História Nossa Música - Capítulo 6


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Fofo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Lésbica, Musica, Musical, Romance, Sequestro, Songfic, Suspense, Tortura
Visualizações 16
Palavras 1.450
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura 💜

//QUALQUER ERRO COMENTA ME AVISANDO//

Capítulo 6 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction Nossa Música - Capítulo 6 - Capítulo 5

POV's Sofia

Acordo e vou até o banheiro, abro a porta daquele cômodo e me olho no espelho. Meus olhos estão inchados e minhas mechas castanhas estão bagunçadas. Prendo meu cabelo em um rabo de cavalo e passo uma leve maquiagem para disfarçar. Rafael ontem a noite acabou me lembrando de Gustavo, eu sei que isso é muito dramático, mas não é fácil saber que a pessoa que você mais quer, não quer você (Autora: Nossa como eu entendo a Sofia).

Suspiro e saio do banheiro, abro o armário e pego minha roupa. Após já estar pronta, saio de casa e coloco meus fones de ouvido.

[...]

Bate o sinal para o intervalo e eu e Alice vamos até o refeitório. Chegamos e vou até a fila da cantina. Assim que eu e Alice pegamos nossas comidas, nos sentamos na mesma mesa que Rafael já está sentado com seus fones de ouvido.

— E aí Ruffles? — Alice fala se sentando ao meu lado.

— Porra Alice, quando você vai parar de me chamar assim?! — Rafael diz irritado mas dá para ver uma certa diversão em seu olhar.

— É engraçado ver você putinho por causa de um apelido. — Alice fiz entre gargalhadas, Rafael revira os olhos, mas depois ri junto com Alice.

— Vocês se saíram bem na prova de química que tinham? — Rafael pergunta mordendo sua maçã.

— Sim, e você tinha uma de física, não? — Pergunto e Alice apenas observa tudo.

— Sim, mas eu me fudi, nem estudei mesmo. — O moreno (Autora: Caso você não leu as notas do autor de um dos caps da fic, quando eu digo moreno, é moreno de cabelo, porque apenas o Miguel é moreno de pele na história) responde indiferente.

— Era sobre o... — Eu ia perguntar o assunto da prova, mas meus olhos focam em um menino vindo em nossa direção. Gustavo.

— E aí galera, posso sentar com vocês? — Ele pergunta e Alice e Rafael me encaram.

— S-Sim. — Respondo para Gustavo e ele se senta em minha frente e ao lado de Rafael.

— Enfim, como eu ia dizendo... — Tento voltar a forma. — Qual era o assunto da prova?

— Gustavo pode falar, aliás, nós dois somos do terceiro ano e ambos fizemos a prova. — Rafael me fala e pisca para mim, enquanto o lanço um olhar ameaçador.

— Bem, a prova de física de hoje foi sobre... — Gustavo começou a falar sobre uns assuntos estranhos, aliás eles estavam dois anos acima de mim.

"Porra Sofia, eu consegui fazer ele ter algum assunto com você e você não dá bola?" Rafael gesticula para mim.

"Caralho, o que você quer que eu faça? Sentar no colo dele e beijar o pescoço do Gustavo enquanto ele fala da porra dessa prova?!" Gesticulo discretamente para Rafael, já que os olhos de Gustavo estão em mim e eu estou completamente corada o vendo pelo canto do olho.

"Caralho, só dá bola para ele, ele está te olhando e você fica me olhando! Ele vai pensar que você tem um crush em mim." Rafael gesticula em resposta e vejo que ele tem razão. Volto minha atenção para Gustavo que ainda me olha e meu rosto ruborizada na hora.

— E também tinha umas coisas que eu não entendi muito bem. — Ele disse ainda me olhando e pela primeira vez sustentei o olhar de Gustavo, não que ele sempre olhasse para mim.

O recreio acabou rapidamente, já as aulas demoraram para caralho. Quando finalmente a última aula acabou, que era de português, eu e Alice saímos daquela aula tranquilas e com um sorriso no rosto por finalmente sair daquele inferno de aula, mas o que eu queria fazer era rebolar até o chão e mandar o professor tomar no cu, mas obviamente eu não fiz isso.

— Finalmente saímos desse inferno de escola. — Alice fiz e concordo com a cabeça.

— Mas ainda temos alguns meses até o ano acabar. — Digo irritada enquanto andamos até minha casa.

— Pelo menos faltam apenas dois messes. — Ela disse dando de ombros, até parece que ela não estava louca para acabar definitivamente com aquele ano de sofrimento e provas para cacete. — Mas vem cá, por que você não deu bola para o Gusta enquanto ele te encarava? Porra você faz tudo errado mesmo.

— Cala a boca vaca. — Digo. — Porra, eu não estava me sentindo muito confortável com os olhos dele sobre mim.

