História Nossos Pirralhos (Zelda, Melizabeth) - Capítulo 7


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Elizabeth Liones, Gelda, Meliodas, Zeldris
Tags Melizabeth, The Seven Deadly Sins, Zelda
Visualizações 295
Palavras 1.880
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nada a dizer '-'

Erros ortográficos? Avisem.
Dúvidas? Perguntem.

Capítulo 7 - Irmão mais velho.


Fanfic / Fanfiction Nossos Pirralhos (Zelda, Melizabeth) - Capítulo 7 - Irmão mais velho.

P.O.V's Narradora


O dia estava um dos piores. Meliodas decidiu chamar alguns amigos juntamente com o moreno. Ban e King vieram. Mas, o que não esperavam era que choveria e acabaria a energia.

Deixando todos assustados...


— CALMA! FOI SÓ UM APAGÃO! – A albina gritava para eles se acalmarem e deu certo.

— O que vamos fazer? Estamos sem internet e sem vídeo game – Zeldris bufava.

— Sei lá. Verdade ou desafio, esconde-esconde – A platinada dava sugestões.

— Não temos mais 8 anos.

— Se bem que vocês dois parecem pelo tamanho – Ban zoava os gêmeos.

— Kkkk – King apenas ria.

— Idiotas.


Gelda andava pela mansão em busca da cozinha, abriu algumas gavetas e, finalmente achou algumas velas. As acendeu, colocou em um pratinho e voltou para a sala.


— Pronto – Coloco uma das velas no chão perto dos garotos.

— Bem melhor – Elizabeth pôde enchergar melhor e se sentou no sofá ao lado da albina e do loiro.

— Então... Bora jogar verdade ou desafio? – Ban pergunta pegando uma garrafa da cozinha.


Se sentaram em circulo e o platinado girou a garrafa, caindo em Meliodas e King.


— Verdade ou desafio?

— V-verdade...

— É verdade que você tem uma queda pela Diane, uma de nossas empregadas? – O loiro sorri.

— É verdade – King corou.

— Kkkk sabia! – Ban ria do moreno.


King girou a garrafa, caindo em Elizabeth e Gelda.


— Eai miga.

— Verdade.

— Poxa, tinha um ótimo desafio – A de olhos bicolores fez um bico – Okay, é verdade que você já teve uma queda pelo Gilthunder?

— É verdade – Revirou os olhos.


Zeldris a olhou.


— Que foi pirralho?

— Nada – Disse frio.


Ela girou a garrafa, caindo em Zeldris e Elizabeth.


— Verdade ou desafio?

— Desafio!

— Te desafio a comer uma bolacha, no lugar do recheio vai colocar pasta de dentes e depois beijar o Meliodas.

— Iiiii – Os hóspedes os olharam.

— Sabem de nada inocentes – A albina sorriu.


E assim fez. Elizabeth beijou o menor e voltou para o lugar.


— Gosto de pasta – Meliodas falou.

— Ava – Zeldris ironizou.


A platinada girou a garrafa e caiu em Ban e Zeldris.


— Desafio.

— Como eu esperei tanto por esse momento – O da cicatriz se gabava – Acho que seria bom se uma certa albina tirasse sua camisa não?

— Turu boum com tigo? – A albina o olhou.


Ele a olhou e sorriu. Ela revirou os olhos e fez o desafio.


— Acho que esquentou aqui não? – Meliodas zuava o casal.

— Não, ainda to com frio – O moreno espregava suas mãos para se esquentar.

— Vai, esquenta ele Gelda – Elizabeth entendeu o que Meliodas queria fazer.

— O problema é dele se ele ta com frio uhn – Ela revirou os olhos.

— Nem um abraço Gelda-Chan – Zeldris esticou os braços.

— Naum! – A albina virou a cara.

— Beleza então, não preciso de você!

— E eu nem de você!


O restante se entreolharam e continuaram o jogo. Depois de alguns minutos a energia volta, todos voltam a fazer o que estavam fazendo e logo deitam para dormir.


— G-Gelda – O moreno puxava o lençol para a loira acordar.

— Quê? O que você quer tampinha? – Ela dizia ainda em transe pelo sono.

— Posso dormir aqui?

— Deita.


O moreno entrou debaixo do lençol e cobertas, se deitou ao lado da albina e a abraçou.


— Tive um pesadelo.

— Você já acordou e não era real. Agora dorme e não meu enche – Gelda o abraçou e fechou os olhos.

