História Nossa Música - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Fofo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Lésbica, Musica, Musical, Romance, Sequestro, Songfic, Suspense, Tortura
Visualizações 4
Palavras 1.495
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura 💜

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Capítulo 6 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction Nossa Música - Capítulo 6 - Capítulo 5

POV's Sofia

Acordo e vou até o banheiro, abro a porta daquele cômodo e me olho no espelho. Meus olhos estão inchados e minhas mechas castanhas estão bagunçadas. Prendo meu cabelo em um rabo de cavalo e passo uma leve maquiagem para disfarçar. Rafael ontem a noite acabou me lembrando de Gustavo, eu sei que isso é muito dramático, mas não é fácil saber que a pessoa que você mais quer, não quer você (Autora: Nossa como eu entendo a Sofia).

Suspiro e saio do banheiro, abro o armário e pego minha roupa. Após já estar pronta, saio de casa e coloco meus fones de ouvido.

[...]

Bate o sinal para o intervalo e eu e Alice vamos até o refeitório. Chegamos e vou até a fila da cantina. Assim que eu e Alice pegamos nossas comidas, nos sentamos na mesma mesa que Rafael já está sentado com seus fones de ouvido.

— E aí Ruffles? — Alice fala se sentando ao meu lado.

— Porra Alice, quando você vai parar de me chamar assim?! — Rafael diz irritado mas dá para ver uma certa diversão em seu olhar.

— É engraçado ver você putinho por causa de um apelido. — Alice fiz entre gargalhadas, Rafael revira os olhos mas depois ri junto com Alice.

— Vocês se saíram bem na prova de química que tinham? — Rafael pergunta mordendo sua maçã.

— Sim, e você tinha uma de física, não? — Pergunto e Alice apenas observa tudo.

— Sim, mas eu me fudi, nem estudei mesmo. — O moreno (Autora: Caso você não leu as notas do autor de um dos caps da fic, quando eu digo moreno, é moreno de cabelo, porque apenas o Miguel é moreno de pele na história) responde indiferente.

— Era sobre o... — Eu ia perguntar o assunto da provas, mas meus olhos focam em um menino vindo em nossa direção. Gustavo.

— E aí galera, posso sentar com vocês? — Ele pergunta e Alice e Rafael me encaram.

— S-Sim. — Respondo para Gustavo e ele se senta em minha frente e ao lado de Rafael.

— Emfim, como eu ia dizendo... — Tento voltar a forma. — Qual era o assunto da prova?

— Gustavo pode falar, aliás, nós dois somos do terceiro ano e ambos fizemos a prova. — Rafael me fala e pisca para mim, enquanto o lanço um olhar ameaçador.

— Bem, a prova de física de hoje foi sobre... — Gustavo começou a falar sobre uns assuntos estranhos, aliás eles estavam dois anos acima de mim.

"Porra Sofia, eu consegui fazer ele ter algum assunto com você e você não dá bola?" Rafael gesticula para mim.

"Caralho, o que você quer que eu faça? Sentar no colo dele e beijar o pescoço do Gustavo enquanto ele fala da porra dessa prova?!" Gesticulo discretamente para Rafael, já que os olhos de Gustavo estam em mim e eu estou completamente corada o vendo pelo canto do olho.

"Caralho, só dá bola para ele, ele tá te olhando e você fica me olhando! Ele vai pensar que você tem um crush em mim." Rafael gesticula em resposta e vejo que ele tem razão. Volto minha atenção para Gustavo que ainda me olha e meu rosto ruborizada na hora.

— E também tinha umas coisas que eu não entendi muito bem. — Ele disse ainda me olhando e pela primeira vez sustentei o olhar de Gustavo, não que ele sempre olhasse para mim.

O recreio acabou rapidamente, já as aulas demoraram para caralho. Quando finalmente a última aula acabou, que era de português, eu e Alice saímos daquela aula tranquilas e com um sorriso no rosto por finalmente sair daquele inferno de aula, mas o que eu queria fazer era rebolar até o chão e mandar o professor tomar no cu, mas obviamente eu não fiz isso.

— Finalmente saímos desse inferno de escola. — Alice fiz e concordo com a cabeça.

— Mas ainda temos alguns meses até o ano acabar. — Digo irritada enquanto andamos até minha casa.

— Pelo menos faltam apenas dois messes. — Ela disse dando de ombros, até parece que ela não estava louca para acabar definitivamente com aquele ano de sofrimento e provas para cacete. — Mas vem cá, por que você não deu bola para o Gusta enquanto ele te encarava? Porra você faz tudo errado mesmo.

— Cala a boca vaca. — Digo. — Porra, eu não estava me sentindo muito confortável com os olhos dele sobre mim.

