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História Not enough - Capítulo 1


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Notas do Autor


postei no wattpad também
anyway

Capítulo 1 - Único


Para Robin aquela era a décima rodada de saquê. Para seus amigos, a quinta e última. Já estavam tão imersos em um sono profundo, que mal conseguiram se deslocarem para seus aposentos.

A morena riu baixinho, vislumbrando a cena. Todos estirados em locais inusitados do convés. Felizmente, a navegadora havia dito que não corria risco de cair uma chuva naquela noite. Caso contrário, Robin teria de carregar todos sozinha. Com exceção de uma pessoa.

Franziu o cenho ao se dar conta de que uma pessoa estava ausente. Respirou fundo e tomou sua bebida com calma, apreciando o sabor da mesma.

Olhou para cima casualmente, notando de longe fios esverdeados e três espadas brilhando com a luz da lua. Mesmo sendo muito viciado em álcool, aparentemente também não era tão fraco para bebida como ela achava.

Avaliou o copo quase vazio, e utilizou seu poder, levando uma garrafa em uma de suas mãos na direção do objeto. O viu arregalar os olhos por um momento ao se assustar, Robin riu do espanto alheio.

— Tsc, me assustou. — Ela podia já ter tomado algumas doses, mas tinha certeza que o viu corar.

— Só achei que gostaria de mais uma dose. — Permaneceu sorrindo. Mas, na verdade queria mesmo era estar lá em cima ao lado do rapaz.

Zoro não respondeu. Tomou um gole generoso de sua bebida e em seguida filmou a lua com um olhar melancólico. Mesmo sob efeito de alcool, mantinha uma expressão serena, e Robin diria até mesmo reflexiva.

Apesar de ser tão reservada, ela não gostava de pessoas parecidas. Era até irônico pensar assim. Não que não gostasse da pessoa em si, era apenas o fato de despertar a sua curiosidade. Seu interesse por saber o que o indivíduo pensava. Como arqueóloga tinha muita curiosidade em muitas coisas, e o taciturno Zoro era uma delas.

A maioria de seus companheiros acreditavam que o rapaz não pensava em nada. Chegando a compara-lo até como um completo idiota, que só servia pra cortar, vencer uma batalha, brigar com Sanji ou apenas encher a cara na primeira oportunidade que tinha.

Mas Robin não acreditava que o espadachim era apenas isso. Se existia alguém que detestava rótulos, era Robin.

— Vai fazer um buraco na minha cara desse jeito. — A voz masculina resmungou do alto.

— Posso me juntar a você?

— Uh... O que? — Indagou, finalmente olhando para a moça.

Os olhos de Robin brilhavam, mas ela sequer se dava conta disso. Talvez fosse apenas o efeito da bebida, relaxando-a, deixando-a mais envolta pela noite.

Fazia um tempo agradável. O vento no momento era realmente confortável. A lua mostrava-se tão atrativa, não seria uma péssima ideia compartilhar um instante tão agradável com um companheiro.

Antes mesmo que respondesse ao espadachim, a morena já estava ao lado dele. Ignorou novamente as bochechas coradas alheias, e sabia que o mesmo só estava um pouco bêbado, e decidiu não deixá-lo tão desconfortável tocando nesse assunto.

Após um momento de silêncio olhando para a imensa lua, Robin suspirou. Era a primeira vez que se sentia estranhamente confortável daquele jeito. Principalmente calada e ao lado de alguém.

— No que está pensando, Zoro?

Ele bebeu outra dose da sua bebida. Robin sempre foi a pessoa quieta, a qual todos precisavam fazê-la perguntas para desvenda-la. E, naquele instante, ela era quem estava fazendo isso. A dona das perguntas era ela. Não era tímida, só não havia percebido no quanto tinha interesse naquele homem de cabelos verdes, e antes não havia falado por puro receio. Talvez o saque estivesse encorajando-a.

— Acho que não vai querer saber. — Respondeu com sua voz sempre rouca.

— Bom, se perguntei é porque eu quero.

Os olhos dele foram de encontro aos dela. Um pouco baixos, mas ainda curiosos. Arqueou levemente uma das sobrancelhas antes de beber o resto da sua dose. Ela sequer havia tocado em sua bebida desde que chegou ali.

