História Nothing Lasts Forever - Capítulo 15


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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Homem-Formiga, O Incrível Hulk, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Gwen Stacy, James Buchanan "Bucky" Barnes, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Natasha Romanoff, Pepper Potts, Personagens Originais, Peter Parker (Homem-Aranha), Steve Rogers
Tags Nat, Natasha Romanoff, Romance, Romanogers, Stasha, Steve Rogers
Visualizações 50
Palavras 1.719
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amores tudo bom? Passaram muita raiva com o capítulo anterior?
No de hoje eu prometo que vai ser paz e amor, amizade e beijos haha. Agradeço aos comentários anteriores, eu vou responder a todos mais tarde pelo celular. Sem mais enrolar vamos a história <3

Capítulo 15 - Capitulo 13


POV Maria Hill

Nada estava indo bem nos ultimos dias, parece que tudo estava de ponta cabeça, exceto quando o assunto se trata de Clint Barton. Meu amigo, advogado e agora pretendente, estou errada em gostar dele tão rápido assim? Tenho medo de ser apenas coisa da minha cabeça, confusão de sentimentos por estar chateada com o Bruce.

Uma história de quase vinte anos não é um romance de meses, não seria nada fácil esquecer o Banner, esquecer nossos momentos juntos e muito menos as coisas ruins que ele me fez passar. Ao mesmo tempo que ele era um grosso ele também era doce, em seus raros momentos sabia me valorizar como esposa. Tinha seus momentos ruins, seus momentos bons, mas sempre esteve alí do meu lado.

Desde jovens nós jurávamos amor eterno, éramos um casal apaixonado de verdade. Casamos e as coisas foram mudando aos poucos, lentamente até chegar nessa ruína. Não me arrependo de ter casado com ele, eu o amava, ainda amo, só me arrependo de não ter me ligado antes de que isso não daria certo, ou de não ter reparado que tinha gente gostando bem mais de mim.

Barton tem sido um ótimo amigo, um ombro para chorar, uma pessoa em que posso confiar, ele vê coisas em mim que eu mesma nunca reparei, e ele sempre me deu esses sinais, de que gostava, tentava se aproximar e eu não quis perceber, não quis porque estava cega presa em um relacionamento abusivo, achei que realmente fosse valer a pena, mas não valeu.

Passei na minha antiga casa, peguei tudo o que era meu, Bruce não estava, ainda bem, como eu já havia assinado o divórcio, não tinha mais volta, nada mais o que fazer, agora é cabeça erguida e uma nova vida. Me mudei para um novo endereço, sorte que sempre fui independente, recebi uma herança dos meus pais e não deixei que ninguém tocasse nesse dinheiro, por ser filha única tive 100% dos bens.

Deixei tudo o que ele me deu de volta para ele, não queria nada que viesse do dinheiro sujo dos Romanoff, só eu sei as coisas horríveis que o Bruce fez por dinheiro, mas não posso contar. Não ainda.

[...]

Clint Barton

— Você está pessima!

— Obrigado pela sinceridade logo cedo - ela deu um meio sorriso e eu sorri mais para ela ver que estou brincando. A abracei e a trouxe para o sofá da sala.

— Desculpa amor da minha vida, não pude deixar de te elogiar - ela riu e me senti aliviado em ver aquele sorriso.

— Obrigado por me receber, preciso desabafar.

— Sua amiga Gwen é a psicóloga, eu só sou advogado, mas pode falar, sou todo ouvidos.

— Engraçadinho - sorriu - Encontrei o Steve na empresa.

— Isso que é fofoca, conta tudo! Agarrou ele?

— Barton! - me repreendeu, dei de ombros - Claro que não, ele estava estranho, sério demais, disse até que não trabalha mais na Romanoff, eu fiquei sem entender.

— Ele não te contou né? Acho que todos já sabiam, eu, Tony... - ela ficou mais séria do que já estava, suspirei - Não fica assim, ele deve ter bons motivos para não ter te contado.

— Você sabe os motivos da saída dele?

— Pelo o que parece o Bruce não quis mais os serviços dele, demitiu, disse que tinha funcionários melhores, é o que eu sei, agora porque ele não te contou eu não sei dizer.

— Droga, eu preciso saber o que aconteceu, o Bruce não quer me dizer de forma alguma.

— Essas coisas são sigilosas, demissão é complicado, eu garanto que se ele tivesse aprontado algo lá, eu saberia.

— Tudo bem, eu quero não me preocupar com ele, quero não pensar nele mas não dá, minha mente está em Steve Rogers 24 horas por dia, eu achei que tivesse esquecido, sabe aquela falsa ilusão?

— Você sai com novas pessoas, se diverte, enche a cabeça com isso, mas é so ver a pessoa que toda sua armadura cai? Sim, eu bem sei o que é essa falsa ilusão Nat.

— Hmmm, alguém aqui está apaixonado, o que acha de parar de falar da minha vida fracassada e falar desse coração aí? - ela mordeu a boca segurando o riso, revirei os olhos, não queria falar disso.

— Eu não tenho nada a dizer.

— Maria Hill? Eu sei que você sempre teve uma queda pela minha ex cunhada, admite - começou a fazer cócegas em mim, não consegui conter o riso.

A Natasha mesmo com tudo o que ela esta passando é uma pessoa bem resolvida, consegue animar as pessoas com seu jeito fofo e animado de ser.

— Para com isso, você é muito chata, não sei como eu consigo te amar!

— Porque eu sou sua melhor amiga. Tem algo que está me escondendo?

— Ta bom, ta bom, ela veio aqui para arrumar os papeis do divórcio, passaram alguns dias, e eu dando investidas e ela não resistiu aos meus charmes e a gente se pegou em cima de uma mesa.

