História Nosso mundo - Capítulo 3


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Categorias B.A.P
Personagens Bang Yongguk, Daehyun, Himchan, Jongup, Personagens Originais, Youngjae, Zelo
Tags Banglo, Bap, Daejae, Himup, Kpop, Mistério, Musica, Vampiro
Visualizações 20
Palavras 3.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Literatura Feminina, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei mais volteiiiii, eu particularmente amei escrever esse capítulo e espero que vocês também gostem. A vocês que estão lendo, favoritando e ao comentário, muito obrigada, obrigada mesmo fico sempre muito feliz quando tenho um resultado positivo, principalmente agora no começo.

Bem sem mais delongas, boa leitura bolinhos.

Capítulo 3 - Estranho...


Fanfic / Fanfiction Nosso mundo - Capítulo 3 - Estranho...


Aquela manhã de sexta estava estranha, ou melhor, Bang Yong Guk estava estranho, estava inquieto, com a mente distante e cometia erros que antes não cometia, erros que nem mesmo eu cometo.

E isso está me deixando perturbado.

- Aconteceu algo com o Bang?

Pergunta Him Chan bebericando seu suco de melancia, estávamos no refeitório do hospital, ele havia me chamado para ir até ali com ele alegando que havia chamado Guk mais o mesmo recusou.

Mais se estamos falando no quesito estranheza, ninguém que eu conheça consegue superar Kim Him Chan. As pessoas que trabalham com ele não sabem quem ele é de verdade, não vemos ele saindo com ninguém nem mesmo conversando, as únicas pessoas que ele conversa raramente é eu o Bang. Não sabemos sua origem, sua família nem nada, a única coisa que sabemos é que ele já foi aluno do Sr. Yoo e é amigo próximo da família.

- Não sei, ele não me disse nada e pra você?

- Se ele não disse nada pra você, vai ter dito pra mim?

Dou de ombros.

- Sei lá, ele pode ter comentado algo...

Ele nega

- Não nada.

Suspiro, e levanto.

- Vou lá conversar com ele

- Boa sorte.

Desejou-me ele e lhe agradeço com um singelo sorriso, para falar com Bang não é necessário sorte e sim jogo de cintura, tem que saber muito bem o que fala, por que quando ele cisma de algo, se fecha e pronto, ninguém mais consegue arrancar nada dele.

Enquanto andava pelo corredor, dois enfermeiros carregando uma marca vem ao meu encontro, o pano branco tampando o corpo representava que era uma pessoa morta e não um novo paciente.

- O que aconteceu?

Pergunto quando eles se aproximam de mim.

- Uma moça foi encontrada morta próxima ao rio Han.

- E do que ela morreu?

- Suspeitamos que tenha sido algum ataque animal, já que existe marcas de unhas em seu corpo, mais estamos levando o corpo para uma autópsia para melhores conclusões.

- Entendo, espero que consigam solucionar este caso.

- Obrigado Jung.

Dou passagem e eles continuam seu caminho, e eu continuo o meu. Ao chegar em meu destino, encontro a secretaria de Yong Guk no meio de uma ligação, espero ela desligar o telefone para me aproximar.

- Sim, no que posso ajudar?

Pergunta ela simpática como sempre, eu já havia percebido alguns sinais aqui e ali de que ela gostava de mim, ou sentia atração que seja, mais eu nunca a correspondi da mesma forma, ela é linda verdade, mais eu não gosto de mulheres.

- Oi, eu quero saber se o Bang está ocupado?

- Agora neste momento ele está com o ultimo paciente da manhã, mais já deve estar acabando, se quiser pode entrar.

Confirmo com a cabeça e entro em seu consultório, na cadeira de frente para Guk se encontrava um rapaz sentado, mesmo sem ver seu rosto percebo que era muito bonito, magro mais com músculo bem visíveis pela camiseta branca, alto e seus cabelos estavam loiros.

- Aqui está a sua receita, Moon, tome todos os remédios e depois de duas semanas pode retornar, se os sintomas persistirem iremos fazer exames mais detalhados.

- Okay, obrigado doutor Bang.