— Uma amiga de infância.

Naquele instante Robin notou que o olhar dele tornou-se melancólico outra vez. Em hipótese alguma quis saber o nome dela, na verdade, a expressão em seu rosto diziam exatamente o quanto a amiga significava para ele. Decidiu se contentar com apenas aquilo.

— Não parece ter sido uma amiga qualquer. — Mantinha os olhos nos dele, como se não quisesse perder nem um fio de emoção que vinha dali.

— Besteira. — Levantou o copo vazio, pedindo mais uma dose.

Ela compreendeu que, assim como a maioria dos homens, não estava pronto para falar dos sentimentos. Mas, avaliando minuciosamente, Robin não conseguiu mentir para si mesma de que era adorável saber que o espadachim nutria ou já nutriu alguma vez, sentimentos por alguém.

Servindo-o mais um pouco, ela em seguida escorou as costas na madeira. Ficando mais visível o rosto do outro para si.

— Ela com certeza foi alguém marcante. — Olhando para o céu com um sorriso pequeno, ela sabia que agora ele não desviava o olhar de seu rosto.

Podia estar enganada, mas Zoro parecia fascinado por alguma coisa agora. O rosto da arqueóloga estava mais radiante agora? O azul piscina brilhava como as estrelas no céu. E o nariz afilado emprestava para aquele rosto sombrio um pouco de fascínio.

Zoro considerava aquele tipo de mulher, o tipo mais marcante. Seria idiota demais em comparar as duas, mas já havia notado como Robin era intensa e dona de uma personalidade única. Diferente. Além de não demonstrar emoção em seu semblante, envolvia-se em um emaranhado de mistério. As vezes até mesmo superioridade. Era claramente o tipo de mulher que Zoro se atraia.

Achou estar bêbado demais para pensar naquilo, mas nem censurou os próprios pensamentos por isso. Não era novidade que depois de morenas, mulheres no controle era seu tipo ideal.

O que era mais esquisito era o fato de, repentinamente, estar ali, ao lado dela. Em frações de segundos estava apenas lembrando da infância e no que prometeu se tornar um tempo atrás. E agora, estava pensando no quão Robin era o seu tipo. Mesmo sendo um terreno perigoso para se pisar, ele era homem para todos os efeitos. Era mais do que normal constatar aquilo.

— Vai fazer um buraco no meu rosto? — ela disse em tom jocoso. Retribuindo a brincadeira de antes.

Ele fechou os olhos antes de soltar uma risada atraente.

Robin sabia que não era seguro prestar atenção naqueles detalhes, mas o companheiro tinha sim o seu charme, não ia negar.

Assim como os seus lábios masculinos eram intrigantes. Duvidava muito que até mesmo a mulher mais casta, não teria notado algo tão óbvio. Sim, seus olhos as vezes esbarravam naquele formato tão másculo, no sorriso cheio de charme que vez ou outra infiltrava-se em sua mente. Estava errando em pensar nisso?

Agora, ele sabia muito bem para onde os olhos da arqueóloga estavam mirando. E nem mesmo o silêncio conseguiu constrange-lo dessa vez.

— Por que quis vir até aqui, Robin?

Ela umedeceu os lábios ao ouvir o seu nome ser dito naquela voz. Um pouco da rouquidão e masculinidade de Zoro em um noite agradável era o suficiente para levar qualquer mulher à loucura. E ela mantinha um ar de tranquilidade invejável, mas no fundo começava a sentir seus hormônios ferver.

Porque você me atrai Zoro. E porque somente bebendo, posso reunir coragem para me aproximar.

Ela quis, desesperadamente dizer aquilo. Era até mesmo estranho para ela, que sempre foi tão segura, sentir-se daquela forma. Acuada. Um pouco receosa de dizer a coisa errada, até mesmo com medo de uma possível rejeição.

— Não queria ficar sozinha lá embaixo. — E não mentiu.

Ela estava o encarando muito. De uma maneira que Zoro não conseguia desviar o olhar. Talvez fossem os olhos azuis, tão brilhantes e expressivos. Ou o cheiro doce que vinha de seus cabelos.

