História Nossa vida depois da Escolha - Capítulo 49


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Eadlyn Schreave, Gavril Fadaye, Kile Woodwork, Kriss Ambers, Lucy, Marlee Tames, Mary, Maxon Calix Schreave, May Singer, Personagens Originais, Princesa Daphne, Princesa Nicoletta
Tags A Seleção, América, Eadlyn, Keadlyn, Kile, Maxerica, Maxon, Romance
Visualizações 361
Palavras 3.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Exatamente um mês depois do último capítulo eu venho com desculpas pela demora e um pedido de paciência porque to louca com a faculdade e nao quero postar qualquer coisa.
Espero que gostem e não desistam de mim 💜

Capítulo 49 - A grande gripe


Fanfic / Fanfiction Nossa vida depois da Escolha - Capítulo 49 - A grande gripe

Tirando as eventuais brigas acaloradas características de nós dois, Maxon e eu vivíamos em plena harmonia e me sinto segura em dizer que fazíamos uma ótima dupla de governantes. Não éranos perfeitos, é claro, mas nos completávamos de uma forma esplêndida quando se tratava de resolver os assuntos do reino.

Enquanto ele normalmente era a razão e o otimismo das propostas, eu pontuava as deficiências destas e agia por impulso e de acordo com minha experiência em Carolina. Não éramos completamente opostos, no entanto, já que em nós dois havia aquela vontade de ajudar as pessoas e que podíamos trocar de papel facilmente quando fosse preciso.

Como quando Maxon teve a maior gripe da sua vida e eu tive que ser a razoável da relação e cuidar dele.

Estávamos casados há quase 13 anos e os gêmeos, Kaden e Osten tinham respectivamente 10, 8 e 4 anos. Tudo corria bem até uma manhã na qual Marlee e eu levamos Eadlyn, Ahren e Kile para visitar um lar para idosos de Angeles.

Obviamente nós tínhamos uma escolta enorme e poucos sabiam da nossa visita para garantir nossa segurança. Assim que chegamos ao local, o “trio de ouro” foi muito bem recebido pelos idosos que simplesmente mimaram as crianças o quanto puderam. Marlee e eu nos sentamos e tomamos chá com os mais tranquilos enquanto ouvíamos as histórias deles. Foi uma manhã incrível e eu podia ver nos olhos dos velhinhos a alegria deles por terem companhia.

Mesmo sendo participante na política como rainhas normalmente não eram, eu ainda adorava esses compromissos simples que podiam não mudar o mundo, mas melhoravam o dia daquelas pessoas. Ao mesmo tempo, era bom ver meus filhos mais velhos e meu afilhado deixando os muros do palácio para trás e sendo apenas crianças.

Assim, já era hora do almoço quando nos despedimos dos idosos e voltamos para o castelo. Marlee foi buscar Josie, Kaden e Osten para almoçarem enquanto eu ia ver Maxon no escritório e as babás prontamente se apresentaram para atender dos três mais velhos. Eu sabia que as moças adoravam quando meu marido e eu estávamos ocupados, porque nós sempre que possível roubávamos algumas funções que babás normalmente faziam como alimentá-los, dar banho ou colocar para dormir.

Ri com esse pensamento e bati na porta do escritório, ouvindo um “entre” que eu reconheci como pertencendo a Maxon, mas que me soou estranho.

Uma das coisas que mais me surpreendia em estar casados há tanto tempo era como eu passei a conhecê-lo ainda mais sendo que eu nem achava isso possível. Bastava um olhar, mexida no cabelo ou mudança na voz para eu saber que havia algo errado e pra ele era ainda mais fácil já que meu marido sempre teve uma grande habilidade em ler as pessoas.

Entrei e a cena com que me deparei partiu meu coração.

Maxon estava sozinho na sala, escondido atrás de pilhas e pilhas de papéis e parecia extremamente frustrado e não muito bem, já que apertava a ponte do nariz e franzia o rosto como se sentisse alguma dor. Quando me viu, no entanto, notei um brilho surgindo em seus olhos e ele abriu um sorriso amplo.

