História Note to Self - Capítulo 2


Escrita por:

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Categorias Jake Bugg
Personagens Jake Bugg, Personagens Originais
Visualizações 30
Palavras 3.108
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu queria mesmo achar uma pessoa real que se pareça com a Lauren na minha cabeça, mas não consigo ;-; Bem, espero q esteja bom o conteúdo pelo menos.

Capítulo 2 - Capítulo Dois


Fanfic / Fanfiction Note to Self - Capítulo 2 - Capítulo Dois

POV LAUREN

Depois de ligar pros meninos, dei um jeito de comprar ingressos pro pessoal pela internet e mandei a localização pra eles.  Em seguida, fui pra faculdade, aprender um pouco sobre anatomia e, etc etc. Quando a aula acabou, eram exatas 22:00, então eu só tinha uma hora pra ir pra minha casa pegar umas roupas, maquiagens, sapatos e uma bolsa (nada demais) e ir pra casa da Anna avisar que iríamos na verdade, no show do nosso ídolo. Peguei o metrô e coloquei uma música qualquer pra relaxar. Ouvi a moça dizer o nome do lugar onde eu iria descer e abri os olhos. Me levantei esperando as portas abrirem e quando ia sair, de relance pensei ter visto alguém que havia esquecido há muito tempo. Mas... não podia ser ele. Minha mente deve estar pregando peças por causa de Nottingham. Saí em direção à minha casa e aproveitei a caminhada para ligar pra Anna.

– Advinha onde vamos daqui uma hora? – Disse bastante ansiosa.

– Será que é no show do nosso bb? 

– Eeei, como você sabe??? 

– Você achou mesmo que eu não ia ver quando saiu uma notícia dessas? – Ela riu um pouco.

– Ah eu queria que fosse uma surpresa, mas tudo beem... To indo pra sua casa logo logo, pra gente se arrumar ok. – Eu disse enquanto abria o portão do prédio.

– Tudo bem, se apressa aí, falta pouco tempo. Chama um motorista, tá tarde já. – Soltei um "ok". – Ah é, o Chris que vai levar a gente?

– Então... Não sei, provavelmente. Vou ligar e perguntar ele depois... Tenho que ir, vou arrumar aqui e chamar o motorista ou pedir pra um dos meninos passar aqui e me levar. – Ela riu maliciosamente.

– Pede o Chris... – Ela riu novamente e eu corei. – Ok vai lá, beijos.

– Beijos...

Liguei pro Tom perguntando se ele já estava pronto e se podia vir me pegar, mas o mesmo disse que ainda precisava secar o cabelo e sei lá o que. Liguei pro Chris e perguntei o mesmo. Ele avisou que já estava vindo, então me apressei e peguei algumas roupas e sapatos que achava legal e aproveitei pra levar roupas de dormir, talvez eu dormisse na casa da Anna ou Chris ou Tom. Não que isso seja estranho e tal... Ok, isso é estranho, mas estamos entre amigos. Eu não conseguiria me imaginar com o Tom ou talvez já tivesse imaginado, mas chega a ser estranho... E o Chris... Ok, a gente pode até ter uma relação peculiar, mas não é algo que atrapalhe nossa amizade (ou talvez sim). Era mais fácil e menos perigoso todos dormirem juntos em uma casa só. Ouvi um carro buzinando e eu sabia que era minha carona. Apareci na janela pra gesticular algo como "já estou indo", não era um prédio muito alto. Terminei de arrumar tudo, fechei a casa e fui abraçar meu amigo. Entrei no carro e pedi pra ele aumentar a música, era Coldplay - Yellow. Eu estava nervosa e ansiosa, eu sempre quis ver um show do Jake... Espero não chorar ou gritar como uma fã louca.

– Eai, como você tá? – Ele quebrou o silêncio.

– Estou bem... E nervosa... E ansiosa. – Ri um pouco. – E você?

– Acho que nervosa amiga. – Ele imitou um gay e eu ri alto.

– Gay. – Disse o olhando e e juntos. – 24 anos e o lado idiota não mudou. – Sorri um pouco.

