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História Not Divorced - Capítulo 3


Escrita por: e WuNiverso


Notas do Autor


Esse era pra ser o último capítulo, mas como eu sou sempre criativa, escrevi mais do que deveria heueheueheueue

Então tive que dividir o capítulo em dois e um deles, vou postar agora.
Espero que gostem
Desculpem qualquer eventual erro
Até o próximo 😘😘😘♥️

Ps: obrigada pelos favoritos e comentários, vocês são demais!

Capítulo 3 - Not. Three


Fanfic / Fanfiction Not Divorced - Capítulo 3 - Not. Three

Yixing estava sentado no sofá, olhando atentamente alguns documentos sobre seus negócios empresariais enquanto S/N trabalhava no hospital. A cena da esposa com outro na cama não saía de sua cabeça, mas as dele com outras mulheres na cama, também não. 

Naquela mesma noite, quando Kris praticamente expulsou Yixing de sua própria casa, ele saiu pela cidade pra esfriar a cabeça. Voltou no dia seguinte e conversou com S/N, mas pediu desculpas apenas pelo soco, que realmente não foi de propósito. Não tocou no assunto divórcio e nem traição. Ficou lá e S/N pensou que aquele pesadelo chamado casamento nunca mais iria acabar.

Yixing não ia embora. 

E agora ele foi tirado de seus devaneios quando ouviu a campainha da casa soar. Yixing bufou e levantou do sofá, pensando ser de novo a polícia atrás dele. S/N de fato o denunciou e ele foi convocado a depor no dia seguinte. Ele foi preso, mas pagou fiança e foi liberado.

Yixing abriu a porta e resmungou ao dar de cara com o amante da sua mulher. O desgraçado do Kris. 

— Não acredito… O que você quer, hein, garoto? — Perguntou direto, já ficando irritado com a presença descarada dele. 

— Quero conversar com você. — Falou Kris seriamente, segurando a alça da mochila que jazia em suas costas. 

— Conversar? Eu não tenho nada pra conversar com você, moleque. 

— Ah, mas eu tenho! — Kris foi entrando, empurrando Yixing, que deixou a porta aberta. — A S/N não está aqui?

— Tá. Ela virou um fantasma e está atrás de você. — Respondeu irônico. — Fala logo o que você quer, tenho coisa mais importante pra fazer do que perder tempo com você.

— Eu vim falar pra você assinar logo os papéis do seu divórcio. — Kris,  apesar de ter prometido à mãe que ia pra faculdade, decidiu passar na casa da S/N e pegar o Yixing de conversa.

— Ah, claro... — Ele riu. — Pra você finalmente ficar com ela, né? Não, cara, eu não vou assinar nada!!! Aliás, há quanto tempo você e aquela piranha estão juntos? Qual a porra da sua idade? Não tem vergonha de transar com uma mulher bem mais velha do que você? 

— Não fala assim dela. — Continuou com o tom sério. — Ela não merece o tratamento que você está oferecendo, e respondendo a sua pergunta, eu a conheci naquela noite. Antes disso, nunca tinha visto mulher tão linda! E não, não tenho vergonha, eu tenho 19 anos, sou maior de idade e ela não deve ser tão velha assim.

Yixing ficou horrorizado ao ouvir Kris elogiando mulher na cara dura. E muito mais por ele ter apenas dezenove anos. 

— Você não deve ser um cara ruim, afinal, a S/N se apaixonou por você um dia. Ela estava muito abalada, cansada de tudo que estava acontecendo. — Explicou Kris para Yixing. — Ela me disse que era casada, e apesar de não saber quem você era, decidi dar a ela a oportunidade de poder te devolver tudo que você fazendo, na mesma moeda. Claro que o fato de ela ser linda e gostosa ajudou muito. — Riu e viu os punhos de Yixing começarem a ficar rígidos. — Ela nunca te traiu, Yixing. Ela está muito decepcionada com essa situação. Você bateu nela, cara!!

— Aquilo foi sem querer!!!! — Respondeu Yixing ficando emotivo. — Eu nunca que ia encostar um dedo nela por querer!! A culpa foi sua por se esconder atrás de uma mulher!

