História Not a normal girl - Capítulo 1


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Categorias Transformers
Personagens Bumblebee, Personagens Originais
Tags Bee, Bumblebee, Reader, Transformers
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Palavras 2.501
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Not a normal girl - Capítulo 1 - Capítulo 1

Professor- Muitos parabéns Helena, teve outra nota máxima.

O professor entregou-me a minha prova e eu fiquei contente por ter tido mais uma nota máxima. Assim que a campainha da escola tocou, todos começaram a sair da sala e a minha melhor amiga veio ter comigo.

Annie- Mais uma nota máxima? Tu por acaso comes livros nas refeições?

Eu- Eu já disse, eu não estudo.

Annie- Amiga, invejo a tua inteligência.

Eu ri um pouco e começamos a ir para casa.

Annie- Eu tive a ver as minhas notas e a fazer as médias, acho que vou conseguir entrar naquela faculdade mas antes tenho que arranjar dinheiro e no máximo daqui a dois anos estou a entrar na faculdade.

Eu- Fico contente por isso Annie, se precisares de ajuda em qualquer coisa podes sempre contar comigo.

Annie- Eu sei que sim Lena e eu agradeço, mas e tu? O que pensas em fazer?

Eu- Não sei, não tenho propósitos, não tenho sonhos, não tenho nada, acho que vou deixar o vento me levar.

Annie- Mas é o teu futuro que está em jogo.

Eu- Desde do dia em que eu fui abandonada, deixada num orfanato onde maltrataram-me não consigo ver um futuro bom.

Annie- Não podes ficar presa no passado amiga...

Eu- Tu não sabes nem um pouco daquilo que eu passei, eu sei que gostas de dar concelhos mas para este caso, concelhos não valem de nada.

Annie- Tens ido ao psicólogo?

Eu- Nunca sai de lá, o Jefferson é um amor de pessoa, nós falamos muito, claro que é sobre mim, ele manda-me fazer coisas para ver se melhor mas nada resulta, eu sinto-me bem para ser sincera, só fui para o psicólogo porque tu disseste que eu precisava.

Annie- E tu precisas... Bem o que vais fazer esta tarde?

Eu- Acho que vou visitar um amigo meu, já não o vejo há bastante tempo.

Annie- Tudo bem, cuida-te Helena.

Eu- Tu sabes que sim.

Fomos por caminhos diferentes, assim que cheguei a casa, comi o meu almoço e chamei um táxi, ele levou-me para um local da cidade onde eu sabia que era a base escondida do meu amigo, paguei ao taxista e fui para os portões da base e fui logo abordada por homens armados.

Eu- Olá eu sou amiga do Sargento Robert Epps, posso ir ter com ele.

Agente- E o que te faz pensar que ele está aqui mocinha?

Eu- Primeiro ele contou-me, segundo não me chame de mocinha e terceiro vou ter que ligar para ele para pedir para vocês deixarem-me passar?

Os agentes entre olharam-se e eu suspirei, pego no meu telemóvel e ligo para o Epps.

Epps- Nena! Finalmente decidiste ligar.

Não sei porque mas adoro a alcunha que ele inventou para mim "Nena", acho que combina comigo.

Eu- Olá Epps, ouve eu estou à porta da tua base e aqui os teus colegas não me estão a deixar entrar.

Epps- Espera um minuto.

Ele desligou a chamada, depois vi um dos agentes pegar no comunicador e depois olha para mim, fazendo um sinal para eu entrar.

Eu o segui até um hangar onde eu encontrei o meu amigo de longa data.

Eu- Epps!!!

Corri até ele e o abracei.

Epps- É tão bom ver-te pequena.

Eu- Digo o mesmo, então como vão as coisas por aqui?

Epps- Um correria, amanhã temos que ir para outra base no meio do nada para uma missão de uma semana.

Eu- Então vim numa má hora?

Epps- Não, eu já estou despachado.

Eu- Pois é, esqueci-me que o menino gosta e ter tudo pronto 2 semanas antes.

Epps- Não exageres, arrumei as minhas coisas e fiz tudo à dois dias atrás nas calmas, se eu deixasse para hoje como todos, ficava como eles, sem tempo.

