História Not a True Goodbye - Capítulo 18


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Categorias F.T. Island
Personagens Choi Jong-hoon, Choi Min-hwan, Lee Hongki, Lee Jae-jin, Personagens Originais, Song Seung-hyun
Tags Época, Ftisland, Romance
Visualizações 4
Palavras 1.408
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lírica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! ~♡
Pois é, dei uma "pequena" atrasada nessa atualização :'v
Porém o importante é que estou aqui com NaTGB!
E acabei me empolgando escrevendo esse capítulo, deu mais de dez páginas no Word e aí... Resolvi dividi-lo, pois era muita coisa, MESMO. Logo, seria muito cansativo para ler. Por tanto, pode-se dizer que o que vem a seguir é uma breve "introdução" do capítulo que sairá na data correta, nesta quinta-feira :)

Sem mais delongas, tenha uma ótima leitura!

Capítulo 18 - Amigos, amigos... Amores à parte


Fanfic / Fanfiction Not a True Goodbye - Capítulo 18 - Amigos, amigos... Amores à parte

Capítulo 17

 

—Bom dia. — Estranhando a ação da florista, Hong Ki a olhava com curiosidade. — É... Está tudo bem contigo?

—Bom dia... — Mina sorria sem jeito, abaixando o pequeno buquê de flores da frente do rosto. — Está sim! E contigo?

—Também. — Apenas assentia, olhando em volta com tranquilidade, sentando-se de frente para ela. — Estou a esperar minha nova professora particular.

—Oh, sério? Porém não me pareces animado...

—Nem um pouco. — Ele percorria a vista sobre o extenso gramado, suspirando. — Há tanto tempo que não estudo, que devo ter esquecido muitas coisas.

—Talvez seja uma boa ideia fazer uma revisão. Sempre fazia isso enquanto estive na escola.

—Algo me diz que tu eras uma pessoa demasiado estudiosa. — Ele sorria ao comentar.

—Era mesmo. — A florista confirmava de forma orgulhosa, guardando as flores dentro do cesto que estava ao seu lado. — Adorava estudar.

—Talvez tivesses sorte caso quisesses abrir um negócio.

—Eu pretendo fazer isso. — Mina finalmente o olhava nos olhos. — Quero poder abrir uma floricultura no centro da cidade, onde há mais movimento.

—Olhes só, nada mal. — A ideia dela realmente lhe parecia sólida e possível. — Desde já desejo-te boa sorte e, se precisares de algo, estarei aqui.

—Obrigada, de verdade. — Ouvir aquelas palavras de Hong Ki, fazia a garota sentir-se acolhida. — É algo que quero muito realizar.

—E irás.

Ele dizia aquilo com imensa certeza, como se pudesse prever o futuro. Lograva ver em Mina uma alegria que talvez pudesse ter sido provocada por suas palavras, por seu apoio... Por sua pessoa. Por longos segundos se olhavam sem detenção, como se o tempo começasse a passar vagarosamente. Assim que se deram conta, ambos riram sem nenhum motivo, apenas pelo simples momento.

—Bem, preciso ir. — A florista levantava-se, pegando suas coisas do chão. — Enquanto meu negócio não sai, preciso andar pela cidade.

—Esperes. — O rapaz levantava-se também. — Tens planos para hoje à tarde, após regressares?

—Hm... Não, nenhum. — Ela respondia após pensar um pouco. — Por quê?

—Estou preparando algo agradável. — Como ele poderia dizer aquilo, sem que parecesse um encontro? Na verdade, Hong Ki estava seguindo a ideia do irmão: queria confirmar se o possível sentimento era mesmo recíproco. Apesar de ter passado por alguns relacionamentos, era difícil saber como agir num caso como aquele... Era algo novo e diferente. — Estás convidada.

—Bem, se é assim... Não faltarei.

E ali se despediam e ela ia em direção ao portão. Enquanto pegava sua chave, pensava sobre aquele convite misterioso e sem que pudesse evitar, sorria como nunca antes. “Mina, estás metendo-te em uma grande enrascada” – dizia baixinho a si mesma.

 

Eram cerca de três da tarde quando Park Jiwon estava no escritório de sua mansão, em silêncio extremo, olhando para um ponto fixo no piso. Com as mãos cruzadas frente ao rosto, já sabia perfeitamente o que faria para remediar a situação crítica de seu noivado. Se o que sua mãe lhe havia contado era mesmo verídico, as pessoas de fora em breve começariam a falar... E a má fama se espalharia pelos quatro cantos da cidade, o que seria vergonhoso demais para todos os envolvidos. A maçaneta da porta girava rapidamente, deixando a senhora da família passar por ela, quem andava alguns passos e parava em frente ao rapaz. O analisava descaradamente, sabendo que algo estava a passar em sua mente.

—Está tudo bem contigo, meu filho? — Sua pergunta era tranquila.

—Está sim. — Ele regressava a realidade, sorrindo como se nada ruim estivesse acontecendo. — E com a senhora?

—Também. Conseguiste descansar à noite?

—Dormi como um anjo. — O Park respondia sem demora, levantando-se de seu assento. — Sinto-me revigorado.

