História Not Exist Final Point - kth jjk - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Fanfic, Kpop, Lgbt, Taekook, Yaoi
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Palavras 1.211
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi galeris!!!
Tudo bem?
Estou ansiosa pra essa fic, e espero que vocês gostem ok? É minha primeira história aqui no spirit, então... Me desculpem se tiver algo de errado, ou sei lá.

"New work" - Novo trabalho
Aproveitem o capítulo!

Capítulo 1 - Primeiro Capítulo - New Work


Fanfic / Fanfiction Not Exist Final Point - kth jjk - Capítulo 1 - Primeiro Capítulo - New Work

A vida precisa ser mais explicada para si próprio do que para os outros que com você convivem. Dar-me-ei uma boa explicação do porquê amar alguém, ou... Por que viver na luz, quando o foco esta na minha frente pra que eu não entre em algum caminho errado? 


Errar e acertar são coisas que sempre me perguntei se são palavras que as pessoas usam ou sentimentos que as pessoas sentem. Afinal, por que sentir quando temos nosso cérebro pra imaginar mil e uma coisas, ainda mais geniais do que aquilo que sentimos? 


Por quê deram-me o nome de Jeon Jungkook, sendo que quem carrega este nome até hoje sou eu? São perguntas que talvez nunca irei saber a resposta, mas quero que meus alunos se sintam incomodados com isso e que levem pra casa esse pequeno incomodo. 






_ A vida das pessoas hoje em dia é muito cômoda, Diretora. E é por isso que quero ver meus alunos com essas dúvidas na minha aula e fora dela, quero que eles saiam pelo portão do colégio, pensando em todas as perguntas que deixaram pra trás. Os jovens hoje são famintos de respostas rápidas, mas nas minhas aulas quero que eles usem pra pensar e refletir sobre si próprio. 


Lá estava eu, procurando algum emprego em uma escola que aceite meu modo diferente de pensar. Já tenho planos para as minhas primeiras aulas, só preciso ser aceito. 


_ Bom, Senhor Jeon, depois de muito pensar na sua proposta de aula, tenho que admitir que o senhor vai ser um dos principais motivos para os alunos voltarem pro colégio no dia seguinte. 


Pude ver minhas bochechas coradas embaixo dos meus olhos de tanto que sorri naquele momento. Meu primeiro emprego! Um verdadeiro marco. Eu iria ter o meu próprio dinheiro e poderia pagar o aluguel do meu pequeno e aconchegante apartamento sem mais intrigas com o síndico que morava no 918.


"Bom dia! Sou seu novo professor de filosofia" - Não! - "Olááá! Quem aqui é o novo professor?!" - Também não! - "Meu nome é Jeon Jungkook" - Definitivamente não! 


Pensar em como entrar na sala de aula, cheio de adolescentes me encarando e alguns até com a feição de que não me querem por perto, é extremamente intrigante. Mas, não quero pensar assim. Vou apenas ser eu mesmo, tentar. Não! Vou ser eu mesmo. Ótimo, como ser eu mesmo sendo que eu mal sei quem eu sou? 


Jeon... Mantenha a calma, são só adolescentes querendo - na verdade não - escutar sua aula. Respira, inspira, sem nervosismo. 


Entrei na sala vendo alguns alunos me olharem e outro apenas fingirem que não existo, respiro fundo e deixo meu material - que não é tão comum quanto o dos outros professores - na mesa e olho aquela sala, aparentemente 30 alunos, talvez um pouco mais. 


_ Bom dia! - Falei mas ninguém percebeu minha presença. Peguei a minha cadeira e meu megafone. - Bom dia! - Finalmente todos ficaram em silêncio e sorrio pra mim, suspirando aliviado. - Meu nome é Jeon Jungkook e eu sou apenas mais um Homo sapiens como vocês, e sou denominado como 'o novo professor de filosofia'. - Alguns sorriram mas outras apenas respiraram entediados. 


Eu posso conviver com a má vontade deles, mas não por muito tempo. Eu espero que eles passem a gostar das aulas de filosofia. Mas se não gostarem, o que posso fazer? 


