História Nossa vida depois da Escolha - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Eadlyn Schreave, Gavril Fadaye, Kile Woodwork, Kriss Ambers, Lucy, Marlee Tames, Mary, Maxon Calix Schreave, May Singer, Personagens Originais, Princesa Daphne, Princesa Nicoletta
Tags A Seleção, América, Maxerica, Maxon, Romance
Visualizações 390
Palavras 1.597
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, bem vindos ao capítulo 2 da maratona. Já que ninguém se manifestou contra nenhuma das ideias pra maratona e vcs ja me disseram q gostam d capitulos longos, eu decidi postar 4 capítulos contando o de ontem. Eu estou tendo problemas com tempo então por hora eh oq eu posso fazer, mas a medida q a fic for avançando eu posso fazer mais maratonas qdo a gnt bater as metas d favoritos #rumoaos100
É só isso por hora e espero q gostem e comentem 💜

Capítulo 18 - Os resultados


Fanfic / Fanfiction Nossa vida depois da Escolha - Capítulo 18 - Os resultados

Acordei com uma luz forte sobre mim e não fazia ideia de onde estava. Meus olhos lentamente se acostumaram e eu percebi que estava na ala hospitalar deitada numa maca.

Olhei para o lado. Maxon estava sentado em uma poltrona e dormia deitado sobre a mão dele que segurava a minha. Parecia inquieto mesmo dormindo e notei que ele ainda usava um robe por cima do pijama.

Ao perceber que eu me mexi, Maxon rapidamente ergueu a cabeça e me olhou com os olhos castanhos cheios de preocupação. Ele parecia cansado e imaginei que tivesse passado a noite acordado já que raios de sol atravessavam as persianas.

- Bom dia, meu amor. Como você se sente? - perguntou Maxon, apertando minha mão suavemente e parecendo extremamente aliviado por eu estar acordada.

Sorri para ele e disse:

- Um pouco tonta. O que aconteceu? 

- Você passou mal durante a noite e eu te trouxe para a ala hospitalar. O doutor Ashlar tirou sangue e disse que faria uns exames para saber o que aconteceu. - explicou ele.

Assim que Maxon terminou de falar, o médico chegou e pediu licença. Parecia nervoso.

- Majestades. - cumprimentou ele.

- O que América tem doutor? É algo grave? - perguntou Maxon, ansioso.

Apertei a mão de Maxon e sorri pra ele, tentando tranquilizá-lo.

- Calma, Maxon. Deixe o médico falar. - disse calmamente.

O doutor Ashlar sorriu e disse, pacientemente:

- Está tudo bem, Majestade, o Rei só está nervoso, eu compreendo. Antes de responder as suas perguntas, porém, eu preciso perguntar se a Rainha está tomando o calmante que eu receitei.

Assim que ele terminou de falar, eu percebi o erro que tinha comido ao não contar a Maxon sobre minha consulta. 

- Calmante? Que calmante? - perguntou Maxon.

O doutor pareceu confuso.

- Eu receitei um calmante para evitar que a Rainha se estressasse por causa da condição cardíaca dela. - explicou ele.

Maxon virou a cabeça para mim rapidamente.

- Que condição cardíaca? - perguntou, erguendo as sobrancelhas.

- Vejo que vocês precisam de um momento. - disse o médico, sem graça. - Eu vou buscar os exames da Rainha e volto já.

Assim que ele saiu eu me virei para Maxon.

- Eu sinto muito que você tenha descoberto assim. É que você estava tão feliz com o projeto de remoção das castas e nós tivemos um dia tão bom hoje que eu não quis estragar isso. - falei rapidamente. - Eu vim ver o doutor Ashlar para fazer uns exames e ele descobriu que eu tenho predisposição a ter um infarto assim como meu pai.

Maxon parecia bravo logo que eu comecei a falar, mas quando eu terminei ele parecia preocupado.

- Por que você veio fazer exames? - perguntou, calmamente.

Me remexi, desconfortável, e baixei os olhos antes de responder, baixinho:

- Eu queria saber se não tinha nada de errado comigo.

Maxon colocou a mão embaixo do meu queixo para meus olhos encontrarem os dele. Droga, não teria como evitar olhar pra ele agora.

- E por que teria algo de errado com você, meu amor? - perguntou, carinhoso.

Hesitei antes de dizer:

- Porque eu não fiquei grávida.

Maxon beijou minha testa e acariciou minha bochecha, então disse em um tom doce:

- América, meu amor, nunca houve e nunca haverá nada de errado com você. Se nós não tivemos um filho ainda só quer dizer que não era hora ainda. Eu te amo. E, mesmo que sejamos só nós dois por algum tempo ainda, isso não vai mudar. Por que você não me disse que estava preocupada com isso? Eu teria vindo com você fazer os exames.

- Eu sei que você teria. Também sei que você ficaria triste por eu me preocupar com isso e preferi não te incomodar por nada. Desculpe por não ter contado. Sobre a consulta e sobre o que os exames mostraram. - disse a ele.

Maxon me deu O sorriso e beijou minha testa.

- Está tudo bem. Estou meio bravo por você não ter me contado, mas não é nada que eu não supere. - brincou ele.

Sorri, contente por finalmente contar a verdade para ele e o abracei.

