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História Nosso Pequeno Espaço de Tempo - Jeon Jungkook - BTS - Capítulo 24


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Notas do Autor


Olá, amorzinhos :3

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Capítulo 24 - Eu odeio crianças


Fanfic / Fanfiction Nosso Pequeno Espaço de Tempo - Jeon Jungkook - BTS - Capítulo 24 - Eu odeio crianças

Fazia muito tempo que eu não tinha aquela sensação de frio na barriga sincera. Quando ele encostou os seus lábios nos meus, logo me subiu um calafrio e uma vontade de ficar ali por anos. Enquanto nos beijávamos, ele fazia carinho no meu rosto e quando eu tentei me afastar, ele segurou o meu rosto e me encheu de beijos. O cheiro de baba que vai ficar no meu rosto depois disso, mas tudo bem. Eu achei a coisa mais fofa do mundo (não a parte da baba). 

-Você é confusa, sabia? -Ele me disse se sentando e colocando os tênis. 

-Eu confusa? Por que? 

-Porque você fala que não acredita em amor e depois vem se declarar pra mim. Eu sei que a situação não deixou muito que tu me falasse antes, mas pra quem não acredita muito em amor...

-Mas eu de fato não acredito e eu não falei em momento algum que eu te amo e que você é o amor da minha vida, que vamos casar e ter uma linda história de dor e sofrimento. Eu não acredito nesse amor idealizado, saca? Esse amor de Romantismo...

-Hum... Entendi. -Ele disse fazendo uma cara super irônica de pensativo e analítico. 

-Para com isso, debochado. -Disse rindo. 

Já estava tarde da noite e precisávamos irmos para casa, por mais que eu quisesse permanecer sempre naquele dia incrível, eu tinha que voltar a realidade agora. Mesmo não sabendo como seria a minha relação com o Jungkook daqui pra frente, eu sinto uma certa tranquilidade, diferente dos outros rapazes que eu já namorei e conheci. 

Fomos caminhando pela Orla em direção ao Shopping. Jungkook estava de carro e me daria uma carona até em casa. Eu ainda estava de pés descalços e com a sandália na mão, enquanto ele já tinha colocado os seus tênis. Eram lindos tênis da Vans, com uma cor puxada para o vinho que eu sentia inveja. O caminho estava repleto de luzes coloridas e haviam muitas pessoas correndo, caminhando, andando de bicicleta, skate, patins e etc. O lago tinha sumido com a escuridão da noite e apenas conseguíamos ver a luz da lua. Estava começando a ficar um pouco fresco e quando Jungkook percebeu que eu estava com frio, me ofereceu o seu casaco. Não pude deixar de aceitar, eu tinha muito medo de nos próximos dias pegar um resfriado. Precisava me manter firme e forte estudando para o vestibular, pois já basta o dia de hoje que eu não estudei e não fui nas aulas. Fomos caminhando e conversando por 30 minutos até chegarmos no Shopping, não havia como perceber as horas passando ao lado dele. Ele fazia qualquer tipo de assunto parecer interessante, até mesmo BBB. Ele contava numa certa empolgação o que estava acontecendo, que eu tive vontade de assistir. Entramos no Shopping, já estava quase vazio, eram 9:31 PM. Não haviam quase carros no estacionamento e nem pessoas circulando pelo Shopping. Nós pagamos o estacionamento e em seguida, deu para ouvir o barulho da chuva caindo no telhado do estabelecimento. Eu não lembrava de estar marcando chuva para hoje não! E só rezava para ter tirado as roupas do varal. Se eu chegar e minhas roupas estiverem ensopadas de água, Jesus Cristo, a gente vai ter uma conversa séria. Tu não pode fazer isso comigo!

-Ah, que merdaaaaa!! Por que tem que chover agora? -Disse choramingando e encostando a minha cabeça nas costas dele enquanto a fila do caixa não andava. 

-Mas marcou chuva pra hoje, não? 

-NÃO MARCOU NADA. SE EU NÃO VI NÃO MARCOU. 

-Calma... Eu só deduzi. Você está com fome? -Na realidade, meu estômago estava roncando. 

