História Not Perfect To Me - Capítulo 21


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Categorias Jensen Ackles
Personagens Jensen Ackles, Personagens Originais
Visualizações 40
Palavras 1.416
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 21 - V i n t e E U m


Fanfic / Fanfiction Not Perfect To Me - Capítulo 21 - V i n t e E U m

Jensen Narrando:

Eu prometi a mim mesmo, que de alguma forma, iria me manter firme e não voltaria atrás na minha decisão de me afastar da Charlie, mas eu estava me sentindo mal nos últimos dias.

Eu sentia falta do jeito descarado com que ela dava encima de mim que me deixava louco e do jeito com que ela virava a minha vida de ponta cabeça apenas com um simples sorriso.

Pra dizer a verdade, eu não tinha tratado ela mal apenas para manter o meu relacionamento com a Lola. Eu quis afasta-la porque eu tinha medo do turbilhão de sentimentos que ela me fazia sentir.

Meu relacionamento com a Lola estava monótono na época e quando eu estava com a Charlie, eu me sentia como um adolescente idiota perto da garota que gosta.

E sabe qual era o meu maior medo? Estar gostando dela!

Tinha muito drama envolvido.

Eu tinha medo de magoar a Lola, nós já tínhamos enfrentado muitas coisas juntos e eu sempre achei que não seria legal terminar com ela depois de tudo.

Também tinha a questão do Matt. Perder a amizade dele só por causa de uma mulher seria muito pior do que perder a Lola.

O problema é que a Charlie não era qualquer mulher! E nem em mil anos eu encontraria uma mulher feito ela.

As vezes me batia um medo absurdo de deixa-la escapar e nunca mais poder tê-la novamente. Eu iria me culpar até o último segundo da minha miserável vida por ter deixado ela partir.

Imagina só como seria se eu estivesse sentado em uma das primeiras filas de cadeiras no dia do casamento dela com o meu melhor amigo. Eu ia me sentir o cara mais infeliz do mundo, já que eu sempre soube que ela sempre quis a mim e não a ele, mas eu deixei ela escapulir pela as minhas próprias mãos.

Naquele momento eu sentia como se eu soubesse viver com pouca grana, sem status, sem luxo algum, sem internet e sem celular, mas eu não sabia viver sem ela. Mas era complicado demais pra eu largar tudo e ir atrás dela.

Você deve estar se perguntando aonde e quando eu cheguei a essa conclusão. E é engraçado dizer que eu estava na sala da minha casa, sentado no meu sofá, ao lado do Matt enquanto nós esperávamos a minha noiva para irmos jantar.

Se o Matt tivesse o super poder de ler mentes, ele simplesmente se levantaria dali, pegaria sua arma e me mataria.

É nessas horas que eu sempre agradeci o fato de só existirem super heróis em filmes.

- Eu chamei a Charlie pra ir com a gente, tudo bem pra você? -Matt perguntou, me fazendo sair dos meus devaneios.

- Oi? -perguntei, porque quando ele falou, não prestei atenção.

- Eu chamei a Charlie pra ir com a gente, tem algum problema? -repetiu. - Ouviu agora?

- Ouvi. -engoli seco, disfarçadamente - Tudo bem.

- Um...-pensou. - Vocês brigaram?

- Não. Por que? -menti e olhei pra ele.

- Porque vocês só viviam juntos e ela vinha aqui quase todos os dias e ficava mais com você do que comigo. -deu uma pausa como se estivesse pensando. - E agora tem quase três semanas que ela não aparece aqui.

- Ela não tem andado ocupada?

- Isso nunca foi desculpa pra ela deixar de vim aqui. Da pra você parar de me enrolar. -falou com um sorriso de canto.

- Não foi nada, cara - olho-o e sorrio.

Ficamos em um silêncio absoluto por alguns minutos. Eu sinceramente estava com vergonha por estar mentindo tanto pra ele.

- Já estou pronta. Podemos ir? -Lola perguntou ao sair do quarto.

Eu nem ao menos prestei para olhar o que ela vestia. Parecia que todo o brilho que eu via na Lola todos aqueles anos, se desfez quando a Charlie apareceu na minha vida.

- Ah, aleluia. -disse Matt, levantando-se- Vamos.

(...)

Quando pisei no restaurante, a primeira coisa que eu percebi foi que a Charlie já estava sentada em uma cadeira, em uma mesa no canto da parede.