– O dia em que esse lado mudar, eu não vou mais me chamar Christopher. 

– Pior que é verdade. – Eu disse brincando achando isso ruim, mas na verdade era o que fazia dele o "Chris". – Ei bb vamos dormir na casa de quem hoje?

– Ah eu não trouxe roupas... – Ele disse depois de pensar um pouco.

– Então é só dormir ou na sua casa ou na do Tom, aí ele te empresta.

– É, vamos ver onde o pessoal quer dormir hoje.

Conversamos um pouco até chegarmos ao destino. Descemos do carro e ele leva minha "mala". Toquei o interfone e Annabeth manda subir. A porta estava aberta. Sua casa era aconchegante e um pouco adolescente.

– Oi xuxu. – Eu disse indo abraçá-la. Ela estava de moletom e cabelo molhado... AINDA. 22:15. Ok....

– Ooi. – Ele disse.

– Oi nega. Oi Chris. – Ela retribuiu o abraço e foi abraçar Chris. – Você já tomou banho? – A mesma disse me olhando.

– Não né, acabei de chegar da faculdade e vim. E como assim você ainda tá de cabelo molhado e moletom Annabeth? – Perguntei mostrando estar indignada.

– Calma, calma. Vai lá tomar seu banho e... – Ela olhou Chris colocar a mala no chão. – Uau, decidiram morar aqui?

– Idiota, são roupas e sapatos, etc. E também trouxe roupa pra dormir se eu quiser dormir na casa de um de vocês. – Fui em direção ao banheiro e apenas pude imaginar a cara que ela estava fazendo.

– Ah... Na casa de um de nós né. – Maliciosamente ela disse, então fechei a porta do banheiro, envergonhada. Tenho certeza que Chris deve estar se perguntando o que ela quis dizer com isso. – Eei! Grossa.

– Dá logo uma olhada nessa mala e vê se consegue se arrumar até eu sair daqui. Seca o cabelo que eu arrumo ele depois... Ah e liga pro Tom, fala pra ele vir logo. – Ouvi ela dizer "ok". Liguei o chuveiro e aproveitei pra relaxar e, acalmar os nervos. Parei pra pensar na pessoa que vi hoje e ainda me pergunto se quem eu vi, era mesmo ele. Ou talvez eu tenha alucinado por causa do meu tio ter lembrado dele. Andrew mora em Nottingham e nunca gostou de cidade grande. Acabei meu banho e ao sair, vi Anna com um vestido preto e marrom que eu havia trazido, o mesmo favorecia suas curvas. Seu cabelo estava bem grande e volumoso, ela provavelmente deve ter secado. Eu iria me arrumar e depois cuidar da maquiagem e cabelo dela. 

– Chris tá na sala?

– Sim, o Tom já chegou também.

– Ah sim.

– Que roupa você vai vestir? – Lembrei que estava de toalha ainda. Mas eu já sabia qual roupa eu vestiria.

Peguei minha querida e inseparável blusa do Johnny Cash e mostrei ela pra Anna. Fui em seu guarda-roupas e peguei um short jeans e uma meia calça rendada. Os vesti e por fim calcei meu coturno. Sequei meu cabelo (que não era muito, pois ele chega um pouco depois do ombro e acaba) e fiz cachos com a ajuda daquele maravilhoso aparelho (sim a prancha ou chapa, seja lá como chamem). Fiz uma maquiagem um pouco sombria demais e coloquei um batom vermelho. Quando terminei de me arrumar, fui arrumar a pessoa bufante sentada na cama, porque eu prometi que iria arrumá-la.

– Vem cá pra eu te arrumar, vaca ou búfalo..? Que animal fica bufando? – Pensei um pouco e... – Claro que tem que ser o Búfalo, porque o nome dele é BUFAlo. – Ri bastante alto com minha piada sem graça e Anna estava com a mão na cara provavelmente se perguntando se ouviu realmente isso.

– Você é muito idiota, Meu Deus... Menos piadas, mais trabalho.

– Tá certo, não precisa magoar. – Fingi estar magoada. 

