História Not a True Goodbye - Capítulo 15


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Categorias F.T. Island
Personagens Choi Jong-hoon, Choi Min-hwan, Lee Hongki, Lee Jae-jin, Personagens Originais, Song Seung-hyun
Tags Época, Ftisland, Romance
Visualizações 10
Palavras 1.807
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lírica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá ~♡

Hoje o capítulo saiu um pouquinho mais tarde, pois eu não o tinha terminado de escrever :'v
Peço perdão se houver qualquer erro, assim que notar, estarei corrigindo!

Boa leitura!

Capítulo 15 - Cidade Sucinta


Fanfic / Fanfiction Not a True Goodbye - Capítulo 15 - Cidade Sucinta

Capítulo 14

 

Após escolher o bolinho que tanto queria, Mina saía da cafeteria feliz, sem pensar em nada que lhe pudesse atingir. Mas sem esperar, via Hong Ki surgir em sua frente, sem nem mesmo saber de onde ele havia vindo. Aquilo a havia abalado muito, era inegável. Tremia levemente pelo nervosismo, um estado que somente experimentava na presença dele.

“Sem desculpas desta vez, Mina.”

—Agora estamos a sós. — Dizia ele, sentado ao lado da garota que estava pensativa até o momento. Eles haviam caminhado até um dos bancos na área mais tranquila do parque, para que não houvesse nenhum tipo de interrupção ou ruído vindo da conversa de outros. — Poderias explicar-me o que aconteceu que te afastaste dessa forma?

—Não aconteceu nada. — Sua voz era apenas audível.

—Então...? — Ele levava a mão direita a apoiar o rosto, esperando por uma resposta mais completa.

—É algo... Complicado. — Mina olhava para o céu, buscando palavras para explicar tudo.

—Complicado é sinônimo de uma coisa: teu noivo. — A frase do Lee era certeira. A florista apenas o olhava, sem falar mais nada. Aquilo já era mais que o suficiente. — Eu gostaria de entender como o cérebro dele funciona... Foi mesmo ele quem proibiu de te aproximar de mim, não?

—Não foi bem assim. — O que poderia dizer? Ele tinha razão. — Ok, eu desisto. Jiwon pediu-me para não termos mais contato nenhum.

—Aish... Como se isso fosse adiantar alguma coisa. — Dizia Hong Ki de uma forma ligeiramente irônica. — E por qual motivo ele fez isso?

—Não sei... — Ela dava de ombros, encarando o bolinho em suas mãos. —... Jiwon sempre tenta proteger-me. De uma forma estranha, mas tenta.

—Não me surpreenderia se ele te proibisse de trabalhar também.

—Ele não faria isso! — Mina levantava a voz subitamente. — Não chegaria a tanto.

—Ah, pois não duvides.

—Ele não é louco de fazer isso! Estaria pedindo para que eu fugisse de vez!

O ar da florista era de revolta naquele momento. Apesar de ter se submetido há muitos dos caprichos do noivo, de uma coisa ela jamais abriria mão: o direito de ganhar seu próprio dinheiro. Era fato que os tempos ainda eram muito difíceis para as moças, mas ao menos ela havia conseguido se estabelecer em uma área que gostava, sem depender de ninguém – e assim queria permanecer.

—O que é? — Perguntava ela ao notar que Hong Ki ria de sua expressão. — Estou falando sério!

—É engraçado ver como ficas irritada com isso, já que está sob o comando dele em tantos aspectos. E também, senti falta dessa tua forma explosiva de contestar. Lembrou-me o dia em que nos conhecemos.

—Naquela vez, também estavas a rir de mim. — Sem perceber, Mina já o estava tratando como antes, sem nenhum tipo de formalidade. — Fizeste de muita má fé.

—Como és ingrata... Fui eu quem te ajudou depois. — Ele semicerrava os olhos, fingindo indignação de uma forma adorável, fazendo a garota sorrir. Pousava a mão direita sobre o peito de forma teatral. — Estou imensamente magoado.

—Dramático. — Dizia ela de forma descontraída. Naquele momento, Mina se dava conta que não seria mais capaz de ignorá-lo... Sua amizade, seus conselhos, suas piadas lhe faziam muito falta. Ele realmente tinha algo que lhe fazia tão bem. Mudava de expressão gradativamente, de alegria à melancolia, olhando-o nos olhos. — Hong Ki, peço-te perdão por ter afastado-me assim... Eu realmente... Sinto muito.

