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História Not Just my Teacher (Femanta) - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Atrasada como sempre! Vamos pro próximo cap.


Boa leitura mores <3 - Ju

Capítulo 8 - Tudo bem eu deitar aqui?


Fanfic / Fanfiction Not Just my Teacher (Femanta) - Capítulo 8 - Tudo bem eu deitar aqui?

Recaptulando:

Pov Autora

Feh: Quer uma carona? - pergunta apontando pro seu carro, uma BMW preta estacionada do outro lado da rua.

Sam: Não precisa, eu pego um Uber, não quero atrapalhar.

Feh: Não tem problema, não vai me atrapalhar, estamos indo pro mesmo lugar.

Sam: Tudo bem então, eu aceito sua carona. - fala olhando pra ele sorrindo, que sorri de volta.

Eles vão até a faixa para atravessar a rua, quando o sinal abre Felipe pega na mão dela e entrelaça seus dedos sem nem perceber e eles atravessam a rua de mãos dadas. Quando chegam do outro lado ele percebe e solta a mão da menina.

Feh: Desculpa. - diz corado, com uma mão no bolso e outra na nuca, claramente envergonhado.

Sam: Tudo bem. - fala também corada.

Eles vão até o carro e Felipe abre a porta pra Samanta.

Sam: Que cavalheiro! Obrigada.

Feh: Disponha princesa! - diz fazendo a mais nova corar. Ele dá a volta e entra no carro.

No começo do caminho de volta pra escola Felipe coloca sua playlist do spotify pra tocar no carro e eles vão o caminho todo até a escola cantando junto com as músicas. Até que eles chegam na escola, ainda faltam dez minutos pra aula começar. Eles saem do carro, Felipe abre a porta pra mais nova.

Sam: Meu Deus, como ele é educado! - fala com ironia.

Feh: Minha mãe me ensinou muito bem. - ele pega a mão dela pra ajuda-la a sair do carro, ela toma a mão dele corando e sai.

Sam: Obrigada Feh. - diz enquanto eles andam até o portão da escola. Eles caminham lado a lado e Samanta percebe os olhares dos outros alunos sobre eles, ela se sente um pouco incomodada e vê alguns de seus colegas cochichando e tenta imaginar o que falavam. Ela se vira pra Felipe que ainda anda ao seu lado e percebe que ele está olhando fixamente para ela, quase em transe.

Sam: Feh? - ele sai do transe, balançando levemente a cabeça. - Você tá bem? Tava no mundo da lua? - diz rindo um pouco.

Feh: Tava perdido no brilho do teu sorriso. - fala sem pensar, provavelmente ainda perdido em pensamentos, mas baixo, no entanto o suficiente pra mais nova ouvir.

Sam: O-obrigada. - fala com o rosto todo vermelho e quase pegando fogo.

Feh: D-desculpa, eu não queria ter dito em voz alta. - fala quase mais vermelho que ela, ainda mais com a cor da pele que tinha. - Mas é verdade! - fala com a voz rouca e baixinho no ouvido dela. Ele diz e sai andando, deixando a resposta no ar. - Te vejo depois meu amor. - fala a alguns passos dela, alto o suficiente pra ela escutar, mas n para os demais alunos.

Pov Sam:

"Senhor, esse homem tá acabando com o meu psicológico"  penso em voz alta mas falo baixinho, só pra eu mesma escutar. Eu me sinto culpada pro me sentir tão atraída por ele. Culpada por ainda estar com o Bruninho, culpada por ele ser meu professor, enfim, culpada apenas por parecer errado. Mas eu não posso fazer nada, eu não mando nos meus sentimentos, não pude evitar pensar em tê-lo só pra mim, beija-lo na frente de todos, abraça-lo, vê-lo sem camisa quando eu quisesse... Paro meus pensamentos por ali, antes que ficassem muito intensos e eu não conseguisse fugir deles. 

Vou direto para minha primeira aula da tarde, que é física. Que eu odeio por sinal! Primeiro que a matéria é um tédio, segundo que o professor não ajuda, pq além da matéria ser um saco, o professor ainda é muito sem sal, a aula dele é entediante porque ele nunca tenta descontrair ou fazer alguma piada. Eu tenho duas aulas de física seguidas, mas eu não copio nada e nem presto atenção no que o professor diz. Fico só sentada na minha carteira com a cabeça apoiada na mão e o cotovelo na mesa, mas acabo chegando a conclusão de que seria melhor tentar ignora-lo, até porque poderia ser apenas algo passageiro.