— Eu não me escondi, imbecil! — Falou com raiva. — Enfim, eu só quero que  você pense em tudo que fez e… Se tem ao menos um pouco de respeito pela S/N, assina esse divórcio. Ela está infeliz, devolva a liberdade dela, Yixing. De homem pra homem. — Completou, tentando conquistar a confiança dele. — Assine o divórcio. 

— Você quer ficar com ela, é isso? 

Kris tinha gostado de S/N. Tinha, sim, mas dizer que a amava, era exagero. Afinal, ficaram juntos por apenas uma noite, mas a mulher deu a ele o sexo mais gostoso que fez na vida. 

Então sim, havia admiração. Havia um sentimento e ele se chamava desejo. 

— Ela não é um objeto, Yixing! — Kris respondeu saindo de seus devaneios. Ele queria muito dizer ao rapaz à sua frente que amava a mulher dele, que queria tê-la para sempre e assim, deixá-lo furioso. Mas decidiu não fazer isso. —  A S/N não é uma mercadoria para você se desfazer e depois, outro chegar e comprar. Não é isso. Ela é livre!

— Você ficaria com ela, ou não? — Refez a pergunta, ainda encarando Kris seriamente. O mais novo dos dois sentia que algo estava implícito naquela pergunta, mas nada veio a sua mente. Yixing parecia guardar um segredo bem grande. 

— Eu não sei, a gente se conheceu naquele dia, não temos sentimentos um pelo outro a não ser o desejo. Pelo menos, eu acho. 

— Hm, quero ver se vai continuar assim quando você descobrir algumas coisas. — Yixing suspirou.

— Que coisas? — Perguntou Kris curioso. 

—  Agora que você já falou o que tinha pra falar, vá embora. Tenho outras coisas mais importantes pra fazer. — Yixing fingiu nem ouvir a pergunta e indicou a porta. 

Kris começou a caminhar até ela, mas então, parou. 

— Ah, esqueci de uma coisa. 

E de repente, um soco foi desferido no rosto ainda machucado de Yixing. Ele tinha ficado cheio de hematomas, com o rosto inchado, o olho roxo, e alguns arranhados na bochecha e na testa. Bem feio.

E aquele soco, só piorou. 

— Ah! — Ele gritou, completamente surpreso. 

— Esse foi pela S/N. — Avisou e saiu da casa, entrando em seu Nissan GTR estacionado na porta e dirigindo para a faculdade de medicina. 

×

O atendimento no hospital estava complicado. Houve um acidente envolvendo alguns carros e todas a vítimas estavam sendo mandadas para o hospital geral onde S/N trabalhava. 

E foi pensando que uma nova vítima havia chegado, que a doutora entrou na sala 9. Lavou as mãos com o gel apropriado e ajeitou a máscara branca no rosto. Porém, quando abriu a cortina que escondia quem estava na maca, revirou os olhos em frustração. 

Lá estava Zhang Yixing, sentado na maca, balançando as pernas. Imediatamente ela desceu a máscara do rosto e reparou que havia outro machucado, um mais recente, em seu rosto. 

— Se você veio brigar comigo aqui no meu trabalho, esquece. — Falou ríspida. — Eu tô cheia de pacientes reais precisando de ajuda.

— Eu preciso de ajuda também. — Yixing olhou pra ela. 

— Como você se machucou dessa vez? — S/N foi logo pegando um pedaço de algodão limpo e um pouco de pomada. Logo depois, abriu o pequeno armário e pegou gaze. 

— Seu garotinho fez questão de ir lá em casa me bater de novo. — Yixing mentiu. — Sinceramente, você podia ter arrumado amante mais educado. 

— Kris não é meu amante. — S/N se limitou a dizer apenas isso. Começou a limpar o pouco de sangue que descia do supercílio de Yixing e passou a pomada. 

Um silêncio constrangedor se instalou ali. 

— Você realmente não me ama mais? — Yixing sussurrou enquanto sentia as delicadas mãos de sua esposa fazendo o curativo em si. Ele pegou em sua cintura e apertou um pouco. 

— Não é hora e nem lugar para falarmos disso, Lay. 

— Por favor, me responda. — Insistiu olhando diretamente para o rosto de S/N. 

Depois que finalizou o curativo, a doutora olhou pra ele. 