O Lee sentia o peso das palavras da garota cair sobre si naquele instante. A estrutura dela parecia estar desmoronando pela maldita situação em que estava metida, sem nenhum tipo de escapatória. Não demorava muito para ver a amiga fungando, sinal de que já não era mais capaz de conter o seu pranto.

—Não tens porque pedir-me perdão. Está tudo bem. — Ele se aproximava de Mina, envolvendo-a em um abraço aconchegante e extremamente cuidadoso. — Não chores.

—Fui tão rude contigo... Não sei por quanto tempo irei suportar tudo isso. — A florista estava retribuindo aquele apoio, sem pensar em mais nada.

—Não penses nisso. Estou aqui agora. — Hong Ki falava baixinho e de maneira suave, buscando acalmá-la. Ao fechar os olhos naquele minuto, sentia o dever de protegê-la de qualquer mal que pudesse lhe ocorrer, mesmo tendo a consciência de que não era o certo.

Não era certo assumir um lugar que não lhe pertencia.

Um lugar que era de Park Jiwon.

 

Victoria andava pela calçada, completamente concentrada em alguns papéis quando levantava o olhar rapidamente e deparava-se com a mãe de Sun Hee e Jiwon olhando por uma das vitrines daquele centro comercial. Não pensava duas vezes em ir ao encontro daquela que estava sendo sua anfitriã durante sua estadia na cidade.

—Olá, senhora Park. — Chegava mais perto. — Que coincidência encontrá-la aqui.

—Victoria, olá! E não é mesmo? Já fizeste tua reunião? — Aquela pergunta era pertinente para a consultora de moda. Ela olhava para a mesma vitrine que a mais velha via antes, suspirando.

—Sim, acabou rápido. Porém, tenho fé que fecharei o negócio com os Lee.

—Que ótima notícia. Eles têm grandes lucros através da fábrica, estás indo muito bem, querida. — Ela percebia que mesmo com os ânimos dados, a amiga de sua filha ainda parecia aborrecida. — Está tudo bem contigo? Me pareces tão triste.

—Está sim. — Lograva sorrir um pouco. — Estou indo de volta para casa, preciso resolver alguns detalhes do projeto.

—Claro, podes ir.

A mulher elegante seguia seu caminho por aquela avenida, estava à procura de compras, gastar um pouco. Há vários meses não o fazia. De não muito longe tinha a visão do parque e conseguia ver o movimento de lá, cheio de crianças correndo, adultos a conversar aos arredores, etc. Dava mais alguns passos e de repente parava perto de um hidrante, como se avistasse algo incomum.

—Aquela garota parece a dita cuja que meu filho escolheu como noiva.

Dizia a si mesma em tom de deboche. Ela havia visto Mina apenas uma vez, mas já era o suficiente para gravar a imagem daquela que estaria “desviando” o caminho de Jiwon. Os cabelos ondulados, os braços finos, a pele clara... Só tinha um porém: estava abraçada a outro rapaz que não sabia dizer quem era, já que estava de costas. Olhava para os dois lados da rua, atravessando assim que nenhum veículo mais passava, indo ao parque. Ao entrar na área, chegava perto de uma gigantesca árvore, ocultando-se ali para não ser notada e enxergar melhor. Realmente, não era nenhum tipo de alucinação de sua parte. Aquela era mesmo a noiva de seu filho. Cobria a boca de forma incrédula, pensando o pior.

 

—Te sentes melhor? — Hong Ki perguntava, percebendo que a florista parecia mais leve após aquele longo silêncio em seu abraço. Mina aos poucos se recompunha, enxugando o restante das lágrimas.

—Muito. — Arfava após sua conclusão. — Obrigada.

—Não há de quê, senhorita Kobayashi. — Ele sorria lindamente. Não querendo mais vê-la remoer os problemas, em seguida olhava em direção ao bolinho sobre o banco ao lado da garota, que estava envolvido por um papel filme. — E esse bolinho, aí? Ele está a me encarar a vários minutos...