Agradeci o paciente com a voz leve, baixa e melodiosa. Bang sorri, e aperta a sua mão. O garoto se levanta e se vira na direção da porta e da de cara comigo, sorrio o achando adorável, os olhos pequenos estreitos, a boca pequena, pele branca e uma pintinha em seu nariz era seu charme especial.

Suas bochechas ficam rubras assim que me vê, e por um instante estranhei sua reação.

- Oi, bom dia.

Lhe cumprimento simpático e ele engoli seco.

- Olá, bom dia, é... Tchau.

Diz rápido saindo da sala na mesma velocidade com que disse a ultima palavra. Olho meio assustado pro Bang e percebo que ele segurava o riso.

- Eu heim, garoto esquisito.

Comento sentando-me no mesmo lugar que ele ocupava antes.

- Estava tudo indo bem, até o momento que você chegou, o conhece?

- Nunca tinha o visto antes. – Ele confirma com a cabeça e a baixa em seguida, Bang estranho retorna novamente. Pensei em ser sutil, mais não estava com cabeça para isso então prefiro ser direto. – Yong Guk todos estão notando o quanto você está estranho. Aconteceu algo?

Ele ergue seus olhos na minha direção, em seguida passa sua destra em sua nuca, desajeitado. Algo o perturbava, e parecia ser algo grave.

- Aqui não é hora nem lugar para termos essa conversa...

Começa ele, mais logo o interrompo.

- Sério isso cara? Vai, desembucha logo, eu sei que está precisando.

Ele respira fundo e morde os lábios apreensivo.

- E, eu vou ser pai.

Arregalo os olhos alguns segundos depois, quando finalmente meu cérebro conseguiu interpretar aquela simples frase, minhas boca se abriu em um “o” perfeito.

- Como? Pai? Como assim pai? Bang Yong Guk você teve coragem de trair o Zelo? Ora seu...

Estava prestes a xingá-lo de todos os piores adjetivos que eu conheço, quando ele me interrompe.

- Claro que não, eu não trai o Zelo, não tenho coragem de fazer isso, além disso se ele souber é capaz de me matar.

- E eu o ajudaria, com certeza. Agora será que dá para me explicar que palhaçada é essa?

- Não é palhaçada e muito menos brincadeira. O Junnie está grávido.

Meus olhos arregalam ainda mais, por alguns instantes até imaginei que eles deixariam de ser puxados.

- Grávido, mais isso é impossível, ele é um homem, homens não podem engravidar.

- Eu sei, mais o fato é que o Zelo é um hermafrodita, é raro mais ás vezes acontece alguma gravidez.

Pisco atordoado tentando processar tudo aquilo, Guk seria pai, eu sei que ele seria um excelente pai, disso não tenho duvida, mais mesmo assim era um grande baque.

- Então era por isso que ele andava tão estranho.

Comento lembrando da nossa conversa que tivemos no domingo.

- Sim, era os sinais da gravidez, ele já sabia mais estava com medo de me contar então ficou escondendo. Ele não falava comigo desde segunda, graças ao Young Jae ele tomou coragem e me contou.

O momento não era correto, mais foi só ouvir o nome dele já fez meu estomago gelar e uma onda de eletricidade passar pelo meu corpo me deixando arrepiado. Amanhã era a minha segunda aula de musica e todo meu corpo se contraia de nervoso.

- E ele como tá? Deve estar assustado, suponho.

- Sim, muito, mais eu o acalmei e deixei bem claro que não iria sair do lado dele, que íamos cuidar da criança mesmo com as diferenças.

Penso em questioná-lo que diferenças seriam essas, mais preferi ficar quieto. Eles devem ter os segredos deles.

- Eu sei que você será um excelente pai, e o Zelo uma excelente Omma. – Ele sorri, parecendo mais sereno. – Será uma bela família.

- Obrigado, estava mesmo precisando conversar com alguém, desabafar. – sorrio, e logo em seguida ele faz a pergunta que deixa até mesmo a minha alma gelada. – Ansioso para amanhã?

Engulo seco

- Ah talvez, acho que não muito, nem sei mesmo se irei...