Dois anos não foi o suficiente para fazer com que ele não pensasse nela daquela forma. Estava fingindo para si que a mulher não mexia com ele. As vezes a distância era a melhor opção, mas, agora tendo ela tão perto daquele jeito o embaraçava inteiro. Era bem mais do que desconsertante, porque aquela morena tinha uma presença mais do que forte. Marcante.

— Eu acho que a bebida acabou. — Ela constatou, ainda sem quebrar o contato visual.

Ambos tinham olhos baixos, estavam mais soltos e livres de possíveis constrangimentos.

— Não quero ir dormir agora.

— Acho que nem eu. — Robin não havia notado, mas os dois haviam se aproximado naturalmente.

Outra vez ela grudou os olhos nos lábios dele. Avaliando e ponderando como poderiam ser macios. E como, só uma vez, poderia ser ousada em tocá-los.

— Se olha tanto para eles, por que não prova?

Robin piscou várias vezes, tentando se manter sã, já que a pergunta pareceu ter sido coisa de sua imaginação. Por estar tão envolvida em pensamentos distantes. Mas, infelizmente ou felizmente não tinha sido obra de sua mente.

— Zoro... — Sussurrou, sentindo um fio de desejo surgir no olhar escuro do homem.

— É, eu também quero. — Passou a língua, rapidamente, pelos lábios ao dizer.

Robin suspirou manhosa após os braços fortes de Zoro terem abraçado seu corpo. Puxando-a para mais perto com rapidez. Nunca havia pensado que, com um simples gesto, poderia se derreter por inteira. Como a chuva escorrendo pelos dedos. Contudo, ela não queria escapar dali.

Nem em seus sonhos mais profundos imaginaria que o calor daqueles braços seriam tão urgentes. E ela tinha urgência por mais. E estava começando a ser demonstrado pelos poros de sua pele sensível.

Uma das mãos do espadachim tocou o queixo dela levantando o rosto dela. Analisou como tambem sentia vontade . Logo em seguida, envolveu os lábios femininos com os seus, como se tivesse sede por um beijo. Dando início a um gesto apaixonado. Seu beijo era quente, com um gosto marcante misturado com o saque, e tinha carícias por onde tocava. Robin podia sentir as pernas fracas, completamente reféns a um Zoro cheio de virilidade e paixão.

No instante em que sua língua provou de seu sabor, ela desejou que a noite fosse eterna. Ele então, afrouxou um pouco o abraço, na intenção de explorar a pele feminina.

As mãos grandes acariciavam a cintura da mulher, constatando por fim como era mesmo voluptuosa. Aquilo começava a arrepia-la, assim como no instante em que Zoro levou a boca até seu pescoço. Sentia-se única, e imersa em um mar de prazer ao senti-lo arrancar seus sentidos com beijos na pele sensível. Entrelaçou os dedos em seus cabelos verdes, ao que presenteava seu pescoço com carícias.

Uma trilha torturante de arrepios até seu colo foi iniciada, juntamente dos lábios dele. Sua sanidade havia ido para longe no momento em que ele tocou o mamilo já enrijecido.

— Z-zoro... — Era um gemido baixo, abafado por todo o prazer que aquele homem a proporcionava.

Tudo o que ele tocava, desde os seios já excitados até às nádegas exploradas por baixo da saia amarrada na cintura, era demais. Todos os toques do espadachim eram sensuais, curiosos e famintos.

Aos poucos ele foi massageando o mamilo dela com os dedos, lentamente, como se precisasse dos gemidos dengosos dela para viver. Como se aqueles olhos azuis, recheados de tanto prazer fossem o seu grande prêmio naquela noite.

Já sabia que estava entregue. Completamente fraca pelas carícias do outro, e agradeceu mentalmente quando o mesmo a deitou no espaço pequeno, com cautela e muito carinho.

Ela mal teve tempo para olhar para o rosto dele, e já o tinha desabotoando sua blusa, explorando com a boca o mamilo antes massageado por cima do tecido. Robin podia sentir sua intimidade responder intensamente a cada toque. Ele era apaixonado, e decidido em cada detalhe. A arqueológa estava completamente perdida.