— Mas da forma que você ficava olhando o Rafael e ele olhando para ti, parecia que vocês eram apaixonados um pelo o outro. — Espera, ela está com ciúmes?

— Você está com ciúmes? — Digo rindo e faltava apenas uma quadra para chegarmos até minha casa.

— Não, Sofia. Porra, ele é meu melhor amigo e você sabe que eu já estou tendo um crush no Miguel.

— Miguel... O carinha da comunidade de artistas. — Digo assentindo e sinto Alice me fuzilar com os olhos.

— Ele não é um carrinha, ele é um "homão da porra".

— E você diz isso por causa da aparência dele ou pela personalidade? — Pergunto e Alice se cala. — Eu sabia. — Sussurro e vejo que ela escutou pois está me olhando realmente irritada.

Por sorte, chegamos na minha casa, me despeço de Alice e entro pela porta principal. Assim que entro vejo meu pai e minha madastra conversando, meu pai sentado na poltrona bebendo algum tipo de chá e a filha da puta da minha madastra sentada no sofá dando um sorriso forçado para ele. Argh como eu odeio essa mulher.

— Bom dia, como foi a aula? — Meu pai pergunta para mim enquanto vou até a cozinha e abro a geladeira pegando um suco e bebendo-o pelo gargalo da garrafa.

— Mesma coisa de sempre. — Respondo meu pai.

— Já disse para não beber pelo gargalo sofia! — Minha madastra reclama e vai até mim tirando o suco de minha mão e limpando o gargalo da garrafa. — Menina nojenta. — Ela sussurra para mim, fazendo meu pai não ouvir e coloca a garrafa novamente dentro daquela geladeira, batendo a porta da mesma com tudo. Reviro os olhos.

— Dá um tempo para ela amor. — Meu pai chega e começa a beijar o pescoço da filha da puta enquanto a mesma mostrava um sorriso vitorioso para mim .

— Ah amor, eu amo a Sofia, você sabe disso. — Ela diz. Falsa do caralho.

— Eu sei. — Ele diz e puxa ela pela cintura beijando-a, enquanto olho eles com nojo.

Subo a escada correndo e deito-me na cama encarando o teto branco em cima de mim. Meu celular começa a tocar em meu bolso e o pego.

— Alô, quem fala? — Pergunto para a pessoa através da linha.

— Porra, você falando assim parece até que eu tô naqueles programas, né não? — Pela voz noto que é Alice.

— Idiota. — Falo. — Mas o que você quer vadia? — Pergunto para ela.

— Seu corpo nu. — Ela zoa e caímos na risada. — Tá, eu quero dinheiro emprestado. — Ela fala sem zuar mais.

— Sério? E você sabe que eu não tenho nada né? — Pergunto para ela.

— Ah porra, você tem aquele "cartão de emergência" ridículo que teu pai te deu. — Ela fala.

— Então você quer que eu te empreste um cartão que meu pai me deu para emergências?

— Sim.

— Não vou te emprestar, caso não notou pelo nome dele, ele é para emergências.

— Eu sei, mas o que eu tô passando é uma puta emergência.

— Então me diga. — Falo.

— Minha mãe tá puta comigo e não quer me emprestar dinheiro para eu ir para o próximo evento da minha comunidade preferida, cujo o gostoso do Miguel vai estar e eu preciso estar lá, aliás ele trabalha nesta comunidade. — Ela fala e reviro os olhos. — E aí, o que me diz?

— Não.

— Não?

— Não, porra, isso não é uma emergência.

— Isso é uma emergência sim caralho, ele é o amor da minha vida e se eu não vê-lo eu vou endoidar.

— Como se você já não fosse doida. — Digo olhando para minhas unhas cujo o esmalte está horrível.

— Doida não, me respeita. — Ela diz e eu rio.

— Mas eu não vou te emprestar dinheiro para você ir encontrar seu crushzinho aí. — Digo séria.

— Por favorzinho.

— Não.

— Eu devolvo com juros.

— Quanto?

— O dobro. — Caralho.

— Por mais que a oferta seje maravilhosa... não.

— Vai se fuder Sofia, porra, eu só queria ver o amor da minha vida! Saiba que eu não vou te convidar para o nosso casamento e vou ficar falando mal de você para os nossos filhos.

— Se você se casar e ter filhos com ele, vacas vão voar.

— Argh, mas você nunca vai voar.

— Repete e eu te mato. — Digo.

— Você é uma vaca. — Ela diz rindo e reviro os olhos.

— Você é uma também, ok? Mas agora eu tenho que ir de verdade, tchau vaca.

— Adeus vadia. — Ela fala ainda rindo e desligo a ligação.


Notas Finais


Favorita ae, pufavô.
Comenta o que achou.
Obrigado por ler.

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