- As aulas mal começaram e já está querendo falta? Ou tudo isso é medo de ver Young Jae novamente?

Levanto da cadeira em um pulo.

- Eu não tenho medo dele, tá? – não, medo dele eu realmente não tenho, mais medo do que eu sinto apenas de pensar nele, sim. – Já está no nosso horário de almoço, vamos.

Ele ri concordando com a cabeça e se levantado em seguida. Amanhã, o que me aguarda amanhã ainda é um mistério, e eu fico nervoso apenas de imaginar ver Jae de perto...

Mais as chances de não encontrá-lo são grandes, ele mora lá, verdade, mais não significa que eu vá vê-lo, certo?

Errado


DaeJae



Sinto minhas pernas vacilarem quando a Sra. Yoo abre a porta para mim, havia ficado assustado por que por alguns instantes achei que tinha sido Young Jae que havia aberto a porta para mim, agora sei de quem ele havia herdado aquele rosto delicado e belo, ele era muito parecido com sua mãe. Educada me oferece algo para beber mais eu nego, meu estomago estava embrulhado demais. Durante o caminho até a sala de musica, meus olhos vasculham a casa a procura de Young Jae, mais logo me repreendo pela minha atitude infantil.

- O Yong Woon já está na sala lhe esperando.

Ela diz quando paramos diante da mesma porta que entrei aquele dia.

- Obrigado, Sra. Yoo.

Agradeço fazendo uma reverencia, ela sorri. Com as mãos soando frio, abro a porta e encontro Sr. Yoo de pé diante da janela, ele se vira assim que nota minha presença e sorri.

- Olá, boa tarde Jung Dae Hyun, como vai?

- Boa tarde, estou ótimo, e o senhor?

- Sim, sim também estou ótimo.

Penso em perguntar sobre a gravidez de Zelo, mais prefiro ficar calado, não queria passar a imagem de curioso enxerido para o homem imponente diante de mim.

Sentamos e assim demos inicio a nossa aula, a cada minuto imaginava que a qualquer instante aquela porta ia se abrir e Young Jae iria passar por ela, lindo, sorridente e atraente como na ultima – e primeira – vez que nos vimos, em alguns momentos de distração do meu professor, pegava-me olhando para a porta igual a uma criança quando espera o pai chegar do trabalho, nessas horas me repreendia mentalmente.

Uma hora já havia se passado, o sol já se despedia dando lugar a uma belíssima lua cheia, a aula havia terminado e nada do Jae aparecer.

Sr. Yoo se levanta e estende a mão para mim.

- Hoje a aula foi excelente, mais algumas e você já poderá se tornar um canto profissional.

Sorrio envergonhado pelo elogio.

- Obrigado, Sr. Yoo e até semana que vem.

- Até lá.

Saiu da sala e ando pelo corredor já convencido de que não veria Young Jae hoje, uma parte de mim estava agradecendo e dando pulos de alegria, mais a outra estava cabisbaixa, queria ter tido pelo menos a oportunidade de tê-lo visto.

Andava pelo corredor distraído, o pensamento tão longe que nem percebi a figura esguia bem diante de mim, só o notei quando sua voz chegou até mim.

- Dae Hyun Hyung.

Ergo o olhar e dou de cara com Jun Hong, ele sorri fofo e eu correspondo.

- Oi, Zelo, como vai?

- Ótimo, um pouco estranho por causa da gravidez, mais estou bem. Ah o Guk te contou, né?

- Sim, me contou sim, meus parabéns desejo tudo de bom para vocês, de verdade. Tenho certeza que vocês serão excelentes pais.

Ele sorri ainda mais, Zelo estava tão diferente, parecia mais radiante, suas bochechas estavam coradas, os olhos brilhantes e o corpo parecia estar um pouco mais cheio, deve ser por causa da gravidez, não sei, só sei que ele está bem mais bonito.

- Muito obrigado Hyung, ah você ainda não conhece a casa, né? Vem, vou te mostrar ela.

Abro a boca para protestar mais Jun vira as costas para mim e começa a andar, eu não tive outra escolha a não ser acompanhá-lo.

