História Not a True Goodbye - Capítulo 9


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Categorias F.T. Island
Personagens Choi Jong-hoon, Choi Min-hwan, Lee Hongki, Lee Jae-jin, Personagens Originais, Song Seung-hyun
Tags Época, Ftisland, Romance
Visualizações 25
Palavras 1.317
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lírica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! ~♡
Hoje iremos sem mais delongas a este capítulo especial!

Tenha uma maravilhosa leitura ♡

Capítulo 9 - Doce Incômodo


Fanfic / Fanfiction Not a True Goodbye - Capítulo 9 - Doce Incômodo

Capítulo 8

 

—Está tudo bem. Mas agradeço sua preocupação. — Respondia Hong Ki um pouco mais simpático, notando a boa vontade de Victoria. — É amiga da família Park?

—Sim, de longa data. — Ela chegava um pouco mais perto, agora mais tranquila e segura. — Sun Hee e eu estudamos Moda em Paris. Rapidamente nos fizemos amigas e todo ano venho visitá-la.

—Interessante. — Ele desviava o olhar inconscientemente. Era inevitável observar Mina com Jiwon, quem sorria como se nada tivesse acontecido. O pior de tudo era saber que aquilo não deveria lhe incomodar, mas... Incomodava.

 

Sun Hee estava perto de Hyde o tempo todo, tentando convencê-lo a cantar para todos dali. Mas a tarefa estava sendo mais difícil do que o previsto.

—Poxa... Seria tão bonito ver-te cantar aqui. Imagines a cara de todos ao ouvir tua voz incrível!

—Não é por nada, mas... Não sinto-me à vontade aqui. — Dizia ele, sincero.

—Hyde... — A garota nem conseguia terminar sua frase.

—Estava pensando aqui comigo... Quando teremos a honra de ouvi-lo cantar, senhor Takarai? — A mãe da modista ali havia chegado, surpreendendo os dois.

Ele arregalava os olhos em seguida. Aquilo estava parecendo um complô onde ele teria que ceder aos constantes pedidos de mãe e filha.

—Cantar? Bom... — Coçava o alto da cabeça, visivelmente intimidado. — Na verdade, não preparei nada para esta noite...

—Oh, por favor... Sun Hee disse-me que tens uma voz de Anjo. Cante para nós, eu insisto!

—C-claro, já que a senhora faz tanta questão. — Assentia ele, mesmo estando receoso. Sun Hee sorria-lhe lindamente, desejando-lhe boa sorte.

—Ótimo! Filha, busques o violão de teu irmão, por favor.

Dito e feito. Sem demora, a modista já estava de volta trazendo o instrumento junto de si, entregando-o com cuidado ao amigo. Hyde engolia em seco assim que virava-se para andar em direção ao pequeno palco que ali estava montado desde o começo para o discurso do senhor Park que aconteceria ao final do baile. Sua amiga o acompanhava para chamar a atenção dos convidados, mas também deixando o clima menos tenso. Assim que a mesma subiu no palco, pigarreou e começou a falar.

—Boa noite a todos. — Seu rosto via-se iluminado. — Espero que estejam gostando da festa, apesar dos altos e baixos que vivemos em poucos minutos. — Ouviam-se algumas risadas ao lembrarem-se dos acontecimentos daquela noite. — Tudo aqui está sendo feito com grande cuidado e atenção. E para provar isso, gostaria que parassem tudo o que estão fazendo neste instante, para apreciar um presente que julgo ser de extrema importância. Apresento-lhes um exímio artista que conheci há poucos dias... Por favor, deem as boas vindas a Hyde!

Palmas invadiam todo o ambiente.

O momento havia chegado e ele não poderia mais fugir.

O cantor apenas sorria de maneira amável e educada, aproximando-se e logo subindo ali também, já com o violão posicionado devidamente junto ao seu corpo. Respirava fundo e logo começava a cantar da melhor forma que podia uma canção conhecida, para empolgar o público. Sua voz aos poucos hipnotizava a todos, de forma quase mágica e viciante.

Mina observava há poucos metros o amigo com emoção, pois jamais havia imaginado a grande potência vocal do mesmo até aquele momento. Pendia a cabeça para a direita e para a esquerda no ritmo da leve canção de Hyde. Quando seu olhar desviava por uma fração de segundos, avistava o filho dos Lee distante de onde ela se encontrava, acompanhado de uma garota de traços europeus, tão bela que parecia uma pintura em vida. A florista estava olhando tão descaradamente que logo Hong Ki percebia, olhando em sua direção da mesma forma. Mais do que depressa Mina virava-se, fechando os olhos bruscamente por ter sido pega. O loiro apenas sorria com tal ação, pensando que, talvez, ela pudesse estar sentindo o mesmo “incômodo” que o seu ao vê-lo sorrateiramente.

