História Nosso Filho - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 1.154
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Juntos


Uma semana se passou desde que Lucas se derreteu completamente pela sua ex-namorada e mãe de seu futuro filho. Não havia outra coisa que passasse por sua cabeça, tudo agora parecia girar em torno da gestante e do bebê se formando dentro dela. Infelizmente, para Lucas, não teve como ele visitá-la, não foi por falta de vontade porque se dependesse dele, eles estavam morando juntos e a Dani que se foda.

Toda a noite Lucas chegava em casa com coisinhas para o bebês e cremes para gestantes, ele ia a lojas em seu horário de almoço e ocupava as atendentes com perguntas do que seria melhor para levar e quais as utilidades dos produtos. Tudo ficava organizado no quarto para que ele levasse no final de semana.

A pessoa menos feliz na história toda é a Danielle, o que já era de se esperar. As ligações de Lucas e Amanda tem ficado cada vez mais frequentes e mas longas, o que a deixa com vontade de colocar fogo no Lucas que faz questão de conversar com a biscate na frente dela, palavras da mesma. Todos os presentes comprados estavam expostos no quarto para quem quisesse ver e eles pareciam zombar da cara dela, o que a deixa ainda mais furiosa.

Lucas pode não ter reparado, mas todas as conversas que tem tentado iniciar com a namorada é sobre seu filho e sua ex, esses são sempre assuntos que fazem os dois terminarem brigados.

É sexta feira, Danielle está cansada dessa semana e irritada por saber que está perto de Lucas ir visitar Amanda, em sua cabeça a ex de seu namorado esta apenas tramando para tê-lo de volta e como ele é burro o suficiente para acreditar que o filho é dele, está caindo como um patinho.

No fim da tarde Danielle se arrumou e saiu de casa, ela iria tirar satisfação com Amanda, ela está disposta a fazer qualquer coisa para afastar a garota de seu namorado.

Amanda estava voltando para casa, ela havia saído para comprar a vitamina que a doutora escreveu na receita, o dia estava lindo, principalmente depois que ucas ligou perguntando como ela e o bebê estavam e se precisavam de alguma coisa.

Saber que ele se impota enche seu coração.

Quando estava quase entrando dentro de sua casa, Amanda escutou alguém chamando o seu nome e assim que se virou pôde ver Danielle se aproximando.

— O que você está fazendo aqui? — Amanda perguntou, se Danielle estava ali para boa coisa que era.

— Eu vim apenas para mandar você ficar longe do meu namorado, ele pode ter caído no seu joguinho, mas a mim você não me engana.

— Eu não estou perto do Lucas, nós nos falamos por telefone, vamos ter um filho e ele ser seu namorado não significa que ele é sua propriedade. — a grávida rebateu.

— Não me faça perder a paciência. Você está louca por atenção e fica atrás de Lucas, procure atenção em outro lugar, vadia.

— A única louca é você que saiu da sua casa para vir até a minha me ofender.

— Danielle? 

As garotas se viram para ver Lucas se aproximando com sacolas em suas mãos, nenhuma das duas esperavam encontrá-lo ali.

— O que você está fazendo aqui, Lucas? Por um acaso você e essa vadia estão tendo um caso? — Danielle encarou o namorado que parou ao lado de Amanda.

— Não a chame assim, Danielle. Você não tem motivo algum para isso. — Lucas a repreendeu.

— Você é tão idiota que caiu nas garras dela rápido demais. O que você está ganhando com isso? Voltou a transar com essa biscate?

— Eu já disse para não chamá-la assim! Respeite a mãe do meu filho. — Lucas falou um pouco mais alto e Amanda segurou ao seu braço em uma tentativa de acalmá-lo.

— Tire sua mão daí, vagabunda! — Danielle bateu sobre a mão da gestante.

— Se você fizer isso de novo, eu não vou responder por mim. — a voz de Lucas saiu carregada de ameaça direcionada a sua namorada.

— E vai fazer o quê? Me bater? — a garota desafiou.

— Calma, Lu... Não vale a pena. — Amanda disse baixo e Danielle riu debochada.

— Lu?! Você não está me enxergando aqui, vadia? Ou está fazendo de proposto para vê até quando minha paciência vai para eu não enfie a minha mão na sua cara?

— Lucas... Vá para a sua casa e dê um jeito na sua namorada, não quero tê-la em frente a minha casa me xingando toda vez que eu chegar em casa. — por incrível que pareça, Amanda estava calma, ela sabe que se ficar nervosa sua pressão vai subir.

— Agora quer dar uma de boa moça, coitadinha dela.

— Olha Danielle... Lucas e eu não temos mais nada, você deveria confiar mais no seu namorado. Você está tão insegura que veio até aqui passar vergonha me xingando.

Assim que Amanda terminou de falar a mão de Danielle se ergueu tomando rapidamente a direção do rosto da garota, o tapa em Amanda só foi evitado porque Lucas foi mais rápido entrando na frente da mãe do seu filho recebendo o tapa estralado em seu pescoço.

— Eu juro que se você tentar algo assim contra ela novamente, eu vou agredir você. — Lucas falou segurando fortemente o braço da namorada, isso já havia ido longe demais — Vá embora! Pegue suas coisas e suma da minha casa.

— Você está terminando comigo?

— O que você acha? Eu não quero uma louca como namorada, principalmente quando o meu filho nascer.

— POIS EU ESPERO QUE ELE MORRA! — Danielle gritou raivosa soltando-se das mãos de Lucas e caminhando apressadamente na direção contraria dos dois.

Lucas olhou a garota ir embora até que não pudesse vê-la mais, ele não acredita que ela disse aquilo, nunca esperaria algo assim dela e nem de ninguém.

Era apenas um bebê.

Lucas saiu de seus pensamentos quando ouviu Amanda fungar atrás dele, ele sabia que ela estava chorando e então se virou a abraçando.

— Vai ficar tudo bem... — ele beijou a cabeça da garota que logo retribuiu o abraço.

— Você ouviu o que ela disse... E se ela tentar algo contra nosso filho? — a garota falou entre soluços deixando todo o medo evidente em seu tom de voz.

— Eu estarei aqui para protegê-los, não precisa ter medo.

Amanda separou o abraço olhando nos olhos azuis de Lucas, como ela quer que seu filho tenha os olhos parecidos.

— Eu amo você ... mesmo que não sejamos mais namorados — Amanda confessou e Lucas limpou delicadamente as lágrimas de seus rosto.

— Eu também amo você... Vocês na verdade. — ele sorriu deixando um beijo na testa da garota 

 

— E sobre não sermos mais namorados... Podemos dá um jeito nisso.

— Vamos com calma, tudo bem?! É muita coisa acontecendo junto, mas sabia que eu te amo. — ela sorriu fraco o abraçando novamente.

— Nos ainda vamos ser uma família.

Lucas disse com toda a certeza que sentia seu coração, nada dá tão certo como ele e Amanda juntos.

 



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