A cada cômodo mostrado, mais a tensão em meu corpo subia, parecia que a qualquer momento toparia Young Jae em algum lugar, o que não seria muito estranho já que o mesmo mora aqui, então seria normal encontrá-lo. Penso em perguntar se ele estava em casa, mais prefiro ficar quieto, não queria que Zelo desconfiasse de que eu estou afim de vê-lo.

- Ah, e aqui está à biblioteca, temos muitos livros, se quiser pegar algum emprestado fique a vontade.

Fala ele abrindo a porta grande de madeira maciço. Ele entra primeiro e eu vou em seguida, a sala era bem ampla, as estantes ficavam encostadas nas paredes cheias de livros, tudo bem decorado e bonito, mais meus olhos como se fossem imas vão em direção a único lugar, no sofá de canto de cor vinho um homem repousava ali, sentado de forma elegante e despojado enquanto lia, a camiseta preta de botões estava com os dois primeiros botões abertos revelando sua clavícula e parte de seu peito branquinho.

Young Jae ergue o olhar para mim e sorri leve, fazendo meu estomago revirar, toda a tentativa de acalmar meu animo, todos os pensamentos de que quando o veria não sentiria nada, tudo foi uma perca de tempo não adiantou nada. Senti minha pernas vacilarem e meu coração disparar quando ele disse:

- Olá Jung Dae Hyun.

Quase gemo ao ouvi-lo falar meu nome de forma tão melodiosa, era quase um pecado de tão bom.

Engulo seco e lembro-me que eu também tinha voz.

- Oi, Yoo Young Jae.

Sinto o olhar de Jun sobre mim e logo em seguida escuto sua risadinha.

- Bom, vou deixar vocês a sós.

Quando termino de processar o que ele disse, já era tarde, ele já tinha saído da sala. Mais que filho da mãe.

Jae sorri de lado e fecha o livro, ele se levanta com uma elegância digna de um astro de cinema e caminha em minha direção. Os olhos cerrados me seduzia sem eu perceber, o ar no ambiente de repente fica erótico, respiro com dificuldade e me vejo hipnotizado naquele mar negro que era seus olhos.

- Então como foi à aula?

Passo a língua pelos meus lábios ressecados, ele acompanha meu movimento com o olhar, me deixando ainda mais quente.

- Foi muito boa, o seu pai é um excelente professor.

Ele sorri

- Disso eu não tenho duvida, ele realmente sabe o que faz, assim como o filho.

A cada frase ele vai se aproximando mais e mais até ficar tão próximo de mim que conseguia sentir o cheiro inebriante de seu corpo. Apenas trinta centímetros separavam nossas bocas, e o desejo de puxá-lo para um beijo de tirar o fôlego era grande. Não sabia que quando nos encontrássemos, seria assim, tão irresistível.

- Soube da gravidez do Zelo? Incrível, não? Ele está tão feliz.

- Sim, soube sim, não imaginei que era possível, mais Bang me explicou que ele é hermafrodita então...

Ele sorri

- Pois é, a vida sempre nos surpreendi, quando agente menos espera, recebe alguma noticia inacreditável, descobrimos coisas novas... Coisas nos quais nem imaginávamos serem possíveis, mais são, incrível não?

Apenas confirmo com a cabeça, não conseguia mais processar nada do que ele dizia, seu cheiro enlouquecedor estava entorpecendo meus sentidos e me deixando excitado.

- Algum problema, Dae Hyun? – Pergunta ele, meu nome soando como pedido entre os lábios cheinhos dele, como se pedisse, implorasse para que eu saciasse de vez nosso desejo, que acabasse com a distancia e que o beijasse logo de uma vez. – Deseja alguma coisa?

Aquela pergunta foi o estopim para mim.

- Sim, desejo sim, você.

Seu cheiro se tornou ainda mais forte quando me aproximei, minhas mãos automaticamente seguiram o rumo de sua cintura, nossos lábios há pouquíssimos centímetros de distancia, quase se tocando... Mais Young Jae se afasta mais rápido do que um raio.

Ele fica de costas para mim, parecia mais afetado do que eu pelo nosso quase beijo, eu permaneço estático no lugar.