Fomos sentar no refeitório e ele foi buscar as coisas para ele almoçar.

Epps- Já comeste?

Eu- Sim, sai da escola fui almoçar e vim logo para cá.

Epps- Pois é como está a escola?

Eu- Recebi outra prova hoje, tive nota máxima.

Epps- Como sempre, invejo a tua inteligência.

Eu- É, eu oiço muito isso.

Ficamos ali um bom tempo até um homem vir falar com o Epps.

Lennox- Epps já tens tudo pronto?

Epps- Claro que sim, isso ainda se pergunta?

Lennox- Quem é ela?

Epps- Ela é a Helena, uma amiga minha que veio me visitar, este aqui é o Major William Lennox.

Eu- Prazer eu conhecer-lo senhor.

Lennox- O prazer é meu, bem o que vocês querem fazer? Sim Epps, também tenho tudo arrumado.

Epps- Que tal irmos para a estação de tiro? Ela adora atirar.

Lennox- Tu sabes atirar?

Eu- Sim senhor, o Epps ensinou-me.

Lennox- Não precisas de me chamar senhor, se és amiga do Epps és minha amiga.

Assenti e fomos para a estação de tiros, pego na arma mais pequena, recarrego e começo a disparar para o alvo, o meu objetivo era sempre o peito e a cabeça eu falhava mas também acertava várias vezes.

Lennox- Ela é boa.

Epps- Com um professor como eu era difícil ela não ser.

O Lennox sorriu e eles juntaram-se a mim nos tiros, acabamos por fazer competição e eu claro que perdi, não dá para ganhar a dois soldados treinados e ainda profissionais, ainda não. Depois ficamos a falar até começar a escurecer.

Eu- Melhor eu ir, não quero chegar tarde a casa e vocês precisam de descansar.

Epps- Obrigada pela visita Nena, gostei muito de voltar a ver-te.

Lennox- Foi um grande prazer conhecer-te e toma, este cartão vai deixar-te entrares aqui sempre que quiseres.

Eu- Obrigada e boa sorte.

Sai da base e fui a pé para casa, assim que cheguei fui tomar um longo banho, depois fui fazer o jantar e depois de comer fui ver um filme. Talvez amanhã irei ver o Jefferson e contar-lhe sobre os meus amigos no exercito.

Assim que o filme terminou vou para o meu quarto dormir.

Quando acordei fiz aquilo que todos fazem de manha, vou para o banheiro fazer a minha higiene matinal e vesti uma roupa para ir para a escola. Era uma jeans azuis escuras, com uns ténis brancos e uma blusa vermelha, eu amo vermelho!

Fui arranjar o meu cabelo e decidi fazer uma trança de lado, eu não gostava muito do meu cabelo, ele fazia me lembrar o quão estranha eu era, eu não nunca pintei o meu cabelo de azul, ele é natural e onde já se viu alguém ter o cabelo azul por raiz? Ninguém... Mas tento esquecer-me disso, eu sei que não sou normal e vivo com isso, é pena que as outras pessoas não conseguem compreender.

Vou para a cozinha e comi uma maça, pego na minha malinha e sai de casa, ando em pequenos passos nas ruas a aproveitar o canto de alguns pássaros e a brisa da manhã, era uma sensação otima. Quando finalmente chego à escola vou para o meu cacifo buscar os meus livros mas fui impedida por um grupo de raparigas, eu sabia quem elas eram mas fingia que elas não existiam. Tentei passar mas a lider delas que se chamava Melissa impediu-me.

Eu- Por favor Melissa deixa-me passar.

Melissa- Ouviram isto meninas? A esquisita quer passar... 

As outras riram e eu sinceramente não vi onde estava a piada, respirei fundo e esperei pelo que estava por vir, a Melissa empurrou-me contra os cacifos e eu fiquei a olhar para ela, com um olhar neutro eu sei que ela detestava isso.

Melissa- Não estás com medo Helena? 

Ela pegou a minha mala e viu se tinha alguma coisa que a agradasse, mas claro que não tinha, eu já faço isso de propósito, nunca levo nada de bonito, dinheiro ou comida porque sei que ela iria aparecer e ficaria com as minhas coisas.