- Está magnífica como sempre, minha querida. - disse ele e se virou na cadeira, largando os papéis que olhava quando eu me sentei no tampo da mesa a sua frente. - Como foi com os idosos?

- Nossos filhos estão uns dois quilos mais pesados depois de tantas balas e chocolates e adoraram cada segundo. Acho que foi uma manhã bem proveitosa. Mas e você? Tem algo te incomodando? - perguntei, preocupada.

Ele dispensou minha preocupação com um aceno e disse:

- Estou ótimo, é só uma dorzinha de cabeça.

Eu sabia que ele mentia então fui segurar em seu queixo para obrigá-lo a encarar meus olhos e me dizer a verdade, mas soltei uma exclamação de surpresa ao notar que ele queimava de febre.

- Maxon, você está fervendo! 

- Acho que talvez eu tenha pego um pequeno resfriado. - disse ele e eu arregalei os olhos, me aproximando e colocando as mãos nas suas bochechas para observar seu rosto.

- Você acha? Céus, você não está nada bem. Vamos.

Ele me olhou, confuso, e eu continuei:

- Você precisa descansar e ver o doutor Ashlar. E não ouse discutir!

Maxon quis protestar porque tinha muito trabalho, mas eu estava irredutível e o obriguei a colocar seu braço na minha cintura para se apoiar enquanto eu o ajudava a andar até nosso quarto. Sustentei parte do seu peso, notando que ele estava fraco e que seu corpo todo emanava calor graças à febre.

Quando chegamos ao nosso quarto, levei ele até a cama e fiz Maxon sentar nela. Tirei seu paletó e gravata, abrindo os botões de sua camisa em seguida.

- Você não resiste ao meu corpinho, não é, minha querida? - perguntou com um sorriso malicioso e eu dei um sorrisinho.

- Mesmo doente você continua um safado, Maxon Schreave. - repreendi, balançando a cabeça.

Tirei sua camisa e deixei-o desabotoando a calça social enquanto ia até o closet buscar uma calça de moletom e uma camiseta para ele. Maxon não ofereceu resistência quando eu disse para ele vestir as roupas e deitar, cobrindo-o para parar com os tremores de frio do corpo febril dele.

Toquei a campainha que chamava as criadas e Paige rapidamente bateu na porta e entrou, estranhando o Rei deitado àquela hora, mas mantendo a discrição ao perguntar do que precisávamos. Pedi que ela dissesse ao doutor Ashlar para vir checar a saúde do Rei, pois este parecia estar com uma gripe forte. Ela assentiu e saiu apressada.

Sentei ao lado de Maxon na beirada da cama e tirei uns fios de cabelo de sua testa. Ele parecia tão indefeso, deitado naquela cama com seus olhos castanhos tentando ocultar as dores e suas bochechas rosadas por conta da febre, que meu coração se apertou.

- Você deveria ter mandado me chamar quando não se sentiu bem. Eu teria voltado. - disse com uma voz suave, deixando um beijo na sua testa.

- Era só um desconforto, eu não queria te preocupar e interromper a visita de vocês. - respondeu ele e eu continuei acariciando seus cabelos.

- Pois eu estou preocupada agora e te daria uns tapas por não ter me chamado se você não estivesse doente. - disse em um tom de repreensão, mas com um sorriso sereno para tentar amenizar a dor dele.

O médico chegou e examinou Maxon, constatando que ele realmente tinha uma gripe. Ele prescreveu um xarope e alguns remédios para as dores e a febre, além de recomendar sopas e muitos líquidos, fazendo Maxon retorcer o nariz. Agradeci ao médico e pedi a Paige para pegar uma sopa na cozinha para mim.

Voltei para o lado da cama, colocando um pano úmido na testa de Maxon para abaixar sua febre mais rápido como o médico tinha instruído. 

- Você não deveria ficar tão perto de mim. Pode ficar doente também. - disse Maxon, empurrando minha mão de leve para longe.

Insisti no que estava fazendo e coloquei a compressa em sua testa, deixando um beijo na sua bochecha.

- Na saúde e na doença, lembra? - retruquei com um sorriso e ele sorriu também.