As duas primeiras aulas acabam, uma coisa que eu amo nas aulas de tarde, elas são curtinhas. Me dirijo até meu armário, que eu havia esquecido, fica do lado da pessoa que eu queria evitar ter contato de novo, pois eu tinha medo de me perder em seus olhos e ficar encarando seus lábios, que deviam ser tão macios. Se isso acontecesse eu viajaria em meus pensamentos, imaginando minha boca colada a dele...

Chego no corredor vejo que ele está mexendo em suas coisas, continuo andando até meu armário, mas quando já estou bem perto acabo desistindo e dou meia volta, só que pro meu azar ele percebe.

Feh: Ué?! Tá me evitando Sammy? - fala pegando a minha mão e me puxando pra perto dele, me fazendo chegar bem perto dele, ele por instinto acaba colocando a mão na minha cintura e eu no peito dele. Sinto meu corpo todo arrepiar e tenho certeza que ele também sentiu. Eu vou me afastando aos poucos e ele também, por sorte não tinha ninguém no corredor.

Sam: Eu não, imagina! - disse em resposta, mesmo sendo mentira. Tinha certeza que naquela hora seria impossível eu ficar mais vermelha. Vou até meu armário e pego meu lanche.

Feh: Que bom! - diz sorrindo pra mim. Ele também estava corado. - Posso ficar com você? - é claro que meu cérebro tinha que ter interpretado errado e ele percebeu minha confusão e fica mais vermelho ainda, dando uma risada fraca. Como que pra se explicar ele aponta para seu pote com o lanche dele.

Sam: Ah tá! Sim, claro. - eu queria negar, mas já tinha visto que não adiantava eu tentar ficar longe dele, porque pra onde eu fosse, lá estava ele.

Feh: Ótimo! - ele fecha o armário dele - Primeiro as damas. - e estende a mão para eu passar.

Pov Autor:

Eles caminham até o pátio e sentam juntos em um banco debaixo de uma árvore. Samanta apesar de se sentir extremamente atraída pelo mais velho, ela se sentia confortável perto dele, diferente dos demais garotos que ela conheceu. Normalmente ela ficava sem graça, gaguejava ou ficava até sem responder quando falavam com ela, com medo de passar vergonha. Mas perto do homem era diferente, ela conseguia fazer piadas, rir dele, provocá-lo e até mesmo chama-lo por apelidos, o ela achava particularmente estranho. Parecia pra quem não conhecesse os dois e visse eles juntos de longe que eles eram amigos de longa data, quando na verdade se conheciam a um dia. O mesmo valia pra Felipe. Ele sempre ficava tenso e desconfortável perto de qualquer crush que já teve, mas perto da garota ele se sentia tão bem.

Eles ficam conversando e rindo um do outro. Até que Samanta por força do hábito deita no banco, com os joelhos dobrados e a cabeça apoiada na coxa do mais velho. Na hora Felipe fica tenso e sente uma corrente elétrica percorrer seu corpo e ele se arrepia por inteiro. Por sorte não passa disso, caso passasse ele estaria ferrado. O homem apoia as mãos no banco por trás das costas e joga o corpo pra trás, pra poder evitar que a cabeça da mulher encostasse na cabeça de outra coisa (ai, ai! PaAaAAaaaAAAiIiiiIIiI, me ajudaaaa kkkkkkk).

Sam: Tudo bem eu deitar aqui? - ela pergunta olhando pra cima pra olhar no rosto do mesmo.

Feh: Claro, tudo bem sim meu bem! - sua voz sai normal e calma, mas por dentro ele estava quase surtando tentando controlar seu desejo de beija-la e colocá-la no seu colo bem ali, na frente da escola inteira e ele sabia que, se caso o fizesse e se dependesse dele, eles com certeza não parariam no beijo.

Eles continuam conversando e aos poucos Felipe vai conseguindo se controlar melhor, até que o sinal toca e eles voltam conversando pros armários.

Feh: Te vejo na saída meu amor? - pergunta olhando nos olhos dela.

Sam: Você sabe que quando me chama assim parece que somos namorados né?! - fala brincando.