—Que bom, então. — Ela tentava se aproximar dele. — Pensaste no que te falei ontem? Sobre tua noiva? Sabes que, ela anda muito solta e não fica bem... Esse tipo de relação não é para ti.

—Sim, pensei muito. E acho que tens razão nesse ponto. Esta situação está saindo dos eixos, Mina está distante de meus olhos e não posso controlar seus passos continuamente.

—Exato. — Um sorriso de satisfação brotava no rosto da Park. — E és um rapaz tão puro, não mereces que nenhuma mulherzinha te faças passar por um imbecil.

—É verdade. — Ele assentia. — E por esta razão, tomei uma decisão que será melhor para mim e para ela.

Ele se aproximava da mãe, depositando-lhe um beijo em sua testa, em seguida saindo do escritório sem dizer mais nada. A semente da dúvida já estava plantada na mente da senhora Park. Por mais sereno e em pleno juízo que Jiwon parecesse estar, ela ainda se via desconfiada. O que será que o garoto estava preparando?

 

A tarde estava agradável na casa dos Lee, pois um dos amigos dos filhos da casa estava de visita. Há vários meses que o rapaz da loja, Jaejin, não passava por ali. Ele estava a conversar com Hong Ki sobre os últimos acontecimentos, de forma leve e descontraída. Estavam do lado fora, em uma mesa que se situava no jardim, sob a sombra de uma extensa cobertura.

—... Cansei de atender pessoas assim. Escolhem uma coisa, depois querem outra completamente diferente e depois outra... É mesmo desesperador! — Jae bebia um pouco de seu café preto. Assim que pousava sua xícara novamente no lugar, olhava para o amigo. — E a moça das flores, como está?

—Hein? — O Lee havia sido pego de surpresa. — Está bem sim, mas... Como sabes dela?

—Eu a conheci esses dias. Até a trouxe aqui para tua casa, visto que estava a chover rios.

—Ah, é? Ela não me disse nada...

—E deveria? — O garoto parecia achar graça da expressão de Hong Ki. — Ela disse-me que é tua empregada.

—Isso mesmo. — Ele tomava postura rapidamente. — Porém temos uma boa relação de amizade.

—Oh, entendo. — Jaejin sorria, entendo mesmo outra coisa. — Porém, não é como se ela te devesse detalhes de sua vida privada, não?

—Obviamente não. — Queria evitar falar mais sobre o assunto, mas uma questão surgia em sua mente. — E... O que mais ela disse?

—Sobre tua pessoa? — Via o amigo assentir com certo receio. — Nada, apenas que eram amigos e... Só isso. No mais, falamos sobre muitas outras coisas. Ela é mesmo uma pessoa de conteúdo e encantadora.

Hong Ki nada respondia, somente olhava para uma direção qualquer. O que queria dizer com “muitas outras coisas”? E porque perguntava sobre ela assim, tão naturalmente? E os elogios? Estaria ele interessado nela também?

—O que foi? Por que fazes essa cara? — Jaejin começava a rir de vez. — Nunca consegues esconder a expressão de enojo.

—Do que estás a falar? Enojado, eu? Pff... — O que poderia dizer? Por um segundo se sentia... “Preocupado”? Bem, na verdade, já era algo de se esperar. Já não era possível esconder que a florista habitava seus pensamentos e só faltava saber se ela sentia o mesmo.

—Senhor Lee, venho avisar-lhe que os doces que pediu já estão prontos. — Nana aparecia atrás de seu superior, sorrindo de forma gentil. Sorriso este que havia chamado a atenção do outro jovem que ali estava, fazendo com que ela também o mirasse no mesmo instante. Ela nunca o havia visto antes, pois sempre estava pelas bandas da cozinha, lugar onde as visitas jamais entravam. Já Jae perguntava-se de onde havia surgido aquela moça tão bonita... Há quanto tempo estava escondida tamanha joia na casa de seu amigo? Hong Ki estava entre os dois, olhando para um e outro, sem saber o que fazer. De repente, fingia que estava a tossir, cortando aquele estranho momento que estava presenciando.

—Obrigado, Nana. Em seguida irei buscar. — Sorria ele. A garota se curvava e se retirava dali, sendo seguida pelo olhar curioso de Jaejin. Hong Ki o olhava novamente, agitando a mão esquerda frente ao rosto do amigo. — Ei! Já podes voltar ao mundo real.

—Aish... Sempre estragando meus momentos, seu idiota. — Reclamava. — Quem é ela? Seria outra amiga tua?

—Opa, mas o que é isto? Ela é cozinheira aqui de casa.

—Falas sério? Não acredito.

—Pois acredite, Nana trabalha aqui há bastante tempo. — Agora era ele quem sorria, ligeiramente malicioso. — Por que queres saber?

—Ela é deveras muito bonita. — Respondia com sinceridade. — És mesmo um desgraçado, só arranjas moças bonitas para te servir.

—Sorte a minha.

Ele estava visivelmente aliviado com aquele comentário, logo pegava o seu café e ambos seguiam a conversa, que tomava outros rumos. Não tardava muito até que Jae despedia-se, porém, com o intuito de voltar em breve, para poder ter a oportunidade de conhecer melhor aquela moça misteriosa.


Notas Finais


Até Quinta-feira! ♡♡♡


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