—Oh, é verdade! — Mina o pegava em seguida. — Eu o vi na vitrine do café e quis comprar... Há muito tempo que não como um desses. Queres um pedaço?

—Não, não. Estava só brincando. — Ria. — Quando retornar à mansão irei pedir a Nana para fazer muitos desses para nós.

—De fato, ela cozinha muito bem.

Ao olhar mais à frente, o Lee enxergava o irmão vindo ao seu encontro, acompanhado de outro rapaz, o qual não conhecia. Ambos portavam suas sacolas com violão dentro, pareciam se dar bem.

—Hong Ki! O que fazes por aqui?— Minari dizia ao parar frente ao irmão, logo percebendo a presença da moça que trabalhava em sua casa. — Olá, Mina!

—Olá. — Ela apenas lhe sorria com doçura.

—Estava a conversar com Mina um pouco. Mas e tu? O que estás a fazer tão cedo na rua?

—Hoje comecei minha aula de violão, não te lembras? — O mais novo olhava na direção do novo amigo. — Este é Seung Hyun, meu colega.

—Muito prazer! — Seung dizia com simpatia. Inesperadamente, ele observava Hong Ki e algo lhe veio à mente. — Esperem um pouco... Eu já lhe vi em algum lugar...

—Ele é o meu irmão, que comentei contigo mais cedo. — Minari aclarava. — É o Hong Ki.

—Muito prazer, Seung Hyun. — O mais velho dos rapazes respondia, achando graça da feição do garoto que acabava de conhecer, quem buscava saber de onde o conhecia.

—Lembrei! És jogador de Xadrez, como Jong Hoon, não?

—Sim, sempre que posso participo das competições! — O Lee parecia ter se animado. — E conheces Jong de onde?

—Trabalho perto de onde ele vive, estamos sempre a conversar.

—Sério? Que mundo pequeno!

—Ai ai, parece que fomos deixados de lado, não é Mina-san? — Min Hwan sentava-se ao lado da garota, que apenas ria ao observar a cena.

Jiwon estava em seu quarto deitado sobre a cama, segurando um livro de artes em mãos. Num momento anterior, encontrava-se puramente concentrado em leitura, mas naquele presente momento, seu olhar se perdia no teto, pensando em sua noiva. Perguntava-se como ela conseguia ser tão bonita, mais que qualquer outra mulher que havia conhecido até então. Fechava as pálpebras suavemente, mergulhando nas lembranças dos dias felizes que havia passado com ela enquanto amigos. Uma imagem ia puxando outra, como um filme e, sem que pudesse esperar, lembrava-se de Jang Hye Rim. Por quê? Ela era muito parecida com Mina em algumas características, principalmente na bondade e inocência em alguns momentos. Porém, era passiva o tempo todo, diferente da japonesa, que se irritava com mais facilidade e tinha um senso diferente de liberdade. Hye Rim era a típica moça para casar, que queria formar uma família e ser a esposa perfeita. Mina não queria aquilo, o rapaz no fundo sabia... Ela queria trabalhar por conta própria, jamais seria completamente submissa a um marido, por mais que estivesse a caminho do altar e que ele a estivesse “guiando” a um novo caminho. Largava o livro sobre o colchão, bem do seu lado, dando um largo e pesado suspiro. Rezava internamente para que conseguisse convencer a noiva a tornar-se uma alguém de classe, ao seu lado.

—Jiwon, onde estás? — A voz de sua mãe interrompia seus devaneios. Ela o estava procurando pelos corredores perto de seus aposentos.

—Estou aqui no quarto. — Assim que havia respondido, via a senhora Park adentrar o ambiente. — Algum problema?

—Não, nenhum. — Ela parecia satisfeita. — Apenas confirmei algo que contestavas a todo custo.

—Do que fala, minha mãe? — O garoto levantava-se duvidoso de sua cama. — O que acabas de confirmar?

—Que aquela mulher que escolheste para casar é uma qualquer.

—Ah não, outra vez isso! — Ele se exaltava de imediato. — Quantas vezes eu preciso dizer que...

—Ela está traindo-te! — O interrompia sem dó nem piedade. — Traindo-te descaradamente e na frente de todos!


Notas Finais


Muitas tretas (~*-*)~

Até a próxima semana! ♡


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