Melissa- Não tem nada de especial, não andas a querer oferecer-me nada Lena? Isso é tão triste.

Não disse nada e esperei que ela fosse embora, mas não ela decidiu dar um soco na minha barriga, eu encolhi-me e fecho os olhos.

Melissa- Amanhã traz-me alguma coisa senão... Bem, logo verás.

Elas foram embora e eu pego na minha mala e abro o meu cacifo, tirei os meus livros e fui para a aula. Sento-me ao lado da Annie e ela sorriu.

Annie- Bom dia Lena, como foi ontem?

Eu- Bom dia, foi divertido.

Ficamos a falar por uns minutos até a professora aparecer, eu e a Annie tínhamos algumas aulas juntas e quando tínhamos era bastante divertido, ela sempre tinha algo a dizer ou precisava de ajuda em algum exercício e eu com muito gosto ajudava-a.

Depois de termos tido todas as aulas, fizemos o mesmo caminho de sempre para casa.

Annie- Eu esqueci-me completamente da prova de matemática de amanhã! Vou ter que me matar a estudar agora.

Eu- Boa sorte então, eu vou ter com o Jefferson agora.

Annie- Novidades para ele?

Eu- Sim, quero ver o que ele me diz.

Annie- Okay! Até amanhã Lena!

Ela deu-me um beijo na bochecha e foi a correr para casa, eu ri com a atitude dela e fui para a minha casa, depois de almoço fui para o escritório do Jefferson que recebeu-me com um grande sorriso.

Jeff- Helena! Entra por favor.

Eu entrei e fui logo sentar-me na cadeira, ele pegou nuns papéis e sentou-se na cadeira à minha frente.

Jeff- Do que iremos falar hoje?

Eu- Do meu dia de ontem e hoje.

Jeff- Muito bem podes começar.

Contei-lhe para onde fui ontem, falei-lhe sobre o Lennox e o Epps, sobre a nossa competição na estação de treino e contei-lhe o que aconteceu comigo e com a Melissa e as amigas dela.

Jeff- Como te sentiste a disparar a arma ontem.

Eu- Bem aliviou-me bastante e gosto muito de estar com o Epps.

Jeff- Quero que passes mais tempo com ele e Helena, alguma vez pensaste em fazer parte do exercito? 

Eu- Uma vez ou outra, acho que é emocionante.

Jeff- Porque não tentas entrar?

Eu- Para o exercito? Jeff eu apenas sei disparar e não lutar ou defender-me, eles não me vão aceitar.

Jeff- Podes sempre aprender.

Não disse nada e pensei sobre isso, por acaso até era uma boa ideia...

Jeff- Enquanto a essa Melissa e às amigas delas, podes sempre queixar-te a um professor.

Eu- Para mim isso é covardia!

Jeff- Pensas que pedir ajuda é um gesto de covardia?

Olho para a janela e suspiro.

Eu- Não acho... 

Jeff- Então porque dizes isso?

Eu- É o mesmo de sempre, por eu ser diferente, logo tenho que me refugiar nos outros, porque eu sou fraca e não consigo dizer-lhe o que realmente queria, tenho que ir sempre esconder-me atrás de alguém, para mim não dá Jeff não consigo viver assim.

Ficamos uns minutos em silêncio até ele decidir falar novamente.

Jeff- Porque te achas diferente.

Não disse nada, nunca contei a ninguém que o meu cabelo era natural e não pintado e vou continuar a não contar, não confio o suficiente nas pessoas ou simplesmente tenho medo de ser rejeitada logo a seguir...

Jeff- Parece que terminamos, gostei de te ouvir, espero que te tenha ajudado em alguma coisa.

Apenas sorri e sai do seu escritório, fiz o meu caminho para casa de cabeça baixa, queria alguma coisa normal para variar, queria ter mais amigos, queria ser mais feliz... Queria saber o que eu realmente era! Mas ninguém tinha essa resposta para mim, ninguém mesmo...

No dia seguinte depois da prova já estávamos a voltar para casa e a Annie estava bastante irritada porque o teste correu-lhe mal.

Eu- Vá lá Annie, não fiques assim, sabes que podes sempre levantar a nota.