Senti os dedos de Lola entrelaçarem nos meus, então eu olhei para ela é dei um sorriso que não chegou aos meus olhos.

- Eu pensei que você chegaria mais tarde. -Matt disse com um sorriso no rosto quando chegou perto da Charlie.

- Como vai, Charlotte? -falei ao mesmo tempo em que estendi a minha mão.

- Bem. - falou friamente, dando um sorriso sem vontade.

- Antes de sair eu estava perguntando ao Jensen se vocês dois brigaram e ele disse que não, mas agora eu quero saber de você, já que o clima aqui não parece dos melhores. -Matt disse com a palavra direcionada a Charlie.

Parece que a minha responta não tinha convencido mesmo ele.

- Nada, amor. É que eu tô com a cabeça explodindo por conta dos trabalhos da faculdade. -revirou os olhos. - Aí acabo descontando nos outros. Desculpa, Jensen. -olhou pra mim, disfarçando.

Por alguns segundos eu achei que ela falaria toda a verdade, mas de algum jeito ela e o Matt pareciam estar muito bem e felizes, o que era estranho.

- Lola revirou os olhos. - O tempo que vocês estão perdendo com essa palhaçada, vocês já tinham pedido o jantar.

- Então por que você ainda tá aqui?-Charlie perguntou , debochadamente.

- Estou guardando o que é meu. -Lola disse se referindo a mim.

Apenas balancei a cabeça negativamente.

Eu sempre odiei quando as pessoas se referiam a mim com um pronome de posse.

- Charlotte...-Matt disse repreendendo a mesma. - Lola, vamos fazer os pedidos e pegar alguns drinks. -apontou com o queixo para o balcão e se levantou.

Pode parecer estranho o Matt ter chamado a Lola ao invés da Charlie, mas eu entendi.

Os dois eram muito amigos, então provavelmente o Matt conversou com ela sobre essa implicância que a Lola e a Charlie tinham uma pela outra.

Observei os dois caminharem para um bar que tinha no restaurante e só depois dos dois tomarem uma boa distância, eu voltei minha atenção para a Charlie.

- Eu achei que você ia falar sobre a nossa "briga". -fiz aspas com os dedos.

Eu estava sem graça e sem saber o que falar com ela. Falei a primeira merda que veio a minha cabeça.

- Por que eu ia gastar meu tempo com isso? -cruzou os braços e arquiou as sobrancelhas.

- Sei lá. -dei de ombros e pensei um pouco. - Eu não queria ter falado daquele jeito com você.

- Mas falou. Isso que importa. - falou séria, se levantou e saiu.

Ela foi em direção a porta que dava ao lado de fora do restaurante e sem pensar duas vezes eu a segui.

Eu chamei pelo seu nome, mas ela fingiu que eu não existia.

Então puxei seu braço com um impulso que fez nossos corpos se chocarem.

- Eu sinto a sua falta. -soltei o braço dela.

- E quem disse que isso é problema meu?

- Não é problema seu, mas é meu. -respirei fundo, olhei para o chão e logo depois olhei em seus olhos. - O problema é o que você me faz sentir. Você me deixa completamente maluco, será que é tão difícil assim de entender?

-Sim. Mas eu concordo com você. É melhor a gente se afastar. Não quero problemas por conta de coisas mal resolvidas. -falou séria olhando em meus olhos.

Naquela hora eu percebi a grande merda que eu tinha feito e eu precisava dar um jeito de consertar.

-Agora se vc me dá licença, vou atrás do meu namorado. -e saiu.

Quando ela virou as costas, eu sei um soco na parede que me arrependi assim que senti a dor.

Voltei para a nossa mesa uns dez minutos depois e os três já tinha bebido um grande quantidade de cerveja.

Por mais que eu tivesse acabado de levar um fora, eu não conseguia tirar os olhos da Charlie mas ela não olhava em meus olhos.

Mas só um tempo depois eu iria ver que aquele reação dela na porta do restaurante, foram apenas reações de uma mulher que estava bufando de raiva.

- Meus pais me ligaram essa tarde e perguntaram se vocês não querem passar o feriado na casa deles. -Matt falou enquanto bebia sua cerveja. - Inclusive você, amor. -agora direcionou a Charlotte.

Devorei os olhos disfarçadamente.

- Ela sorriu lindamente- Eu adoraria, meu bem.

- Matt retribuiu o sorriso. - E vocês dois, vão poder ir?

- Claro. Né, amor? -direciona o olhar pra mim.

 - Sim. -menti friamente.



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