História Nossa selvagem baby doll - Capítulo 3


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Categorias Monsta X
Tags Bruxas, Fantasia, Harem, Hetero, Magia, Monstax, Políamor
Visualizações 206
Palavras 1.531
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Harem, Literatura Feminina, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 3 - Jealousy


Fanfic / Fanfiction Nossa selvagem baby doll - Capítulo 3 - Jealousy


 
   A sereia enrodilhava o humano com a calda enquanto o afogava. Ele se debatia, mas ambos sabiam que ele ia morrer afogado.
  Ela tentou nadar e alcançá-los, mas não era tão rápida. Então a sereia de calda escura lhe encarou chamando seu nome, a enxergando e Amora ofegou:
— Você não pode salvá-lo, sempre chegará tarde, bruxa. Você não pode encontrá-lo...
  Amora acordou com um grito preso na garganta e arfou por ar como se estivesse se afogando tanto quanto o humano. Em seus braços Isac dormia pacifico e ela fechou os olhos tentando se controlar. O mesmo sonho, o mesmo mundo se destruindo ao redor enquanto ele era puxado para o abismo pela fêmea maldosa.
  Olhou ao redor do quarto tentando se controlar, não queria que o filho sentisse suas tensões e Isac podia senti-la, ele era um garoto sensitivo.
  Então seu menino se mexeu em seus braços e abriu os olhos preguiçoso. Amora sorriu beijando a testa dele enquanto assistia o mais novo despertar. Ele era um vampiro que não gostava de dormir em locais fechados e sempre acabava indo para sua cama, embora a dele ficasse no mesmo quarto. Tinha agora quase dez anos, mas era bem alto para um garoto da sua idade. Por dentro, no entanto, era um filhotinho.
— Boa noite, mãe!
— É quase manhã, meu amor, dormimos de novo mais de vinte horas, sua avó vai ficar preocupada.
  Isac arregalou os olhos e depois se espreguiçou acabando por se jogar outra vez sobre ela.
— Eu ainda estou com sono.
— Parecemos dois ursos.
  Brincou e ele riu baixinho esfregando o nariz no seu pescoço todo manhoso. Amora quase mordeu as bochechas do seu vampirinho amado:
— O papai chega hoje, não é mãe?
— Seu pai vai primeiro se encontrar com a mamãe Nat primeiro, no labirinto do Cairo, mas sim, ele chega até essa tarde. Ele teve um mês bem agitado, mas ele está com saudades, sabe disso.
— Eu sei – Ele respondeu e então sorriu largo – Vamos caçar?
  Amora olhou aqueles olhos amarelados, gateados que amava e sorriu assentindo. Aquele menino era mais do que seu filho, ela tinha abraçado a criança tanto que a conexão deles era assustadoramente forte. Adorava a pele escura, os traços asiáticos, os olhos inteligentes e as vezes nem precisavam falar para saber o que o outro sentia ou desejava. Nam trouxe a criança com ele a salvando de um destino cruel para cumprir sua palavra para uma ex escrava de sangue, mas acabou se apaixonando pela criança tanto quanto ela, mas quem criou mesmo o pequeno foi ela, ainda que ele considerasse a outra consorte do pai dele, mãe também. Amora gostava de Natasha até certo ponto, contudo a situação dela com Nam era complexa.
  Mas Namjoon era sua prioridade e se ele estava feliz, ela ficaria feliz.
— Então vamos, mamãe!
  Ele se ergueu da cama e então parou subitamente e ela sentiu o que ele sentiu, na verdade cheirou. Humanos.
“Estou entrando com sete humanos, eles são meus consortes e não sabem de quase nada, eles estavam em perigo e por isso eu os trouxe. Sejam bonzinhos, são k idols!”
  A voz da Maçã soou em sua mente em tom meio divertido e preocupado, Amora quase suspirou. Ela, Morango e Maçã eram trigêmeas e conseguiam conversar mentalmente assim, porém agora Maçã enviava a mensagem mental a todos da família que podiam ouvir. Aquela era a hora que todos estavam indo dormir e os guardas do palácio varriam o perímetro para assegurar que tudo estava normal e seguro.
  Péssima hora...
“Maçã...”
  Morango disse em tom repreensivo no canal mental pessoal delas, mas Maçã apenas resmungou um “Queria que eu deixasse vampiros pegá-los?” E a discussão terminou antes de começar.
— Mãe! Humanos!
  Amora acabou rindo do sorriso peralta de Isac.
— Sim, e nada de aprontar para cima deles, criança! São da tia Maçã.
— Wow! – Ele se voltou para si e deu um risinho baixo – Tia Maçã tem consortes!?
— Agora tem.
  Resmungou um pouco preocupada, humanos tirados do seu habitat sem saber de nada e ainda por alguém tão insano quando sua irmã do meio, que ótimo!
— Vamos ver!
  Amora apontou para o banheiro:
— Que tal virarmos gente primeiro? Olha só nossa cara de amassados? Sério que quer sair do quarto assim, meu filho?
  Ele rolou os olhos, mas foi lavar o rosto. Amora acabou rindo, aquele menino!
 
