a um mercado que ficava no caminho de Montauk, assim que paramos ela saiu do carro e ficou dentro do estabelecimento por aproximadamente quarenta minutos, o que para um semideus é uma eternidade.

Quando ela voltou, ela não tinha me dito o que comprou e não me deixou verificar, eu fiquei um pouco ansioso, já que eu pude provar o gosto do inferno da última vez que eu provei a comida dela, não era uma lembrança muito agradável.

É claro, Annabeth sendo ela mesma, durante toda a viagem ela ficou olhando para a tela do notebook que havia ganhado de seu meio irmão, e toda vez que eu perguntava para ela sobre o que ela tanto olhava naquele troço, a resposta era sempre um sonoro: você não precisa saber disso agora.

— Aliás Percy, por que você sumiu durante essa semana? – ela questionou.

— Ah, não foi nada de mais, apenas meu pai requisitou uns serviços meus – respondi normalmente como se não fosse nada, afinal, não era nada demais.

— E não pediu minha ajuda? – Annie se virou para mim com um olhar feroz.

— Bem, não era nada de mais, meu pai pediu ajuda com alguns seres mágicos que acabaram sendo capturados em uma pesca, minha única tarefa foi libertá-los, mas no resto da semana tive que resolver algumas coisas com Blackjack, sério, foi um saco – meu rosto se endureceu em uma carranca e Annabeth sorriu.

Não demorou muito para que chegássemos no meu local preferido no mundo, tudo bem que tem o acampamento meio-sangue e tudo mais, mas digamos que Montauk tem um apego emocional maior para mim. Não tinha nada de diferente desde uma semana atrás, a única diferença era que a lua brilhava no céu, e por Montauk estar ligeiramente afastada da poluição de Nova York, eu conseguia ver bastante estrelas. É, Artémis caprichou na lua de hoje.

O cheiro de maresia impregnou minhas narinas, era incrível como estar perto do mar (o mais limpo que é possível de se achar fora do acampamento meio-sangue) me acalmava, saímos do carro e Annabeth fechou os olhos, apreciando a brisa marítima que batia em seus cabelos singelamente, Annie não tem nenhuma ligação com Poseidon exceto seu relacionamento comigo, mas ela sempre ficava mais bonita perto do mar, ou talvez isso seja favoritismo meu.

— Percy? – ela me chamou segurando meu rosto.

— Hm?

— Você ficou calado por um bom tempo, aconteceu alguma coisa? – ela perguntou meio preocupada.

— Não é nada, eu só estava admirando como você fica linda perto do mar – apenas disse com sinceridade e recebi um beijo, é estranho, geralmente quando sou sincero com Annie eu recebo um soco.

Ela murmurou um “besta” e depois disso me largou, peguei nossas mochilas, mas ela ainda não me deixou ver o que tem nas sacolas do mercado, ela entrou no chalé primeiro comigo em seu encalço, ela mal chegou e já foi direto para cozinha e isso significa problemas.

— Percy, vá la para fora, eu vou cozinhar.

Isso não era um pedido, era uma ordem... que eu prontamente obedeci e sai da residência, eu não sabia o que ela iria cozinhar, mas imagino que nada poderia ser pior do que o guisado possuído que por sinal, não me trazia boas lembranças.

Olhando para o mar, ocasionalmente eu podia ver alguns hipocampos fazendo seus saltos animados, nereidas conversando enquanto caminhavam, entre outras diversas maravilhas mitológicas que os seres humanos comuns não conseguem ver, aliás, olhando para a lua eu pude ver bem de relance a carruagem de Artémis.

Não sei ao certo quanto tempo se passou, já que dormi um pouco.

— Achei que iria dormir aí a noite toda – eu ouvi a voz de Annie ao meu lado.

Ela já havia tomado banho, seus cabelos reluziam a luz da lua e o cheiro de limão inconfundível vinha de seu cabelo.

— E por que não me acordou? – questionei normalmente enquanto deitava minha cabeça em suas pernas.

Ela não disse nada, apenas sorriu e acariciou meus cabelos olhando em direção ao mar. Alguns minutos se passaram até que Annabeth falasse:

— Vamos entrar, a comida está pronta.

Eu a segui em direção a mesa de jantar onde já estavam postos dois pratos com a comida que ela havia preparado, e sua aparência estava boa, um pouco desajeitada, mas nada como o arroz possuído da última vez.

Dessa vez eu estava decidido a não desmaiar, não importaria o quão ruim fosse, ou mesmo que tivesse gosto de morte, eu iria sorrir e dizer que estava uma delícia.

Dei uma bela garfada, e congelei quando coloquei em minha boca, aquilo estava realmente gostoso, não era a melhor coisa que eu já havia provado, mas os temperos estavam em equilíbrio.

— E então? – ela sorriu com a cabeça apoiada nas mãos, ela já havia terminado sua refeição.

— Está muito gosto – respondi dando uma última gafada para terminar a refeição.

Eu pude ver seu rosto se iluminar num sorriso convencido e suas bochechas ganharem um tom avermelhado.

