História Nosso fruto! - Capítulo 8


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Dohko de Libra, Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, Jabu de Unicórnio, Marin de Águia, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaina de Cobra, Shaka de Virgem, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shunrei
Tags Shaka X Ikki
Visualizações 97
Palavras 3.347
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiiieeee meus amores, mais um capítulo aqui pra nós, espero que vocês gostem.
Boa leitura a todos! 😍❤👌

Capítulo 8 - Entre lágrimas!


Fanfic / Fanfiction Nosso fruto! - Capítulo 8 - Entre lágrimas!

Autora pov,s on


Grécia - Mansão Kido - Uma semana depois - 08:34 da AM.


Mais um dia começava rigoroso no Santuário de Athena, a deusa estava entre seus finos e suaves lençóis de seda, deitada com a cabeça no peitoral do cavaleiro de Pégaso, haviam se amado a noite inteira, cada um inebriado no prazer de estarem entregues em seus braços. Seiya amava Saori desde a primeira vez que a viu, daria sua vida pela da amada. Não podia estar mais feliz do que já estava por finalmente ter fisgado o doce coração da deusa Athena. A moça se mexeu preguiçosamente sobre seus braços, acariciou os longos e belos cabelos da garota.

— Bom dia amor. — Falou, com um sorriso gentil nos lábios.

Athena sorriu meigamente beijando-lhe os lábios com amor.

— Bom dia meu amor. — Respondeu, se aconchegando mais a Seiya.

O mesmo continuava com as carícias em seus longos cabelos, como se sentia segura quando estava nos braços do homem que ama, Seiya de Pégaso era o amor da sua vida, era loucamente apaixonada pelo moreno.

— Vai sair hoje, Saori ? — perguntou, olhando pra namorada.

— Sim, Pandora vai pro Santuário hoje a tarde. — Suspirou. — Não sinto coisa boa vinda dela.

Seiya olhou-a sem entender, Athena achava isso um pouco engraçado, ela era a deusa da sabedoria e namorava Seiya que era um tanto lerdo pra entender as coisas.

— Eu não entendi. — Exclamou, franzino as sobrancelhas.

— Eu quis dizer que Pandora pediu para eu ir pro Santuário hoje, ainda não sei o que ela está tramando, e sinto que tem algo haver com Shaka e Ikki. — Desabafou, sincera.

— Ah, entendi. — Saori riu, levemente.

Ficaram por alguns minutos deitados na cama, mas logo resolveram se arrumar para tomarem seus desjejum.



~ Na casa de virgem ~



Shaka saiu do banheiro um pouco pálido, sua pressão estava relativamente baixa e suas articulações trêmulas, sentia-se mole e com muito frio, era como se o mesmo estivesse dentro de um congelador ou até mesmo de um frigobar. Sentou-se na cama ainda zonzo, sua cabeça estava dando inúmeras voltas, como se estivesse andando em uma montanha russa de cabeça para baixo.

— Argh... — Gemeu baixinho, apertando as têmporas doloridas.

Onde estava Ikki quando ele passava mal ? Desde da hora que acordou não viu o moreno ao seu lado na cama, e ainda por cima acordou passando mal. Levantou a cabeça devagar ao escutar leves batidas na porta do seu quarto, com a voz um pouco baixa e sofrida, falou:

— Entre... — Viu a porta se abrir e seu melhor amigo lemuriano entrar em seu quarto, o mesmo olhou-o preocupado.

— Shaka, você está bem ? — Perguntou, se aproximando do loiro e sentando ao lado do amigo grávido.

— Mu, e-eu estou um p-pouco tonto. — Sua voz saira trêmula, sentia seu corpo suando friamente.

O ariano tocou a testa do virginiano medindo a temperatura do mesmo, assustou-se ao senti-lo queimando de febre sobre sua mão.

— Meu zeus Shaka, você está ardendo em febre. — Se desesperou, vendo o loiro dar de ombros.

— Está tudo bem, não se preocupe. — Estava agradecido pela preocupação do amigo, mas odiava deixar os outros preocupados.

— Não! — Assustou-se com a voz alta de Mu, o mesmo olhava-o bravo. — Enlouqueceu Shaka ? Você está queimando de febre, isso não é bom pra sua bebê e nem para você seu idiota. — Franziu o cenho ao ser xingado pelo cavaleiro de áries.

— Não precisa se preocupar já disse, e não me xingue novamente Mu. — Respondeu, irritando-se com o amigo.

