História Nossa Música - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Fofo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Lésbica, Musica, Musical, Romance, Sequestro, Songfic, Suspense, Tortura
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Palavras 1.603
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Capítulo novo <3
To viajando para variar
Tô em sp na Bienal
Capítulo médio
Amanhã coloco a capa do cap
Boa leitura

//QUALQUER ERRO DE ESCRITA, COMENTE!//

Capítulo 5 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Nossa Música - Capítulo 5 - Capítulo 4

POV’s Alice

A aula acaba e saio da sala acompanhada de Sofia. Logo que passamos pela sala dos professores, Rafael me puxa e Sofia continua andando sem notar que sua melhor amiga havia sumido.

— O que foi? — Pergunto para Rafael.

— Eu estava pensando... – Rafael começou e fiz sinal para ele proseguir. - Eu vou ficar sozinho o dia inteiro, você provavelmente vai ficar naquele tédio de sempre na sua casa e pensei que a gente pudesse sair e dar uns “roles” por aí. — Ele disse com um sorrisinho no rosto que o deixava muito fofo.

— Ok, eu preciso mesmo relaxar, as coisas lá em casa estão caóticas e minha vida está cada vez mais lenta.

— Ótimo, então vamos. — Rafa fala e me puxa para sair da escola e ir para sei lá onde.

POV’s Lara

Eu e Laura ficamos na sala mesmo depois de todo mundo sair, ela disse que precisava terminar um trabalho e eram só três minutos para acabar, mas ela estava demorando demais.

— Ok, quanto tempo mais vai demorar? — Perguntei à Laura enquanto andava de um lado para o outro.

— Só mais uns minutinhos. — Ela disse.

— Argh, mas vai rápido porque eu quero ir embora. — Falo e sento-me na cadeira mais próxima de Laura.

Enquanto esperava a garota terminar de fazer aquele bendito trabalho, fiquei encarando seu rosto e notei traços que nunca havia notado. Laura é linda, ela tem uma pele mais que maravilhosa, tem um corpo belo e tem esses... lábios. Os lábios dela são definitivamente os mais maravilhosos que já vi, e quando ela está nervosa, ela os morde ficando mais linda ainda.

Laura me nota fitando sua boca e passa a língua pela mesma, provavelmente sem perceber. Espera, não acredito que tive esses pensamentos de minha melhor amiga! Argh eu sou uma pessoa horrível, se ela soubesse o que eu estava pensando, ela nunca mais olharia para minha cara.

— Acabei, vamos? — Laura fala. — Eu acho que já está bom, eu nunca fiz um trabalho tão perfeito na verdade. — Ela ri.

— O-Ok, vamos. — Digo e seguimos até fora da escola.

Seguimos indo até passarmos por uma cupcakeria, era a minha preferida quando era menor.

— Laura, vamos aqui, por favor? — Pergunto implorando para a garota, eu parecia uma menininha de sete anos.

— Ok, vem. — Ela falou e abriu a porta para nós.

Nos sentamos em uma mesa de dois e ela pegou um cardápio e eu o outro. Encarei aquelas opções divinas, eu já sabia o que pedir, olhei para Laura e ela também parecia decidida. Olhei para o garçom mais próximo e fiz um sinal para ele vir nos atender.

— Bom dia, o que desejam? — O homem perguntou.

— Eu vou querer um cupcake de red velvet e um cappuccino sem açúcar e bem amargo. – Falo ao rapaz.

— Certo, e você senhorita? — O homem se dirige à Laura.

— Eu vou querer um cupcake de banana e nozes, um café cortado e uma porção de pão de queijo. — Laura fala.

— Ok, o pedido de vocês fica pronto em dez minutos. — O homem falou e foi embora.

— E aí, tudo bem? — Laura disse com um sorriso enorme no rosto.

— Sim, por que não estaria? — Perguntei a ela.

— Você estava meio estranha enquanto eu fazia o trabalho.

— C-Como assim estranha? — Gaguejo.

— Você estava estranha ué, encarava o nada, depois a mim, depois olhava para os seus pés e depois colocava a cabeça entre as mãos. Você parecia perdida. — Ela disse.

— Relaxa amiga, está tudo bem. — Falo firme.

— Se você diz.

Ficamos ali conversando até mais ou menos cinco horas da tarde.

POV’s Rafael

Olho para a cafeteria preferida minha e de Alice.

— Ali? — Alice pergunta apontando para a cafeteria e com um sorriso lindo no rosto. — É para ali onde nós vamos, não é? Eu amo aquele lugar.

— Eu sei. — Disse enquanto andava. — Por isso que vamos ali.

Chegamos no local e eram quase quatro da tarde, infelizmente a escola toma muito tempo nosso. Ficamos na escola desde às sete e meia da manhã até as três e meia da tarde e isso é muito cansativo. Nos sentamos e nos olhamos.

— O que você vai querer? — Alice me perguntou.

— Eu vou pedir um Macchiato, eu acho. E você?

— Um Mocha. – Ela fala.

— Ok, legal.

Chamo a mulher que acabara de atender um casal e ela veio nos atender, fizemos nossos pedidos que chegaram rapidamente, aliás, a cafeteria estava vazia praticamente.

— Você está de boa? — Alice me pergunta após tomar um gole de seu Mocha.