 


  Minhyuk não podia acreditar que tudo aquilo estava acontecendo e tinha a sensação que de repente ia despertar e ver que foi só mais um sonho, porém em seus sonhos ela era mais nova... Quer dizer, as vezes ela parecia mais jovem, outras vezes mais velha e sempre com o cabelos mais rosa pink, agora ela tinha metade pink e metade arroxeado.
  Agora parecia uma garota de quinze anos mais ou menos, mas ele não confiava em seus olhos, ela... Ela era uma bruxa.
  Ele sabia, mas não acreditava e agora que tinha atravessado um espelho meio que acreditava e tinha receio, aliás estava extasiado também, tudo junto e misturado de forma caótica em sua cabeça. O templo estava escondido em meio a muitas árvores gigantes e estranhas, mas quando passou pela porta quadrada e imensa, viu que por dentro ele era gigante, um salão imenso e alto, arredondado e se sentiu meio que dentro de um jogo de vídeo game atemporal.  
  Ela foi na frente e então parou do nada se virando para eles que meio que estavam chocados olhando ao redor:
— Eu sou uma bruxa e essa é a casa da minha família, minha casa, eu sonhava com vocês e sei que sonhavam comigo, a história é longa, porém resumindo o mundo não é só dos humanos e existem consortes, tipo alma gêmeas e nós somos almas gêmeas um dos outros. É raro acontecer, mas quando a ligação é bem forte, os consortes sonham uns com os outros, um dos meus pais sonhava com minha mãe por anos antes deles se encontrarem. Sei que vai parecer tudo louco agora, mas existe explicação racional para tudo o que verem, apenas saibam que estão seguros aqui e ninguém vai fazer mal a vocês. Minha família é imensa, cheia de gente estranha, mas somos uns amores!
  Ela disse sorrindo radiante e por um momento Yuk perdeu o ar, ela era tão linda... Tão ela... Ele se viu cruzando os passos que os separaram e logo tinha uma mexa dos cabelos dela enroscado em seus dedos:
— Você é mesmo real...
— Eu sou, Yuk. Sinto muito que eu tenha demorado, mas... Foi melhor assim.
— Então eram só sonhos, não eram tipo, lembranças? – Shonwnu perguntou tenso, ela assentiu séria – Achei que estava ficando louco, ao menos não era real...
— E quem me garante que isso também não é um sonho?
  Hyungwon disse incrédulo e ela apenas sorriu de canto, e saiu da sua frente indo até Won e tocando seu rosto de maneira cuidadosa:
— Eu já te beijei em seus sonhos, meu anjo?
  Ele arregalou os olhos, mas não teve tempo de responder, ela se ergueu nas pontas dos pés e cobriu os lábios de Won com os dela em um beijo intenso e nada casto. Yuk não deveria, mas ficou excitado com a cena e teve de desviar os olhos antes que passasse vergonha. Então alguém arranhou a garganta e ele quase deu um pulo de susto.
  Era um garoto loiro com olhos estranhos e que cruzou os braços falando firme:
— Maça, o daddy está chegando, se quer esses meninos com a cabeça nos ombros é melhor parar de atacar o macho agora.
— Sério Fan, não enche!
  Ela disse irritada atraindo de novo sua atenção. Ela se afastou de Won que parecia chocado e sem cérebro depois do beijo, mas quando olhou para o garoto que vinha de um corredor lateral, estreitou os olhos e Yuk soube.
  Ele não gostou dele assim como Yuk não fez.
— Quem é você!?
— Ciúmes, mesmo? Acaba de conhecer ela e já sente ciúmes, tinham que ser seus mesmos hein, Maçã! – O garoto foi em direção a ela e pegou a garota pela cintura fazendo todos eles, como se fossem ligados por fios invisíveis, darem um passo a frente nervosos. Maçã se soltou dele e deu um murro na barriga do loiro que só rolou os olhos sem mostrar dor:
— Não provoque meus humanos seu idiota! Quer morrer!? - Então ela deu as costas para ele e sorriu para Yuk e os membros – Ele é meu irmão mais velho, só ignorem.
   Minhyuk soltou o ar que estava segurando e sabia que os outros faziam o mesmo, o que estava acontecendo era impressionante, mas sim, eles agiam ciumentos, o que era insano. Tudo ali era insano.
— Leve eles para um quarto e explique tudo antes que descubram do jeito mais difícil, eu vou atrasar o daddy. Mas não garanto nada e lembre-se, os pais estarão todos aqui antes do anoitecer. Se seus humanos são do mesmo nicho profissional, vão ficar assustados, explique tudo.
— Valeu Fanfan, mesmo!
  Ela fez joinha para o loiro e se voltou para eles animada:
— Quem quer conhecer meu quarto? Juro que não mordo, só se me pedirem.
  Ela piscou e Yuk mordeu os lábios sentindo seu corpo arrepiar todo, droga... DROGA!
 
 


Notas Finais


Beijocas!


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