História Not a True Goodbye - Capítulo 19


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Categorias F.T. Island
Personagens Choi Jong-hoon, Choi Min-hwan, Lee Hongki, Lee Jae-jin, Personagens Originais, Song Seung-hyun
Tags Época, Ftisland, Romance
Visualizações 5
Palavras 1.368
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lírica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! ~♡
Hoje na data certa, estou aqui haushaush
Bem, esse capítulo é muito especial para minha pessoa... Já que em todos esses anos nessa industria vital, esse foi O PRIMEIRO em que chorei enquanto escrevia. Foi um aperto no kokoro que só, porém também foi lindo ♡
Então, espero do fundo desse mesmo coração que curta, pois tentei utilizar cada palavra da melhor forma possível.

Tenha uma boa leitura!

Capítulo 19 - Amor Latente


Fanfic / Fanfiction Not a True Goodbye - Capítulo 19 - Amor Latente

Capítulo 18

 

Mina voltava para casa após aquela tarde ter parecido passar lentamente. Talvez fosse pela curiosidade em saber o que lhe esperava quando estivesse em casa? Ao entrar, fechava com cuidado o portão, passando pelo jardim que estava em silêncio. Caminhava discretamente, até que parava subitamente seus passos, pois parecia que estava a ouvir algo estranho. Olhava para trás, havia coisa alguma; para a esquerda, também nada. Tampouco à direita. Respirava fundo e seguia andando, até que um novo ruído em meio às folhagens começou a se fazer presente. Estreitava o olhar, chegando mais perto do vaso, que se situava na beirada da trilha que dava no caminho para a porta de sua residência. Levava sua mão direita, empurrando as folhas bem devagar, revelando algo inesperado e curioso.

—O que temos aqui...

Largava seu cesto sobre o chão, tomando em seus braços um filhote de gato que tremia sem parar. Possuía o pelo claro e ralinho, devia ter algumas semanas de vida. Ele estava visivelmente faminto, talvez alguém o tivesse abandonado à própria sorte. Mas... Como ela iria ajudar aquele bichinho? Não seria capaz de largá-lo novamente para morrer... Não poderia. Pegava novamente o objeto que havia posto no chão, entrando em sua casa com o gatinho. Passava o resto da tarde ali dentro, arrumando um cantinho e dando um pouco de leite puro ao novo hóspede. Nunca havia cuidado de um animal de estimação antes, será que era daquela forma que deveria fazer? Ele começava a miar assim que o líquido chegava ao seu fim.

—Ora, o que há? Não foi o suficiente? — Mina tocava de leve aquele focinho rosado, suspirando.

—Falando sozinha de novo? — Ao ouvir aquela voz, ela levantava-se de pressa. Hong Ki estava na janela, que estava aberta; ele apoiava o rosto sobre a mão direita, como se estivesse a observar a cena há certo tempo.

—E essa liberdade toda? — Ela falava com descontração. — Não me lembro de ter te chamado aqui.

—E é necessário? Bem que senti que estavas em apuros, visto que estás atrasada. — Sem pensar muito, entrava na sala simples da florista, pela janela mesmo. Chegava perto do animalzinho, que seguia a miar. — E de onde veio esse bichano?

—Não faço ideia... Cheguei aqui e o encontrei vagando pelo jardim.

Ele nada dizia após tais palavras. Só o que conseguia sentir era pena, mesmo não demonstrando. Pegava-o no colo, ação que Mina não conseguia crer num primeiro momento. Hong Ki parecia levar jeito para aquilo, visto que o filhote de gato já não miava mais. A verdade era que ele realmente adorava animais, porém tinha alergia e nunca havia podido ter um.

—Pretendes ficar com ele? — O Lee perguntava, levantando-se.

—Não sei ao certo... Já sabes que em breve não estarei mais aqui e, duvido que Jiwon deixe-me levar um bicho para a casa dele.

—É mesmo. — Ele segurava o felino frente ao rosto, admirando-o com cuidado. — Sendo assim, ficarei com ele.

—Verdade?

—Verdade verdadeira. — Sorria. — Bem, agora que tudo está sanado... Podemos ir?

—Ir para onde? — Ela havia esquecido completamente. — Ah... A surpresa!

—“A surpresa” — Hong Ki a imitava, fazendo uma expressão engraçada. — Quanta consideração tens por mim, hein? Vamos Apolo, ela não nos quer por perto.

—Espera aí... Apolo? — Mina começava a rir. — Por acaso...

—É o nome do meu gato, por quê?

—Por nada. Apenas achei curioso usar o nome de um deus nele.

—Essa é a ideia, pode não parecer, mas gosto de mitologia. E ele será um grande deus.

—Então também gostas de ler?

—Não. Porém faço um esforço. — O rapaz colocava o gatinho dentro da caixinha que estava sobre o chão, para que repousasse. — Agora sim podemos sair.