Mu revirou os olhos nas órbitas, como odiava a teimosia de Shaka, pior que desde de pequeno o loiro era assim, teimoso e chato, Humpf.

— Você que sabe Shaka. — Falou, emburrado. — Cadê o fênix ?

Shaka respirou fundo, dando de ombros.

— Não sei, quando acordei ele não estava mais aqui. — Disse fingindo não se importar, mas por dentro estava triste pelo moreno não ter lhe deixado um bilhete avisando que iria sair.

Mu ficou sério, como o irresponsável do fênix ousava deixar seu melhor amigo grávido sozinho ? Ikki iria escutar umas verdades, leão irresponsável.

— Deite-se aí, vou ver se pego uns remédios para baixar essa febre lá em casa. — Shaka deitou-se assim como o amigo pediu. — Volto logo, nem pense em sair daí viu mocinho.

— Tá bom mamãe. — Debochou, arrancando um sorriso de Mu.

— Tem certeza que se eu te deixar só você ficará bem ? — Perguntou, preocupado.

Shaka assentiu com a cabeça, arrependendo-se logo em seguida por ter balançado a mesma, pois sentiu-se ainda mais tonto do que já estava. Mu saiu da casa de virgem dando de cara com Ikki, encarou o cavaleiro de fênix com muita raiva, estava tentando controlar seu cosmo que queimava febrilmente dentro de si, sentia vontade de xinga-lo de todos os nomes por ser tão irresponsável.

— Onde estava ? — perguntou entre dentes, cruzando os braços.

Ikki arqueou uma das sobrancelhas morenas, sem entender o estranho comportamento de Mu.

— Não é da sua conta. — Respondeu com ironia, deixando o lemuriano ainda mais irritado.

— Ora seu... — Rosnou ameaçadoramente, fechando os punhos com força. — Você é um traste Ikki Amamiya, não sei o que o meu amigo viu em você, seu irresponsável. — Ditou bravamente, como queria voar no pescoço de fênix e estrangular aquela galinha de agrícola.

Fênix fechou a cara seriamente, tolerava o ariano por conta de Shaka, mas não ia permitir o mesmo falar desse jeito consigo.

— Olha vaquinha, você só se salva de levar umas boas porradas nessa tua cara de bolacha maria por conta do Shaka, ele não iria gostar de saber que eu dei uma boa surra no melhor "amiguinho" dele. — Disse sarcástico, mas sorrindo por dentro ao sentir o cosmo do outro se elevando consideravelmente.

— Quem vai arrebentar essa sua cara de imbecil sou eu, maldito. — Silibou entre dentes, indo pra cima de fênix com tudo.

Caíram no chão socando um ao outro, Ikki agarrou os cabelos do lemuriano tentando imobilizar o mesmo pelos enormes fios lilases, Mu o socou no maxilar arrancando sangue da boca de Ikki, irritado pelo lemuriano está levando essa briga muito a sério, fênix queimou o cosmo e se preparou para atacar Mu com o seu famoso golpe 'ave fênix'. Mas sentiu-se preso pelas famosas correntes de Andrômeda. Shun os encarava mortalmente, tinha acabado de acordar com o barulho de discussão, ao sair pra fora encontra seu irmão e Mu atracados no chão de frente a casa de virgem.

— Que lindos, continuem. — Bateu palmas, encarando-os. — Estão de parabéns, não respeitaram nem o Shaka que está grávido e dormindo no quarto ao lado daqui. — Shun falou, friamente.

Andrômeda sempre fora calmo e controlado, mas agora estava com muita raiva dos dois cavaleiros a sua frente.

— Shaka! tenho que ir. — Correu lembrando-se que tinha que pegar um remédio para baixar a febre do amigo, pois mandou o loiro ficar deitado até ele voltar.

Shun e Ikki se entreolharam sem entender o comportamento do outro, entraram para dentro sem trocar uma palavra se quer. Shun ainda estava bravo com o irmão, como o mesmo ousava desrespeitar o santo templo de Athena e a casa do próprio namorado, isso era um absurdo da parte de Ikki. Andou até a porta do quarto de Shaka encontrando o loiro deitado de olhos abertos, o loiro sorriu assim que o viu.

— Posso entrar, Shaka ? — perguntou da porta, sorrindo meigamente.

— Sim, pode. — O loiro respondeu, devolvendo o sorriso.

Shun entrou e sentou-se ao lado do virginiano, observou o loiro atentamente, o mesmo parecia um pouco pálido e tinha um pouco de suor escorrendo por sua face, em preocupação levou a mão até a testa de virgem, constatando que o loiro realmente estava com febre.

