História Nosso amor (Imagine Jeon Jungkook - BTS) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Personagens Originais, V
Tags Bts, Drama, Hoseok, J-hope, Jungkook, Revelaçoes, Taehyung, Você
Visualizações 404
Palavras 1.398
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá ❤

Capítulo 1 - Estranho


Fanfic / Fanfiction Nosso amor (Imagine Jeon Jungkook - BTS) - Capítulo 1 - Estranho

             4 anos depois...

       Coreia do sul - Seul                                  Segunda-feira, 06:45 AM          

         

O despertador toca mais uma vez, já é a terceira vez que ele toca. Inclino a cabeça para o lado observando as horas e não estava atrasada. Me levantei calmamente e fui para o quarto de Sun Hee. 

- Ei meu amor, acorda. - Eu disse acariciando os cabelos da minha filha. A mesma acorda e me abraça. - Vamos se arrumar e ir para a escola? 

- Vamos omma - A mesma diz sonolenta. A levei para o banheiro, coloquei o chuveiro no morno e dei banho na mesma, vesti seu uniforme, arrumei seus cabelos. Levei a mesma para a cozinha e fiz sua mamadeira. Sim com quatro anos ela toma mamadeira, um bebezinho ainda. A deixei no sofá assistindo enquanto comia e fui tomar meu banho.

Estava arrumando meu cabelo quando a Sun vem correndo para o quarto e se joga na cama e diz: 

- Um monstro omma. - Ela diz chorando embaixo das cobertas.

- Aonde filha? - Perguntei puxando o cobertor e alisando seus cabelos.

- Na sala, grande, preto e tem patinhas. - Ela diz e eu me levanto e vou para a sala procurar o "monstro". Cheguei lá e era um monstro mesmo, tinha uma barata enorme na mesa de centro da sala.

- Aí meu Deus. - Disse e fui pro quarto, peguei a Sun nossas bolsas e a chave da moto e saí do apartamento, não quero lhe dar com uma barata maior que eu á essa hora da manhã.

Desci para o estacionamento do prédio, coloquei o capacete na Sun e a coloquei encima da moto. 

- Omma e o monstro? - Ela pergunta arregalando os olhinhos.

- De noite quando chegarmos a gente mata ele, certo? - Sorri e ela fez bico.

- Não omma eu tenho medo. -Ela diz fazendo bico.

- Não tenha medo, ele é inofensivo. - Menti para minha filha, afinal não queria mais uma pessoa em casa que tenha medo de insetos. Aquele bicho peçonhento, chega á me dar arrepios só de pensar. Subi na moto e segui para a escola de Sun.

Deixei a mesma na escola e fui para o meu trabalho. Eu trabalho em um restaurante bem frequentado, que fica no centro de Seul, com o meu salário eu pago o aluguel do apartamento, conta de luz já a água não sou em quem pago. As vezes aperta muito, o salário as vezes não cobre minhas despesas, eu faço curso pois não tenho condições de fazer a faculdade que eu sempre sonhei. Meu sonho sempre foi fazer faculdade de Fotografia. 

Eu nunca tive apoio da minha família, eu saí de casa aos meus 16 anos de idade, eu não saí, na verdade fui expulsa, dói até hoje lembrar que eu não fui aceita por minha própria família por estar grávida. O pai da Sun Hee? Sumiu no mundo, quando eu contei para ele que eu estava grávida ele simplesmente disse que não iria assumir. E hoje sou eu e ela sozinhas uma apoiando a outra, eu não sei o que seria de mim sem ela, eu amo a minha filha ela é minha única família. Para eu estar aqui hoje morando em um lugar digno com comida, água, luz e roupas foi duro demais, eu sofri muito desde a adolescência, nunca tive nada de mão beijada. A vida foi dura comigo.

      ///////////////////////

Cheguei no restaurante cumprimentei meus colegas de trabalho e fui para o vestiário colocar meu uniforme e fui trabalhar.

- Oii Wendy - Minha amiga Yang Mi diz me abraçando.

- Oii - Retribuí o abraço.

- Como está? Arranjou um boy? - Yang diz animada.

- Eu estou bem. Não eu não arranjei nenhum boy. - Disse rindo. 

- Tenha fé em Deus irmã, um dia você acha. Vamos trabalhar. - A morena diz animada.

Eu trabalho na recepção do restaurante, ou seja, passar o dia recebendo um monte de desconhecidos. 

Estava sentada na cadeira de frente para o balcão, não tinha pessoas entrando e saindo, o movimento estava fraco. Até que eu vejo do outro da rua um homem todo de preto me observando, eu continuei o encarando até que ele percebeu e saiu andando rapidamente. Que estranho. 