- Acho melhor você ir embora... – Ele fala com a voz rouca, de alguma forma consegui afetá-lo também. Balbucio um “mais” e ele fala mais alto. – Vai.

Saiu rapidamente da sala, e no corredor dou de cara com a Sra. Yoo, minhas bochechas ficam vermelhas e eu abaixo a cabeça sem conseguir dizer nada. Saiu da casa rapidamente e sem nem prestar atenção no caminho chego no meu apartamento.

Apenas paro de andar quando fecho a porta de entrada, passo minhas duas mãos em meu rosto e reparo que eu estava suando.

- Seu burro, idiota, o que você tinha na cabeça? Iria beijá-lo, é isso mesmo? Idiota, idiota, idiota...

Resmungo comigo mesmo quase me batendo por causa da minha burrice. Vou até meu quarto e sento-me na beirada da cama, precisava tomar um banho mais o cansaço físico falou mais alto e eu acabo me jogando contra o colchão. Cubro meus olhos com meu ante braço e sem querer acabo esbarrando minha outra mão em meu membro e só então percebo que ainda estava excitado.

Resmungo comigo mesmo, é tinha que resolver esse “pequeno” problema sozinho.

Passo novamente minha mão na minha ereção desta vez de propósito, vou fazendo movimentos de sobe desce ainda em cima do jeans que usava, aperto de leve algumas vezes e acabo suspirando de prazer. A imagem de Young Jae sentado naquele sofá de forma tão sexy serviu apenas para me deixar ainda mais necessitado.

Mordo meus lábios quando minha mão invade minha calça e minha box preta que usava, seguro a base com firmeza e vou me acariciando, gemendo baixo em puro êxtase pelo prazer que eu mesmo proporcionava em meu corpo, mais eu sabia o quanto seria mil vezes melhor se Jae estivesse aqui comigo, me tocando, me beijando, me masturbando, chupando...

A limitação de movimentos que a minha calça proporcionava começou a me irritar, paro meus movimentos e retiro meu ante braço de cima de meus olhos. Rapidamente livro-me de minha calça e da box, apoio minhas costas na cabeceira da cama e volto aos meus movimentos, ás vezes tocava em minhas glade, que já estava melada pelo pré-gozo, e fazia movimentos circulares com o dedão que me fazia arrepiar.

Fecho os olhos e passo a língua pelos meus lábios, lembro-me de Young Jae e da forma provocante que me olhava, parecia implorar para ser beijado, tocado, possuído por mim. Minha imaginação fértil começou a trabalhar, imaginei nós dois em cima daquele sofá, eu por cima de si o estocando com força e intensidade, ele gemendo meu nome, arranhando meus braços e minhas costas.

Jae ficando por cima de mim logo depois, quicando em meu pênis com as mãos apoiadas em meu peito. A boquinha aberta gemendo meu nome, os cabelos negros pregavam em sua testa e suas bochechas estavam vermelhas por conta do calor, ele para os movimentos e sai de cima de mim, se ajoelha no chão e abocanha meu pau de uma só vez, me fazendo jogar a cabeça para trás e gemer. Minha fantasia era tão intensa que eu podia até sentir o calor de sua boca me envolvendo, sua língua massageando meu falo, chupando minha glade como se fosse um pirulito.

Uma onda de formigamento atravessa meu corpo, minha respiração fica acelerada e o suor já escorria pela minha testa. Mordo os lábios e gemo arrastado finalmente atingindo meu ápice.

Minha camiseta e minha mão ficam meladas de sêmen, ergo a mesma até minha face e lambo meus dedos até deixá-los “limpos”. Mais mesmo depois de gozar de forma intensa, meu membro ainda se encontrava semi ereto e eu também não estava lá muito satisfeito.

É, vou precisar de um segundo round, e este será no banho.



To be continued




Notas Finais


Bom... *tampando os olhos de vergonha* espero que tenham curtindo... Acho que alguem ai imaginou que iria rolar pegação, ne? Hmn, danadinhos... Kkkkk pegação e lemon só daqui alguns capítulos.

Ate o próximo bolinhos

Kissus


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