A florista apenas seguia-o até o lado de fora. O dia ainda não havia terminado, então estava um bonito pôr do sol brilhando intensamente. Andaram poucos passos, até que chegaram à mesa que ele estava antes com Jae. A garota estava um tanto confusa, visto que havia um cloche sobre a mesa e duas xícaras de um líquido que exalava um fino vapor.

—O que estás aprontando? — Ela perguntava enquanto se sentava.

—Hm... Nada de mais. Somente lembrei-me de algo que comentamos há uns dias atrás. — Ele retirava a tampa do cloche, revelando uma porção de bolinhos decorados com diferentes cores.

—Isso... São bolinhos ingleses?

—Nana-chan disse-me que o nome correto é “cupcake” — A palavra de origem inglesa saía com um adorável sotaque por seu idioma materno. — Nunca tinha ouvido este termo antes. Ela deve ter inventado.

—São tão bonitos quanto os do café. — Mina parecia emocionada. — Não pensei que estivesses a falar sério naquele dia...

—Eu sempre falo sério. — Hong Ki percebia que a florista ficava em silêncio imediatamente. Por uma fração de segundo, eles esqueciam o fato de que ela se casaria com outro, que enfrentava inúmeros problemas e que aquela relação que tinham poderia desmoronar no momento de sua partida. Antes que o clima começasse a ficar tenso, ele retomava a palavra. — O que esperas? Podes pegar um.

—Obrigada. — E assim o fazia. — E este chá de hortelã? Foste tu quem escolheu?

—Não, pedi a Nana para preparar algo refrescante e... Saiu isso.

—Nossa, és sempre tão sincero.

A conversa então começava a fluir naturalmente, como sempre. Era incrível como conseguiam falar sobre tudo, sobre nada, sobre qualquer coisa que lhes viesse à mente. Cerca de uma hora depois, decidiam que já era hora de se recolherem. Enquanto andavam vagarosamente pelo jardim, em algum momento tocaram o tema do dia chuvoso, em que Mina havia regressado com Jaejin.

—Ah, sim... Ele foi muito gentil, até doou-me uma sombrinha para que não me molhasse naquele temporal. — Ela andava, com as mãos para trás, tranquilamente.

—Ah, é? Isso ele não me contou... Vocês dois, estão me escondendo algo mais? — O Lee usava de seu tom de piada, mesmo que aquela indagação no fundo carregasse um pouco de inquietude. Mina parava de andar, olhando-o desconfiada.

—Primeiro, foi teu convite pela manhã; depois, os doces à tarde... — Ela estava com um ar diferente, olhando-o fixamente em seus olhos. — E agora à noite, esta pergunta indiscreta. Hong Ki, se tens algo a falar-me, estou ouvindo-te.

Ele desviava o olhar no mesmo instante. A havia subestimado demais... Aquela garota era mesmo perspicaz quando lhe era conveniente e, estava em uma saia justa, pois não havia logrado disfarçar por completo o seu plano. Apenas buscava não cruzar olhares com Mina, estava como um menino pequeno, tentando achar a desculpa perfeita para poder escapar do assunto. Ele não era daquilo... Não era de fugir das coisas, mas... O que poderia fazer? O estrago já estava feito. Definitivamente, enxergava que não precisava de desculpa alguma. Dando dois passos precisos, parava frente a ela, com ar confiante, tendo a consciência de que não receberia uma resposta positiva, mas mesmo assim, o momento havia chegado. Antes de fazer qualquer coisa, um sorriso triste nascia em seu rosto.

—Mina... Lembra-te que foi neste ponto exato que eu te ajudei a levantar?

—Pois... Como eu poderia esquecer? — Seu coração estava ficando apertado, sentia que a tristeza de Hong Ki lhe estava afetando de uma maneira fora do comum.

—Também lembras que te levei para comprar aquele vestido no centro da cidade?

—Certamente... — A fala da garota começava a ficar trêmula. — Também lembro-me que eras tu quem estava comigo quando despertei daquele desmaio no baile... Que foste tu quem não desistiu de ajudar-me mesmo quando alguém mais estava impedindo. E que também foste tu quem me fez sorrir nos momentos mais difíceis de minha vida.

—Ora, tens uma ótima memória. — Ele tampouco estava tendo estabilidade suficiente para lidar com aquela onda de nostalgia e emoções. — Eu penso que, talvez nada disso tenha sido por acaso... Porém... Não sei como posso dizer-te isso sem que pareça errado...

—Então eu digo. — As primeiras lágrimas desciam pelos olhos brilhantes da florista, que já não precisava de mais razões ou qualquer outro argumento que escondesse o que sentia. — Eu te amo.


Notas Finais


Até a próxima semana, meu iluminado! Haha ♡♡♡


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