— Eu já te amei muito, Yixing. — Ela tirou as luvas e jogou fora junto com os objetos que havia utilizado. — Mas… Quando eu desconfiei e descobri que você estava me traindo, este sentimento foi acabando aos poucos. Dois anos. Dois anos e você não mudou. Eu esperei você chegar, dizer o que estava acontecendo, pedir desculpas… Mas isso nunca aconteceu. 

— Hm. — Yixing disse e espantou as lágrimas que queriam descer por seus olhos. — Já faz uma semana que eu vi você com aquele garoto e… Doeu. Doeu muito. 

— Que bom. Porque também doeu muito em mim saber que você estava com outras vagabundas! Tudo que eu queria, era te ferir. Te ferir do jeito que você me feriu. 

— Mas você me feriu mais, S/N. Eu não engravidei nenhuma das outras garotas, mas você…. — Ele passou a olhar para a barriga dela. — Você está grávida e o pai é um garoto de dezenove anos! 

Aquela frase deixou S/N baqueada. Como Yixing descobriu? Como ele soube que ela desconfiava estar grávida? Ela não contou pra ninguém, ninguém mesmo!!! 

— Enjôos, vômitos, comida em dobro, estresse. — Yixing respondeu a pergunta silenciosa dela. — Acha que eu não sei o que isso significa? Em vez de ter um filho meu, você resolveu ter um filho daquele desgraçado!

— Sinceramente, Yixing, prefiro ter um filho de um desconhecido do que de um filho da puta como você. — Ditou séria. — Não tente jogar a culpa de tudo em mim, quando quem errou primeiro, foi você. — Deixou lágrimas rolarem por seu rosto, lágrimas de raiva por saber que estava grávida de um rapaz que nem conhecia direito. Raiva de Yixing. Raiva de si mesma. — E eu nem sei se estou grávida, pode ser qualquer outra coisa. 

— Você não é burra, e sim, médica. Sabe muito bem que está grávida, prova que você não usou camisinha com aquele menino. Ah, quer saber? — Yixing riu irônico. — Isso não me diz respeito mais. — Ele pegou sua maleta com a qual sempre andava e abriu, tirando de lá uma papelada. — Tá aí o seu divórcio. — Entregou pra ela. — Seja muito feliz com aquele idiota e seu filho bastardo. 

Yixing juntou seu casaco e a maleta, olhou uma última vez para S/N e ela pôde ver um grande arrependimento em seu olhar. Ela sabia que Yixing sempre quis ser pai, mas ela não cedia de jeito algum. 

Nada de filhos antes dos trinta

— Nada de filhos antes dos trinta. — Yixing disse a frase que ela costumava dizer a ele. — E aí está você, tendo um filho de um estranho, aos vinte e oito anos. Talvez o problema fosse você. 

— Não, o problema é você e o seu machismo! Eu dei tudo que eu tinha pra você. Você tirou tudo de mim, a minha inocência, minha virgindade, e melhor, eu te dei o meu amor. E você jogou no lixo, como se não fosse nada! Então sim, o problema é você, e mais ninguém

Yixing sorriu sem graça e apenas concordou com um gesto. Deu um beijo na testa dela e saiu da sala, deixando S/N de pernas bambas. 

Agora ela tinha o divórcio, podia ser livre. Mas não estava tão feliz como imaginava que estaria. 

A doutora foi interrompida por um chamado no alto falante do hospital. Ela pegou novamente os papéis que tinha deixado na maca e levou até o seu armário, colocando dentro da bolsa. 

— Vai um problema, chega outro... — S/N disse a si mesma com um sentimento de frustração muito grande dentro de si. — Será que o Yixing estava certo? O Kris só tem… Dezenove anos? Se for, não vou atrapalhar a vida dele com essa suspeita de gravidez. Na verdade…. O meu exame de sangue deve estar pronto… Merda! — Bateu forte na porta do armário, chamando atenção de outros médicos ali. 

— S/N? Estão precisando de você na sala dezoito. — Uma das técnicas de enfermagem, Lucy, se aproximou da médica. 

— Eu já vou. Lucy, você sabe se saiu o resultado do meu exame de sangue? 

— Está pra sair até o final do dia, doutora. 

— Assim que sair, você me avisa. Não deixa ninguém saber disso.

— Certo, doutora. 

S/N fechou a porta e seguiu com Lucy até a sala dezoito. 