— Você está com febre Shaka, por que não me disse nada ? — perguntou-o, preocupado.

— O Mu falou que ia pegar um remédio pra mim, estou esperando ele voltar. — Explicou para o mais novo, que revirou os olhos ao lembrar dos dois cavaleiros brigando lá fora.

— Mas quando não estiver se sentindo bem, pode me chamar Shaka. — Segurou a mão do cunhado, acariciando a barriga do virginiano com a outra. — Somos uma família, eu amo vocês! — Sorriu dócil, afagando os longos cabelos do loiro.

Shaka sorriu em agradecimento, também amava muito o cunhado, e agradecia aos deuses por ter colocado Shun em sua vida, não era só o mestre de Andrômeda, era como um irmão mais velho pro mesmo.

— Obrigado Shun, obrigado por ser essa pessoa incrível que você é. — Secou uma lágrima solitária que desceu pelo seu rosto alvo, Shun sorriu abraçando-o.

O moreno entrou no quarto encontrando o irmão e o namorado abraçados, sorriu para os dois com muito amor, achava lindo a amizade que eles tinham, Shaka nunca tratou seu irmão com superioridade só porque era de um patamar mais alto que o deles, sempre os respeitou e reconheceu seus valores como cavaleiros de Athena.

— Onde estava Ikki ? — Virgem perguntou-o, sério.

Engoliu em seco, havia se esquecido de avisar ao loiro que iria sair com Aiolia logo cedo.

— Eu saí com Aiolia pro campo de treinamento, como você estava dormindo não quis acorda-lo e também acabei esquecendo de deixar um bilhete avisando-o. — Shun balançou a cabeça pros lados, negativamente.

Não podia negar que seu irmão era um irresponsável, como podia sair e ainda por cima não avisar ao próprio namorado gestante pra onde ia.

— Shaka está com febre sabia ? Você é tão irresponsável Ikki. — Franziu o cenho ao escutar a mesma frase que ouvira de Mu.

Será que ele era tão irresponsável assim como os outros dois falaram, só havia se esquecido de avisar ora, e também não ia adivinhar que o loiro estava doente.

— Me desculpa, eu reconheço que errei, mas errar é humano não é ?

— Sim Ikki, errar é humano... — Shaka respondeu sério, não queria brigar com o moreno, primeiro porque não estava se sentindo bem para isso.

Os três foram atraídos pela presença de Mu no quarto do casal, nem se deram conta que o lemuriano havia entrado no quarto.

— Está aqui, Shaka. — Entregou um comprimido de paracetamol pro loiro com um copo d'água, logo o virginiano tomou.

— O que você está dando pro Shaka ? — Ikki perguntou-o, seriamente.

O lemuriano revirou os olhos, ignorando a presença de fênix.

— Obrigado Mu. — Agradeceu ao amigo, agora só precisava dormir um pouquinho e esperar o comprimido fazer efeito em seu organismo.

— Magina loiro, estou indo pra casa, qualquer coisa me chame. — Mu falou, e olhou pra Shun.

— Claro. — Sorriu, fechando os olhos para poder descansar.

Logo foi embora da casa de virgem, Shun também se levantou para fazer alguma coisa pra eles comerem. Ikki permaneceu no quarto observando seu loiro dormir tranquilamente, acariciou a face macia e delicada de Shaka, ah como era lindo! Parecia até um anjo dormindo, se não fosse indiano podia ser confundido inteiramente com um deus grego, Shaka de virgem era um homem realmente lindo.

— Eu te amo, nunca se esqueça disso. — Sussurrou no ouvido do loiro, mas o outro não pôde ouvir por já estar dormindo.


~ Santuário - 13:34 da PM. ~


Shaka se reuniu com Shun no grande salão da casa de virgem, os dois estavam meditando serenamente em suas posições de lótus, seus pensamentos interligados no mundo espiritual, centrados e concentrados com a paz interior! Como já dizia Buda: A paz vem de dentro de você mesmo. Não a procure à sua volta. 

Muitas das vezes pessoas se ferem e se enganam por acreditar que achará a paz em bens materiais, em pessoas ou em qualquer coisa que não esteja dentro delas, isso chama-se superstições; por acabarem botando crédito nessas tais ilusões, a paz só é manifestada quando se há amor, se você não tem amor em seu coração, impossivelmente alcançará sua paz interior! Assim pensava Shaka de virgem em meio a sua meditação.