Feh: Não seria uma má ideia! - fala murmurando pra si mesmo.

Sam: Oi? - ela tinha escutado, mas queria ver se ele teria coragem de repetir.

Feh: O que? - ele se faz de desentendido, como a morena havia suspeitado.

Sam: Tudo bem, te vejo na saída então Zangado. - ela fala e dá um beijo na bochecha dele - Eu também acho que não seria uma má ideia! - diz rapidamente em seu ouvido e sai andando em direção a sala onde teria a próxima aula, deixando o homem pensar se ela quis mesmo dizer o que ele achava que ela quis dizer.

As aulas se passam num piscar de olhos e Samanta percebe que não tinha copiado nada do quadro, ao invés disso ela ficou pensando o tempo todo no novo dono de seu coração, seu mais paixão, Felipe Neto, seu professor de redação. As aulas acabam e ela vai pegar as coisas no armário pra ir embora, ela anda distraída pelos corredores olhando pro celular, onde falava com suas amigas sobre os detalhes da tal festa. Onde seria, que horas, se precisava levar roupa de banho, o que teria pra comer e quem iria no carro de quem.

Quando a menina levanta a cabeça ela vê o seu professor de redação encostado com o ombro no armário, com as pernas cruzadas e olhando pra ela com um sorriso no rosto. Como aquele sorriso era encantador! Ela se aproxima dele, que dá licença pra ela pegar as coisas lá dentro.

Feh: Estava te esperando meu anjo!

Sam: Você insiste em fazer isso né?! - diz pegando a mochila e colocando o material dentro.

Feh: Isso o que? - ele sabia do que ela estava falando, só queria irritar a morena e claramente estava conseguindo.

Sam: Ai, ai! Felipe Neto, você faz de propósito né amadinho! - diz revirando os olhos. Ela termina de guardar as coisas, coloca a mochila nas costas e fechando o armário.

Feh: Tá vendo! Quem que tá usando apelido carinhoso agora hein?! - eles começam a andar.

Sam: Viu como você sabia do que eu tava falando seu bobo. - fala dando um soquinho no braço dele, fazendo ele rir.

Eles continuam andando até o portão da escola em silêncio, mas não era desconfortável. Durante o caminho eles se olhavam, as vezes Felipe olhava pra Samanta, as vezes o contrário, mas todas as vezes que seus olhares se cruzavam eles desviavam, até que finalmente chegam até o portão da escola. Samanta tira o celular do bolço e entra no aplicativo do Uber, quando Felipe olha pro lado ele começa a falar.

Feh: O que a senhorita está fazendo? - fala chegando mais perto e olhando a tela do celular da menina.

Sam: Pedindo um Uber ué. - fala o óbvio. Ele pega o celular da mão da menor - Ei! Me devolve! - diz meio irritada tentando pegar de volta, mas ele estica o braço atrás das costas, fazendo com que Samanta abrasasse ele. Ela se afasta quando percebe que vários alunos e alguns professores estão olhando pra eles.

Feh: Não senhora! Você vai comigo!

Sam: Ah! Então eu não tenho escolha?! - fala pegando o celular da mão dele.

Feh: Ei! - fala por causa do celular - E sim! Quer dizer não, ou sim. Ah sei lá. Mas você não tem escolha. - diz todo confuso.

Sam: Tá bem! Eu vô com você então. - fala se rendendo. E já indo até o carro que estava no mesmo lugar de quando eles voltaram do almoço.

Feh: Tá vendo, não foi tão difícil. - diz seguindo a mulher.

Sam: Diga por você. - ele abre a porta do carro pra ela e dá a volta até o banco do motorista.

Eles fazem o mesmo de antes, colocam a playlist do spotify pra tocar no carro e cantam junto com a música até chegar na casa da Samanta. Quando chegam na casa dela ele para na frente.

Sam: Você... quer entrar? - pergunta para ser educada, mas no fundo sabe que quer que ele aceite.

Feh: Claro, eu queria mesmo um copo d'água - diz com um leve sorriso e sai do carro pra abrir a porta pra garota. Ela agradece com um obrigada e abre a porta da casa.

Eles entram e Samanta vai até a cozinha pegar água pra ele, enquanto ele vai até a sala.

Feh: Sua casa é linda! Amei a decoração. - ela volta com o copo de água e entrega pra ele - Obrigado.