×

Kris estava saindo da faculdade quando sentiu o celular vibrando. Quando estava dentro de sala, colocava o aparelho no silencioso pra não ser incomodado. É verdade que ele não queria ser médico, mas já que seu papai estava gastando o precioso dinheiro dele nesse curso, tinha que fazer valer a pena. Já estava faltando demais às aulas, devia parar. 

Um sorriso de canto surgiu em seus lábios ao ver que era uma chamada perdida de S/N há alguns minutos atrás. Kris entrou no Nissan e se acomodou no banco do motorista. Retornou a ligação e foi atendido logo no terceiro toque. 

— E aí, gatinha? — Ele riu. — Já está com saudade? 

S/N riu do outro lado da linha, mas estava séria. 

— Talvez. — Decidiu brincar. — Talvez eu esteja com saudade das suas mãos pelo meu corpo e dos seus beijos calorosos na minha boca. 

Kris se remexeu no banco do motorista enquanto ouvia a voz de S/N no telefone. Via também os alunos da faculdade entrando em seus respectivos carros. 

— Você não sabe o efeito que essa frase causou em mim… — Sussurrou olhando para o próprio membro, que já ganhava vida apenas com a imaginação de Kris. 

— Eu imagino, porque… oh, — gemeu no meio da frase. — acho que sinto as mesmas coisas. 

— Não faz isso, minha cachorra. — Disse mordendo o lábio inferior.  — Não me maltrate assim.

S/N riu gostoso do outro lado e se recompôs. 

— Deixando a brincadeira de lado, eu gostaria de conversar com você. 

— Hm, é? Por mim, tudo bem. Estou saindo da faculdade agora e sua casa fica na minha rota de volta, então… Se quiser, posso passar aí daqui há alguns minutos. 

— Se não for te atrapalhar de qualquer forma, eu gostaria. 

— Certo, logo estarei aí. 

— Vou ficar esperando, então. Beijinhos. 

— Beijão nessa sua boca gostosa, que aliás, vou beijar muito quando chegar aí. 

S/N riu disso e concordou. Desligou a chamada e voltou a prestar atenção no papel em suas mãos. 

O resultado do exame de sangue. 


Foram quinze longos minutos. S/N balançava a perna em ansiedade e roía uma das unhas. Quando a campainha tocou, respirou fundo e se levantou, seguindo para a porta. Destrancou a fechadura e abriu, vendo Kris distraído com algo na porta. Ele vestia calça jeans e blusa branca com umas escritas. Logo atrás dele, na calçada, estava o carro que ele dirigia. 

— Uau! Que carrão! — S/N disse maravilhada. — É seu? Do seu pai? 

— É meu. — Ele riu. — Ganhei do meu pai. — Kris pegou na cintura dela e foi entrando na casa, a empurrando para a primeira parede que viu. 

Ele fechou a porta com um dos pés e começou a beijar a garota com vontade. Apertava sua cintura fortemente e S/N não conseguiu resistir, retribuiu todos os carinhos. Entrelaçou sua perna na dele e aprofundou o ósculo. Ambos sorriram e compartilharam mordidas nos lábios. 

— Confesso que senti saudades. — Kris falou acariciando os cabelos dela. — Fico feliz que você também tenha ficado. 

— Eu estava com saudade, sim, mas te chamei pra uma outra coisa, também. — S/N terminou com alguns selinhos na boca de Kris. — Vem cá, senta. — O pegou pela mão e o levou até o sofá, se sentando ao lado um do outro. — O… Yixing, ele… — Começou a dizer. — Ele assinou o divórcio. — Havia uma felicidade, sim, por esse grande feito, mas também havia um sentimento de indecisão e até mesmo, arrependimento. 

— Você tá brincando!!!!!! — Kris falou realmente feliz. Dava pra ver o brilho em seus olhos. — Yaaaah!!!!! Yes! 

— Uau, você ficou muito feliz mesmo. — S/N riu. — Fiquei feliz também, mas… Sei lá, agora que tenho o divórcio, caí na real de que estou sozinha. 

— Sozinha? E eu virei o quê? Um boneco inflável que você pode usar quando bem entender? — Ele disse em tom sério, mas acabou sorrindo. — Se você quiser eu posso ser. 