— Grossa – Ele bufou e voltou ao sono.

[...]

Os dias haviam se passado depois do apagão, Zeldris continuava tendo pesadelos, então resolveu deixar a albina dormir com ele até que os pesadelos acabassem. Meliodas arrumava várias desculpas para se aproximar da platinada e conseguir mais alguns “momentos” quentes com a mesma.

Gelda continuava fazendo os horríveis cafés da manhã, Elizabeth apenas os jogava fora e fazia por conta própria.

Eles agradeciam por isso.


— Finalmente uma comida que preste! – O moreno pegou um garfo e uma faca e começou a comer o ovo e bacon.

— Obrigada pela consideração Zeldris – A albina sorriu para ele comeu e silêncio o café da manhã.


Eles terminaram de tomar o café da manhã e decidiram ir ao parque de diversões que estava aberto.


— Vai logo Gelda! – Elizabeth gritava para a amiga se arrumar.


Ela desceu as escadas, estava com uma calça rasgada clara, uma sapatilha de caveiras brancas, e por fim, um moletom preto com capuz e sem mangas. Uma maquiagem básica de deliniador e sombra preta. Elizabeth estava com uma jardineira jeans clara, uma regata azul claro e uma gladiadora preta. E apenas um batom vermelho.

Meliodas e Zeldris estavam com calças rasgadas escuras e blusas de manga curtas marinho e vermelho. Zeldris usava um allstar simples da cor preta, Meliodas com um coturno branco.


— Pronto! – A albina sorriu e foram para o limousine.


Chegando lá, eles compraram seus ingressos. Gelda e Elizabeth foram para os carrinhos de bate-bate. Meliodas e Zeldris para o carrossel. Depois de se divertirem, se encontrarem foram todos juntos visitar as barracas de entretenimento.


— Compra aquele coelho de pelúcia pra Gelda maninho, ela tá olhando pra ele que nem retardada – Meliodas cochichou para o gêmeo.

— Não chama ela de retardada! – Zeldris foi até a barraca e comprou a pelúcia para a albina.


Ela abriu um sorriso de orelha a orelha, apenas deu um selinho no moreno e sussurrou um “obrigado”. O mesmo se envergonhou e continuaram a observar os brinquedos. Compraram alguns cachorros quentes e algodão doce.

Comeram e decidiram ir para a roda gigante. Foram em pares, Zeldris e Gelda, Meliodas e Elizabeth.

Zeldris se aproximou da maior e logo a abraçou, a mesma correspondeu o abraço e sorriu. Ela apoiou a cabeça no ombro do menor.


— Tá com frio? Já esta ficando tarde – Zeldris perguntou. A mesma negou com a cabeça. Ele beijou a bochecha de Gelda.


Haviam chegado ao topo da roda gigante. Ficaram alguns segundos observando as estrelas surgirem aos poucos.


— Pode parecer clichê – Ele quebrou o silêncio – Mas, quando você chegou não precisei tomar doses fortes de remédios e consigo dormir melhor ao seu lado.

— Que fofo pirralho – Ela apertou as bochechas do moreno – Saiba que eu tinha insônia antes de te conhecer. Resumindo, também não conseguia dormir, mas você me acalma.


Ela sorriu, quando o brinquedo voltou a se movimentar maia rápido ela deu um beijo no menor.


— E saiba que também gosto de você. Pirralho.


Saíram do brinquedo, ele corado e ela com um enorme sorriso. Logo atrás estava Meliodas ajeitando sua camisa e Elizabeth sua jardineira e cabelo. Os dois riram.


— Não! N-não foi isso que estão pensando! – Elizabeth corrigiu os olhares.

— Vou fingir que acredito – Zelda disseram.


Logo ligaram para Helbram os buscar, assim ele fez. Voltaram para a mansão, Elaine fez uma macarronada para a janta, se serviram e ficaram em seus quartos.


— Acha que eu não sei da pegação? – O mais novo entrou no quarto do loiro.

— Acha que não sei da sua “declaração”? – Zeldris ficou avermelhado – Que fofo! – Meliodas apertou as bochechas do irmão.

— Não aperta! – Zeldris deu um tapa na mão do loiro.

— Que fofo! – Meliodas o abraçou.


Depois de muita conversa fora, Zeldris foi para seu quarto esperando a albina entrar. Ela acabou não aparecendo e decidiu ir para o quarto da mesma. Ela estava dormindo profundamente, “Ela devia estar bem cansada de hoje”, Zeldris pensou.