Pedi pra que ela se sentasse e então comecei a arrumar minha amiga. O tempo estava passando rápido e quando olhei pro relógio, eram 22:50. Felizmente eu já havia acabado meu trabalho.

– Prontinho, você tá maravilhosa de linda. Então vamos logo que temos só dez minutos pra chegar lá. – Ela se olhou no espelho e sorriu.

– Obrigada Ren. Vamos. – Ela pegou suas coisas e eu peguei minha bolsa e jaqueta de couro.

– Ah... Acho melhor você colocar uma roupa de dormir na minha mala também, caso a gente durma na casa deles.

– É mesmo. – Ela pegou a roupa e a mala e fomos pra sala.

– Nossa! – Chris começou a bater palmas e o Tom o seguiu.

– Ok ok, agora vamos.

– Nossa... – Tom.

– Nossa, grossa. Assim que retribui elogios? – Chris.

– Obrigada pessoal. Agradece Anna. – Eu disse a olhando.

– Sei que tô linda, obrigada. – Ela disse e nós rimos.

– Tá certo, vamos. 

Saímos em direção ao carro de Chris. Annabeth não morava tão longe do local do show, então chegamos até que rápido. Entregamos os ingressos e entramos. Nossos lugares eram na frente, mas foi difícil chegar até lá. Estava lotado de pessoas e o palco já estava pronto. Eu olhei pra Anna, ansiosa e ela entendeu. Gritamos baixinho. Logo, Jake aparece acenando e sorrindo e, isso era uma visão incrível pra um cara que não sorri muito. Meu coração parecia ter saído pra dar uma volta e me abandonado.

– Oi, eu sou Jake Bugg e isto é... Broken.

Senti-me arrepiar dos pés à cabeça. E quando ele começou a tocar, foi inevitável... Lágrimas escorriam e meus olhos insistiam em permanecer fechados. Eu precisava sentir a música, sentir aquele momento. Eu não conseguia ouvir se meus amigos estavam me chamando ou qualquer coisa, eu só ouvia o som daquela incrível voz. Eu não conseguia pensar em nada, apenas em como eu entendia a expressão "isso é música pros meus ouvidos". Era incrível... Era tudo incrível, a sensação de estar lá, pensar "eu realmente estou ouvindo isso ao vivo e em bom som?". A música era incrível, triste, mas faz com que se sinta tão bem ao mesmo tempo.

A música acabou e eu abri meus olhos. Percebi que Jake olhava em minha direção com uma expressão neutra, mas um pouco confusa. Eu não estava entendendo por que ele continuava me olhando fixamente, até que senti Anna me puxar com força.

– Lauren, você está me ouvindo? – Ela tentava falar alto com o barulho.

– Sim, por que?

– Porque eu te chamei várias vezes e você não escutou... – Acabei dizendo um "me desculpe". – Ren, por que o Jake ficou olhando pra você a música toda? E por que você tava chorando de olhos fechados a música inteira? Você tá bem?

– O que? – Eu não estava entendendo. – Eu não sei. Tem certeza que era eu? Sim, estou bem.

– Eu não sei, parecia. 

Jake havia parado pra tomar uma água, então, ele colocou a garrafa no chão e surpreendeu a todos nós.

– Hey, você aí. – Ele apontou pra mim, mas eu não tinha certeza se realmente era eu. – Sobe aqui.

– EU? – Eu apontei pra mim.

– Sim, você de jaqueta de couro. Sobe aí.

Eu lancei um olhar de "que porra é essa" pra Anna e ela apenas me empurrou pra ir. Os seguranças me ajudaram a subir e como retribuição, lancei uns olhares maliciosos. Subi, mas fiquei um pouco encolhida.

– Qual seu nome?

– Lauren... – Eu disse um pouco envergonhada.

– Então Lauren, você sabe cantar alguma música minha?

– Sim, é claro.

– Sabe cantar Simple Pleasures? – Ele se aproximou do meu ouvido e disse baixo. Obviamente quase morri.

– Sim... – Eu disse provavelmente mais vermelha do que a jaqueta da moça da frente.