— Gosta disso, Robin? — Ele murmurou com surpreendente sensualidade. Isso a tirou de órbita.

— S-sim... — Estava cada vez mais difícil respirar com aquela visão.

Os olhos dele a encarando com desejo, e o seio dela nu, intensamente carente por ele. Pelos seus lábios e carícias. Estava muito envolvida, enlouquecida com tão pouco. Zoro a fazia subir pela paredes com muito pouco.

Ele sorriu. Arrancado dela o pouco de sanidade que ainda tinha.

— Então eu devo... — Ele tocou no ponto sensível outra vez. Fazendo-a gemer de olhos fechados - Fazer isso aqui?

— Zoro... Por favor — Implorou em um sussurro sofrido.

O homem abriu mais um sorriso atraente. E ela quis que ele a tomasse logo, da maneira mais rápida possível. Já estava pronta e ele sequer havia se despido ainda.

Não sabia como respondia tão prontamente a ele. Talvez a imaginação e o charme fossem tão presentes que com apenas um toque ela se via derretida. Entregue.

— Gostei disso. — Disse ao ouvi-la implorar.

Em uma fração de segundo a tomou novamente, Robin arqueou-se após gemer o nome dele. Apertando com força seus fios verdes, sentindo sua língua fazer maravilhas em sua pele.

Então, não demorou muito para que as mãos do espadachim tocassem com lentidão a parte interna das coxas da morena. Subindo até sua virilha, sentindo-a tremer de ansiedade. Com a destra, desfez rapidamente o nó da saia fina ao que descia os beijos pela barriga lisa dela.

A cada beijo, Robin arrepiava-se constantemente, sentindo os hormônios enlouquecerem. A respiração era precária, assim como as batidas de seu coração estavam desgovernadas.

Como aquele homem era excitante, em cada mínimo detalhe.

Zoro sentiu-se premiado ao toca-la e constatar que estava tão responsiva em sua intimidade. Observou como fechava os olhos de prazer ao massagear suavemente sua entrada, por cima do tecido.

Aquilo era demais. Robin era demais. E isso ele podia dizer sem hesitar. Cada extensão daquele corpo era perdição, ele nunca pensou que poderia um dia provar todas aquelas curvas. E faria bom proveito naquela noite. Como se fosse a última noite de suas vidas.

Não suportou senti-la apenas por cima do tecido da roupa intima, precisava de muito mais. Ou sentia que poderia morrer se não o fizesse.

Robin o olhou com luxúria, talvez queria repreende-lo pelo que faria a seguir, mas já estava tão fraca aos seus toques que sequer abriu a boca. Apenas para gemer alto no instante em que Zoro sentiu o sabor quente dela em sua língua.

E como era fascinante senti-la tão doce em sua boca. Abraçou suas pernas, uma de cada lado, aprofundando ainda mais aquele beijo erótico. As pernas da arqueologa tocando-lhe as costas musculosas. Estava completamente presa ao ato apaixonado de Zoro, e não conseguia mais conter seus gemidos recheados de prazer.

Ele queria mais, sentia urgência em senti-la apertando-se e contraindo-se. Mas, não queria que terminasse assim.

— Por favor... — Suplicou enfraquecida — Eu preciso de você... Agora...

Cada extensão do corpo do espadachim reagiu àquele pedido. Não demorou muito para que finalmente estivesse longe de toda e qualquer peça de roupa.

Por um instante Robin estava com muita luxúria no olhar, observando como aquele homem era intensamente másculo, sensual em cada detalhe. Estava mais do que ansiosa para estar envolvida por completa em seus braços.

Sentou-se por um momento, um tanto desajeitada para tomar o rosto dele em suas mãos femininas. Ambos estavam ofegantes, necessitados e desejosos. Robin o beijou, com muita vontade, iniciando um beijo calmo, carinhoso, logo mais deitando-o junto de si, intensificando o ato. Queria que ele a amasse, não só naquela noite, mas em todas as noites de sua vida. Sentia necessidade daquele calor, não só naquele momento, mas por todos os momentos que tivesse oportunidade.

