1. Spirit Fanfics >
  2. Nothing Else Matters(netonhari) >
  3. Regra número 5: Jamais toque em um vampiro...

História Nothing Else Matters(netonhari) - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


OIEEE

DEMOREI?Sim! Mas do que eu desejei...
Mas o capítulo está aí!

Acho que seria muita sacanagem eu pedir desculpas por algo que eu prometi à bastante tempo Sksksksk mas né...DESCULPE, IM SORRY, LO SIENTO!!!!

Bueno ;-;

O cap hj está quentinho...Mas também com uma surpresa no final.

Boa leitura!!

Capítulo 5 - Regra número 5: Jamais toque em um vampiro...


A lua lá fora é a única testemunha do que fazemos ou pelo menos estávamos perto à fazer.

Eu sinto os lábios de Castanhari sobre os meus de maneira desejante e quente, seus braços estão em volta do meu pescoço enquanto nossas línguas lutam para uma dominação. A qual eu rapidamente consigo a vitória.

Minhas mãos abrem os botões da camisa dele sem nenhum pudor, literalmente rasgando com aquela peça branca. Felipe me olha um pouco surpreso pela minha atitude e eu sorrio.

-Essa é a minha única camisa de trabalho e você literalmente acabou com ela.-Ele fala me olhando sério e eu dou risada antes de deixar um beijo no pescoço do menor.

- Não tem porquê se preocupar, a partir de hoje você nem vai mais precisar usar roupas.-Minha resposta saiu da forma mais suja possível vendo o rosto do acobreado corar e eu rio mais uma vez. Eu amo deixá-lo assim.

Castanhari resolve ficar calado e nesse método ele volta à me beijar, um beijo no qual eu rapidamente retribuo. Minhas mãos descem mais um pouco assim como meus lábios no pescoço dele, marco aquela pelo branquinha com chupões que faz ele se arrepiar e morder os lábios.

Um gemido tímido escapa dos lábios de Felipe e eu sorrio querendo ouvir mais disso.

- Você tem uma voz tão doce.-Comento acariciando o peitoral nú do enfermeiro. Realmente Felipe Castanhari tem uma voz doce, aveludada e serena; ao contrário da minha que é um pouco mais raspoza.

- Eu gosto da sua também.

A timidez dele é o que o deixa ainda mais sexy, me fazendo querer fode-lo sem piedade à noite inteira.

Volto à sentir o gosto do seu corpo descendo meus lábios no lugar onde o faço gemer um pouco mais alto e agarrar meus cabelos, o gosto dele é único. Uma mescla de salgado e doce que invade minha boca sem exceções. Os sons eróticos de Castanhari tornam-se mais audíveis aos meus tímpanos e eu agradeço mentalmente pois o lugar onde estávamos, era à prova de som.

-Caralho...- Ele pragueja sem parar de segurar em meus cabelos, praticamente depositando todo o seu prazer em puxões sob meu coro cabeludo. Um prazer que eu não me importava em dá-lo todas as noites.

Antes que Mendes pudesse chegar ao seu ápice, me deti. Ouvindo-o gemer frustado e me olhar com a carinha de "quero mais."

Um sorriso libinoso estampa em meus lábios, os caninos que apareciam parcialmente entre eles dá um toque aterrorizante para alguns, delirante para outros.

Me separo dele e estendo minha mão até a gaveta do criado-mudo, tiro de lá uma pequena garrafa com azeite de oliva. Usaria aquilo como lubrificante já que não tinha outra coisa que pudesse comutar isto.

- Senhor...-Ouço a voz de Castanhari e rapidamente me viro, pelo olhar dele eu já sei o que viria após.

- Sim?

- Bem, é que eu...nunca...é.- Ele não consegue terminar de falar e isso me faz ter certeza do que penso.

- Você nunca fez isso, não é?- Questiono mais como uma afirmação e Mendes abaixa o olhar antes de murmurar.

- Isso.

- Está tudo bem, eu já sabia.- Falo como se fosse óbvio e volto à me deitar na cama, fico por cima dele conforme abro o tubo de azeite.

-Sabia?

Agora quem estava confuso era ele. Eu o olho fazendo um esboço de sorriso e então balanço a cabeça.