– Lauren, você aceita cantar Simple Pleasures comigo? – Ele se afastou e disse no microfone para que todos ouvissem. Eu olhei pra Anna antes de responder e ela fazia dizia sim de todas as formas. Então eu acenei com a cabeça. 

– Relaxa e foca em mim. Esquece as pessoas. – Ele disse só pra mim e em seguida se afastou.

Eu estava muito nervosa, mas quando olhei pra ele senti como se já nos conhecessemos, me senti um pouco tranquila. A música começou a tocar e ele a cantar. Ele era incrível e quando chegou minha vez de cantar, não liguei pra platéia olhando, apenas pro cara na minha frente, que havia deixado de ser meu ídolo, pra uma figura confortável. 

_Maybe it's all a big mistake

And you live on all you take

From the lives that have always been close

I've been roaming around for hours

Singing all your songs of praise_

Não foi difícil, ele estava lá. O mesmo continuou na mesma intensidade. E então comecei novamente. Era incrível a sintonia em que estávamos.

_You've been huntin' round for treasure

Find it all in the simple pleasures

I don't understand this life you lead

Maybe it's all a big mistake

And you live on all you take

From the lives that have always been close

I've been roaming around for hours

Singing all your songs while

Standing at the edge about to fall

Faces crushed against the wall

The sudden fear of singing all your songs of_

Ele cantava e sorria ofegantemente. Eu não poderia ter pedido um dia, um show melhor. Mas não acabou por aí, era a parte em que cantávamos juntos.

_How on earth can I complain

How in hell can I be safe

This sudden fear is strange

This sudden fear of change_

Terminamos as últimas frases ofegantes e sorrindo um pro outro. E... Uau como ele era lindo sorrindo. Foi incrível cantar uma das minhas músicas preferidas, com meu cantor preferido. 

– Obrigada Lauren, você foi incrível. – Jake disse enquanto se afastava.

– Obrigada você Jake. – Ele veio e me abraçou de lado.

Eu desci do palco e várias mulheres me olharam com cara de inveja. Vi as loiras do metrô nesse instante e elas não olharam diferentes. Não senti nada quanto a isso, eu não iria me importar com tal coisa a essa altura da noite. Fui em direção aos meus amigos e eu e Anna mal podíamos acreditar. O show seguiu e Jake tocou "Storm Passes Away", "Someplace", "Lightning Bolt", entre outras. Aproveitei o tanto que podia, pra beber também, mas eu nunca fico bêbada, sei o quanto de álcool meu corpo aguenta. Os meninos já estavam cansados e aí a noite foi declarada encerrada. 

– Aaah estou morto. – Tom disse acompanhado de uma garota que eu não tinha percebido.

– Quem é essa? – Perguntei baixo pra Anna e Chris.

– Alguma menina que ele encontrou por aí, vamos logo. Quero dormir. – Chris disse.

– Chris nós vamos pra sua casa cara. – Tom pronunciou bêbado e rimos.

– Ah tudo bem, vamos.

Quando começamos a sair do local, um segurança me chamou perguntando se eu poderia ir no camarim do Jake. Provavelmente ele queria me dar um autógrafo por eu ter cantado com ele, algo assim? Avisei o pessoal pra esperar na porta do lugar e segui o segurança. As pessoas estavam saindo e o lugar estava ficando cada vez mais vazio. Entrei em um longo corredor que levou a uma porta, que o segurança dizia ser o camarim do cantor e pediu que eu entrasse após ter batido na porta. Entrei e Jake estava sentado no sofá com seu violão. Ele me encarou confuso como antes.

– Oi Ren... Quer dizer, Lauren. – Ok isso foi estranho.

– Oi Jake. O que te fez me pedir pra vir aqui? – Tentei me mostrar equilibrada, mas por dentro estava bastante nervosa.

– É que, como cantamos juntos, meu agente pediu pra pegar seu contato se talvez isso aparecer em algum lugar da mídia. Desculpe incomodar...

– Ah, é claro. – Passei meu número, etc. Ele ficou me olhando. – Então... É só isso mesmo?

– Sim... – Ele pareceu pensativo. – Vamos manter contato. Obrigada. – Sorri gentilmente e me virei pra ir embora, mas...