A cara que a Natasha fez foi a mais engraçada de todos os tempos - Me poupe dos detalhes sórdidos. Não acredito que Maria Hill transou com Clint Barton em cima de uma mesa, ela sempre foi séria.

— E precisa não ser séria para transar em uma mesa? Você já fez pior Natasha, e não, não rolou nada, o Tony interrompeu.

— Tony, vou enviar o trofeu de estraga prazeres do dia.

— Merece e com gosto, mas não ia passar de beijo, enfim, o que tinha de tão sério para me contar? - lembrei do que ela me disse por telefone

— Ah... Não queria lembrar disso. Vou ser direta, Bruce clonou minhas assinaturas e me deixou sem direito a industria.

— Ele o que? Como descobriu isso?

— Ele me falou, ainda teve a cara de pau de me mostrar os documentos com as minhas assinaturas. Diz que tem como reverter isso, por favor?

— Olha, se está com a sua assinatura e você não tem nenhuma prova do contrário, eu não tenho muito o que fazer, podemos tentar dar um jeito nisso, abrindo um processo por falsificação, podemos pedir danos morais, direitos de varias coisas, mas precisamos de provas para conseguir ser uma causa ganha, ou ao menos testemunhas, sabe quem pode ajudar?

— Acho que sei, eu vou ter um contato lá dentro bem próximo a mim, te dou detalhes depois.

[...]

Bucky Barnes

— Uau, a Barbie tem bebidas em casa? - brinqui e fui mexendo em alguns whiskys, já que ela me deu liberdade para tal coisa.

— Sim, e não são meus, você sabe que eu não bebo, são da Nata, ela esqueceu de levar embora. Se quiser pode beber, fica a vontade, sei que gosta.

— Ok, vou escolher um para nós dois, eu desafio você a beber nem que seja um pouquinho.

— Bucky... eu sou fraca para bebida.

— Por isso não bebe? - fui servindo dois copos e entreguei um a ela.

— Sim, eu fico bebada muito rápido, dois copos e eu já estou zonza.

— Quero fazer uma aposta então.

— Lá vem, que aposta?

— Estamos nos conhecendo, nada melhor do que fazer isso bebendo. A cada quatro copos cada um conta algo sobre a própria vida, quem terminar de beber por ultimo perde e tem que contar. Então vai ser meio que uma competição para ver quem bebe mais rápido.

— Vai ser um jogo estilo perguntas desagradáveis e respostas?

— Exato! Topa?

— Não podemos fazer isso sóbrios?

— Você me pediu para agitar sua vida, é isso que eu estou fazendo.

— Então vamos começar. Você vai perder feio.

— Senta e espera - me sentei com ela no grande sofá da sala e deixei quatro copos para cada um, os enchi e dei largada, infelizmente ela começou ganhando.

— Vamos lá, ainda ama sua ex?

— Que pergunta ridicula - dei risada terminando o ultimo copo - Não, eu não amo mais a Wanda.

— Você que inventou, não reclama - vi o sorriso de vitória dela quando disse sobre meus sentimentos pela Maximoff, precisava saber sobre ela agora. Bebemos novamente e fui o vencedor.

— Você é virgem? - vi ela se engasgar com a bebida, tive que rir, a mesma ficou parecendo um pimentão - Me desculpa, eu estou brincando.

— Idiota, não eu não sou!

— Me perdoa, agora é sério, me fala do Peter, ainda gosta dele?

— Não, ele conseguiu me magoar profundamente, essa mágoa virou ódio e depois nada, sumiu todo o sentimento que eu tinha por ele, e então esqueci, não consegui perdoar também, traição não se perdoa.

— Gostei do seu jeito de pensar, bom, acho que já temos ponto um com o outro, ambos livres de qualquer sentimento antigo.

— Proxima rodada - sorri, ela conseguia fugir de mim e ao mesmo tempo se entregar, gostava disso nela.

Fizemos de novo, mais uma vez, diversas vezes até que os dois já estavam completamente alterados - Não da mais não, se eu beber mais um pouco eu te beijo - Ela deu risada, ri junto - Como você perdeu eu tenho direito a uma pergunta a mais.

— Pode fazer, não tenho medo - aqueles olhos verdes me encantavam.

— Você tem atração por mim?

— Que tipo de atração Bucky?

Não disse nada e apenas me aproximei da boca da mesma, nossas respirações já estavam alteradas por conta da bebida, e agora juntas, nossos olhares fixos um no outro, meu desejo era beijar a mesma, vi ela se aproximar e então aproveitei a oportunidade - Desse tipo - passei a mão na cintura dela e a vi se arrepiar

— Eu sou atraída por você em todos os sentidos - mordi o lábio dela na mesma hora, queria explorar cada parte dela, quando percebemos já estávamos nos beijando, subi a mão por dentro de sua blusa, a mesma se inclinou para mais perto de mim abrindo os botões da minha camisa.

Era um misto de desejo e fogo inexplicável, mordidas no pescoço e orelha, carícias, e sussurros de desejos que tivemos na hora que nos levaram até o quarto, derrubando tudo no caminho, a coloquei na cama sendo delicado, ousado em minhas atitudes ao mesmo tempo, sem perder o carinho, não queria apressar nada, seria nosso momento, dei meu melhor em preliminares, a deixei no ponto de loucura e prazer. Mordidas, puxões de cabelo, arranhões e gemidos altos marcaram nossa noite, e que noite!


Notas Finais


Gostaram? Não deixem de comentar, um beijo na bochecha de cada um, amo vocês, até logo <3


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