Passei o resto do dia obrigando Maxon a tomar os remédios, comer sopa e tomar líquidos até que a febre baixou um pouco e ele dormiu por volta das seis da tarde. Então, depois de comer uns sanduíches trazidos por Paige, chamei Mary e pedi a ela me trouxesse tudo que estava na mesa de Maxon nem que pra isso precisasse de ajuda.

Deixei meu marido dormindo na nossa cama e comecei a organizar o que ela ia trazendo na escrivaninha que havia no quarto, categorizando tudo por nível de urgência. Chequei a temperatura de Maxon e, quando vi que esta estava diminuindo, voltei para a mesa e comecei a trabalhar.

Li projetos de lei, orçamentos e formulários até minha cabeça começar a rodar, assinando o que precisava ser assinado e tomando as decisões necessárias sobre reformas e construções a serem feitas, além de programas governamentais que seriam implantados. Em duas horas, metade da pilha gigante no chão do nosso quarto já tinha sido resolvida e Aspen e Carter estavam levando as pastas de volta para o escritório de Maxon (já que eles tinham sido a ajuda que Mary achou para trazer os documentos mais rápido).

Logo, tudo que era para ser resolvido no próximo mês estava encaminhado e guardado no escritório novamente enquanto aquilo que tinha mais tempo para ser visto tinha sido devidamente etiquetado e colocado em pastas. Sorri para Mary, que me encarava com um misto de espanto e encantamento ao mesmo tempo em que Carter tirava a última pilha do quarto e a lua começava a iluminar completamente o quarto com as cortinas abertas.

- E você ainda dizia que não servia pra ser rainha. - debochou ela com um sorriso de quem sabe das coisas.

Sorri para ela e a abracei.

- Eu nunca teria conseguido sem você e as meninas. 

Mary soltou um soluço baixinho e me abraçou mais forte.

- Queria que Anne pudesse ter visto isso. - disse ela e senti meus olhos marejando. - Ela estaria muito orgulhosa de você. Posso ver ela jogando os cabelos de um jeito convencido e me dizendo que ela nunca duvidou de você.

Lágrimas escorreram dos meus olhos e eu abracei a outra mulher mais forte ainda. Depois de alguns segundos assim, Mary disse que tinha que terminar uns vestidos para Eadlyn, me deu um beijo na bochecha, fez uma reverência cheia de adoração e saiu, enxugando os olhos.

Deitei ao lado de Maxon e estava conferindo sua temperatura quando ouvi uma batida leve na porta. Alguns segundos depois, Eadlyn colocou a cabeça para dentro e arregalou os olhos ao ver o pai dormindo tão cedo. Notei que Ahren também espiava sobre seu ombro e Kaden e Osten tentavam se esconder atrás da saia do vestido da irmã.

- O papai está bem, mãe? - perguntou minha filha, baixinho.

Fiz sinal para eles entrarem e respondi:

- O papai está com uma gripe, meu amor, mas vai ficar bom.

Observei minha menina entrar e fazer sinal para os irmãos fazerem silêncio e sorri. Eadlyn era Maxon no cuidado e completamente eu quando se tratava da teimosia, tinha os olhos do pai e covinhas como eu, mas o resto me lembrava tanto a Rainha Amberly que não podia deixar de imaginar a grande rainha que ela seria um dia. Seu gêmeo, Ahren, era Maxon até o último fio de cabelo e tinha uma temperança que nenhum de nós tinha, provavelmente puxada de sua avó paterna enquanto seu senso de humor lembrava o meu com um pouco menos de sarcasmo. Meu segundo menino, Kaden, era assombrosamente parecido com Maxon e inteligente como eu jamais esperaria que alguém pudesse ser, tinha um gosto pela leitura excepcional e cuidava dos irmãos como se fosse o mais velho, racional até o fim e me lembrando Gerad e sua paixão pela ciência. Osten, nosso caçula sapeca, era o ruivo pelo qual Maxon esperava ansiosamente e tinha até mesmo os meus olhos azuis, combinando a parte mais ativa do pai com a minha energia e sendo um mix perfeito de bondade angelical e pegadinhas dignas do próprio Diabo.