        /////////////////////

Depois de um dia longo de trabalho, acabou meu expediente. Troquei de roupa, peguei meu capacete e saí do restaurante. Como eu estava com fome e ainda sobrava 30 minutos para buscar Sun, fui até a lanchonete do outro lado da rua.

Depois de comer saí da lanchonete, estava esperando o sinal fechar quando de repente uma moto desgovernada veio na minha direção, eu rapidamente peguei impulso e fui para trás num pulo, encarei o moço da moto que estava caído no chão gemendo de dor. Imediatamente me aproximei do garoto. 

- Não se mexe - Disse para o mesmo que tentava se levantar.

- Aish - Ele resmungou se deitando novamente. 

- Posso? - Perguntei encostando as mãos no capacete do garoto. Ele assentiu. Retirei o capacete do garoto e coloquei a cabeça do mesmo apoiada em minhas pernas. Liguei para a ambulância. O garoto começou a chorar de dor. Afaguei os cabelos macios do garoto tentando acalmá-lo - Eu já liguei para a ambulância, eles estão vindo. - Disse afagando os cabelos do mesmo.

Algumas pessoas ficaram ao redor observando a cena, bando de inúteis ninguém ligou para a ambulância. Minutos depois a ambulância chegou, pegaram o garoto e colocaram na maca, e ele não soltava a minha mão. O colocaram na ambulância.

- Você vem com a gente? - O paramédico pegunta. Olhei as nossas mãos entrelaçadas e depois olhei meu relógio de pulso. 

- Não vai dar - Entrei na ambulância e cheguei perto do garoto - Fica bem tá? Seja forte, Fighting. - Eu disse quando ia sair da ambulância ele segurou meu pulso. O encarei e sorri para o mesmo logo soltando sua mão.

Teria que buscar a Sun na escola, não podia acompanhá-lo. Peguei minha moto e fui buscar a Sun.

            //////////////

Cheguei na escola e lá estava ela sentada desenhando, me aproximei dela e a abraçei, ela se assustou mas logo retribuiu o abraço.

- O que você está desenhando? - Perguntei para a mesma.

- Um moço que eu vi hoje omma, ele estava ali parado - Apontou para uma árvore do outro lado da rua. Peguei o desenho da mesma e me surpreendi. Estava desenhado o mesmo homem que tinha visto na frente do meu trabalho hoje. Estranho.

- Filha eu posso ficar com esse desenho? - Perguntei sorrindo. 

- Claro que pode omma, mas por que? - Perguntou sorrindo confusa.

- Porque eu gostei desse desenho, é diferente. Vamos para casa meu amor. - Eu disse a pegando no colo.

- Omma e o monstro? - Ela disse brincando com meus cabelos.

- Oh céus, omma havia se esquecido desse detalhe. Vamos matá-lo. - Eu disse pondo o capacete na mesma e colocando-a na moto. Fomos pra casa.

                  ///////

Chegamos em casa. Abri a porta preparada e a Sun estava no corredor com os olhinhos fechados.

- A barra tá limpa vem - Eu disse a puxando. Fomos correndo para o quarto, trocamos de roupa.

- A caça vai começar agora, cuidado. - Eu disse entregando um pesticida para a menor que logo assentiu. Saímos do quarto correndo e passamos para a cozinha. Eu estava procurando a barata quando a Sun começou a me chamar.

- Omma! - Ela chama, não respondo. - Omma... Ommaaaa! - Ela grita e eu viro para olhá-la.

- O que foi? - Perguntei. Ela aponta para o teto da sala, e lá estava o monstro - Vai por lá e sobe na cabeceira do sofá que eu vou por aqui, quando eu gritar "Já"  a gente aperta, certo? - Eu digo e ela assenti.

-JÁ! - Apertamos o spray e a barata começou a voar pela sala, fomos correndo para a cozinha, peguei a vassoura e saí tentando acertar a barata, joguei sandália, joguei vassoura até que a barata se acalmou e parou no canto da sala, peguei o chinelo e fui andando devargar, cheguei perto e taquei o chinelo nela, e morreu.

- Kyaaaaaaa conseguimos! - Disse abraçando a menor e a girando no ar. 

Tomamos banho, comemos e ficamos assistindo filme de animação, depois de alguns filmes ela pegou no sono a coloquei na minha cama, me deitei com ela.

- Eu te amo omma - Disse sonolenta me abraçando.

- Eu também te amo meu bebê - Disse retribuindo o abraço. 


Continua...








 



Notas Finais


Se você leu até aqui, obrigada ❤


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