Ela abriu as pernas com lentidão, fazendo o coração dele acelerar. Já podia senti-lo exigente entre suas pernas. E poderia não sobreviver caso não a tomasse por completo. Caso não a abraçasse com força naquela noite.

— Tem certeza disso? — Ela notou o quanto ele estava segurando-se naquele momento.

Robin abriu os olhos após interromper o beijo. Uma de suas mãos delicadas, acariciaram o rosto de Zoro. Ele sentiu-se estranhamente amado. Talvez até mesmo acalentado com o gesto.

— Como nunca tive antes em toda minha vida. — Disse dando-lhe um selinho.

Aquilo foi o suficiente para que ele a penetrasse, primeiramente de modo lento, na intenção que a morena pudesse se acostumar. Quando a mesma o beijou com paixão, Zoro sentiu seu membro deslizando por completo, entendendo de uma vez o que aquilo queria dizer, e maravilhando-se ao senti-la acolhendo-o com urgência.

Robin queria mais e a cada gemido não sentia mais que estava dentro de si. Zoro tinha o controle dos movimentos, e a abraçava com fervor, e em seus braços ela havia descoberto o lugar mais seguro do mundo. A sensação mais abrasadora, que nunca havia sentido antes.

Ambos se amavam como se não houvesse amanhã. Os corpos suados de tanto prazer, ela parecia ser o encaixe perfeito para ele. Como se tivesse sido feita para ele, e somente ele. Gemia seu nome o tempo inteiro, próximo ao seu ouvido, e poderia morrer naquele momento que seria o homem mais realizado de toda terra.

Zoro agora se movia com muita agilidade, e notara que Robin apreciava, já que movia o quadril com ritmo semelhante. Cravando agora as unhas nas costas do espadachim. E quando havia gemido outra vez, não o chamou pelo nome, disse:

— Mais.

Ele apressou-se em levantar a arqueóloga de prontidão, pelas nádegas. Permitindo assim melhor acesso. Ela arqueou-se debaixo dele, esticou todo o corpo e gritou quando sentiu os seus músculos se fechando ao redor de Zoro.

O mesmo, não podendo mais aguentar-se, investiu uma última vez antes de se deixar cair, sacudindo-se e tremendo enquanto explodia dentro dela, fazendo-a incontestavelmente sua.

Só sua.

As respirações estavam desordenadas, o calor de ambos os corpos se acolhiam agora, lado a lado.

Robin sentia-se extremamente segura envolta nos braços dele, sentindo os dedos dele fazer carinho em sua pele nua, descendo pela cintura antes marcada por fortes apertões. A cabeça apoiada em seu peito, enquanto acariciava lentamente a pele bronzeada do rapaz.

— Acho que exagerei quando me disse para apenas provar. — Robin comentou em um sussurro.

Zoro riu, em seguida abrindo um sorriso charmoso de lado.

— Eu ia ficar decepcionado se não exagerasse.

Ela sentiu as bochechas em chamas. Era a primeira vez que isso ocorria, e estava começando a achar que ele a fazia agir diferente.

A verdade era que Robin sentia-se extremamente atraída pelo companheiro. Desde o momento em que entrou para o bando, e ele aparentou não gostar muito da ideia, Zoro já a deixava em alerta. Além de muito atraente, mostrava uma lealdade anormal para com o capitão. Não que os outros não fossem, mas até mesmo quando ninguém concordava com Luffy, em suas ideias absurdas, Zoro estava ao seu lado.

Era o tipo de homem que Robin gostaria de estar ao lado. De verdade, sentia uma segurança abrasadora, mesmo sabendo que não precisava da proteção de ninguém.

— Espero que exagere mais vezes. — Zoro tocou a nuca dela, fazendo-a arrepia-se com o toque — Acho que só uma vez não foi o suficiente.

E foi difícil para ela conter o sorriso abobalhado. Afundando ainda mais a cabeça no peito suado dele, em seguida entrelaçando a perna nua nas do rapaz.

— Eu também acho. 


Notas Finais


sei lá queria algo zorobin mas acho que ainda não tava como eu queria 🤷


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