As 4 pequenas razões da minha vida deram a volta na cama e subiram nela com Osten se aconchegando no meu colo e os outros sentando sobre o edredom. 

- Ele vai ficar bom mesmo, mamãe? - perguntou Osten, me olhando com preocupação em seus olhos azuis.

Eu estava prestes a dizer algo quando meu cientista de 8 anos respondeu por mim:

- A gripe vai melhorar em 3 dias, mas durante a próxima semana o papai vai precisar descansar bastante. Mas ele vai ficar bom, maninho, não se preocupe.

Sorri ao ver como Kaden cuidava do irmão mais novo mesmo estando preocupado também. Um dos lados bons de meu filho ser uma cópia do pai era que suas emoções eram tão transparentes para mim como as de Maxon e seus olhos castanhos não conseguiam ocultar o temor pelo bem estar do pai e a preocupação com os irmãos.

Ahren e Eadlyn trocaram um olhar antes de o menino me perguntar:

- Você quer que a gente saia, mamãe? Para deixar o nosso pai descansar?

Neguei com a cabeça e me encostei na cabeceira da cama, abrindo espaço para eles sentarem ao meu lado.

- O pai de vocês vai querer vê-los quando acordar e acho que vai se sentir melhor com a companhia. - disse e notei um sorriso tomar o rosto das crianças.

Eadlyn se aconchegou perto de Maxon, Kaden e Ahren ficaram do meu outro lado e Osten se encostou no meu peito. 

- Como foi a tarde de vocês? A tia Marlee cuidou bem de vocês? - perguntei e vi um sorriso travesso brincar nos lábios de Osten.

Eadlyn bufou em desgosto e lançou um olhar feio para Ahren e Kaden quando estes soltaram uma risadinha.

- Osten fez uma brincadeira de muito mal gosto quando estávamos brincando de esconde-esconde. Ele disse para Kile onde eu estava escondida e, quando ele foi me procurar no armário de vassouras, meu querido irmãozinho trancou a porta e disse que nós só sairíamos depois de... - ela hesitou e suas bochechas coraram enquanto os irmãos riam. - Nos beijarmos.

Quando ela disse a última palavra, os irmãos caíram na gargalhada e eu não pude conter um sorriso.

- E você beijou ele? - perguntei com um sorriso travesso que combinava com o dos meus filhos, que riram ainda mais com a minha fala.

- Mãe! - reclamou ela e olhou para o pai, com medo de ter o acordado e repetiu mais baixo: - Mãe! Que absurdo!

Eu ri novamente e o rosto sério da minha filha se desfez ao ouvir minha risada e acabou por sorrir também enquanto os irmãos se acabavam de rir. Senti um movimento ao meu lado e Maxon se sentou na cama com um sorriso entretido.

As crianças gritaram um “papai” animado e pularam no pescoço dele ao mesmo tempo, o derrubando de volta na cama. Não há palavras para descrever a emoção que tomou meu coração ao olhar para aqueles cinco seres que eu amava mais que tudo abraçados e sorrindo tão verdadeiramente.

Despertei do meu devaneio ao notar que Maxon parecia levemente pálido e eu disse em um tom de brincadeira:

- Assim eu vou ficar com ciúmes.

Maxon sentou ainda com os quatro agarrados ao seu pescoço e me lançou um sorriso travesso igualzinho ao dos meus filhos.

- Vocês ouviram a mãe de vocês, crianças. Ela também quer um abraço. - disse ele e imediatamente minha visão foi coberta por bracinhos me envolvendo e eu só podia ouvir as risadas das crianças e de Maxon.

Ficamos algum tempo conversando depois que eu me recuperei do abraço de urso e Maxon assegurou várias vezes para as crianças que ficaria bem, dizendo que elas não deveriam ficar muito perto se não ficariam doentes e não poderiam mais ir lá fora. Meus pequenos ficaram conversando animadamente para distrair o pai e estavam todos adormecidos entre nós dois quando a madrugada chegou. Bom, todos menos Eadlyn. 

A minha pequena rainha se ofereceu para ajudar a buscar cobertas extras para que todos dormíssemos juntos. Fui com ela até meu quarto onde as cobertas estavam guardadas e aproveitei que estávamos sozinhas para perguntar:

- E então? Você e Kile se beijaram?

