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História Nossa história será contada aos poucos... Até o fim. - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Os sonhos que nós atormentam.


Fanfic / Fanfiction Nossa história será contada aos poucos... Até o fim. - Capítulo 2 - Os sonhos que nós atormentam.

Zero Two. 

Sonhos... São a melhor coisa do mundo, pelo menos é o que dizem. 

Enquanto eu estava sentada no topo de uma árvore, talvez seria eu seria pequena, uma metáfora para minha existência. 

O vento corria forte, isso parecia o outono, ah como era lindo, mas parece que não duraria muito tempo. 

-Lota! Oque está fazendo ai em cima? O Papai solicita sua presença já! 

Eu virei para trás, não vi nada, então decidi virar para frente de novo. 

Quando olhei para o lado, estava um garoto loiro, olhos verdes, um pouco baixinho. 

Suas roupas pareciam meio avançadas, era um tom de vermelho.

O cabelo dele que era bagunçado, se bagunçava ainda mais com o vento que estava em cima daquela árvore.

-Lota não tinha que não me escuta, odeio suas brincadeirinhas.

-Quem é Lota?

-Já não disse que odeio suas brincadeirinhas?

Ele começou a mexer no meu cabelo, depois foi para o topo da minha cabeça.

-Você nunca será pura...

Senti algo pesar em minha cabeça.

-Esses chifres...

Eu começei a ver as coisas meio... Estranhas.

-Você matou várias pessoas... Ainda se acha humana?

Eu acordei!

Foi só um sonho, um sonho bem estranho.

Qual será o nome daquele loiro?

Acho que vi algo preso em seu pescoço, estava escrito... 9’a.

Acho que é algum tipo de metáfora, ou um código

9’a?

Era uma coisa que é voava na minha mente, como se ela estivesse vaga para alguma coisa.

-Acho bom eu me preocupar com outra coisa, tipo o Gaston me irritando para casar-me com ele.

Isso sim era irritante, ou preocupante.

Primeiro fui até um lugarzinho que existia naquela vila, dentro tinha uma mini biblioteca.

Era de lá que eu arranjava os meus livros, e como eu os amava.

-Olá Zero!

O dono daquele lugar era outro amante da leitura, perdendo só para mim né, aliás... Eu sempre estava lendo.

-O que vai querer?

Ele falava gentilmente, era uma boa pessoa.

-Ainda tenho muitos livros em casa, não quero nada por hoje mas... Vim te devolver um, isso sim.

-Ah! Obrigada, você realmente é uma bela pessoa Zero.

-Tenha um bom dia, Mercier. 

-Adeus Mademoiselle! 

Ele é engraçado, muito fofo, mas... Não faz o meu tipo.

-Zero Two, Bonjour, bom dia!

-Bonjour padeiro.

Todos nessa Vila são gentis sabe mas... Sempre me acharão estranha.

-Temos aqui uma garota estranha! Não se compara com as outras!

-Apesar dessa fachada, ela é muito fichada!

Estranha?

Eu sou sim mas...

Prefiro ser estranha, do que burra.

Hiro. 

Sempre tive perguntas que não foram respondidas:

O que tem lá fora? 

Por que não temos nome? 

Por que o Papai não quer que a gente saia?

Meu código é 016, meu nome é Hiro. 

Eu começei a dar nomes para as pessoas, achava divertido. 

Era uma forma de de ocupar a mente.

Eu sempre tive de tomar injeção, era uma forma de vivermos ou seja... Sermos mais resistentes na luta, por mais que o risco de morrer fosse alto. 

Eu corria, corria muito, mais que minhas pernas pudessem aguentar. 

Eu acabei parando, quando vi alguém. 

Vou buscando descartáveis laços, enquanto me desgasto, para poder me libertar. 

Era uma menina. 

Ela tinha a pele vermelha, seu cabelo era rosa claro, e... 

Chifres, belos chifres, eram também vermelhos.

Ela parecia estar machucada, estava sozinha. 

Eu gritei um:

-SAI DA FRENTE! 