Se aconchegou ao lado de Gelda e dormiu sem algum pesadelo.

[...]

— Falta apenas dois dias Elizabeth! O que faremos? – A loira andava pelo quarto desesperada – Não quero ficar longe só Zeldris!

— E eu do Meliodas!

— Zeldris! Meliodas! Venham aqui!! – Ela gritou e os gêmeos vieram correndo.

— Quem morreu? – O mais novo perguntou.

— O que faremos? Temos apenas mais dois dias antes de irmos embora!

— Bom... – O loiro começou – Aqui meu número Ellie.


Todos olharam ele.


— Precaução gente! – Respondeu. Zeldris fez o mesmo e salvaram os números.

— Podemos dizer para nosso pai a verdade ué.

— Claro. Oi senhor Demon, estamos namorando seus filhos. Viemos buscar ele pra transar beleza? – Gelda ironizou.

— Gostei do final – O de olhos esmeralda sorriu.

— Tarado! – O irmão lhe deu um tapa – Podemos ser realistas, assim vai tudo de uma vez ué.

— Não sei não...


O celular de Meliodas tocou. Pegou o celular e atendeu.


— Irmãozinho? Que saudade Meliodas! – A pessoa do outro lado da linha gritou. Aparentava ser um cara, Meliodas estava branco.

— Es-Estarossa?

— Eu mesmo! Não reconhece a voz de seu lindo irmão?


Zeldris pegou o celular da mão dele e foi direto.


— Por que ligou?

— Também sinto saudades Zeldris. Estou no aeroporto, tem como virem me buscar?

— Não! – E desligou.

— Ferrou! Ferrou em dobro! – O loiro se sentou na cama.

— Ué, ele não é o irmão de vocês? Por que estão assim?

— Estarossa é um talarico. Já roubou a última namorada do Zeldris!

— Ela não era minha namorada... – O moreno falou com a voz falha – Se ele der em cima de vocês...

— Batam nele! – O esmeralda o interrompeu.

— Então falta apenas dois dias para o pai de vocês voltarem e irmos embora, então o idiota do irmão de vocês está no aeroporto esperando ser buscado? – Gelda ainda estava confusa.


Os gêmeos acenaram.


— Nosso irmão tem um relacionamento aberto com a coitada da Merascllya – Zeldris completou.

— Agora faz sentido...


Acabaram indo buscar Estarossa no aeroporto.


— Não sabia que as babás eram lindas! – O platinado sorria.


Gelda deu uma rasteira nele. Elizabeth ainda estava corada enquanto os irmãos riam do outro caido no chão.


— Não chega perto delas! – O moreno rosnou.

— Desculpa ai oxe!


Voltaram para a mansão. Eatarosaa ainda tentava dar em cima das duas, e sem sucesso. Zeldris e Meliodas nunca deixavam o irmão sozinho com alguma das duas. Gelda continuava batendo no platinado quando a cantada era para si. E Elizabeth apenas se afastava corada.


— Você tem que bater nele quando der em cima de você Elizabeth! – A albina a reprendia.

— Não consigo bater em ninguém...

— Okay, eu bato!

— Valeu.


Estarossa entrou no quarto.


— Oi garotas! Bora ver um filme? – Ele perguntou se sentando na cama ao lado de Elizabeth.

— Não.

— E você platinada?

— N-não...

— Qual é – Ele a abraçou de lado. Quando Gelda foi bater nele, porém um vulto foi mais rápido.


Era Meliodas ao lado se Zeldris.


— Nunca maia chegue perto da MINHA Elizabeth! – O loiro deu-lhe um soco no estômago.

— Muito menos da Gelda! – O moreno rosnou igual a antes.

— Por que protegem tanto elas? – Estarossa perguntou se levantando.

— Você gostaria que alguém desse em cima de sua namorada em um relacionamente fechado?

— Espera... Elas são suas namoradas?

— Sim – Os dois responderam.

— Eu... Não sabia... Desculpe Gelda, Elizabeth...

— Pena que elas não querem as suas desculpas.

— Como planejam dizer que vocês estão namorando para o papai?

— Não sabemos ainda.


Eles quatro sairam do cômodo deixando o mais lá velho sozinho.



Continua...


Notas Finais


Sim, mais um capítulo e o Fanfic é finalizada ;-;

Estarossa o talarico que todos amam <3

Obrigada a todos os comentários falando sobre sua opinião do capítulo. Amo respondê-los.

Espero que tenham gostado do penúltimo capítulo ♥


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