Ficaram por mais algumas horas meditando em completo silêncio, Shaka sentiu-se novamente enjoado levantou-se as pressas e correu pro banheiro mais próximo da casa, debruçou-se sobre o vaso sanitário e colocou tudo o que comeu no almoço pra fora. Shun correu atrás do mesmo para ajuda-lo, segurou os longos cabelos loiros enquanto o cunhado lançava fortes jatos de vômito sobre o vaso sanitário. Shaka se ergueu mais pálido que antes, odiava ter esses fortes enjoos, porque mexiam com seus hormônios e seu estado mental, deixando-o completamente sensível. Escovou os dentes na pia tentando tirar o gosto amargo de vômito da boca, seus olhos azuis celestes estavam lacrimejados, sentia-se mais fraco que o normal.

— Shaka. — Shun falou olhando-o preocupadamente, o loiro estava tão branco quanto um papel.

— E-estou bem, só preciso sentar. — Fechou os olhos com força, tentando controlar seu corpo trêmulo.

Shun pegou-o no colo com muito cuidado, levou o loiro até o sofá da casa deitando-o delicadamente sobre o mesmo, andou até a cozinha pegando um copo d'água pro loiro, voltou pra sala ajudando-o tomar todo conteúdo que havia no copo.

— Obrigado Shun, hoje não acordei muito bem. — Falou sentindo-se mal, mas mal ainda por não está conseguindo seguir os treinos de meditação com o mais novo.

— Tudo bem Shaka, você tem que descansar, e logo logo essa fase de gestação vai passar. — Sorriu, acariciando a enorme barriga do virginiano. — E teremos nossa linda Emi aqui conosco.

Shaka sorriu concordando, não via a hora de ter sua pequena em seus braços, como queria nina-la todas as noites, dar de mamar para ela. Acariciou a barriga lembrando-se do dia que a bebê chutou pela primeira vez, estava com Ikki na sala de Saori.


Lembrança on:


Ikki e Shaka haviam ido conversar com Athena sobre eles poderem fazer uma viagem assim que Emi nascesse, chegaram a sala da deusa reverenciando-se a mesma, que logo pediu pra eles se levantarem.

— Boa tarde deusa Athena. — Shaka cumprimentou-la, gentilmente.

A deusa sorriu olhando encatada para a barriga já grandinha de Shaka, sentia uma grande iluminação e paz vindo diretamente do ventre do loiro, sem sombras de dúvida a filha dos dois seria uma criança divina.

— Boa tarde queridos cavaleiros, o que os trazem aqui ? — A deusa perguntou, meigamente.

— Queremos pedir sua autorização para viajarmos pro Japão assim que nossa filha nascer. — O loiro falou, calmamente.

A deusa concordou com um grande sorriso no rosto delicado, claro que concederia ao pedido dos seus dois  santos cavaleiros, eles tinham mais que aproveitarem e se divertirem mesmo, queria ver todos eles felizes. 

— Tem a minha permissão cavaleiros. — Sorriu, se levantando e indo até Shaka. — Confio em vocês de olhos fechados, e como está esse bebezinho aqui dentro ? — perguntou sorrindo amorosamente, enquanto acariciava a barriga do virginiano.

— Está be... Ai! — Interrompeu-se ao sentir o bebê chutando pela primeira vez, a deusa riu animadamente sentindo o bebê chutar a barriga do loiro. 

— Ele ou ela chutou Ikki. — Falou sorrindo bobamente pro moreno, que levou a mão até a barriga do mesmo sentindo pela primeira vez seu bebê chutar sobre sua mão, sorriu emocionado! Como era bom sentir os chutes do mesmo, já o loiro gemia a cada chute que recebia do bebê, fazendo Ikki e Saori rirem da expressão engraçada dele. 


Lembrança off:


Sorriu olhando pro teto da casa, realmente amava sentir os chutes da sua filha, ela seria tão forte quanto ele e o pai, e tão sábia quanto a deusa Athena, afinal, foi quando a deusa tocou em sua barriga que a bebê chutou pela primeira vez. Saiu de seus devaneios ao ouvir uma voz feminina chamando por Ikki, franziu a testa sem entender porque tinha uma garota chamando pelo seu namorado. Levantou-se do sofá e foi andando até a entrada do salão de virgem, onde encontrou uma moça morena parada na frente da entrada de sua casa.

— Sim ? — perguntou, sem delongas.

Sentia uma energia repugnante vindo da mesma, não havia gostado da cara dela.