— Bobo. — Ela riu. — Me diz uma coisa, quantos anos você tem? — Apesar de Yixing ter dito a ela que Kris era novo demais, ela não acreditava. Precisava ouvir do próprio garoto. 

— Minha idade? Assim, do nada? — Kris perguntou confuso. 

— É. Vai, fala logo! 

— Eu tenho dezenove anos. — Kris respondeu um pouco confuso com aquele interesse repentino.

E Kris não perguntou a idade dela, seria indelicado demais.

— Nossa, Senhora!!! — Coçou a própria cabeça ao perceber que era verdade. Kris era praticamente um adolescente e mesmo assim, ela se deitou com ele, transou loucamente. — Meu Deus, meu Deus, meu Deus… — Cantarolou nervosa e levantou-se de repente, andando de um lado para o outro. 

— Que foi, S/N? Por que ficou tão grilada por causa da minha idade??? — Ele também se levantou, indo atrás dela e segurando seus braços, a fazendo ficar parada. — Hum? Você tem problema com essa coisa de relacionamento com gente mais nova? Posso fazer aniversário amanhã depois, e depois,  e assim eu posso ter vinte e um anos. — Falou engraçado, fazendo a garota rir também. — Qual é, você não deve ser velha, eu não sou tão novo. 

— Tenho vinte e oito anos, sou muito mais velha que você. 

— Nove anos. Grande coisa. — Kris revirou os olhos. — Mas o que foi? Foi pra isso que me chamou? Pra saber a minha idade? 

— Não… — Ela o olhou profundamente nos olhos. — Mas agora não importa mais. — Fez carinhos no rosto dele. — Não é importante… 

Eu não vou atrapalhar sua juventude, pensou ela consigo mesma. Ela não tinha o direito de persudí-lo a ajudar na traição contra o marido, ficar grávida e  exigir que ele assumisse a criança. 

Oh, sim. S/N está mesmo grávida. 

— Como assim, não é importante? Você tá gelada, tremendo! Me conta, o que houve? 

— Nada! — Gritou, começando a chorar de repente. — Não é nada, e você não tem nada a ver com isso. 

Kris ia falar alguma coisa, mas foi interrompido pelo som da campainha de novo. S/N não estava esperando ninguém, então achou muito estranho, mas mesmo assim abriu a porta. 

— Yixing? — Falou confusa e Kris, imediatamente, acionou o modo protetor. 

— Eu vim pegar o resto das minhas coisas, não devo demorar. — Yixing explicou e assim que entrou, viu Kris perto do sofá. Riu. — Eu sabia que não ia demorar muito pra vocês ficarem juntos, mas porra…  Dois dias? Nem um a mais? 

— Ah, cala a boca, cara. — Kris falou com raiva. — Não vem encher o saco! Pega logo suas coisas e vaza daqui! 

— Agora eu quero saber, Kris, você gostou da novidade? 

— Yixing, cala a boca! — S/N falou alto, na verdade, ela gritou de uma forma que nunca tinha feito antes. — Cala a merda da boca. 

E então Kris teve certeza de que algo estava sendo escondido dele. E era algo sério. 

— Ora, ora…  Parece que a S/N não te contou, moleque. — Ele riu de canto, sacana e olhou para S/N. — Tá com vergonha? Porque deveria estar. 

— Yixing, vai logo pegar suas coisas e sai daqui! Não me atrapalha! 

— O que diabos você está escondendo, S/N? — Kris perguntou seriamente, colocando as mãos nos bolsos. — Pode falar, eu aguento. É alguma doença? Tem tratamento pra tudo hoje em dia…

— Doença… — Yixing gargalhou bem algo. — Você vai desejar que fosse uma doença… Doença sai mais barato. 

— Cala a boca! — S/N engrossou a voz. — Se você não sair daqui, eu vou te encher de tapa! 

— Não fica assim, gatinha. — Yixing zombou. — Faz mal pra sua saúde. 

— Mas que merda tá acontecendo aqui?! — A voz de Kris soou como um trovão, fazendo ambos os outros adultos o olharem. — Fala logo, porra! Não sou nenhuma criança! 

— Claro que não é. Até porque, criança não faz bebê. — Yixing sorriu vitorioso. — A S/N está grávida, seu idiota!



Notas Finais


Se der, deixem um comentáriozinho ♥️


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