– Jake? Eu talvez não tenha outra chance de te falar, então... Eu só queria dizer que suas músicas significam muito pra mim. Elas são incríveis... Você canta e todo o sentimento, toda a angústia que tá sentindo... O que quero dizer é que, você é incrível, suas músicas são incríveis e mesmo sendo tristes, elas me deixam extremamente feliz quando preciso e quando não preciso. Foi realmente um prazer conhecer seu trabalho e ainda mais poder vir e, cantar com você. Obrigada, de verdade. – Eu disse com tudo que tinha.

– Era por isso que você estava chorando na primeira música? – Ele tentava me analisar sentado em seu sofá.

– Sim... Tenho que ir, adeus Jake. – Saí pra onde meus amigos estavam. Foi um pouco estranho e um pouco triste dizer adeus pra ele sendo a primeira vez que o vejo, espero que não seja assim com todo cantor que eu ver. Vi meus amigos e os abracei, acho que estava carente, talvez.

– Eai o que aconteceu? – Todos perguntaram.

– Ah o agente dele queria meu contato só. Vamos.

Fui na frente com Chris e Anna teve de ir com os dois outros bêbados (sim a menina ia dormir na casa de Chris também). Ligamos o rádio e fomos então pra casa de Chris. Ele morava em um apartamento um pouco melhor que o nosso, em um bairro menos perigoso. Peguei a mala e desci do carro. O mesmo veio e me ajudou a levá-la. Anna estava um pouco bêbada também, então tive que ajudar três bêbados. Amo meus amigos... Entramos e então lembramos que só tem dois quartos, o dele obviamente e o de hóspedes. Tom e a menina nova, iriam ficar no de hóspedes. Anna deitou no sofá após se trocar e não iria sair de lá hoje mais. Então fui dormir no quarto de Chris, ele não se importava. 

– Ei, não façam barulho, nem quebrem nada. – Eu disse pros dois entrando no quarto.

– Vocês também. – Tom disse e rapidamente entrou, me deixando vermelha.

Peguei minha mala e procurei minha roupa de dormir. Seria ótimo... Se eu conseguisse achar... Ótimo, não acredito que deixei a roupa em casa. Merda, deixei mesmo em cima do sofá, quando fui pegar a bolsa. Agora o Chris vai me achar muito safada e que fiz de propósito. Vou ter que pedir um blusão pra ele. Ele saiu do banheiro de blusa preta e calça de moletom cinza.

– Ei Chris... Acho que esqueci minha roupa de dormir... Será que dá pra você me emprestar uma blusa? – Eu disse um pouco envergonhada. Mentira, bastante envergonhada. Ele riu e depois o riso se transformou em algo malicioso.

– É claro bb. Vou pegar. – Ele se virou pro guarda roupa e me entregou uma blusa do Arctic Monkeys.

– Obrigada emo.

Fui pro banheiro. Lembrei que não tinha trazido a escova de dentes também, mas eu já havia dormido aqui e usado uma escova. Procurei-a e achei. Terminei de tirar a maquiagem, etc, e saí. Ele estava deitado mexendo no celular, mas parou quando me viu.

– Você fica linda com essa blusa. Precisa admitir. – Ele sorriu e eu fui me deitar ao seu lado.

– Fico linda sempre. – Rimos juntos.

Seu sorriso era fofo, seus cabelos caíam sobre seus olhos. Instintivamente os tirei do caminho. Estávamos ficando cada vez mais perto um do outro, até que acabamos nos beijando. Um beijo fofo e suave que em seguida, se tornou desesperador. Abrimos nossos olhos e nos separamos depois de uma forte mordida no meu lábio inferior. Como se isso bastasse... Ele me puxou pra cima dele e voltamos a nos beijar, ainda mais desesperados. Seus beijos desceram pro meu pescoço e desceram. Tirei sua blusa e ele a minha. E enfim não havia mais roupa alguma.


Notas Finais


Perdoem a cena entre as pessoas erradas no fim do cap, só achei que no meu ponto de vista devia acontecer e tal.


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