O doutor Ashlar voltou e pareceu feliz por nos encontrar abraçados. Abriu a pasta dos exames e disse:

- Os seus exames mostram que foi só um mal estar causado pela sua condição cardíaca e isso nos mostra que o problema pode ser mais grave do que parecia. Eu gostaria de recomendar que a senhora tomasse os calmantes que eu prescrevi assim como alguns novos remédios que eu vou passar agora. Além disso, eu preciso pedir uma coisa que pode desagradar Vossas Majestades, mas que é muito importante para a saúde da Rainha.

- O que for preciso para América melhorar nós faremos. - disse Maxon.

- A Rainha não pode engravidar até que o problema esteja controlado, então vocês precisam ser cuidadosos. - disse o médico em um tom grave. - A variação dos hormônios na gravidez e o stress do parto poderiam causar um infarto e temo que a Rainha não sobreviveria.

Tentei não parecer aborrecida, mas percebi que estava falhando quando o médico continuou:

- Com sorte, o tratamento levará somente alguns meses e depois, quando a senhora engravidar, só teremos que acompanhar sua pressão durante a gravidez.

- Obrigado, doutor. Poderia nos deixar a sós por um momento? - disse Maxon, educadamente e eu continuei evitando olhar para ele.

- É claro. Vou buscar os remédios para a Rainha. - disse o doutor e saiu.

Olhei para Maxon, finalmente, e notei que ele parecia mais preocupado comigo do que bravo ou decepcionado.

- Eu sinto muito. - murmurei.

- Por que? Não é sua culpa e não é como se nós fôssemos ter que parar de... você sabe. Nós só temos que usar proteção. E por mais que eu esteja ansioso para ter um monte de ruivinhos correndo pelo castelo, sua saúde é o que mais importa no momento e, quando nós tivermos filhos, poderemos nos dedicar totalmente a eles por já termos resolvido o problema das castas. - Maxon disse tudo isso calmamente e depois me beijou com ternura. - Eu te amo, América. Vamos passar por isso juntos e logo você estará curada.

Quando o médico voltou, me passou uma série de remédios e uma lista dos horários nos quais eu deveria tomá-los depois me deu alta e disse que se eu me sentisse mal deveria ir vê-lo imediatamente.

Saímos da ala hospitalar de mãos dadas e Maxon me perguntava se eu estava bem a cada dois passos. Foi uma longa caminhada. 

Quando chegamos ao nosso quarto, Maxon me deixou sentada na cama e disse que iria preparar meu banho. Nos fins de semana eu sempre dava folga às criadas e, mesmo sabendo que elas viriam no segundo que eu chamasse, preferia não incomodá-las.

Maxon me ajudou a tirar o pijama e seus olhos se demoraram em minhas curvas enquanto eu entrava na banheira.

- Pode vir comigo, se quiser. - disse a ele com um sorriso malicioso.

Ele pigarreou e sentou-se sobre a tampa da privada, evitando olhar para o meu corpo.

- Estou bem. - disse ele, tenso.

Coloquei uma das mãos úmidas sobre o joelho de Maxon e massageei o local.

- Você parece cansado.

- Estou ótimo.

Subi minha mão pela coxa dele e comecei a brincar com a cordinha do pijama dele. Vi ele respirar fundo e notei como estava se segurando para não perder o controle.

- América, pare. - pediu ele com a voz rouca. - Você passou mal noite passada e precisa descansar.

- Estou ótima. - retruquei. - E descansar não é bem do que eu preciso.

Terminei meu banho e levantei sem me preocupar em pegar uma toalha, parando na frente de Maxon. Ele virou o rosto e percebi que suas mãos estavam cerradas em punhos.

Suspirei.

- Se sua preocupação é minha saúde, tenho dois remédios a tomar agora e depois que eu tomá-los você não vai ter desculpas para me evitar. - disse e saí, ainda sem roupa.

Tomei os dois remédios com a ajuda de bons goles de água e, assim que eu coloquei o copo sobre a mesa de centro, senti as mãos fortes de Maxon na minha cintura.

Ele me puxou contra seu corpo e senti a ereção dele em meu traseiro. Suspirei.

- Você deixa te evitar muito difícil, América. - reclamou ele e começou a beijar meu pescoço com fervor.

Me virei para ele e tirei sua camiseta e depois a calça de moletom. Desci a cueca dele e o empurrei até que Maxon caísse de costas na cama.

Peguei uma camisinha na gaveta do criado-mudo e a entreguei a Maxon. Ele colocou o preservativo e eu rapidamente sentei sobre seu membro.

Comecei a me mover e Maxon me dava estabilidade ao segurar minha cintura. Subitamente, ele nos girou na cama e começou a dar estocadas profundas que me levavam à loucura.

Os lábios dele atacavam meu pescoço e eu arranhava as costas dele, chegando cada vez mais perto.

E então veio. A onda avassaladora de prazer fez com que eu mordesse o pescoço de Maxon para não gemer. Ele deu um chupão no meu pescoço e saiu de cima de mim.

Esperei ele descartar o preservativo e nos deitamos de conchinha. 

- Você vai estar aqui quando eu acordar? - perguntei, sonolenta.

- Eu sempre vou estar aqui pra você, minha querida. - ouvi ele dizer antes de cair no sono.


Notas Finais


Espero que tenham gostado e amanhã posto o próximo 😘


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...