-Estou, como você sabe?

-Está de mau humor. 

-E O QUE VOCÊ QUIS DIZER COM ISSO?

-Que se você não comer a barrinha de chocolate que tem dentro da minha mochila em quinze minutos, você vai me xingar porque está chovendo e porque a Hermione não ficou com o Harry Potter. 

-EU NUNCA DISSE ISSO. 

-Sophia... Eu te conheço. Quer jantar lá em casa? Eu te levo depois pra casa. 

-Seus pais vão estar lá? 

-Sim. Acredito que vai estar a Oemma e o Abeoji. -AQUELA SERIA A SITUAÇÃO QUE EU CONHECERIA SEUS PAIS? Com uma cara de quem não dorme por anos e quem está morrendo de fome. 

-Não sei se devo, eu não quero incomodar o seu jantar com a sua família. 

-Incomodar? Minha família vai adorar conhecer você. 

-Tem certeza? -Ele assentiu com a cabeça. -Tudo bem, então eu topo. Mas tenho que estar cedo em casa para poder estudar. 

-Claro, pode deixar que antes das 11 horas você vai estar em casa.

Nós pagamos o estacionamento, fomos para o carro e agora a chuva havia aumentado. Ele me entregou uma barrinha de cereal que havia dentro da sua bolsa. O carro dele estava com um cheiro doce de perfume, como se ele tivesse comprado há dias. A chuva estava cada vez mais forte e eu cada vez mais ansiosa de conhecer seus pais. Não acredito que eu seja uma boa pessoa para socializar com pais, eu acabo sempre falando besteira e passando uma impressão muito ruim. Assim como os meus demais namorados. 

-Você está bem? Já estamos chegando. -Ele perguntou colocando a mão em minha coxa. 

-Eu estou muito nervosa que seus pais me vejam como uma pessoa ruim e sim, sei bem que já estamos chegando. 

-Fica calma, se tu não se sentir confortável, eu te levo pra casa. É só tu me cutucar com o pé em qualquer situação: embaixo da mesa, no sofá, na entrada, no meu quarto. 

-Promete? -O fiz prometer de dedinho que se qualquer coisa acontecesse, ele me levaria pra casa. Eu estava tão nervosa que sentia minha mão tremendo de nervosa. Por mais que eu não tivesse nada com o Jungkook, ainda éramos amigos e eu imagino que os pais dele vão me ver muito ainda.

Quando chegamos na sua casa, eu ouvi os barulhos estéricos do seu cachorrinho e um barulho de crianças gritando. Ele estava com uma cara de quem também não sabia que criança estava gritando, tentando procurar a criança pelo pátio. Aparentemente não era na sua casa, porque se fosse eu iria morrer de vergonha. Entrando na garagem, ele desligou o carro e perguntou se eu estava bem, eu assenti com a cabeça e ele segurou a minha mão e a deu um beijo.  

-Se você precisar, um chutinho na perna! 

-Tudo bem. De onde veio esses gritos de criança? 

-Acho que foi do vizinho, ele tem uma neta e ela vem passar um tempo com ele às vezes. 

Ele saiu do carro, fechou a porta, deu a volta e abriu minha porta. Eu respirei fundo e pensei que nada de ruim pode acontecer. Está tudo bem e qualquer coisa, Sophia, você pode ir embora quando quiser e quando precisar. Respira fundo e conta até 10. Tomo coragem e saio do carro. Ele pega na minha mão e entramos para dentro de sua casa. Há muito barulho vindo da cozinha, barulho de muitas pessoas conversando. 

-DINDO! -Gritou uma vozinha vindo do fundo da casa... Eu deveria neste momento, fugir? 

-Oi, Gabriel! O que está fazendo aqui? -Ele disse pegando a criança que parecia ter uns 4 anos de idade no colo. Gente, quem que é esse demônio? Eu não suporto criança. 

 


Notas Finais


Oie! Peço mil desculpas pela demora pra postar os eps, mas estou voltando a estudar e agora, até eu me adaptar a rotina, é uma briga. Espero que vocês entendam e não desistam de mim.

;3


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