Sam: Que bom que gostou, minha mãe não gosta muito, então dá pra presumir que fui eu quem escolhi.

Feh: Você mora com a sua mãe?! Que legal. A maioria das pessoas querem sair o mais rápido possível da casa dos pais assim que viram maiores de idade.

Sam: Pois é. O meu irmão se mudou a uns anos e aí eu não queria deixar ela sozinha. - Felipe quis perguntar sobre o pai dela, mas acho que seria muito indelicado da parte dele. Ele vê então uma bolinha azul de plástico no chão.

Feh: Você tem cachorros? - pergunta apontando pra bolinha.

Sam: Tenho sim. Quer ver? Eles estão na quintal nos fundos.

Feh: Claro eu amo cachorros!

Eles foram até o quintal nos fundos da casa e ficaram brincando com os cachorros enquanto conversavam. Eles estavam lá a cerca de meia hora, até que Felipe recebe uma mensagem.

Feh: É o meu irmão. Ele quer que eu volte pra casa pra ajudar ele a arrumar a festa. - ele para de falar por uns segundos pra responder a mensagem. - Se você poder Sammy, aparece lá.

Sam: Eu adoraria, mas minha amiga já me chamou pra ir em uma festa hoje e eu meio que tenho que ir, porque ela vai apresentar o namorado dela pra gente.

Feh: Poxa que pena. Fica pra uma próxima então. - fala meio triste - Me leva até a porta?

Sam: Claro. - Felipe se despede dos cachorros e eles vão até a porta.

Feh: Até amanhã Sammy! - ele dá um beijo na bochecha da garota, fazendo a mesma corar.

Sam: Tchau Feh. - ela espera ele entrar no carro, ele acena pela janela e ela acena de volta.

Eram 6h30, o que significava q Samanta só tinha uma hora e meia pra tomar banho, lavar e secar o cabelo, fazer maquiagem e escolher a roupa. O tempo passava muito mais rápido quando ela estava com o Felipe, mas ela precisava se apressar, em uma hora e pouco Mirela chegaria pra pegar ela.

Ela toma banho correndo, seca o cabelo e faz uma make básica, com uma sombra branca meio bege cintilante com um delineado preto e um pouco de rímel, um corretivo, base, blush e iluminador. Decide vestir um vestido preto de veludo, já que estava de noite essa cor ficaria ótima, o vestido não tinha mangas, só uma alcinha fina e era um pouco decotado, com a gola meio solta no meio, o que fazia com que desse pra ver parte dos seios da mulher. Ele coloca uma sandália de salto médio e passa um batom vermelho e um gloss pra dar brilho. Assim que termina recebe uma mensagem na celular, Mirela estava lá na frente. Ela pega uma bolsa simples, com uma alça de correntes douradas e sai de casa, trancando a porta e entra no carro da amiga.

Mih: Oi migaaaa!!! E aí pronta pra festa? - diz toda animada.

Sam: Tô sim, só com medo de falar com o Bruninho.

Vi: Primeiramente, oi! E segundamente, fica tranquila que vai dar tudo certo.

Buru: É miga, relaxa!

Sam: É vocês tão certas! Hoje é pra curtir. Então vamo!!

Elas vão conversando o caminho todo até a festa, tanto que Samanta nem prestou atenção no caminho, mas elas não demoraram muito pra chegar. Era em um condomínio cheio de mansões, a casa onde seria a festa também não era de menos, tinha uma porta de entrada linda de madeira clara. Mirela estaciona o carro e todas saem.

Sam: E os meninos?

Vi: O Alex disse que já tá com o Bruninho e que falta pegar o Mozka, mas daqui a pouco eles chegam. - diz olhando pras conversas no celular.

Buru: Vamo toca a campainha ou não povo? - diz já impaciente.

Sam: Bora! - ela toca a campainha e elas esperam alguém abrir a porta.

Depois de alguns segundos elas escutam alguém dizer "pera um pouco", meio ofegante, provavelmente o amigo do Bruno ou o Bruno mesmo, já que a voz era masculina. O homem então abre a porta.

Sam: Felipe??

 

 

Continua...

 

 

 

 

 


Notas Finais


Agora vcs n podem reclamar q fico curto. Eu sei que demorei, mas tá entregue.


Espero que tenham gostado :)


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