— Mas da forma que você ficava olhando o Rafael e ele olhando para ti, parecia que vocês eram apaixonados um pelo o outro. — Espera, ela está com ciúmes?

— Você está com ciúmes? — Digo rindo e faltava apenas uma quadra para chegarmos até minha casa.

— Não, Sofia. Porra, ele é meu melhor amigo e você sabe que eu já estou tendo um crush no Miguel.

— Miguel... O carinha da comunidade de artistas. — Digo assentindo e sinto Alice me fuzilar com os olhos.

— Ele não é um carrinha, ele é um "homão da porra".

— E você diz isso por causa da aparência dele ou pela personalidade? — Pergunto e Alice se cala. — Eu sabia. — Sussurro e vejo que ela escutou pois está me olhando realmente irritada.

Por sorte, chegamos na minha casa, me despeço de Alice e entro pela porta principal. Assim que entro vejo meu pai e minha madrasta conversando, meu pai sentado na poltrona bebendo algum tipo de chá e a filha da puta da minha madrasta sentada no sofá dando um sorriso forçado para ele. Argh como eu odeio essa mulher.

— Bom dia, como foi a aula? — Meu pai pergunta para mim enquanto vou até a cozinha e abro a geladeira pegando um suco e bebendo-o pelo gargalo da garrafa.

— Mesma coisa de sempre. — Respondo meu pai.

— Já disse para não beber pelo gargalo Sofia! — Minha madrasta reclama e vai até mim tirando o suco de minha mão e limpando o gargalo da garrafa. — Menina nojenta. — Ela sussurra para mim, fazendo meu pai não ouvir e coloca a garrafa novamente dentro daquela geladeira, batendo a porta da mesma com tudo. Reviro os olhos.

— Dá um tempo para ela amor. — Meu pai chega e começa a beijar o pescoço da filha da puta enquanto a mesma mostrava um sorriso vitorioso para mim .

— Ah amor, eu amo a Sofia, você sabe disso. — Ela diz. Falsa do caralho.

— Eu sei. — Ele diz e puxa ela pela cintura beijando-a, enquanto olho eles com nojo.

Subo a escada correndo e deito-me na cama encarando o teto branco em cima de mim. Meu celular começa a tocar em meu bolso e o pego.

— Alô, quem fala? — Pergunto para a pessoa através da linha.

— Porra, você falando assim parece até que eu estou naqueles programas, né não? — Pela voz noto que é Alice.

— Idiota. — Falo. — Mas o que você quer vadia? — Pergunto para ela.

— Seu corpo nu. — Ela zoa e caímos na risada. — Ok, eu quero dinheiro emprestado. — Ela fala sem zoar mais.

— Sério? E você sabe que eu não tenho nada né? — Pergunto para ela.

— Ah porra, você tem aquele "cartão de emergência" ridículo que teu pai te deu. — Ela fala.

— Então você quer que eu te empreste um cartão que meu pai me deu para emergências?

— Sim.

— Não vou te emprestar, caso não notou pelo nome dele, ele é para emergências.

— Eu sei, mas o que eu estou passando é uma puta emergência.

— Então me diga. — Falo.

— Minha mãe está puta comigo e não quer me emprestar dinheiro para eu ir para o próximo evento da minha comunidade preferida, cujo o gostoso do Miguel vai estar e eu preciso estar lá, aliás ele trabalha nesta comunidade. — Ela fala e reviro os olhos. — E aí, o que me diz?

— Não.

— Não?

— Não, porra, isso não é uma emergência.

— Isso é uma emergência sim caralho, ele é o amor da minha vida e se eu não vê-lo eu vou endoidar.

— Como se você já não fosse doida. — Digo olhando para minhas unhas cujo o esmalte está horrível.

— Doida não, me respeita. — Ela diz e eu rio.

— Mas eu não vou te emprestar dinheiro para você ir encontrar seu “crushzinho” aí. — Digo séria.

— Por favorzinho.

— Não.

— Eu devolvo com juros.

— Quanto?

— O dobro. — Caralho.

— Por mais que a oferta sege maravilhosa... não.

— Vai se foder Sofia, porra, eu só queria ver o amor da minha vida! Saiba que eu não vou te convidar para o nosso casamento e vou ficar falando mal de você para os nossos filhos.

— Se você se casar e ter filhos com ele, vacas vão voar.

— Argh, mas você nunca vai voar.

— Repete e eu te mato. — Digo.

— Você é uma vaca. — Ela diz rindo e reviro os olhos.

— Você é uma também, ok? Mas agora eu tenho que ir de verdade, tchau vaca.

— Adeus vadia. — Ela fala ainda rindo e desligo a ligação.


Notas Finais


Favorita ae, pufavô.
Comenta o que achou.
Obrigado por ler.

//QUALQUER ERRO COMENTA ME AVISANDO//


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...