Annie- Mas eu não queria estar a ter que levantar a nota! Só mais trabalho e esforço.

Eu- A vida é dessas, sem trabalho não existe o êxito.

Annie- Fala a menina que é um Einstein.

Eu- Pelo menos eu tenho algo de bom nesta vida.

Senti que a Annie suspirar, ela odeia quando eu falo estas coisas mas é a realidade e não vejo o propósito de esconder-la.

Ela foi para casa e eu fui para a minha, não fiz nada de interessante nesta tarde.

Já se tinha passado uma semana e o Epps não deu noticias e é claro que comecei a ficar preocupada, peguei no meu pc e invadi o sistema do Pentágono, com certeza que eles iriam saber de alguma coisa, vi que eles tinham várias fotos de uma base destruída e que ainda não tinham informação que houve sobreviventes... Não Epps... Não pode ser... Ele deve ter fugido com o Lennox, deve sim, ele não ia morrer agora certo? Não depois de tudo o que ele passou.

Decidi ficar o dia todo em casa e ficar apenas de alguma noticia, quando ficou de noite continuei sem noticias e eu estava super stressada. Sai de casa para uma caminhada noturna, ele está bem eu tenho esse pressentimento que sim. O vento frio a bater no meu rosto acalmou-me. Mas depois noto uma viatura da policia atrás de mim, eu não fiz caso mas essa viatura estava a seguir-me já a algum tempo. Vou até ela e ia perguntar se alguma coisa se passava mas o problema é que essa viatura não tinha condutor, ninguém, repito, ninguém estava a conduzir esta viatura, começo a andar para trás e olhava chocada para a viatura, ela parou na minha frente e foi nesse momento que comecei a correr, o que raios se passava?! O que eu fiz?! Olhei para trás e aquela viatura vinha atrás de mim, eu não sei onde estava e nem sem para onde ia, parei e viro-me, a viatura estava ali.

Essa viatura começou a fazer uns barulhos estranhos e transformou-se num robô gigante, eu estava a ser perseguida por um robô gigante?! É, uma pessoa anormal precisa de anormalidades destas na vida.

Comecei a recuar quando o robô aproximava-se.

Robô- Tu és a Helena?! A protetora dos óculos?!

Eu- Sim sou eu e eu não faço ideia do que estás a falar!

Ele atirou um carro velho contra mim e eu salto para o lado, eu vou morrer esta noite não vou? Vou sim... Vou mesmo.

Levanto-me e olho para o robô.

Eu- Vamos falar primeiro, eu não sei que óculos falas e eu nem sabia que era protetora de alguma coisa, mas se fores mais especifico talvez podemos chegar a um entendimento.

Ele não disse nada e um pequeno robô saiu dele, mais um?! Otimo! Esplêndido!

Robô pequeno- Vamos acabar com ela!

Eu- O que?! Assim vocês não vão achar o que tanto querem, sabendo que eu não sei o que é mas vocês não vão achar sem mim... Eu acho...

Pensei que agora seria o meu fim, mas apareceu um carro amarelo que transformou em outro robô, eu por acaso fui posta num filme e ninguém me avisou??

Esse robô que acabou de chegar e que era amarelo começou a lutar contra o robô que me tinha atacado e o robô mais pequeno veio atrás de mim, eu corri até uma pequena casinha e tranco a porta, esse robô tentava desesperadamente abrir-la, olho em redor e encontro uma serra elétrica! Pego nela e espero que o robô entrasse, assim que ele o fez ligo a serra e corto-lhe a cabeça, ele ainda estava vivo mas sem cabeça não podia fazer nada, largo a serra e fui ver daqueles robôs gigantes, eu sinceramente não sei porque estava a ir atrás daqueles robôs mas prontos...

Cheguei ao local onde tinha visto aqueles dois a lutarem e o robô amarelo apareceu, atrás dele tinha aquele robô que me tinha atacado, ele estava caído e provavelmente morto.

Eu- Quem és tu?

Bee- Eu sou o teu guardião Bumblebee mas podes tratar-me por Bee.


Notas Finais


Uma nova história!!! Espero que gostem!
ByeeeeeeeBye


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