Minha filha corou violentamente antes de murmurar um “sim” baixinho. Dei um tempo para ela decidir se me contaria ou não até que ela disse:

- Eu chamei alguém para nos tirar do armário de vassouras, mas ninguém veio então Kile disse para acabarmos com aquilo logo. Ele me deu um selinho bem na hora que a porta se abriu. Não queria olhar para o Sargento Leger, que tinha aberto a porta, nem para Kile então saí correndo de lá.

Ela falou tudo isso bem rápido e eu sorri ao notar que ela pareceu levemente ansiosa ao contar sobre o beijo, mesmo sendo apenas um selinho.

- Você gosta dele? - perguntei e ela fez uma cara exagerada de nojo.

- Eca, mãe! É claro que não. Foi vergonhoso e só. - respondeu mais que depressa e eu sorri, erguendo as mãos em sinal de rendição.

- Tudo bem, eu acredito em você, meu amor. Mas saiba que pode me contar se algo mudar ou se precisar desabafar sobre qualquer coisa.

Ela se virou para mim e soltou as cobertas sobre a cama, correndo para me abraçar. Envolvi meus braços ao redor da minha menina e sorri pela forma como o corpo dela se encaixava no meu abraço.

- Eu te amo, mamãe. Obrigada por ser a melhor mãe do mundo. - disse ela com um sorriso na voz e eu deixei um beijo em sua testa com os olhos marejados.

- Eu também te amo e agradeço por ter uma filha tão incrível quanto você.

Aquela demonstração tão clara e efusiva era algo raro para minha filha, sempre mais reservada e comportada como uma futura Rainha deve ser. Mesmo assim, eu a amava com todo o meu coração e adorava quando o lado Singer dela aparecia e eu a pegava correndo descalça pelos corredores ou pelo gramado com os cabelos ao vento ou abraçando os irmãos sem se importar com o decoro.

Quando nos soltamos do abraço, pegamos as cobertas e voltamos para o quarto de Maxon ainda sorrindo. Cobrimos os meninos e, para minha surpresa, Eadlyn quis dormir do meu lado ao invés de ao lado de Maxon ou Ahren. A cobri bem e beijei sua bochecha antes de abraçar a menina e deixar que ela caísse num sono profundo.

Olhei para Maxon sobre os nossos meninos e ele sorria abertamente. Era incrível como seus cabelos bagunçados, o pijama simples e as bochechas febris só o deixavam mais lindo e seu sorriso mais encantador.

- Essa imagem é a coisa mais linda do mundo. - comentou ele e eu sorri de volta.

- Não tão boa quanto a que eu vejo. - retruquei e ele riu.

- Mary veio ver se precisávamos de algo e me contou tudo o que você fez enquanto eu dormia. Sabe que não precisava ter lidado com todos os papéis sozinha.

Dei de ombros.

- Eu sei que não, mas eu queria fazer algo útil. Ajudar as pessoas assinando uns decretos nunca matou ninguém. 

Ele esticou uma mão para acariciar meu rosto, dizendo:

- É incrível como, 14 anos depois de colocar meus olhos em você, eu ainda me surpreendo diariamente com a sua habilidade de ser maravilhosa em tudo. Você é meu eterno mistério e fascinação, América Singer Schreave.

Corei, virando meu rosto para deixar um beijo na palma da mão dele, e me aproximei para beijá-lo.

- Você vai ficar gripada também. - avisou ele.

Segurei as laterais do rosto de Maxon e deixei um beijo apaixonado em seus lábios.

- Valeu a pena. - disse, ainda com os lábios nos dele e seu sorriso fez minhas pernas bambearem exatamente como era quando nos conhecemos.

Realmente, algumas coisas nunca mudam (como eu não conseguir manter meus lábios separados dos de Maxon e acabar ficando gripada junto com ele várias vezes e vice-versa).


Notas Finais


Espero que tenham gostado e prometo tentar postar o próximo mais rápido, lembrando q o próximo eh o epílogo e último da primeira temporada 💔
Estão tão ansiosos pra segunda temporada quanto eu?


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