Passado algum tempo depois da janta, resolvemos dar um passeio para aproveitar o luar da noite, falamos sobre nossas constelações favoritas, sobre a repentina vontade de cozinhar dela e mais alguns assuntos triviais.

— Que relaxante – ela murmurou manhosamente.

— O que?

— A brisa marítima, me lembra um certo garoto que tem algas na cabeça – ela suspirou rindo de mim.

— Ah? É assim então? – peguei ela no colo e me joguei no mar.

Graças as habilidades e privilégios de ser um filho de Poseidon, eu apenas precisei controlar as correntes ao invés de nadar, assim que chegamos em certa profundidade eu puxei algo do fundo do oceano e coloquei sobre a cabeça de Annie.

— Agora temos uma filha de Athena, com cabeça de algas, parece até uma mutação marítima de Medusa – comentei me divertindo das reações de raiva da loira.

— Me larga, idiota – ela se debatia tentando me acertar algum soco na cara.

EU a soltei lentamente e manipulei as correntes para que ela boiasse sem fazer esforço, segurei sua mão enquanto olhávamos as estrelas, lentamente Annie foi se acalmando.

— Sabe, eu queria que nossa vida pudesse ser assim a partir de agora – comentei esperando alguma repreensão da loira.

— Eu também – ela disse para minha surpresa e eu soltei uma risada.

— Você? A mesma garota de doze anos que estava ansiosa para uma missão suicida?

— Eu cresci, sabe? Além do mais, eu prefiro estar com você do que em uma missão onde eu possa perder quem eu amo – ela disse sinceramente.

— Profundo, sabe Annie, eu tenho um presente para você – eu disse enquanto ainda boiava.

— Que tipo de presente? – ela perguntou curiosa.

Apenas sorri para ela e juntei meus dedos para fazer um assovio, assim que assoprei nenhum som saiu, afinal não era em uma frequência em que os humanos pudessem escutar. Assim que assoviei, algumas dezenas de metros adiante o mar pareceu se dividir e uma crina se projetou acima do nível da água e pudemos ouvir um relincho animado quando a metade superior de um cavalo foi vista.

— Você se lembra do arco-íris? – perguntei para a loira que olhava maravilhada para o hipocampo.

— Lembro – o hipocampo ia chegando mais perto a cada instante. — Este é meu presente? Um Hipocampo? – ela brincou.

— Obvio que não – eu sorri e acariciei o Arco-Íris enquanto retirava algo que estava na boca dele – Seu presente é esse – entreguei uma pequena concha rosada para ela.

— Que linda – ela suspirou ao pegar a concha.

— Essa foi a recompensa que pedi para meu pai, é uma concha do palácio de Poseidon – eu sorri.

Ela sorriu envergonhada, Annie sempre quis fazer uma excursão para o palácio submarino, mas devido a certas ocorrências, esse sonho ainda não se concretizou, mas parece que ela ficou muito animada com esse simples presente.

— Meu pai disse que é chamada de concha da eternidade, ele disse que para o povo dele é similar a uma aliança de casamento para os humanos, é dito que a cada ciclo de 100 anos ela gera uma pérola – eu sorri e pude ver seu olhar de surpresa ao amarrar a pequena concha ao seu colar do acampamento.

— Então isso significa que você está me pedindo em casamento? – brincou com um belo sorriso.

— No caso quer dizer que já estamos casados de acordo com a lei dos mares – sorri entrando na brincadeira.

Nos despedimos de Arco-Íris e ele relinchou alegremente nadando de volta aos domínios de Poseidon, enquanto eu controlava as correntes para nos levar de volta para a praia.

Usei meus poderes para secar Annie e começamos a andar calmamente em direção ao chalé, brincamos um com o outro e o sorriso nunca abandonou seu rosto, assim que entramos, Annabeth foi para cozinha e voltou rapidamente, nos dirigimos ao quarto de casal que era uma suíte, minha mãe tinha feito questão de pedir isso junto com uma banheira de hidromassagem, assim como também um banho a céu aberto com vista para a praia.

— Venha, vamos tomar um banho – ela me arrastou até um pequeno cômodo onde havia um chuveiro quente para se limpar antes de entrar na banheira com vista para praia.

Eu imediatamente lembrei do sonho que tive na semana passada e senti meu rosto se aquecer, eu estava muito envergonhado, afinal nenhuma mulher havia me visto nu, e pelo que vi Annie também estava corada. Não demorou muito para que já tivéssemos tirado nossas roupas, estávamos completamente nus, porém de costas um para o outro, afinal, é vergonhoso.

Quando nos viramos eu não pude deixar de apreciar a visão do corpo de minha namorada, seus seios médios, corpo esguio e bem equilibrado, pele bronzeada com o rosto levemente corada, ela parecia nesse momento mais como uma princesa do que uma guerreira. E ela me encarava também, quer dizer, encarava uma certa parte do meu corpo e soltou um comentário que parecia inconsciente.

— Realmente você é filho do deus dos cavalos.