Ou será que foi se afasta? Não importa, o importante é... 

Eu joguei uma pedra que quebrou o vidro. 

Ela estava encolhida no canto daquela sala, deveria ter se assustado. 

Eu fui até lá, estendi minha mão. 

De novo...

Era só um sonho, só um sonho.

-Hiro! Acorda Viado!

Zorome deveria ter acordado antes de todo mundo de novo, ele era... Era não, É irritante.

-Para de gritar Zorome!

Pelo menos o Goro estava acordado, mas...

-Cadê o Futoshi?

Eu estava levantando da cama.

-Deve ter ido admirar a Kokoro de novo.

Zorome estava tirando meleca, catarro, catota do nariz.

-Para Zorome.

Mitsuru tinha acabado de acordar.

-A desgraça é sempre minha?

Zorome estava indignado.

-SIM!

Miku saiu entrando no nosso quarto, se alguém estivesse pelado?

-E o Café está pronto!

Miku saiu andando pela casa, ela era assim pois tinha medo de que... Deixa pra lá.

-Fiquei sabendo que teremos uma visita importante!

Zorome dizia pulando de um lado para o outro, tipo macaco quando vê banana.

-Quem?

Mitsuru com sua ignorância de sempre.

-Alguém enviado pelo Papai.

Se foi enviado pelo Papai é realmente importante

-Será outro Parasita?

Mitsuru parecia interessado, diferente de Goro que parecia já saber que não ia dar muito bem, assim como eu.

-Acho meio impossível mandarem outro Parasita – Goro realmente não estava interessado – Papai nunca mandaria um... Deve ser essas pessoas de alta elite.

Alta elite?

O que ao certo seria isso?

-Vão perder o café da manhã!

Ichigo gritava.

-O CAFÉ DA MANHÃ!!

Todos menos o Mitsuru saíram correndo que nem uns doidos, desgovernados.

Mitsuru, e eu.

-Ah? Cadê o café da manhã? – Futoshi tinha acabado de entrar no quarto – ouvi a Ichigo dizer que tinha.

-O café da manhã é lá embaixo – Mais uma vez Mitsuru estava ignorante – não no nosso quarto.

As vezes o Futoshi pede por isso né?

-Hiro! – Era Ichigo - Você não vem?

-Vou sim!

Eu levantei, desci as escadas, e fui até a sala de jantar.

-Como sempre eles – Ikuno falava vendo que os amigos de Hiro não teriam o esperado – Sente-se Hiro não ligue para eles.

-Valeu Ikuno mas... -Eu não pude deixar de notar – Cadê a Kokoro?

-Estou aqui! – a loira de cabelos grandes, e soltos teria acabado de chegar – Estava no Jardim.

-Como esperado – Mitsuru havia se intrometido na conversa – Não demore, sente-se para fazermos a oração.

Ela logo se sentou, e começamos a oração:

-Obrigado meu pai, por isso que está nós dando o que comer, te agradecemos, amém!

Zero Two:

Estava de noite, o vento era um pouco frio, meu vestido levantava sorte que as ruas de estavam vazias.

Ainda está na minha mente: Quem era 9’a?

Quem é Lota?

Quem é esse tal de Papai que ele tanto fala?

Cabelo loiro, e curto. 

O cabelo que se mexia na mesma velocidade dele. 

Olhos verdes, e hipnotizantes. 

Os olhos esverdeados, não tinham brilho, eram vazios, eles vagavam por aquela sala cheia de gente que se dizia guerreiro, sabia que mau aguentavam um arranhão. 

Roupas vermelhas.  

Suas roupas vermelhas, demonstravam que era de Elite alta. 

9'a? 

-9'a, apresenta-se? 

-Com certeza Papai, 9'a ou como preferir, Alpha, o que o senhor deseja? 

Sua voz... Era amarga, sem o mínimo tom de doçura. 

-Acho que não tenho motivos para discordar... 

Lota! 

-Buscarei a Lota para ti, para o senhor. 



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