—Que voz maravilhosa esse rapaz tem. — Comentava Victoria, sem ter se dado conta do que acabava de acontecer.

—Sem dúvidas. — O Lee concordava, batendo palmas junto de todos assim que a música chegava ao seu fim. Era então que uma ideia brilhava sobre sua cabeça, algo que talvez provocasse a fúria de seus pais... Mas, com certeza, adoraria ver aquilo.

—Aonde vai? — Victória perguntava-lhe, confusa ao vê-lo começar a andar. Ele apenas lhe sorria, fazendo um gesto para que a garota aguardasse um momento.

—Senhorita Park... — Ele chegava perto da modista que estava sentada perto de uma das mesas, o atendendo em seguida.

—Olá. — Sorria ela de forma simpática. — Algum problema?

—Nenhum. Apenas... — Ele hesitava por breves segundos; estava prestes a iniciar um desastre, porém...

—Sim...?

—Será que... Teria lugar para mais uma apresentação musical? — Sem querer, estava demonstrando um pouco de sua ansiedade. Sun Hee olhava em volta, analisando seu pedido, sem entender bem.

—Depende... Quem seria?

—A pessoa que lhe está a falar nesse momento.

—O que... — Levantava-se em seguida. — Fala sério?

—Se deixar-me ir até aquele palco... Eu canto. — Dava de ombros, logo percebendo o sorriso ainda maior que se abria no rosto de Sun Hee. Ele fazia o mesmo, já sabendo a resposta que ganharia da modista.

 

Mina estava sentada sobre o imenso sofá da sala quando Jiwon aproximava-se novamente. O rapaz trazia uma pequena taça de vinho pela metade e em seguida sentava-se perto de sua noiva. Vê-la desanimada o deixava desanimado também, mas sabia que seria difícil convencê-la... Mas não iria desistir em hipótese alguma.

—Estás sentindo-te mal, Mina? — Tocava com leveza o rosto da garota.

—Está tudo bem... Obrigada. — Tentava sorrir-lhe, sem sucesso.

—Por que não circulas pela festa? Há muitas pessoas querendo conhecer-te melhor.

—É que... Ainda não sinto-me apta.

—Sabes quantas vezes disseste isto desde que assumimos nosso compromisso?

—Eu...

—O que eu tenho que fazer para que gostes de mim? — Perguntava ele, de repente. — Esta situação está magoando-me muito.

—Tu inventaste isso... Sabes bem o que podes fazer para acabar com esta história. — Mina levantava-se do sofá. — Jiwon, por favor...

—Esqueças. — Sua expressão tornava-se fria. — Irás agradecer-me muito no futuro.

—Eu te vi a conversar com tua ex-noiva há pouco. Ela está sofrendo com tua rejeição, sabias? — Aquilo era mesmo verdade. O garoto antes de aparecer ali, estava acompanhando a jovem que havia abandonado para ficar com Mina.

—E eu com a tua. — Ele também se levantava, sério. — Já chega desse assunto. — Esbravejava, reprimindo seu desgosto diante das palavras da florista. — A partir de agora ninguém mais toca este tema, ok?

A expressão da moça estava enchendo-se de determinação, pronta para desafiá-lo... Mas era interrompida, como sempre. Era alucinação sua ou a voz de Hong Ki dominava o local que antes estava sob o poder de Hyde?

Não, era mesmo real.

Até mesmo Jiwon virava-se para ver o que estava se passando, ficando levemente surpreendido. Da mesma forma estavam os pais do rapaz que estava a cantar, sem acreditar no que viam e ouviam do primogênito.

—O que ele pensa que está fazendo? — Perguntava a mãe de Hong Ki ao seu esposo, perplexa. O mais velho nada dizia; na verdade, parecia até apreciar a coragem do filho. — Este moleque...

O olhar de seu filho era alegre naquele momento, interpretando uma canção que, sem sombra de dúvidas, era de sua autoria – sendo animada e que refletia perfeitamente seu sentimento de liberdade que há tanto tempo estava guardando apenas para si. Era inegável a atenção e aceitação que estava recebendo de todos naquele baile.

Enquanto cantava, percebia como sua mãe detestava o que via;

Como seu irmão se orgulhava;

E, principalmente...

Como aquilo encantava Mina.

É... Parece que o herdeiro atrevido dos Lee não era o único portador daquele doce e atraente incômodo, como também a florista que vivia tão perto dele.


Notas Finais


Ao parecer, as coisas estão começando a encontrar os seus caminhos...
Bem, até a próxima semana! ~♡


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