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História Nossas duas (eternas) noites; - Capítulo 2


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Notas do Autor


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Capítulo 2 - Nossa última noite;


Alguns amigos já tinham chegado na minha casa, dessa vez minha mãe mão estava, então ela não mandaria todos embora cedo. 

Você chegou de novo com seu amigo, de bicicleta e quando entrou na minha casa me deu oi sem jeito. Eu não sei explicar, mas senti que éramos desconhecidos, a gente nem se olhava, mal se falava. 

Eu estava sentindo uma raiva inexplicável sua, a gente já não se falava mais por mensagens todos os dias como antes. E eu mesmo assim ainda pertencia a ti, mesmo sem querer. 

Repetia pra mim mesma que não gosto de você, é apenas tesão, e só. Naquele tempo eu acreditei mesmo, mas não. 

Jantamos e logo os jogos começaram, de novo o tabuleiro, mas aquele dia ninguém estava muito afim de nada, eu neguei de ir para o 7 minutos no paraíso com você, e não me arrependo. 

Bateu uma crise de ansiedade e eu fiquei mal, queria sumir dali, mas não podia simplesmente mandar todo mundo embora. Fui para o quarto e comecei a arrumar minhas roupas, só pra me distrair. Você apareceu na porta e com uma simples palavra, "sexo?". Eu disse que não, pois apesar de querer, ainda estava com raiva de você. 

E porque a raiva? 

Apenas por ter percebido que você só queria algo quando estava embriagado, só tomava iniciativa depois de alguns goles de álcool. E mais raiva ainda eu ficava, por perceber isso e mesmo assim te querer. 

Te empurrei pra fora do quarto, mas não fechei a porta. Fiquei ali, e quando terminei as roupas me deitei de barriga pra cima mexendo no celular. 

Logo depois você apareceu de novo, e dessa vez apenas se deitou, não falou nada. Eu estava quase chorando, então apaguei a luz pra você não me ver chorando. 

- Porque tu desistiu de mim? - Você perguntou me fazendo te olhar. 

- Eu desisti de ti? Foi tu que parou de falar comigo do nada - Falei simples. 

- Ah mas tu também não me chamou mais - Você contrapós. 

Respirei fundo e fiquei olhando pro teto. 

Eu queria tanto que fosse mais fácil. A poucos dias eu tinha conversado com um amigo dele, e o garoto me disse que ele não queria nada comigo. Então porque eu iria dar uma chance pra ele? Eu devia ou não? 

- E o que a gente faz agora? 

- Eu não sei, o que tu quer? - Perguntei. 

- Sexo 

- Claro, tu só me procura quando bebe, já percebeu? - Falei olhando nos seus olhos.

- Não é bem assim... 

Conversamos sobre coisas aleatórias, até que o amigo dele apareceu na porta e eu fechei mandando o garoto embora. 

Olhei pra você, estávamos os dois deitados se encarando, até que sem pensar eu te beijo, e na mesma hora você retribui. Começou lento, doce, mas logo esquentou, como se os dois precisassem daquilo a um tempo. 

Subi no meu colo e logo tirei sua blusa e você a minha, eu beijei seu peitoral inteiro, mas logo fui interrompida por você levantando meu top e distribuindo beijos e afins em meus seios. 

Joguei a cabeça para trás e me apoiei com uma mão na cama e a outra nas suas costas, deixei alguns arranhões ali. 

Como sempre sua parte favorita era beijar meu pescoço e ir descendo, mas não antes de puxar meu cabelo com força, assim como lhe ensinei que gostava na nossa primeira noite. 

Senti nossos corpos quentes começando a suar, você botou a mão na barra do meu short. 

- Ei... Tem muita gente ali fora - falei me referindo aos nossos amigos na sala. 

- E daí? 

- E daí que te muita gente - Falei saindo do seu colo e me deitando. 

Você se deitou do meu lado e abraço minha cintura formando uma conchinha. 

- Eu quero... Mas com eles aqui... E daqui a pouco tu tem que ir pra casa, tu podia ficar pra dormir aqui comigo... - Falei aproximando meu quadril contra seu volume na bermuda. 

Você suspirou e sem dizer nada colocou a mão por dentro do meu short, eu ajudei abrindo o zíper, logo você começou a me dedar forte, mas o short tava atrapalhando. 

Você ficou por cima de mim, e eu dizia que eles iriam escutar a gente. 

- Eles tão lá fora fumando e com som no carro... 

- Tá e tu tem camisinha? - Perguntei. 

Ele tirou uma do bolso e sorriu. 

- Porque tu tem que ser tão influente sobre mim? 

- Eu tento... - você disse ladino e me beijou intensamente. 

Algum tempo de beijo e afins você me olha no fundo dos olhos e diz manhoso "deixa eu te chupar" e sem dizer nada apenas levei sua mão ao meu short e tiramos ele juntos. 

Você me olhava fundo nos olhos, e naquele instante eu esqueci que estava brava com você minutos antes. Nada importava além da vontade que sentíamos. 

Fechei os olhos e senti sua boca em mim, alternando com seus dedos e língua. Você apertava minhas coxas fazendo com que tudo ficasse melhor, e meus olhos fechados só aumentavam as sensações. 

Você aumentou a velocidade dos movimentos e foi mais fundo ainda com os dedos, instantâneamente minhas pernas tremeram e uma sensação inexplicável tomou conta de mim. Mordi os lábios para não gemer alto. 

Naquele momento você entendeu que eu queria mais, você colocou a camisinha e devagar se aproximou, segurei em seus ombros enquanto você encaixou, de primeira eu senti uma dor consideravelmente forte, mas então você me beijou e foi mais devagar, ali a dor não existia mais, e aos poucos você foi acelerando o movimento. 

Alguns minutos assim até que você pediu para trocarmos a posição, fiquei por cima, foi difícil, não estava totalmente confiante sobre ficar por cima então logo trocamos de novo. 

- Acho que vou ficar dormindo aqui mesmo... - Você disse.

- Acho que não... - Falei olhando que seu celular estava vibrando. 

Era seu pai, você atendeu e disse que já estava indo pra casa. Me vesti e peguei o celular para disfarçar a vergonha. 

Logo você foi embora, e eu fiquei igual idiota tentando saber o que aconteceria depois daquilo, adivinha... Nada aconteceu. 

Agora somos só amigos. 






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