- Sim. Eu já imaginei, ninguém fica tão nervoso em uma transa quando não se é mais virgem.- Afirmo.-Mas se está preocupado com a dor, não posso negar. Você vai sentir sim...mas eu farei o possível para não se tornar tão intensa.

O acobreado me olha surpreso. Eu também sei porque ele está assim, o meu jeito frio deve ter feito ele pensar que eu sou uma pessoa má e que não se importa com as dores dos outros senão com à dele. Mas se bem que ele estava certo, mas não era com todo mundo que eu sou assim.

-E-eu vou confiar em você.

- Deve.

Vejo dessa vez ele sorrir. Me livro das últimas peças de roupas que nos separavam e puxei o acobreado pelas coxas para que este ficasse posicionado entre mim. Uma das minhas mãos bombeia-o na tentativa de deixá-lo mais relaxado enquanto com a outra mão, abre o pequeno tubo e despeja o líquido sobre o local até então não tocado de Felipe.

Escuto o gemer pelo desconforto ao sentir o primeiro dedo penetra-lo, logo após mais um e até então dava para suportar.

Passo a mover meus dedos dentro dele, de forma calma e paciente à medida que eu observava as expressões de prazer e dor que ele emitia.

Sinto seu corpo se arrepiar e um gemido mais grave escapar de seus lábios e um sorriso aparecer nos meus.

- Achei, não foi?- Pergunto enchendo meu ego ao vê-lo choramingar por mais daquela sensação.

Aquele lugar onde leva-nos ao topo do prazer. Então parei, ouvindo-o novamente gemer em reprovação e me olhar. Tudo no seu tempo, Felipe Castanhari.

Tiro meus dedos e pego o mesmo azeite derramando o óleo sobre mim, necessariamente naquela parte para que, quando estivesse no ato, não o lastimasse tanto.

-Ahh!

O primeiro gemido caótico de Castanhari é ecoado no cômodo escuro, aperto meus lábios com os dentes pra evitar um som mais alto do que querido.

A sensação que me envolve agora é delirante, apertada e úmida. Ele era tão apertado que eu me segurava para não vir antes da hora, com uma simples investida e eu estou por inteiro dentro dele.

Espero alguns minutos para o garoto se acostumar em me ter dentro e observei suas expressões de dor aos poucos desaparecer e vê-lo mais relaxado. Com isso tenho permissão para continuar.

De fato isso esta sendo melhor do que eu planejei, imaginei ou desejei. Isso é bem melhor do que as imagens que a minha mente suja me proporcionava nas madrugadas.

- Porra.-Praguejo observando Felipe de baixo de mim pois o jeito que ele tenta segurar os próprios gemidos é algo engraçado de se ver. Mas não tem porque fazer isso.

Somos só nós, meu pequeno.

- Não precisa se segurar, ninguém pode nos ouvir aqui e eu amaria tê-lo gritando meu nome.-Falo sem parar de penetra-lo. Observo meu membro aparecendo e desaparecendo no meio dele e o que mais me chama a atenção foi os espasmos que eu causava no corpo daquele enfermeiro de característica inocente. Mas que de inocente não tem nada.

Os gemidos de Castanhari tornam-se mais um audíveis para mim novamente, a chuva lá fora mesclava com os sons dele e a cama rangia e batia na parede mostrando o nível do nosso prazer. Que ia bem mais além do carnal, era algo do céus...se eu não fosse ateu teria total certeza disto.

Os fios castanhos estão presos em meus dedos enquanto eu deposito beijos e chupões por todo o pescoço, meus movimentos agora são profundos e intensos depositando todo o meu libido naquelas estocadas necessitadas e sorrio quando escuto Mendes gemer mais alto e arranhar minhas costas com as unhas curtas dele, acerto novamente aquele ponto que o faz delirar e não era à toa. Aquilo é mesmo maravilhoso.

Solto o cabelo dele e apoio minhas mãos no colchão conforme Castanhari colocava suas pernas ao redor do meu quadril, com isso tenho mais potência para continuar literalmente fodendo-o até o talo.

Eu sei que não vamos durar muito, meu ápice também está bem próximo mas eu não chegarei lá antes de Mendes. Eu quero vê-lo, quero vê-lo se contorcendo de baixo de mim e clamando meu nome.

Nunca me sentiria tão satisfeito.