Não pude fazer nada além de corar, entramos embaixo do chuveiro e começamos a nos ensaboar, logo que lavamos o sabão de nossos corpos começamos a nos abraçar e nos beijar debaixo do chuveiro.

— Percy – ela gemeu me chamando quando apertei seus seios.

— Vamos para a banheira – sussurrei e ela assentiu.

Eu a peguei como princesa e levei para fora do cômodo e encarei a banheira com vista para o mar, também olhei para o lado oposto e vi a cama de casal, eu não aguentaria esperar mais, e pelo modo como a loira ofegava em meus braços, julguei que também não aguentaria esperar, então me dirigi a cama de casal e a deitei gentilmente enquanto a beijava.

— Não íamos para a banheira? – sussurrou sensualmente no meu ouvido.

— Podemos ir para lá depois, afinal precisaremos de um outro banho, não é mesmo? – questionei com malicia na voz e voltei a beijá-la e massagear seus seios.

Não demorou para que os gemidos preenchessem o local, minhas mãos passeavam pelo corpo definido dela enquanto ela deslizava as mãos pela minhas costas. Comecei a massagear sua intimidade enquanto chupava um de seus mamilos, suas mãos puxavam levemente meu cabelo enquanto gemia. Larguei seu seio e me dirigi a sua orelha.

— Eu te amo – sussurrei mordendo de leve sua orelha sem deixar de massagear.

Em resposta ela deu um gemido e eu sorri, desci vagarosamente até seus seios e depositei um beijo em cada, fazendo uma trilha de beijinhos eu desci minha boca até sua intimidade.

— PER – ela se interrompeu com um gemido quando passei a língua nos lábios de sua vagina.

Com a mão livre eu penetrei um dedo em sua entrada enquanto usava minha língua para estimular seu clitóris. Não demorou muito até que o corpo de Annie começasse a convulsionar e ela relaxar tendo alguns espasmos.

Levantei e fui me deitar ao seu lado, ela olhou ofegante para meu rosto e me beijou apaixonadamente.

— Isso não vai ficar assim, nós apenas começamos – ela sussurrou sensualmente entre o beijo e se dirigiu ao meu membro – isso tudo é para mim? – ela sorriu lascivamente, um rosto que eu nunca imaginei que minha Annie faria.

Ela começou a fazer movimentos de sobe e desce com as mãos em torno de meu membro enquanto sorria, comigo ainda deitado ela dirigiu sua boca até meu pênis e então lambeu da base até a cabeça, nesse momento eu senti um arrepio e ela o colocou na boca, começou a mover lentamente.

Ela era muito habilidosa, sua língua se movia em torno de meu pênis enquanto ela fazia os movimentos com a cabeça, meus gemidos de prazer estavam mais altos do que deveriam e mais ao longe pequenas ondas se formavam no mar, pouco antes de eu chegar ao clímax. Eu estava ofegante enquanto encarava seus olhos cinzas penetrantes, ela estava muito mais sensual do que em qualquer memoria minha.

Eu levei a mão até minha mochila e peguei um pequeno pacote de preservativos que havia comprado e o coloquei em mim, enquanto eu ainda estava de costas para ela, senti seus seios em minhas costas quando ela me abraçou.

— Você ainda quer continuar? – perguntei calmamente ainda muito excitado.

— Eu não faria isso com ninguém além de você – ela murmurou enquanto mordia o lóbulo da minha orelha.

Sem pensar duas vezes me virei e a deitei lentamente na cama enquanto me posicionava entre suas pernas, olhei fixamente para ela e em retorno ela confirmou que sim com a cabeça, com sua confirmação eu a penetrei lentamente enquanto seu interior abraçava meu membro e ela gemia, assim que o coloquei completamente ela me olhou e confirmou novamente com a cabeça, eu abaixei meu rosto e olhei fixamente dentro de seus olhos.

— Eu te amo, Annabeth.

— EU também de amo Percy – ela respondeu e me beijou.

Enquanto nos beijávamos comecei a fazer movimentos de vai e vem com o quadril aumentando lentamente a velocidade, quando nos separamos do beijo seu gemido ficou audível por todo o local, suas feições de prazer faziam com que meu interior se inflamasse ainda mais causando o aumento de velocidade. Senti as paredes de seu interior me apertarem ainda mais, seus gemidos ficavam mais altos e senti ela convulsionar e logo chegamos juntos ao clímax.

Me deitei ao seu lado, estávamos muito ofegantes, ela retirou o preservativo usado do meu membro e me olhou fixamente enquanto dava um nó no mesmo.

— Acho melhor você se hidratar – ela sorriu e foi em direção ao meu ouvido – a noite apenas começou.

Ela sorriu lascivamente enquanto puxava os pacotes de preservativos que estavam em sua mochila, eu senti meu fogo se acender novamente e meu membro ficar ereto.

— Com certeza, a noite só começou – eu rebati sua provocação e me lancei para cima dela.


Notas Finais


Espero que não tenham me abandonado kkkkkk o próximo capítulo vai ser uma continuação desse e escrito em terceira pessoa, me deem um feedback sobre esse hentai.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...