_ As minhas aulas serão diferentes das aulas do antigo professor. Primeiro, joguem essas folhas, que chamamos de caderno fora! Mentira, não joguem fora, só guardem na mochila. - Eles começaram a ficar animados, e isso é bom. - Segundo, as provas de filosofia terão apenas uma questão, valendo... 123 pontos. 


_ 123? Por que não deixa uma questão valendo 10? Não é esse o sistema do colégio? - Sorrio descendo da cadeira e deixando o megafone na mesa. Calmamente começo a caminhar pela sala, pego um lápis de um dos alunos, uma borracha de outro e uma caneta de outro, indo até a mesa do garoto que perguntou. 


_ Na minha prova vocês vão usar apenas, lápis, borracha e caneta. Agora, conte o que tem aqui. - O garoto apenas responde um "3". - Você só conhece o número três? Conte um por um. 


_ Por que? Um, dois, três... 


_ Isso! Um, dois e três, se juntarmos esses números dá 123, que grande descoberta! - Eles riram. Mais um ponto pra mim. Pego os materiais e devolvo aos devidos alunos. - Isso nós podemos conversar depois, a prova não prova nada ok? É só um monte de papel que te dá mais medo e insegurança do que se você tivesse que pular de um penhasco. Agora me digam, o que é filosofia pra vocês? 


Ao contrário do que eu pensei, todos ficaram calados, olhando um para os outros com medo de responderem algo errado. Certo! Eles acham que é só mais uma aula igual as outras e que se "responderem de forma inadequada" irão levar bronca. 


_ Olha, na minha aula não existe certo ou errado! Na minha aula a resposta de todos aqui podem ser diferentes e nenhuma vai estar errada. Todo mundo tem uma opinião não é? Aqui vocês terão pensamentos, que farão vocês serem os Homo sapiens mais duvidosos e a procura de respostas. - Caminhei por toda a sala, eu gostava disso, caminhar, caminhar e caminhar. - Vamos fazer o seguinte. Você! Levante. 


Era um garoto com os cabelos castanhos, algo nele me chamava atenção. Aquele sorriso quadrado que ele não tirou desde a hora que entrei. O garoto levantou nitidamente tímido. 


_ Me diga, o que é Filosofia? - Ele olha para os lados e depois olha pra mim. O garoto demora alguns segundos pra responder, era interessante o modo que ele pensava. 


_ Eu imagino que a Filosofia seja uma busca de respostas. 


_ Boa! Chegou no ponto que eu queria. - Ele volta a se sentar e caminho até a frente da sala. - A filosofia é a busca de respostas, existem pessoas que procuram respostas na ciência, existem pessoas que procuram respostas na religião, na arte, no cosmo. Enfim, eu gosto de procurar resposta em dois lugares, em mim e fora de mim. Eu busco respostas em vocês, na minha casa, nessa cidade, onde eu vou viajar. - A lousa já estava toda rabiscada com o giz, que eu desenhava pra lá e pra cá. - E, existem dois tipos de pessoas procurando respostas. Renê Descartes era um filósofo racionalista, então... Se as pessoas se afogam no mar, aprende a nadar. Já Sócrates, que viveu em 400 a. C. dizia que se as pessoas se afogam, fique longe da água. Ele era um filósofo empirista, ele pensava demais no sofrer das coisas. 


_ Então qual devemos seguir? - O garoto de sorriso quadrado perguntou, parecendo confuso. Gostei dele, seria meu aluno favorito, facilmente. 


_ O que a sua consciência diz sobre isso? - Ele parou por um instante e ouço o som do sinal tocar. - Pensem sobre isso, vocês são racionalistas, pensam na razão ou empiristas? Que pensam na emoção? 


Pego minhas coisas e saio da sala, vendo aquele bando de alunos correndo pro intervalo. Acho que consegui o emprego certo. 


Notas Finais


Foi isso, meus amores!
Espero que tenham gostado desse primeiro capítulo. Foi mais pra vocês conhecerem o tipo de pensamento do Professor Jeon!
Obrigada por lerem ❤


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