Com mais algumas investidas é o suficiente para Castanhari chegar ao limite, sujando minha um pouco do meu abdômen e a barriga dele com sua essência. E eu logo termino também ouvindo o gemer quando sente-me enche-lo.

Então nos separamos, deitados na cama e ofegante. Na verdade ele que está ofegante pois, não é comum um morto ainda respirar. Certo?

- Nossa.-Ele murmura parecendo incrédulo pelo ocorrido e eu sorrio me virando para olha-lo. Meu sorriso dessa vez é verdadeiro e presunçoso.

- Nossa mesmo. Você não é tão normal...quanto achei.-Comento vendo Felipe me olhar com dúvida.

- Como assim?

- Logo você entenderá.

Após isso me viro na cama, arrumo-me com o lençol até meu torso e fecho meus olhos deixando que o cansaço do ato se transformasse em um profundo sono.

[...]

O sol lá fora me irrita, acordo antes da hora e me arrependo disto.

Olho para o relógio na parede e ainda são meio-dia, me levanto e fecho as cortinas e só então tenho total certeza de que o dia seria sombrio como sempre. Do jeito que gosto, do jeito que deve ser.

A fome chega aos poucos assim como minha vontade de sair deste pequeno presídio domiciliar. Olho para o acobreado dormindo na cama e ele parecia tão apetitoso, mas na outra visão...a visão do sabor de seu sangue. O aroma daquela pele perfeita que eu poderia sugar até deixá-lo dormente à beira da morte.

É errado, eu sei. Eu não posso pensar nisto...pelo menos nele, não.

Por isso saio do quarto à pressas e alguns dos empregados estranham mas logo entendem o porque da minha euforia. Eu entendo que eles se escondam de mim quando isto acontece, qualquer deslize e eles estariam mortos em minha mão agora.

Estou sozinho na sala.

Mas a chuva ainda permanecia trazendo-me a angústia assim como meu desejo e abstinência fora do normal de sangue.

- Senhor?

Não. Não. Não!

Você não pode aparecer agora, Felipe Castanhari. Isso é uma armadilha.

- Vá embora daqui...- Falo me limitando à responde-lo de costas para ele. Se eu o olhasse nos olhos possivelmente não teria chances e meu desejo seria mais forte que a proteção.

- Está tudo bem?

Ele sabe o que eu sou e mesmo assim ele continua se aproximando.

Eu sinto as paredes da minha garganta ameaçar-se fechar, minhas presas afiadas doem e meus olhos se tornam mais negros pela abstinência. Toda a íris agora se transforma em um repleto mar de escuridão.

Corra.

Fuja.

Você tem pouco tempo.

- Saia daqui!-Ordeno de novo, minha voz está mais grave e escutei os passos de Castanhari se deter.

Mas o esperado aconteceu.

Ele tocou meu braço.

Ah, Felipe. Neste teu livrinho idiota você deveria saber. Capítulo 18; página 64.

“Jamais toque em um vampiro quando estiver em transição.”

Você errou feio, meu anjo.

- EU DISSE PARA MANTER-SE AFASTADO!

A última frase.

A telecinese lhe faz voar feito um objeto subtil sobre a parede da sala, escuto o baque e ele me olha assustado. Suas órbitas parece que iria sair da própria pele neste exato momento, ele geme de dor mas isso não o impede de rastejar-se na intenção de se afastar.

- N-não...por favor, não...- Ele implora vendo-me aproximar mais dele. Felipe tem um cheiro distinto agora, o sorriso nos meus lábios é algo que se descreva diabólico. Minha pele e minha carne queimam de desejo por aquele líquido avermelhado.

Você teve tempo de fugir.

O grito doloroso de Castanhari ecoa por toda a sala, fecho meus olhos aproveitando-me rente ao pescoço do outrem.

Às vezes nós simplesmente não queremos isto.

Os vampiros também amam. Mas é a vocação que nos prende à esse mundo de terror e medo.

Às vezes ajudar alguém pode ser oneroso.

Desculpe-me, meu amor.


Notas Finais


Desculpe os eventuais erros.
Não tenham raiva do Felipe (e nem de mim zksksk)
Lembrando-lhes que só faltam 5 capítulos para acabar.
O próximo será na visão do Cas.
É isso, espero que tenham gostado :)

Love u guys :)
Bye!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...