— Não, eu preciso te contar um negócio.

— Pode falar. — Ela dá um sorriso lindo.

É agora. ”Alice, eu te amo, você nunca me nota e sempre quando eu vou falar com você, eu acabo desistindo, mas isso acontece há longos cinco anos e eu não aguento mais. Eu não quero ser só mais um cara para você, mais um que você pegou. Eu não sou esses caras que você fica na balada, eu sou diferente, por que eu duvido que esses caras te amem”. Era isso que eu queria falar para ela, mas sabia que não conseguia.

— Deixa. — Falo e suspiro.

— O que? Pode ir desabafando aí.

— Deixa é sério, está tudo bem.

Ela suspira e dá de ombros como se dissesse: “Então tá”.

Terminamos de tomar nossos cafés e saímos dali. No caminho, enquanto eu levava Alice para sua casa, paramos em alguns locais, Alice estava louca para torrar seu dinheiro por que ela comprou roupa que eu nem sabia que existia.

Deixei Alice em casa e voltei para a minha cansado e me sentindo derrotado. Mais uma vez eu não consegui desabafar, falar o que eu sinto para Alice, eu nunca vou conseguir e cada dia mais Alice vai esquecer de mim. Sofia sabe dessa minha paixão, e ela fica falando que eu sou babaca por eu não ficar com ela de uma vez ainda quando posso, pois, daqui a pouco, ela está namorando com um cara qualquer aí da balada. Mas quem Sofia é para falar de mim? Ela nem dá sinal de vida quando está com Gustavo.

Chego em casa, abro a porta e para variar meu pai não está em casa. Subo as escadas correndo e abro meu quarto, ligo o computador e começo a jogar.

POV's Lara

Eu e Laura estavamos indo para sua casa quando ela percebe que eu estou olhando seus lábios lindos novamente.

— Eu estou suja? — Ela pergunta e passa a mão pela sua boca e eu nego com a cabeça envergonhada.

— Você está ótima, eu só estou te olhando. — Digo e coro.

— Ok. — Ela fala e ri no momento em que chegamos na frente de sua casa. — Adeus. — Ela acena e sorri.

— Adeus. — Digo e dou uma olhanda quando ela se vira para seu corpo, mordo os lábios. Ah, porra Lara, para com isso!

POV's Alice

Rafael me deixa em casa, super fofo como sempre e abro a porta de casa me deparando com aquela cena maravilhosa de minha mãe puta me olhando com ódio.

— Onde esteve? Eu te liguei milhões de vezes. — Ela vai em minha direção.

— Eu estava com Rafael e meu celular acabou a bateria. — Digo.

— Ah. — Minha mãe fala. — E estavam fazendo o quê? Onde? Com mais alguém?

— Aff mãe, pare, pois eu não devo nenhuma explicação para a senhora. — Digo subindo degau por degrau.

— Quem você pensa que é para falar assim comigo?! — Ela está realmente muito irritada, fodeu. — Desce já aqui e vem lavar essa louça AGORA!

— Não mãezinha, eu vou subir pro meu quarto, dormir e essa louça você chamar a Maria, nossa empregada, que nem sei porque temos, já que EU faço tudo nessa casa, para lava-la. — Digo subindo rápido a escada e me trancando no quarto, não quero nem ver a cara dela.

— Abra essa porta. — Ela grita e bate na porta, ela repete essa ação umas cinco vezes, me jogo na cama tapando meus ouvidos com o travesseiro e sinto meus olhos marejarem. — Alice, se você não abrir em três segundos, você já sabe. — Ela me ameaça.

— Sim mãezinha, eu sei, mas não estou nem aí. — Digo.

Minha mãe desiste em meia hora e consigo finalmente dormir em paz, mas fico chorando até pegar no sono.

POV's Rafael

Termino de jogar duas partidas e já me canso. Jogo-me em minha cama e fecho os olhos tentando dormir mas não consigo, vou até a cozinha sem tentar fazer muito barulho e tomo um copo d' água. Subo até meu quarto e meu telefone toca, pego o mesmo atendendo sem ver o nome ou número na tela.

— Alô? — Digo para a pessoa do outro lado da linha.

— Oi, e aí, como foi com a Alice? — Sofia perguntava do outro lado da linha. — Você disse que a amava e daí vocês se pegaram?

— Não.

— Não? — Ela pergunta.

— Não. — Nego novamente.

— Como assim? Era seu momento. — Dava para sentir decepção em sua voz.

— Olha, e você e o Gusta? Eu não estou na pior com Alice, porque pelo o que eu sei, ele apenas sabe seu nome porque você participa da banda. — Digo e Sofia fica em silêncio total. — Sofia? — Ouço pequenas fungadas pela linha. — Sofia, me responde porra.

— Vai se fuder Rafael. — Ela disse ríspida e desliga, deu para ouvir tristeza em sua voz.

Deixo o celular ao lado da cama e me sinto um merda. Eu sou um merda. Aff, que merda. Viro-me para o outro lado da cama desligando o abajur e vou consigo dormir.


Notas Finais


Capítulo novo <3
To viajando para variar
Tô em sp na Bienal
Capítulo médio
Amanhã coloco a capa do cap
Obrigado por ler

//QUALQUER ERRO DE ESCRITA, COMENTE!//


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