— Você deve ser o cavaleiro Shaka de virgem né ? Soube que meu Ikki estava aqui, então vim chama-lo pra passear. — Falou com um grande sorriso.

Shaka sentiu seus nervos ferverem, como ela ousava dizer que seu namorado e pai da sua filha era dela ? Grr...

— Meu namorado não está. — Disse seriamente, destacando a palavra 'namorado'.

A mesma o olhou irritada.

— Seu namorado ? O Ikki me disse hoje cedo que não tinha nenhum namorado ou namorada, a gente até ficamos debaixo da árvore do campo de treinamento hoje. — Disse figindo-se de séria, mas estava adorando fazer o loiro sofrer com suas palavras cruéis.

Shaka sentiu seus olhos se encherem de lágrimas, agora tudo fazia sentido em sua cabeça, Ikki não disse nada quando saiu porque não queria dizer pra onde ele ia, e na verdade o mesmo estava o traindo bem debaixo do seu nariz... Sentiu uma dor latejante em seu coração, queria desaparecer da face da terra nesse exato momento, correr pra bem longe de tudo e de todos, não sabia se era possível, mas jurou ouvir seu coração quebrando-se em vários cacos de vidros, sua bebê chutou bem forte em seu ventre, como se tivesse tentando consola-lo de toda sua dor.

— Sinto muito por você ter que saber  da gente assim, se eu soubesse que vocês eram namorados eu jamais ficaria com ele. — Continuou fingindo falsamente e adorando ver o virginiano chorar em sua frente, mas arregalou os olhos ao ver que o loiro estava grávido. — Oh, você está grávido ?! — Exclamou de olhos arregalados em surpresa.

Sentiu uma tristeza profunda emergir do cosmo do jovem grávido, era como se ele estivesse sendo tragado vivo pelo próprio cosmo. Ao ver que pessoas se aproximavam dali, Pandora saiu correndo em direção a saída do templo. Aldebaran que vinha passando pela casa de virgem, paralisou ao ver o estado do loiro, Shaka parecia está em transe! Correu até o amigo sacudindo-o levemente e tentando fazer o loiro reagir.

— Shaka, Shaka fala comigo ? — Segurou o rosto do virginiano entre suas mãos, mas ele não reagia. — Ai meu santo zeus, o que aconteceu com você Shaka ?

Segurou o loiro assim que o mesmo desmaiou, levantou-o nos braços correndo até a casa de Mu, com o virginiano desmaiado em seus braços. Entrou na casa do lemuriano sem pedir permissão, o mais importante no momento era o indiano em seus braços.

— MU DE ÁRIES. — Gritou pelo namorado, vendo-o aparecer somente de cueca box na sala da casa de áries, o mesmo tinha acabado de sair do banho.

— O que aconteceu com ele Debas ? — perguntou, preocupado.

Mandou o taurino deitar o loiro em sua cama, enquanto o mesmo tentava acorda-lo com um pouco de álcool sobre as narinas.

— Vamos Shaka, acorda. — Pediu agoniado.

O loiro abriu os olhos parecendo despertar do transe que estava, queria que tudo o que ele ouviu não passasse de um pesadelo e que ele acordasse logo pra ver que tudo estava bem, mas infelizmente foi tudo real, sentou-se com tudo sobre a cama do ariano, abraçando o melhor amigo entre lágrimas logo em seguida.

— O que aconteceu, Shaka ? — Perguntou, carinhosamente enquanto acariciava as costas do loiro.

Aldebaran olhava pro loiro com pena e preocupação, em toda sua vida e desde do tempo que foram criados juntos no Santuário, nunca vira o virginiano chorando tão compulsivamente em sua frente como agora.

— O I-Ikki Mu... — Tentou falar em meio aos fortes soluços.

Os dois cavaleiros de ouro ficaram sério, tentando advinhar o que o cavaleiro de fênix havia feito para deixar o loiro budista naquele estado lastimável.

— Ele te bateu, Shaka ? — Mu Perguntou-o, com muito ódio em suas palavras.

Shaka negou com a cabeça, tentando controlar o choro em vão.

— Então o que ele fez Shaka ? — O brasileiro perguntou-o, dessa vez.

— E-ele me traiu... — Falou chorando mais forte que antes.

Mu e Aldebaran entreolharam-se, entendendo tudo.



Autora pov,s off




Notas Finais


Foi isso aí pessoal, espero que vocês tenham gostado do capítulo, me perdoem se houver algum erro ortográfico, muito obrigada a quem leu, até o próximo capítulo, bjss! 😍😙❤🌷


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